sábado, 26 de janeiro de 2013

15 Minutos! ( Uma geração destruída!)



Por Josemar Bessa

O que você mais deseja? Você dispõe de 15 minutos para isso? O tempo que dispomos para as coisas revelam mais nosso desejo sobre elas do que meras palavras. A  verdade é que a maioria das coisas que você deseja você dedica muitos mais tempo que isso. Mas vamos ver o que 15 minutos representam...

Antes de falarmos dos 15 minutos, pense na excelência transcendente deste objeto aqui descrito: "Porque é melhor a sua mercadoria do que artigos de prata, e maior o seu lucro que o ouro mais fino. Mais preciosa é do que os rubis, e tudo o que mais possas desejar não se pode comparar a ela.” – Prata, ouro, dinheiro... – Você dedica bem mais que 15 minutos por dia a tudo isso. Mas o texto aqui fala da Sabedoria Divina! O quê 15 minutos tem haver com isso?

Os homens desejam saúde -, mas a saúde do corpo é apenas por um tempo. Sabedoria divina dá perpétua saúde, tanto do corpo como da alma.

Os homens desejam riqueza - mas as riquezas não são para sempre. Sabedoria divina dá insondáveis ​​riquezas - riquezas duráveis ​​e justiça.

Os homens desejam a vida - mas a vida humana é breve. Sabedoria divina dá a vida eterna, e vida em perfeição e bem-aventurança interminável.

Os homens desejam a honra - mas a honra terrena está desaparecendo. Sabedoria divina confere as mais altas honras, associando-nos a íntima comunhão do Deus Trino, que é a fonte de toda verdadeira honra.

Os homens desejam o prazer - mas o que faz a quantidade prazer terreno? Sabedoria divina nos leva a rios de prazer, a oceanos de alegria, a fontes do mais puro prazer!

Os homens desejam fama - mas a fama entre os pecadores não passa de um sopro de respiração como a própria vida deles. Sabedoria divina nos faz conhecidos, se não na terra - no céu, se não no tempo - na eternidade.

“Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; Porque é melhor a sua mercadoria do que artigos de prata, e maior o seu lucro que o ouro mais fino. Mais preciosa é do que os rubis, e tudo o que mais possas desejar não se pode comparar a ela. Vida longa de dias está na sua mão direita; e na esquerda, riquezas e honra. Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas de paz. É árvore de vida para os que dela tomam, e são bem-aventurados todos os que a retêm.” - Provérbios 3:13-18

Mas e os 15 minutos, você pergunta, onde entram? Não há qualquer desculpa para a ignorância a respeito de Deus, das doutrinas essenciais do Evangelho que marcam nossa geração!
Olhe,

Numa leitura normal, somos capazes de ler cerca de 250 palavras por minuto.  Imagine que você resolva dedicar apenas 15 minutos por dia para leitura teológica séria para aprofundar sua compreensão da verdade bíblica. Em um ano (365 dias), você leria cerca de 5.475 minutos. Multiplique isso por 250 palavras por minuto e você terá 1.368.750 palavras por ano.

Agora a maioria dos livros têm entre 300 e 400 palavras por página. Então, se tomarmos 350 palavras por página e dividir isso em 1.368.750 de palavras por ano, temos 3.910 páginas por ano. Isto significa que em 250 palavras por minuto, 15 minutos por dia, você pode ler cerca de 20 livros de tamanho médio por  ano!

15 minutos! Você não tem isso para Deus? Ele te dá 24 horas por dia - Você tem muito mais que 15 minutos - olhe tudo o que você faz no dia, olhe o tempo do entretenimento, conversas, redes sociais, estudo, trabalho... somos indesculpáveis. Falamos de líderes ensinando falsas doutrinas, corrompendo a verdade, mas todo o povo é indesculpável.

Aplique estas mesmas proporções (250 palavras por minuto) a Bíblia (ACF) e teremos o seguinte:

Toda a Bíblia -  levaria cerca de 52,5 horas.


Gênesis (38.262 palavras): 2 horas e 33 minutos.

Êxodo (32.685 palavras): 2 horas e 11 minutos.

Levítico (25.541): 1 hora e 42 minutos.

Números (32.896): 2 horas e 12 minutos.

Deuteronômio (28352): 1 hora e 44 minutos.

Josué (18854): 1 hora e 15 minutos.

Juízes (18966): 1 hora e 16 minutos.

Ruth (2574): 10 minutos.

1 Samuel (25048): 1 hora e 40 minutos.

2 Samuel (20600): 1 hora e 22 minutos.

1 Reis (24.513): 1 hora e 38 minutos.

2 Reis (23.517): 1 hora e 34 minutos.

1 Crônicas (20365): 1 hora e 22 minutos.

2 Crônicas (26069): 1 hora e 44 minutos.

Esdras (7440): 30 minutos.

Neemias (10480): 42 minutos.

Ester (5633): 23 minutos.

Jó (18098): 1 hora e 12 minutos.

Salmos (42704): 2 horas e 52 minutos.

Provérbios (15038): 1 hora.

Eclesiastes (5579): 22 minutos.

Cantares (2658): 11 minutos.

Isaías (37036): 2 horas e 28 minutos.

Jeremias (42654): 2 horas e 51 minutos.

Lamentações (3411): 14 minutos.

Ezequiel (39401): 2 horas e 38 minutos.

Daniel (11602): 46 minutos.

Oséias (5174): 21 minutos.

Joel (2033): 8 minutos.

Amos (4216): 17 minutos.

Obadias (669): 3 minutos.

Jonas (1320): 5 minutos.

Miquéias (3152): 13 minutos.

Naum (1284): 5 minutos.

Habacuque (1475): 6 minutos.

Sofonias (1616): 6 minutos.

Ageu (1130): 5 minutos.

Zacarias (6443): 26 minutos.

Malaquias (1781): 7 minutos.



Mateus (23343): 1 hora e 34 minutos.

Marcos (14949): 1 hora.

Lucas (25640): 1 hora e 43 minutos.

João (18658): 1 hora e 15 minutos.

Atos (24.229): 1 hora e 37 minutos.

Romanos (9422): 38 minutos.

1 Corinthians (9462): 38 minutos.

2 Coríntios (6046): 24 minutos.

Gálatas (3084): 12 minutos.

Efésios (3022): 12 minutos.

Filipenses (2183): 9 minutos.

Colossenses (1979): 8 minutos.

1 Tessalonicenses (1837): 7 minutos.

2 Tessalonicenses (1.022): 4 minutos.

1 Timóteo (2.244): 9 minutos.

2 Timóteo (1.666): 7 minutos.

Tito (896): 4 minutos.

Filemon (430): 2 minutos.

Hebreus (6897): 28 minutos.

Tiago (2304): 9 minutos.

1 Pedro (2476): 10 minutos

2 Pedro (1553): 6 minutos.

1 João (2517): 10 minutos.

2 João (298): 1 minutos.

3 João (294): 1 minuto.

Judas (608): 2 minutos.

Apocalipse  (11.952): 48 minutos.


Diga a verdade, esta geração é vítima de uns poucos de distorcem a Palavra? É claro que não! Seu estado mostra que toda essa geração de cristãos valorizam, e não apenas líderes.

Vamos, portanto, valorizar , ou preferir a verdadeira sabedoria para tudo, para todas as coisas desejáveis, que são tão valiosas, segundo a Palavra de Deus,  que não existe preço que pudesse pagar.

Vamos diligentemente buscar sabedoria. Deus lhe dá, e dá livremente e generosamente, sem repreensão. Vamos nos certificar de que possuímos essa sabedoria. Há falsificações. Alguns estão enganados. Podemos estar enganados. Vamos, portanto, examinar cuidadosamente a nós mesmos, pois é um assunto da maior importância.

Vamos também procurar mostrar sabedoria.

Ao evitar o pecado.
Ao escolher sábios companheiros.
Ao trabalhar na causa de Deus.
Mantendo sempre a vida eterna em vista.

Vamos tentar induzir os outros a abraçar a sabedoria. Ela “convida” os filhos dos homens. Ela deu um banquete suntuoso. Ela está disposta a receber a todo o que vir. Ouça o convite: ““Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; Porque é melhor a sua mercadoria do que artigos de prata, e maior o seu lucro que o ouro mais fino. Mais preciosa é do que os rubis, e tudo o que mais possas desejar não se pode comparar a ela. Vida longa de dias está na sua mão direita; e na esquerda, riquezas e honra. Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas de paz. É árvore de vida para os que dela tomam, e são bem-aventurados todos os que a retêm.” - Provérbios 3:13-18

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

MARIA - Modelo de Igreja

Por Julio Zamparetti
No episódio das bodas de Caná, onde Jesus transformou água em vinho, temos no exemplo da Bem aventurada Virgem Maria um modelo perfeito do que é ser Igreja.

Em primeiro lugar, Maria se inquietou diante do fato de ter acabado o vinho, que é símbolo de alegria. Uma igreja, de igual modo, não pode se conformar diante de tantas circunstâncias que tolhem a alegria de nosso povo; não pode aceitar tantas injustiças, preconceitos, discriminações, desigualdades, bem como o descaso ambiental.
Em seguida, a mãe de Jesus vai até ele e intercede, não por ela, mas por aqueles que já não tinham mais vinho. O problema da igreja de hoje é que ela vive o conceito de que cada um deve buscar a sua bênção. Só que isso não é ser igreja. Ser igreja é fazer parte do corpo de Cristo que se entregou à morte, tão somente porque amou e lutou pelos injustiçados, explorados, excluídos, fracos, pobres e malditos.
Mesmo tendo uma intenção tão nobre, Maria se sujeitou à resposta de Jesus que lhe disse: “ainda não”. Igreja que é Igreja não se faz como criança mimada que tudo exige “agora”, porque Igreja que é Igreja confia que Deus tem sempre a melhor hora para tudo, e ainda que a resposta de Deus seja um ’sim’ ou um ‘não’, sabe essa é a melhor resposta.

“Façam tudo o que ele vos disser”, disse a Santa Virgem. Estou convicto de que a grande fé não é aquele que conquista o que desejamos, mas aquele que nos motiva a permanecer obedientes, mesmo quando Deus nos diz “ainda não”.

Por fim, Jesus transformou água em vinho, um vinho melhor que o primeiro, e, certamente, Maria se alegrou na alegria de sua gente. Ser Igreja não é se inflar de poder-sem-ter-pra-quê, nem buscar realizações pessoais. Ser Igreja é se alegrar na alegria de todos, é ser beneficiado no bem comum.

Carecemos de Marias. Temos visto tanta gente querendo ser senhor! Precisamos de uma igreja que, como nossa Mãe do Céu, seja serva, sujeita a Cristo e cheia de amor ao próximo.

Quem se dispõe?

A morte lhe cai bem



O título é de um filme da década de 90, “Death Becomes Her” que assumiu “A morte lhe cai bem” no lançamento no Brasil. Mas o que me interessa não é o filme, mas sim a frase e o efeito nela contido. Será possível a morte cair bem para alguém?

Tenho a nítida impressão que a maioria das respostas à pergunta acima foi sim. Para algumas pessoas, definitivamente, a morte cai bem. Não tenho como adivinhar em quem você pensou para responder a pergunta afirmativamente, mas posso tentar alguns “chutes”: Adolf Hitler, o maníaco do parque, os assassinos que arrastam meninos presos ao carro que acabaram de roubar, os pedófilos, os assassinos de policiais, políticos corruptos que desviam verbas de merenda escolar ou ambulâncias, e por aí vai.
 
Não se trata apenas de suposições, mas de um espírito de justiça e de vingança que nasce no coração das pessoas ditas de bem. É como se a morte se traduzisse no mais justo pagamento pela maldade e crueldade de alguns indivíduos. A quem defenda veementemente a pena de morte, a pena capital e certa pelos abusos cometidos. Olho por olho, dente por dente.
 
Pensando assim você pode até encontrar sentido na frase “A morte lhe cai bem”. Dá até para imaginar o justiceiro olhando nos olhos do réu e a dizendo com o aroma do prato que se come frio.
 
Contudo, a morte não foi criada para nenhum ser humano. Por mais vil e cruel que seja o homem a morte não era parte do plano para sua vida. Para nenhum de nós. Não fomos criados para ela e, com certeza, tenha a plena convicção que a morte não cai bem para nenhuma alma debaixo do céu.

Embora não planejada na essência dos seres humanos, a morte na maioria das vezes é escolhida. Isso mesmo, alguns escolhem a morte, assim como outros tantos, escolhem matar. Parecem os dois lados de uma mesma moeda de pecado e iniquidade. Abdicar da vida ou tirá-la de alguém é uma escolha do ser humano.

Vivemos manchados e carregamos conosco o resultado de nossas escolhas. Somos todos árbitros detentores de livre-arbítrio e no exercício de nossas liberdades podemos escolher rumos, tomar decisões e maquinar no caminho da morte. Morte espiritual, morte da alma, morte do corpo.

Se a morte é como um vírus que não pertence ao sistema original. Se ela não cai bem aos seres humanos. Fico, na minha pequenez, tentando alcançar o pensamento do criador. Para Ele a morte de qualquer homem tem sabor de perda, de distanciamento. Nenhuma obra de Suas mãos veio a existir para que fosse consumida. Por outro lado, era necessário sermos criados com poder de escolha, só assim o amor seria completo, do contrário seríamos obra inacabada, objetos inanimados sem a verdadeira vida. Afinal de contas, vida também é uma decisão, sempre foi.

Neste caminho o criador novamente nos chama ao sentido original da vida. Lá onde a morte não tem vez e onde as escolhas são influenciadas por um Santo Espírito. Nós, surdos em virtude de nossas decisões erradas há séculos, não escutamos mais o chamado da vida. Era preciso um megafone, uma tela grande e clara para nos mostrar que a morte nunca nos cairá bem.

Então Deus se esvazia e morre para mostrar que só há uma morte que nos cai bem. A Dele.
Toda a justiça e toda a vingança condensada num único ponto da história.
“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” 1 Co 15:55

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A obrigação de parecer feliz

Foto1

Por Maurício Zágari
Tenho pensado muito sobre fotografias. Já reparou como ninguém fotografa momentos tristes? Você já viu alguém ficar tirando fotos em velórios, registrando o instante em que recebeu zero na prova, compartilhando no Instagram a imagem do pai em coma no hospital ou fazendo álbum de fotos dos piores momentos da festa de aniversário? Se eu pego uma câmera e aponto para você, qual é sua reação imediata? Deixe ver se acertei: dar um sorriso. O dia pode estar um inferno, mas se alguém vira uma lente em sua direção… você mostra logo os dentes. Depois do clique, seu rosto volta ao normal e aquela cara de felicidade obrigatória desmonta em um segundo. Curioso isso. Alguma vez já parou para refletir por que temos essa obrigação inconsciente de mostrar para o mundo como somos inevitavelmente felizes e irremediavelmente sorridentes?

Foto2Pegue por exemplo um álbum de fotos (ainda existe isso fora do computador?)  da vida de alguém. Se você folhear da primeira à última página vai jurar que a existência daquela pessoa foi um desfile interminável de bons momentos. Sempre sorrindo. Quando a foto é em grupo, todos juntam as cabeças e… sorrisos transbordam. Pelo menos até o fotógrafo falar “pronto”. Aí aqueles rostos perenemente sorridentes vão se lembrar da conta a pagar, do desemprego, do casamento infeliz, da dor de cabeça que não passa, do namorado que te trocou por outra, da rotina, do tédio, da depressão, da crise do petróleo, do aquecimento global, do apocalipse maia! Em outras palavras; sorrisos em fotos muitas e muitas vezes não significam nada. Não representam uma felicidade real. São um mero hábito, uma formalidade. São fachadas pintadas com o único objetivo de deixar para a posteridade a impressão de que você é e sempre foi feliz.

Mas… por quê? Por que temos a obrigação de ser felizes 24 horas por dia, sete dias por semana? Curiosamente, a infelicidade é vista como uma derrota pessoal. Demonstrar para os outros que a felicidade foi ali e já volta parece uma falha de caráter. E somos tão despreparados para lidar com nossas próprias infelicidades que também não sabemos como lidar com a infelicidade dos outros – por isso há tantos infelizes sem consolo nas igrejas. O despreparo é generalizado. Se você está triste, repare que a maioria das pessoas não vai te abraçar em silêncio ou chorar com você, mas dizer frases feitas que tentam impor felicidade: “Que isso, levanta esse astral!”, “Tá triste por que, a vitória é tua!”, “Não reclama de barriga cheia, pensa nas criancinhas da Etiópia que estão morrendo de fome”, “Fica assim não, rapaz, bola pra frente, ânimo!”. Palavras, palavras e palavras… que de fato nessas horas não servem de nada – ninguém fica feliz de repente só porque alguém chegou e disse “Não fica triste não”.

Foto3Repare que Jesus não gastava muitas palavras para consolar: ele agia para gerar consolo. O Mestre, “movendo-se de íntima compaixão”, empatizava com os infelizes, chorava com eles e não fazia nenhuma questão de dizer “chora não, vai passar”. Pois Ele era “um homem de tristeza e familiarizado com o sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima” (Is 53.3). Jesus não forjava uma falsa felicidade. Em Mateus 26, vemos o Mestre, em um momento de extrema infelicidade, dizer no Getsêmani a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, entristecido e angustiado: “A minha alma está profundamente triste até à morte”. Meu Deus… que declaração! De uma honestidade e transparência que em nossos dias seria considerada vinda de um derrotado, um fracassado, um ser de segunda classe: jamais de um servo de Deus, pois, afinal, somos mais do que vencedores! Sorria, você é filho do Rei! Sim, mas… o unigênito Filho do Rei chorou de compaixão da infelicidade dos que estavam junto ao sepulcro de Lázaro e viveu sua própria infelicidade na agonia do cálice que beberia em sua plenitude: seu sorriso de agonia era banhado pelo suor de sangue que emoldurava aquele rosto de amor.

“A minha alma está profundamente triste até à morte”. Uau. Que tapa na cara da nossa obrigação de parecer sempre feliz.

Foto4Podemos considerar que a Bíblia é o álbum de fotografias de Jesus de Nazaré. Nela estão registrados os principais momentos da vida do Cordeiro de Deus. Mas, ao contrário dos nossos álbuns humanos, Ele não tentou nunca simular uma felicidade inextinguível, uma vida de alegria todo dia. No álbum de fotos de Jesus vemos sim momentos felizes, como a festa de casamento em Caná, seus muitos encontros com seus amigos, sua entrada triunfal em Jerusalém. Mas esse álbum é também o registro de sua humilhação. O vemos cuspido. O vemos apanhando com chibatas. O vemos sendo esbofeteado. O vemos sendo ofendido e caluniado. O vemos nu. Com sua pele sangrenta totalmente exposta numa cruz, os genitais à mostra, sem ter como cobrir sua vergonha porque suas mãos estavam cravadas na madeira. Não, o álbum de fotos do Pão da Vida não teve nunca a intenção de simular uma felicidade interminável e onipresente, mas sim a intenção de desnudar a verdade da Verdade, para que nós mesmos possamos desnudar a nossa verdade. Ante os homens e ante o Pai. Seja ela de felicidade ou infelicidade. Que lição para seres que sentem-se na obrigação de estar sempre aparentando felicidade!

Não simule uma existência paradisíaca e extraordinariamente feliz, meu irmão, minha irmã. Celebre sim e muito os momentos bons e alegres, isso é importante. Diria até que é vital. Mas nunca perca a honestidade de reconhecer seus períodos de infelicidade, pois eles são lamentavelmente muito preciosos. Eles moldam nosso caráter, nos fazem refletir, nos levam a mudar de rumo, nos dão a humildade de chegar em oração a Deus e confessar que só nele temos felicidade acima de qualquer circunstância.

Meu desejo sincero é que no álbum de fotografias da sua  vida haja mais fotos de sorrisos do que de lágrimas. Desde que os sorrisos sejam sinceros – a mera contração de músculos do rosto não atesta um coração sorridente. Mas, se as lágrimas vierem, não as esconda por trás de um sorriso forçado e obrigado. Fotografe-as na sua lembrança para nunca se esquecer delas. Quem só quer se lembrar dos momentos felizes está abrindo mão da sua verdade enquanto homem. Assuma seus momentos infelizes. Deixe-os desempenhar seu papel em sua vida. E jamais se esqueça deles – pelo contrário, ponha-os na melhor moldura que puder.

Foto5No Jardim das Oliveiras, o coração de Jesus se encheu de infelicidade. No caminho do Calvário, o coração de Jesus se encheu de infelicidade. Suspenso na cruz, o coração de Jesus se encheu de infelicidade. Só que, mais à frente, depois do calvário e da crucificação, houve uma sepultura vazia. Lembre-se que o pão e o vinho são uma foto dessa sepultura. São a lembrança honestamente sorridente da vitória eterna. E é a foto desse sepulcro que nos garante uma felicidade que durará para sempre, a partir do momento em que dermos nosso primeiro passo na eternidade. E é por isso que, creio eu, no Céu não haverá fotografias: pois lá não precisaremos simular uma felicidade aparente. Lá, a felicidade não dependerá de a demonstrarmos. Na eternidade, a felicidade simplesmente é. A presença de Deus descartará no Céu o que será inútil, como revela Apocalipse 21: não haverá templo algum, pois o Senhor Deus todo-poderoso e o Cordeiro são o seu templo.  Tampouco haverá sol nem lua, pois a glória de Deus será a luz do Céu – e o Cordeiro, a sua candeia.  Suas portas jamais se fecharão de dia, pois ali não haverá noite. 

Sim, creio que no Céu não haverá fotos, pois serão desnecessárias num lugar em que as melhores lembranças que pudermos ter da vida terrena não deixarão saudades e onde caminharemos ao lado de um Deus que enxugará dos nossos olhos toda lágrima. E lá não haverá mais morte. Nem tristeza. Nem choro. Nem dor. 

Só felicidade.

5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo



É importante reconhecer o fruto de autoglorificar-se em você e em seu ministério. Que Deus use esta lista para lhe conceder sabedoria diagnóstica. Que ele use esta lista para expor seu coração e redirecionar seu ministério.

Autoglorificar-se fará com que você:

1. Ostente em público o que deveria ser mantido em particular.  

Os fariseus são um vívido exemplo primário para nós. Porque eles viam suas vidas como gloriosas, eles eram ligeiros em ostentar essa glória diante dos olhos de quem estivesse vendo. Quanto mais você pensa que você já chegou lá, e quanto menos você vê a si mesmo como necessitando de graça resgatadora, mais você tenderá à autorreferência e à autocongratulação. Por você estar atento à autoglorificação, você vai trabalhar para conseguir maior glória mesmo quando não estiver consciente de que está fazendo isso. Você tenderá a contar histórias pessoais que fazem de você o herói. Você encontrará maneiras, em cenários públicos, de falar de atos privados de fé. Por você se achar digno de aplausos, você buscará os aplausos de outros encontrando maneiras de apresentar a si mesmo como “piedoso”.

Eu sei que a maioria dos pastores lendo esta coluna pensarão que nunca fariam isso. Mas estou convencido de que há mais “desfile de piedade” no ministério pastoral do que tendemos a pensar. Esta é uma das razões pelas quais eu acho conferências pastorais, reuniões de presbitério, assembleias gerais, convenções, e reuniões de plantação de igreja desconfortáveis às vezes. Após uma sessão ao redor da mesa, essas reuniões podem se degenerar a um “concurso de cuspe” de ministério pastoral, onde somos tentados a menos do que honestos sobre o que de fato está acontecendo em nossos corações e em nossos ministérios. Após celebrar a glória da graça do evangelho, há demasiado recebimento de glória autocongratulatória por pessoas que parecem precisar de mais aplausos do que merecem.

2. Seja demasiadamente autorreferente

Todos nós sabemos disso, todos nós já vimos isso, todos nós já ficamos desconfortáveis com isso, e todos nós já fizemos isso. Pessoas orgulhosas tendem a falar muito de si mesmas. Pessoas orgulhosas tendem a gostar mais de suas próprias opiniões do que das opiniões dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que suas histórias são mais interessantes e cativantes do que as dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que eles sabem e entendem mais do que os outros. Pessoas orgulhosas pensam que conquistaram o direito de serem ouvidas. Pessoas orgulhosas, por basicamente terem orgulho do que sabem e do que fizeram, falam muito sobre ambos. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas fraquezas. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas falhas. Pessoas orgulhosas não confessam pecado. Então pessoas orgulhosas são melhores em colocar os holofotes sobre si mesmas do que em refletir a luz de suas histórias e opiniões de volta para a gloriosa e completamente imerecida graça de Deus.

3. Fale quando deveria ficar calado.

Quando você pensa que já chegou lá, você é bem orgulhoso e confiante de suas opiniões. Você confia em suas opiniões, então você não está tão interessado nas opiniões dos outros quanto deveria estar. Você tenderá a querer que seus pensamentos, perspectivas e pontos de vista vençam em qualquer reunião ou conversa. Isso significa que você estará muito mais confortável do que você deveria estar com dominar um grupo com sua conversa. Você falhará em ver que na multidão de conselhos há sabedoria. Você falhará em ver o ministério essencial do corpo de Cristo em sua vida. Você falhará em reconhecer suas tendências e sua cegueira espiritual. Você não irá a reuniões formais ou informais com um senso pessoal de necessidade do que os outros têm a oferecer, e você controlará a conversa mais do que deveria.

4. Fique quieto quando deveria falar.

A autoglorificação pode ir para o outro lado também. Líderes que são muito autoconfiantes, que involuntariamente atribuem a si mesmos o que poderia apenas ser efetuado pela graça, frequentemente veem reuniões como uma perda de tempo. Por serem orgulhosos, eles são muito independentes, então as reuniões tendem a ser vistas como uma interrupção irritante e inútil de uma agenda ministerial já sobrecarregada. Por causa disso, ou eles acabarão com todas as reuniões ou as tolerarão, tentando finalizá-las o mais rápido possível. Então eles não lançam suas ideias para consideração e avaliação porque, francamente, eles não acham que precisam. E quando suas ideias estão na mesa e sendo debatidas, eles não entram na briga, porque eles pensam que o que eles opinaram ou propuseram simplesmente não precisa de defesa. A autoglorificação fará com que você fale demais quando você deveria ouvir, e com que você não sinta necessidade de falar quando você certamente deveria.

5. Se importe demais com o que os outros pensam de você.

Quando você caiu no pensamento de que você é alguma coisa, você quer que as pessoas reconheçam esse “alguma coisa”. Novamente, você vê isso nos fariseus: avaliações pessoais de autoglorificação sempre levam a um comportamento de busca por glória. Pessoas que pensam que chegaram a algum lugar podem se tornar hipersensíveis a como outras pessoas reagem a elas. Por você ser hipervigilante, observando a maneira pela qual as pessoas em seu ministério respondem, você provavelmente nem sequer percebe como você faz as coisas por autoaclamação.

É triste, mas frequentemente ministramos o evangelho de Jesus Cristo por causa de nossa própria glória, não pela glória de Cristo ou a redenção das pessoas sob nossos cuidados. Eu já fiz isso. Eu já pensei durante a preparação de um sermão que um certo ponto, colocado de certa maneira, poderia ganhar um detrator e eu já fiquei observando à procura da reação das pessoas enquanto eu pregava. Nesses momentos, na pregação e na preparação de um sermão, eu abandonei meu chamado como embaixador da eterna glória de outro pelo propósito de conseguir para mim o louvor temporário dos homens

domingo, 20 de janeiro de 2013

COMPRE O LIVRO E AJUDE AS CRIANÇAS CARENTES DE LA PENÍNSULA, PERU





No Peru, 26% das crianças em idade escolar estao fora das escolas. 30% das crianças sofrem desnutriçao. Milhares de crianças vivem em condiçoes extremamente precarias, nos chamados Assentamentos Humanos, periferias paupérrimas ao redor das cidades.
No inicio do ano passado os irmaos Edemar Miqueta e Evandro Martin visitaram a cidade de Piura para conhecer de perto a obra missionaria realizada no Peru. Durante a visita, eles gravaram um documentario que conta um pouco da historia das crianças e das familias beneficiadas pelo Projeto PEPE, um programa pré-escolar que leva educaçao, alimentaçao e inclusao social às crianças de familias com poucos recursos:
A visita deles também rendeu um livro fotográfico, onde a realidade do Assentamento Humano La Peninsula é retratada. A renda com a venda do livro é destinada ao Projeto Piura, e será usada para melhorar a vida de mais crianças peruanas. Incentivamos os pastores que desejam ajudar missoes a adquirir o livro e divulgar em sua igreja.
A todos os amigos, pedimos que divulgue em suas redes sociais, e motivamos você a aquirir o livro. Nao podemos prometer a você a “unçao financeira dos ultimos dias”, mas posso assegurar que  você ajudará a mudar a vida de uma criança peruana!
Para adquirir é só entrar em contato com SYNC CULTURAL pelo telefone (41) 3575-0025.
O preço do livro é de apenas 25 reais.

À seguir, algumas fotografias retiradas do livro:








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Púlpito Cristão

Deus viu Matrix antes de você!




Por Josemar Bessa
Jamais tente pregar um pós-evangelho para um mundo pós-moderno. Há uma arrogância comum em nossos dias que nos leva a ideia tola de que devemos apresentar nosso mundo e nossa cultura a Deus (encantado como ficamos com ela), pensamos que Deus tem algo para saber e aprender sobre ela.

Deus quando revelou a Sua Palavra já conhecia tudo exaustivamente. Conhecia o fim desde o princípio: “Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade.” -  Isaías 46:10

Foi Deus ( e não o oposto ) que ensinou a Jonas como Nínive era – Deus é Onipresente e eterno. Ele conhecia desde o princípio os escritos de Confúcio, o pensamento e o misticismo oriental... o pensamento e obra de todos os filósofos – Sócrates, Platão... os escritos de Immanuel Kant, Nietzsche, Jean Paul Sartre... Você não apresenta o mundo a Deus para Ele rearranjar as coisas, reescrever e melhorar Sua Palavra para ser “relevante” nesta geração ou em qualquer outra. Deus é que apresenta o mundo a você e dá o Seu veredicto sobre o mundo em todas as gerações, todas as culturas... 

Desde toda a eternidade Deus está familiarizado com o pensamento pós-moderno... não tente “ensinar” nada disso a Ele, não tente bolar algo que faça a revelação que Ele fez de Si mesmo em Sua Palavra, a revelação do Seu caráter Santo, algo mais “relevante” para o mundo pós moderno.  Deus viu Matrix antes de você existir, antes de todos os tempos, Deus conhece o Ipad, Ipod, Iphone, redes sociais, Facebook, Twitter... muito antes de você existir– não se sinta avançado para tentar lhe dar conselhos e fazer adendos ao Seu plano eterno.

Se este mundo tecnológico te fascina, se o pensamento atual, se esta cultura de parece avançada... saiba que não há novidades nela para Deus... Deus sabe tudo desde a eternidade. Sabe tudo sobre esse papo de pluralismo, politicamente correto, sobre a teoria política dessa cultura, indicadores econômicos, índice de violência... sabe o nome de todos os grandes líderes políticos de todos os tempos, as grandes mentes acadêmicas de agora e das que virão... sabe  o que cada um pensa ou já pensou...você NÃO apresenta, você não pode apresentar o mundo a Deus, deixe Deus apresentar o mundo a você.

Então como devemos ser?

Paulo era um homem extraordinário, teve um chamado e ministério extraordinário, foi enviado para realizar um trabalho extraordinário... Ele conhecia profundamente a história, ele estava familiarizado com a filosofia e era bem versado tanto nas tradições e cultura judaica quanto na cultura Greco-romana. Ele não tentou apresentar essas culturas a Deus para que Deus pudesse lhe dar uma mensagem relevante.

Havia poucos assuntos queele não podia falar com desenvoltura, ele podia discutir e debater todos os temas, sua mente era interessante tanto para a cultura judaica quando a Greco-romana. Mas ele fez da proclamação do evangelho aos pecadores e edificação da igreja o objeto de sua vida e ele escolheu Cristo crucificado para ser o tema de seu ministério!

Não importa para onde ele foi, ele levou esse assunto com ele. Não importa qual cultura, qual filosofia...

Não importa para onde ou quem ele se dirigiu, sempre dirigiu a sua atenção para este ponto.

Ele sabia o que o homem exigia e o que o homem preferia, mas não direcionava o que fazia por isso. Como ele escreveu aos Coríntios, “os judeus pedem sinais miraculosos e os gregos buscavam sabedoria, mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios, mas para aqueles a quem Deus chama eficazmente, tanto judeus quanto gregos, Cristo é o poder e a sabedoria de Deus” – 1Co 1.22-24

Esse era o assunto de Paulo – Cristo crucificado!

Nós temos, ao esquecer o assunto que Deus ordenou ser pregado a todas as gerações,  nos colocado na frente da Sabedoria infinita e do poder de Deus. O que Paulo mais desejava era exatamente sair do caminho do poder de Deus, não ser um “obstáculo” para a verdade de Deus e Seu poder com suas ideias.

O pensamento constante de Paulo era de que ninguém pode colocar sua esperança ou sua fé em sua eloquência ou capacidade de entender melhor sua geração e cultura, do que no Deus eterno. Tudo que Paulo desejava era mostrar a verdade do Cordeiro crucificado “antes da fundação do mundo” – Deus não tem pensamentos posteriores – isso era claro para ele.

Então o que Paulo fez? O que você devia fazer, o que eu devia fazer, o que qualquer líder devia fazer... Ele morreu na cruz todos os dias. Ele morreu para a ideia de mostrar suas capacidades intelectuais. Ele morreu para a ideia de que sua eloquência impressionante poderia fazer a diferença. Ele morreu para as demandas de sua geração, para as demandas de sua cultura – tanto Judaica quanto a Greco-romana. Ele morreu para a auto-confiança. Ele morreu para seus poderes naturais. Ele morreu para a ideia de que uma apresentação atraente para aquelas culturas faria alguma diferença para o coração irregenerado e inimigo de Deus. Ele morreu...

Ele então estava lá em fraqueza, temor e tremor... pregando a loucura e o escândalo da cruz! para quê? Para que nossa fé, a minha e a tua, no século XXI, diz ele, não se apoiasse ou descansasse na sabedoria de um homem, mas no poder de Deus, no poder de Deus manifestado em Seu Filho, o poder de Cristo e este crucificado.

Não olhe para essa cultura, para o mundo pós-moderno, nosso mundo tecnológico,... como algo significativo... logo, daqui a alguns anos, décadas, séculos... tudo isso estará mofado e será olhado pelos homens no futuro como algo atrasado e primitivo... então não trate a cruz como uma relíquia história do passado que deve ser rearranjada a luz da nossa geração “brilhante” e “relevante”. A cruz é o poder de Deus para mudar tudo em sua vida. Se você quiser ser discípulo de Cristo, terá que tomar a velha cruz todos os dias, no meio desta cultura, do pensamento pós-moderno... contar ao mundo as maravilhas do Deus santo, do Deus que foi pregado na cruz, do Deus que não muda, do Deus que odeia o pecado, do Deus que salva por graça, do Deus que condena ao inferno, da bondade e da severidade de Deus... Então todo resultado estará nas mãos de Deus e a fé de ninguém estará baseada na sabedoria humana. E assim Deus receberá toda a glória.

“os judeus pedem sinais miraculosos e os gregos buscavam sabedoria, mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios, mas para aqueles a quem Deus chama eficazmente, tanto judeus quanto gregos, Cristo é o poder e a sabedoria de Deus” – 1Co 1.22-24

Paulo tinha boas razões para fazer essa escolha e nenhuma razão para não fazê-lo, mesmo que isso lhe custasse tudo.

Primeiro porque não existe assunto mais abrangente que esse. Cristo crucificado é o centro onde o tempo e a eternidade, Deus  e o homem, pecado, justiça e santidade, vida e morte se encontram.

Segundo, Cristo crucificado é o teatro onde Deus exibe suas perfeições, desdobra seus propósitos, mantém seus direitos e justiça, confunde seus inimigos e assegura sua glória.

Terceiro, Cristo crucificado é o instrumento pelo qual a morte é destruída, o pecado é vencido, os rebeldes são reconciliados, santos santificados e o céu é  aberto.

Quarto, Cristo crucificado, a cruz de Cristo é o objeto que confunde a razão humana, surpreende os anjos, atrai os pecadores, transmite santidade e fornece assunto para louvor ser fim por toda eternidade.

Quinto, Cristo crucificado é o assunto mais honrado que existe. Sintoniza as harpas, a música do céu e preenche as mais doces canções da terra.

Sexto, Cristo crucificado é o meio pelo qual o Espírito Santo trabalha  na conversão dos pecadores, na consolação dos santos, na santificação dos crentes e no estabelecimento da igreja de Deus.

Mesmo num mundo e numa geração pós-tudo, essa ainda seria a única mensagem de Deus para o mundo!

Forbes divulga fortuna dos pastores evangélicos: Edir Macedo lidera lista

Edir Macedo tem fortuna estimada em quase 2 bilhões 

A revista Forbes divulgou a lista dos pastores evangélicos brasileiros que possuem generosas fortunas. O campeão é o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, dono de fortuna de R$ 1,9 bilhão. O segundo na lista dos ricaços é o fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus. Valdemiro Santiago possui fortuna de R$ 450 milhões, segundo a Forbes.
A lista é completada por Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, com R$ 305 milhões, seguido de Romildo Ribeiro Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus. Ele é dono de fortuna estimada em R$ 255 milhões. Estevam Hernandes Filho e Bispa Sônia, fundadores da Igreja Renascer em Cristo, possuem renda de aproximadamente R$ 155 milhões. A fortuna dos líderes evangélicos foi calculada pela Forbes com base em inquéritos e investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.