sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Como saber se amo a Deus?


Por Leonardo Gonçalves
“Como posso saber se realmente amo a Deus?” Como saber se meu amor não é fingido, hipócrita, fruto da conveniência ou um subproduto da religião?
Será quando faço o que é certo? Sim, talvez uma grande virtude moral possa ser a prova do meu amor por Deus. Contudo, o que dizer daquelas pessoas que fazem as coisas certas por motivos errados? Daqueles que não roubam, matam ou infringem leis porque tem medo de ir parar na prisão? Nem sempre aqueles que fazem o que é certo, o fazem pelas motivações corretas, de onde concluímos que não é fazendo coisas que demonstro que amo a Deus.
Será quando eu guardo os mandamentos? Pode ser. Jesus mesmo disse: “Se me amais, guardareis meus mandamentos”, logo, aquele que guarda os mandamentos pode estar amando a Deus. Porém, não devemos ignorar o fato de que no passado havia criaturas muito religiosas que guardavam muitos mandamentos, mas definitivamente não amavam a Deus, como por exemplo, os fariseus. E o que me impede de crer que mesmo hoje haja estas criaturas, que se camuflam na religião e fazem tudo que é certo, mas somente porque querem ser reconhecidos pelos demais? Por isso, guardar os mandamentos também não pode ser tomado como a “prova dos noves”.
Pode ser que medindo meu amor pelo meu irmão, encontre a resposta. Porém, devo admitir que amar os irmãos não é suficiente, e que é preciso aprender também a amar e a suportar quem é diferente de mim, pois se eu apenas cumprimentos os meus companheiros de fé, serei no máximo um fariseu melhorado.
Talvez se eu ajudar os necessitados. Mas o que dizer dos espíritas, que fazem isso o tempo todo? Será que eles amam a Deus de verdade somente porque entregam cestas básicas e fazem a “campanha do agasalho”? Certamente há algo mais, uma prova distintiva e irrefutável possa encerrar essa questão definitivamente.

Como saber se eu realmente amo a Deus? Voltamos, então, ao início de tudo.

Penso, porém, que a resposta mais cabível é esta: “Quando eu odeio o pecado”. Definitivamente isso pode provar se eu amo ou não a Deus. E não estou falando de não praticar o pecado, mas de odiá-lo mesmo quando casualmente tropecemos nele. Não são de Paulo as palavras “o que eu faço, isso aborreço”, isto é, odeio? Paulo não apenas odiava o pecado nos outros, mas em si mesmo.
Quando eu odeio o pecado, é porque eu odeio desapontar a Deus. É porque eu odeio tudo aquilo que impede a minha plena comunhão com ele. Quando odeio o pecado, descubro minhas verdadeiras motivações, e posso examiná-las, se são sinceras ou não. Qual foi a última vez que você sentiu ódio depois de cometer pecado? Quando foi a última vez que você sentiu ódio por ter levantado a voz para a sua esposa, ou por ter mentido para alguém? Na verdade, são tantas ações odiosas que cometemos que alguns leitores serão levados, em última instancia, a aborrecer (odiar) a própria vida. Porém, não é isso o que o cristianismo é? Aborrecer a sua velha vida com tudo de ruim que ela representa?
Existe ainda a questão: “Odiar tanto pode transformar-me em um cristão deprimido?”. Não, obviamente. Odiar o pecado não faz de você um cristão amargado, mas um cristão arrependido. O caso é que se você é realmente salvo, você necessariamente amará as coisas que Deus ama e odiará as coisas que Deus detesta, e entre elas o pecado. E odiar o pecado não te transforma em um cristão sem graça, mas em um crente cheio da Graça de Deus.
No caminho do cristão existem algumas curvas, lombardas e buracos na estrada, nos quais às vezes você pode cair. Sei que isso vai totalmente contra o espírito dos cristãos triunfalistas dessa “nova era”, verdadeiros super-heróis com invejáveis predicados, super-crentes que nunca pecam ou caem. No entanto, se você é um verdadeiro cristão, então você certamente irá cair algum dia, isso porque não somos perfeitos e às vezes perdemos a luta contra o pecado. A diferença é que nunca estamos satisfeitos com este resultado. O crente que cai em pecado não se acomoda nunca. Ele é como o boxeador que ao perder, não se conforma com o resultado pede revanche.

Este é o tipo de pessoa que Deus quer que sejamos. Esse é o tipo de pessoa que ama a Deus!

Caro leitor,

Você realmente odeia o pecado? Em que proporção? A sua resposta a esta pergunta revelará a ti mesmo o tamanho do seu amor por Deus, porque não existe uma terceira via. Ou você ama o pecado, ou você ama a Deus, porque quem ama o pecado odeia ao Senhor.
Neste ponto certamente alguém dirá: “Espere um momento: Eu não odeio a Deus; eu simplesmente amo pecar”. A estes, quero dizer que existe algo ainda pior do que o ódio: a indiferença. Seja frio ou quente, porque ser indiferente é ainda pior do que odiar.

Ricardo Gondim: Acreditar-se eleito é maldição.


Por Renato Vargens
O pastor Ricardo Gondim escreveu mais um texto polêmico. Na verdade, ele publicou em seu site uma breve reflexão sobre o seu pensamento sobre a eleição ( leia aqui). No texto, ele afirmou que aquele que acredita na eleição é maldito.
Bom, eu não sei porque Ricardo destila tanto ódio a algumas doutrinas bíblicas. Sinceramente, não consigo entender as vociferações "gondianas" quanto as doutrinas da graça.
No texto Gondim afirmou que o conceito de eleição encontra-se tanto na mitologia como nas narrativas bíblicas:
"O conceito de eleição está presente tanto nas mitologias como nas narrativas bíblicas. Narciso foi galardoado com beleza. O sacrifício de Abel foi aceito e o de Caim, rejeitado. Jacó, a despeito de sua falta de ética, ganhou a primogenitura – Esaú acabou descartado. Samuel marcou um x nas costas de Davi como o estimado de Javé. Além dos textos religiosos, a história também esteve repleta de poetas, literatos, cientistas e políticos que acreditaram na ideia de que Deus, a vida, o destino ou qualquer outra força os predestinou. Eles não se viam cotidianos, banais, ordinários. Pelo contrário, acharam que os outros mortais deviam se sujeitar aos códigos que escreveram."

Caro leitor, porventura será o que o pastor da Betesda ao escrever isso o fez com o intuito de colocar no mesmo patamar de autoridade, mitos e doutrinas? Será que os escritos de Dostoiévski possuem a mesma autoridade dos escritos apostólicos?

Pois é, diferentemente de Gondim, eu creio na Bíblia como única e exclusiva regra de fé. Eu creio na doutrina da eleição, eu creio em um Deus Soberano que reina sobre tudo e todos e nem por isso sou "carniceiro".

Ora, as Escrituras tratam da doutrina da eleição sim e fazem isso com clareza inquestionável. Todavia, ao falar dela, Gondim preferiu omitir textos bíblicos como Rm 9, Rm 8.33, Cl 3.12, Tt 1.1, Rm 16:13, I Ts 1:04, Mc 13:20, 27, Cl 3:12, Mt 24:22 ).

Pois é, dias difíceis os nossos! Confesso que tenho ficado muito preocupado com os textos publicados pelo Gondim. Lamento profundamente o fato de que os ensinamentos proferidos em seu púlpito estejam muito aquém das verdades bíblicas.

Isto, posto, faço minhas as palavras do Principe dos Pregadores Charles Haddon Spurgeon:

"Creio na doutrina da eleição, pois estou bem certo de que, se Deus não me tivesse escolhido, eu jamais iria escolhê-lo, e estou certo de que ele escolheu-me antes de eu nascer; de outro modo, ele nunca me teria escolhido".

Pense nisso!

Escândalos e Disciplina


Por Vincent Cheung
Não aceite acusação contra um presbítero, se não for apoiada por duas ou três testemunhas. Os que pecarem deverão ser repreendidos em público, para que os demais também temam. (1 Timóteo 5.19-20)
Os detalhes dessa história me escapam, mas penso ter a essência dele. Alguns membros da igreja viram um pregador entrar num botequim e ficaram transtornado com isso. Aqueles de vocês que estão acostumados a usar “tudo o que Deus criou é bom” para justificar todas as suas atividades e associações poderiam não estender isso, visto que fazem coisas como essa o tempo todo e não podem perceber nada errado aqui. Mas alguns de nós cremos com Paulo que “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (1 Coríntios 10.23, ACF). Todavia, esses membros de igrejas foram além da curiosidade, e assumiram que o pregador estava prestes a fazer algo errado. Mais tarde foi descoberto que o pregador entrou no estabelecimento com uma guitarra, subiu no palco e cantou umas poucas canções gospel. Sua performance comoveu tanto a audiência que alguns professaram fé em Cristo, e alguns foram trazidos da sua apostasia de volta à fé. Jesus nos ensinou a julgar não de acordo com a aparência, mas a fazer um julgamento justo (João 7.24). Algumas pessoas pensam que são cães de guarda de Deus, mas eles são apenas bisbilhoteiros que julgam as boas obras dos outros por suas próprias más intenções.

Os cristãos amam escândalos. Eles gostam de tomar conhecimento e falar sobre eles. Em vez de ser estudantes da Palavra de Deus, eles têm prazer em se tornar especialistas sobre quem disse ou fez o que a quem. Sem dúvida eles lamentam os escândalos, as falsas doutrinas e os fracassos morais dos outros. E como eles apreciam o lamento! Que válvula de escape emocional! Que forma maravilhosa de expressar indignação justa! Que atalho para uma sensação de santidade! Deve haver um mercado rentável para os tabloides de fofocas cristãs. Estou fora de contato com o clube de mexeriqueiros – talvez eles já existam, pelo menos na forma de sítios na internet.

Os cristãos amam os escândalos, pois estão entediados com o evangelho, e porque preferem alcançar um senso de justiça olhando para os fracassos de outros ao invés de confiar em Jesus Cristo e obedecer os seus mandamentos. Alguns deles publicam livros e sítios na internet que são quase inteiramente dedicados a relatar escândalos atuais e oferecer suas opiniões sobre os tais. E eles chamam isso de fazer apologética. Não importa se os escândalos pertencem à religião e doutrina, política, economia, educação, história ou ciência – eles amam todos eles. Nada excita-os mais do que uma nova heresia, ou a queda de uma figura religiosa ou política. Eles adoram nada mais que discutir como outra pessoa blasfemou o Senhor, e como outra nova tendência procura subverter a sua influência.

Então, os cristãos amam perdoar aqueles que estão envolvidos em escândalos, e amam fazer uma grande exibição do seu perdão. O ditado preferido deles é: “Aquele que não tem pecado, que lance a primeira pedra”. E com isso eles querem dizer a mesma coisa quando os não cristãos dizem: “Ninguém é perfeito”. Espere aí, quem diz mais isso, os cristãos ou os não cristãos? Os cristãos pregam o que os não cristãos dizem tão frequentemente e com tanta convicção que é difícil dizer quais slogans estúpidos como esses deveriam ser atribuídos a um ou ao outro. Em todo caso, perdoar um escândalo sobre essa base faz os cristãos se sentirem muito generosos, e eles mal podem esperar o próximo escândalo para que possam perdoar esse também. Isso é admitidamente uma generalização. Muitos cristãos que gostam de escândalos ficam felizes o suficiente sem a parte do perdão.

Sem dúvida, podemos dizer que esses são cristãos maus. E se assim for, há uma superabundância de cristãos muito maus. O ensino da Bíblia sobre o assunto representa o oposto dessas duas tendências. Ele nos diz para odiar escândalos e evitar fofocas. Enquanto algo for mero boado, não quero ouvir sobre isso. Não é da minha conta. Não estou interessado nisso. Contudo, uma acusação que é sustentada por múltiplas testemunhas é outra questão. Se for descoberto que o líder de uma igreja está em pecado, que estejamos nos referindo à heresia, adultério ou alguma outra má conduta, não devemos encolher os ombros e chamar isso de perdão. A Bíblia nos ordena a expor e repreender publicamente essa pessoa, fazer dela um exemplo de forma que os outros possam temer o mesmo tratamento. Devemos exigir o seu arrependimento, e em muitos casos, a pessoa deveria ser removida do ofício.

O versículo 19 diz: “Não aceite acusação contra um presbítero, se não for apoiada por duas ou três testemunhas”. Isso não significa que uma acusação trazida por duas ou três testemunhas seja necessariamente verdadeira. É possível que as testemunhas sejam desonestas ou incompetentes. O ponto é que, a menos que uma acusação seja trazida por pelo menos duas testemunhas, “não aceite”. Isso é proteger o acusado de alegações injustas e frívolas. Nenhuma pessoa deveria ter sua reputação afetada ou sua obra arruinada por uma acusação sem fundamento. Essa proteção é especialmente importante para líderes da igreja, visto que sua obra torna-os o alvo de ataques invejosos e maliciosos do povo. O princípio é uma aplicação de Deuteronômio 19.15-21. Ali é dito que “os juízes investigarão o caso”. Assim, uma mera acusação não é suficiente para condenar um homem, mas uma acusação que parece ter alguma base é suficiente para exigir uma investigação.

A passagem também fornece um princípio sobre como lidar com um falso testemunho: “Se ficar provado que a testemunha mentiu e deu falso testemunho contra o seu próximo, deem-lhe a punição que ele planejava para o seu irmão. Eliminem o mal do meio de vocês. O restante do povo saberá disso e terá medo, e nunca mais se fará uma coisa dessas entre vocês. Não tenham piedade. Exijam vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé”. Deus olha para o perjúrio ou calúnia com extrema desaprovação, especialmente um falso testemunho com o potencial de arruinar outra pessoa. Como é dito nos Dez Mandamentos: “Não darás falso testemunho contra o teu próximo”. A igreja deve não somente considerar com seriedade acusações plausíveis, mas deve também compartilhar o ódio de Deus pelo falso testemunho.

A prescrição é “deem-lhe a punição que ele planejava para o seu irmão” e “eliminem o mal do meio de vocês”. Em nosso contexto, se for descoberto que um membro da igreja ofereceu falso testemunho contra um líder, com a intenção de embaraçá-lo, prejudicar sua reputação, solapar sua influência, ou mesmo removê-lo do ofício, então a repreensão e disciplina pública que teria sido aplicada ao líder deveria ser aplicada às falsas testemunhas. A igreja deveria abrir uma investigação contra esse testemunho, e se for confirmado que ele ofereceu falso testemunho, a igreja deveria denunciá-lo em público, e exigir que ele se arrependa e faça qualquer restituição apropriada para resolver as coisas, incluindo uma apologia pública ao acusado e uma declaração pública de esclarecimento à congregação. Se for verificado que ele ofereceu deliberadamente falso testemunho, ele deveria ser removido de qualquer ofício da igreja que tenha, e despojado de toda autoridade e influência na igreja. A menos que o pleno arrependimento e restituição sejam oferecidos, ele é um perverso que deve ser eliminado da comunidade cristã – ele deveria ser excomungado.

Ora, qualquer líder de igreja que seja perverso o suficiente para merecer ser despedido, e qualquer membro de igreja que seja perverso o suficiente para acusar um líder inocente, é provavelmente também mal o suficiente para processar a igreja por reforçar a instrução bíblica de expor publicamente o ofensor. Muitos membros de igreja valorizam sua dignidade mais que os mandamentos de Deus e o bem-estar da igreja. O motivo é que existem muitos falsos crentes em nossas congregações. De fato, os processos decorrentes da disciplina eclesiástica não são desconhecidos. Portanto, seria sábio para uma igreja consultar um advogado a respeito de como ele pode permanecer protegida no que concerne as políticas bíblicas. Muitas dessas políticas deveriam ser declaradas no regimento interno da igreja, o qual os oficiais e membros assinariam obrigatoriamente antes de serem aceitos em suas posições.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Caminhada da Paz com Jesus leva milhares de pessoas às ruas de Ibirataia.


Neste domingo  centenas de evangélicos sairam nas ruas de Ibirataia numa Grande Caminhada da Paz com Jesus promovido pela Associação de Pastores, Ministros e Obreiros de Ibirataia (APRIMODI) em comemoração ao Dia da Bíblia.
Os fiéis se reuniram na Praça 10 de Novembro (Alto da Prefeitura) e deram a largada pelas principais ruas da cidade com muita animação e cânticos espirituais animados pelos irmãos Samuel Cristian & Banda e do Cantor e pastor Norberto & Banda.
A Grande Caminhada da Paz teve sua finalização na Praça 7 de Setembro com uma excelente mensagem proferida pelo Pastor Haydne Souza da Assembléia de Deus da cidade de Itabuna. Várias Bandas a exemplo da Banda Altar da Promessa, Quarteto Musical da Igreja Adventista do Sétimo Dia e o Grupo de Louvor Betânia animaram a festa religiosa ao som do Trio Mel & Cia.

Comunidade Evangélica presente nos 78 anos de Ipiaú.


“Ipiaú é de Deus”. Com essas palavras, os vários pastores que prestigiaram a grande noite evangélica em comemoração aos 78 anos de Ipiaú, na praça da Feirinha, sexta-feira(02), deixaram os milhares de presentes emocionados, pois marcou o momento da entrega da chave da cidade pelo prefeito Deraldino Araújo, no momento de pregação e interseção.
Na sequência, as atenções se voltaram para os bonitos shows das bandas Ministério Sementes da Fé, formada por jovens talentos de nossa cidade. Logo após o cantor gospel Darlan Gomes lançou com total sucesso o seu primeiro CD e encerrando o grande encontro do povo de Deus, a Banda Shalom deu verdadeiro e inesquecível show.

“Que Deus tenha misericórdia com Gilberto Carvalho”, diz Magno Malta


Em pronunciamento nesta quarta-feira (8), o senador Magno Malta (PR-ES) manifestou “inconformismo e indignação com uma fala infeliz, mal colocada e irresponsável” do ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República.
Em compromisso recente no Rio Grande do Sul, disse Malta, o ministro teria afirmado que “a oposição virou pó e que a próxima batalha ideológica será com os evangélicos conservadores, que têm uma visão do mundo controlada por pastores de televisão”.
Além de defender os evangélicos, Malta ressaltou que ajudou a eleger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff e cobrou respeito de Gilberto Carvalho, que, conforme afirmou, “mente com muita facilidade, escamoteia, tem comportamento dúbio”.

“Acho bom respeitar o povo e as pessoas que promovem a paz neste país, aqueles que podem subir o morro, ganhar almas para Jesus, abrir igrejas. Que Deus tenha misericórdia com Gilberto Carvalho”, disse o senador.

Independência

No último dia 2, logo depois da leitura da mensagem presidencial durante a solenidade de abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) informou à Agência Senado que o Partido da República define ainda este mês se retornará à base governista ou passará a engrossar a bancada oposicionista. Na ocasião, Magno Malta afirmou que o mais provável é que a legenda reafirme o apoio ao governo federal.

A independência do PR em relação ao governo federal foi declarada pelo próprio Alfredo Nascimento da tribuna do Plenário do Senado em 16 de agosto de 2011, pouco tempo após seu retorno à Casa, depois de ter pedido demissão do cargo de ministro dos Transportes em virtude de denúncias de irregularidades na pasta.

CUIDADO

“Os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz". (Rm 8:5-8;12-14). 





Evangélicos no Carnaval


Para quem acha que carnaval é época de retiros para evangélicos, está muito enganado. Na festa em Salvador foi fácil encontrar evangélicos não só curtindo, mas com blocos próprios e até, em certos momentos, comandando a festa conhecida como “da carne”.
O jogador Neymar não esconde mais suas preferências e subiu no trio elétrico do grupo Leva Noiz para cantar um famoso axé. O jogador, que afirma ser evangélico da Igreja Batista Peniel, se vestiu a carater e cantou toda a letra com o vocalista do grupo. Seus pais, que compartilham da mesma fé, estiveram junto a ele durante toda a folia.
Outra que se diz fiel a Deus é Claudia Leitte. Mais uma vez a cantora falou sobre Deus em seu trio-elétrico e agradeceu ao Pai, em seguida pediu proteção para os foliões: “Vocês estão felizes? Peço que Deus os proteja. Vamos respeitar o próximo neste Carnaval. E que todos sejam bem-vindos!”, afirmou.
Mas mais do que palavras, dois solitários evangélicos levaram placas e Bíblias para o circuito Barra-Ondina. Em um calor de mais de 30ºC na sombra, os missionários tentavam convencer os foliões a lerem a Bíblia. Empunhando placas, a dupla de evangélicos mandou o recado: “Só Jesus tem as palavras de vida eterna” e “Não se engane. De Deus não se zomba”.
Um desses é André Geni, missionário e motorista de 31 anos, que diferente do que a maioria pode pensar, não pregava pelo fim do carnaval, mas sim que Deus estivesse na festa: “Queremos que as pessoas esqueçam a violência, as drogas e se lembrem de Deus. Podem brincar o Carnaval, mas Ele deve estar presente”, afirma.
Xanddy, do Harmonia do Samba, é o destaque em bloco de homens vestidos de mulher
Outro que a anos afirma ser da religião evangélica, Xanddy é vocalista do Harmonia do Samba e esposo da também evangélica Carla Perez que já levou hinos evangélicos para cantar em seu trio elétrico de axé.
Xanddy liderou o tradicional bloco “As Muquiranas” onde os homens devem estar vestidos de mulher para participar, o vocalista logicamente também participou da brincadeira. O tema deste ano foi sobre gueixas, famosas e antigas profissionais japonesas da arte da sedução. Cerca de 4,5 mil homens participaram do bloco.
“Vocês estão lindas! Estão bonitas demais. Vocês arrasaram”, disse Xanddy para o público e completou: “Agora, quem quer dançar grita ui”. Para o folião Humberto Neri é maravilhoso participar do bloco: “Vale a pena o sofrimento porque é uma sensação incrível desfilar aqui. Como são só homens, todos brincam, mas se respeitam” e o amigo Editon Silva completou brincando: “Neste bloco, levamos a sério a arte de seduzir”.

História do Carnaval


O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

A "divina revelação do inferno". Será?


Uma enxurrada de "tristestemunhos" de pessoas que supostamente estiveram no céu ou no inferno tem proliferado no meio dos evangélicos. São relatos extremamente sensacionalistas e repletos de aberrações teológicas, onde pessoas afirmam terem visto as coisas mais bizarras possíveis, tais como: armários com gavetas contendo pontas de cabelo, calças compridas e brincos; e demônios espetando com tridentes as pessoas (quase sempre irmãs que usavam calça comprida ou cortaram os cabelos ou irmãos que assistem televisão), caminhos e corredores diferentes no inferno, etc... Alguns até dizem terem visto o próprio diabo torturando as pessoas. Muitas igrejas convidam estes "irmãos santos" e "experientes" para testemunhar em suas igrejas [nestes dias, as igrejas lotam de curiosos para ouvirem os tais "testemunhos"] e livros e apostilas são feitos e vendidos com estas mentiras e baboseira, e é um destes livros - certamente o mais famoso deles - que iremos analisar aqui.

O livro "a divina revelação do inferno" foi publicado originalmente em inglês com o título: "a divine revelation of hell", em 1993, nos Estados Unidos. A autora, Mary Kathryn Baxter, é "ministra" [as heresias já começam aqui: mulheres exercendo o oficio pastoral, o que é antibíblico] da Igreja Nacional de Deus, em Washington, EUA. Nasceu em Chattanooga, Tennessee, EUA. Segundo ela mesma relata, começou a ter "visões" de "deus" na década de 60, em Michigan; mas foi em 1976, que "jesus" teria aparecido para ela, na forma humana, em "sonhos", "visões" e "revelações", durante quarenta noites, e mandou-a transmitir as profundezas, degradações e tormentos das almas perdidas no inferno (pp. 183, 184).

Entre as pessoas que indicam e apoiam o referido livro, encontra-se a Sra. Marilyn Hickey, que num de seus livros ensina ter Noé, sob o efeito da embriaguez, praticado atos homossexuais com seu neto Canaã, além de dizer que o homem possui a natureza de Deus, tornando-se participante de "todos os seus atributos" [Hickey, Marilyn. Quebre a cadeia da maldição hereditária. Rio de Janeiro: Adhonep, 1988, pp. 30-32, 98]. Percebe-se, pois, que a insensatez acompanha não apenas a obra indicada, mas também quem a indicou.

A visita ao inferno da Sra Baxter

O "inferno" de Baxter é sui generis. Nada há igual. Ela usa e abusa de seu "talento artístico" para criar baboseiras "espirituais". Sua imaginação é fertilíssima.

Baxter relata sua "visita" ao inferno nos seguintes termos: "...'jesus' veio a mim em 1976 (...). "jesus" levou-me ao inferno por um período de 40 dias. (...) No mesmo momento, minha alma foi retirada do meu corpo. Saí com "jesus" do meu quarto em direção ao céu. (...) Meu corpo permanecia na cama, enquanto o meu espírito ia com "jesus" através do telhado da casa. (...) Depois, começamos a subir cada vez mais e eu já podia ver a Terra embaixo. Saindo dela, de vários pontos, haviam tubos girando em direção a um ponto central, indo e vindo. Eles se moviam como gigantes, continuamente e envolviam a Terra toda. (...) "São os portões do inferno" (pp. 11, 16-18).

Ela retrata o inferno como se fora um corpo humano. O livro tem alguns capítulos "interessantes", como, por exemplo: A perna esquerda do inferno (02), A perna direita do inferno (03), O ventre do inferno (07), O coração do inferno (10), O braço direito do inferno (13), O braço esquerdo do inferno (14), As mandíbulas do inferno (19) etc. Relata Baxter (aparentemente citando as palavras de "jesus"): "O inferno tem a forma de um corpo (semelhante à forma humana) deitado no centro da Terra. Ele tem a forma de um corpo humano - grande e com muitos compartimentos cheios de tormentos (...). O corpo está deitado de costas, com os braços e as pernas estendidas para fora" (pp. 31, 32, 52, 53).

Ao visitar o "coração" do inferno (capítulo 10), juntamente com "jesus", ele a abandonou, entregando-a aos demônios. Ela conta que sofreu tormentos, foi aprisionada, ajoelhou-se diante de satã. Diz Baxter: "espíritos na forma de morcegos me mordiam por toda parte" (p. 90). Ao indagar de "jesus" a razão desse incidente, a resposta foi: "Minha filha, o inferno é real. Mas você jamais poderia ter certeza até que experimentasse por si mesma. Agora você sabe da verdade e o que é estar perdido para sempre lá. Você poderá relatar para os outros a sua experiência, sem sentir nenhuma dúvida" (p. 92). O "jesus" que conduziu a Sra. Baxter ao inferno não era o JESUS da Bíblia (II Coríntios 11: 4).

O "jesus" da Sra. Baxter não se deu por satisfeito com o que ela conheceu e, após essa experiência traumática, enviou-a mais uma vez para os tormentos infernais, desta vez às mandíbulas do inferno (capítulo 20). Depois de entrar em colapso, ela declarou que queria "estar bem longe - longe de "jesus", da minha família e de qualquer pessoa" (p. 92). Certamente que o JESUS dos Evangelhos não submeteria nenhum de seus "irmãos" a horrendas atrocidades, como se Ele fosse um carrasco nazista.

Algumas esquisitices que a Sra. Baxter diz ter visto no "inferno"

Ratos e serpentes (p. 53). Como foram parar ali?
Uma alma - com coração e sangue - dentro de um caixão (p. 57). De que era feito esse caixão, só Baxter sabe.

Uma mulher presa numa cela, cujas paredes eram de "barro" e a porta de "um metal escuro com barras e uma fechadura", e sentada numa "cadeira de balanço, balançando e chorando copiosamente" (p. 70). Pelo que parece, o inferno anda contratando pedreiro, ferreiro e carpinteiro.

Satanás despachando com um grupo de mulheres, instruindo-as para enganar a muitas pessoas. De repente, "uma estante alta foi trazida para perto de Satanás e lá havia muitos papéis. Ele pegou alguns e começou a ler para as mulheres" (p. 63). De que eram feitos aqueles papéis que não queimavam nas profundezas ardentes do inferno de Baxter?

Aberrações Teológicas

O livro "a divina revelação do inferno", é um verdadeiro parque de diversões para os demônios, lá os homens penam no fogo e os demônios só curtem; uns espetam, outros torturam, outro tem uns 4 metros e fica brincando de lançamento de disco (literalmente). Um disco com muito enxofre e lago de fogo, onde são colocadas várias pessoas e o demônio fica jogando este disco de um lado para outro... (olimpíadas infernais?!?).

No inferno de Baxter, Satanás jamais sofre; ao contrário, ele conta com um "centro de divertimento" (p. 80), onde ele e seus demônios deleitam-se com a desgraça alheia (p. 82). O apóstolo João, porém, diz que Satanás, ao invés de ter um "centro de divertimento", será atormentado pelos séculos dos séculos (Apocalipse 20:10).

b) Contradições

O caráter contraditório das declarações por si só já desqualifica a "revelação" de Baxter. Por exemplo: na p. 16 encontramos a suposta declaração de "jesus" para ela: "Minha filha, levarei você até o inferno (...). Quero que escreva um livro e conte todas as coisas que vou revelar a você". Desobedecendo à ordem de "jesus", porém, ela comenta na p. 20: "Algumas coisas, por serem horríveis demais, não consegui passar para o papel". Ora, por mais que a mensagem a ser transmitida fosse dura, os profetas de Deus declaravam o que Ele ordenava, independentemente do que sentiam a esse respeito; tal foi o caso de Jonas, Jeremias, Oséias e outros. A Sra. Baxter mostrou claramente não possuir características próprias de um profeta de Deus. Para terminar o festival de contradições, diz: "Como obreira de Deus, submeti-me ao comando de 'nosso senhor jesus cristo' e registrei fervorosamente as coisas que me foram mostradas e reveladas por Ele" (p. 181). Baxter registrou ou não?!?

c) Negando a Trindade

Baxter ensina no livro um conceito errôneo sobre a Trindade. Ela afirma ouvir de Deus, o Pai, o seguinte: "O Pai, o Filho e o Espírito Santo são uma única pessoa" (p. 158). Essa heresia, que não faz distinção entre as "pessoas" da Trindade, chama-se patripassionismo (ou modalismo, também conhecida como sabelianismo). Para os patripassianos, foi o próprio Pai que assumiu a natureza humana, sofreu, morreu e ressuscitou. Diziam que a expressão "Filho" refere-se à carne de Jesus (= natureza humana), e que "Pai" é o elemento divino unido à carne (= Deus). Hoje, muitas seitas ensinam tal heresia, como por exemplo, o Tabernáculo da Fé, Igreja Pentecostal Unida do Brasil, Igreja Voz da Verdade, Testemunhas de Ierrochua etc.

Conclusão

Este livro é uma farsa e sua autora, Mary K. Baxter uma mentirosa e charlatã que se enriqueceu as custas de pessoas ingênuas e ignorantes biblicamente. Não há nada nas Escrituras (nem mesmo na literatura apócrifa) que apoie essa "visão" de Baxter, muito pelo contrário, pois:

1) A Bíblia não relata nenhum caso de pessoas que foram ao inferno e voltaram.

2) Ainda que alguém fosse ao inferno, não teria visto pessoas naquele lugar, pois o inferno ainda não foi inaugurado! Não confundir inferno (geena = lago de fogo e enxofre) com Hades [grego] / Sheol [hebraico] (lugar onde os ímpios estão aguardando o juízo; lugar de tormentos), que em algumas versões vem traduzido erroneamente como "inferno". Antes da ressurreição de Cristo todos que morriam iam para o Hades/Sheol [crentes e ímpios], porém lá havia uma separação [grande abismo] entre o lugar de descanso dos crentes e o lugar de tormento dos ímpios [Lc 19]. Após a Sua ressurreição, Cristo levou todos os crentes para o Céu, junto dEle, e os ímpios permaneceram no Hades/Sheol. Hoje quando um crente morre vai direto para o Céu [Paraíso], juntamente com Cristo; quando um ímpio morre, vai para o Hades/Sheol [que não é o inferno] aguardar o julgamento final.

3) O diabo não está no inferno e sim nos ares (Jo 1.7,2.2; Ef 6. 12)

4) O diabo será lançado no inferno somente após o milênio (Ap 20.10)

5) No inferno o diabo não irá brincar ou torturar ninguém, aliás, isto seria um prêmio para ele. No inferno ele também será atormentado (Ap 20.10b)

6) Quem vai inaugurar o inferno é a besta e o falso profeta(Ap 19.20)

7) Os ímpios só serão lançados no inferno após o juízo final (Ap 20.11-15)

Tudo o que precisávamos saber a respeito do inferno, Deus já revelou através da sua Palavra, a Bíblia. Não precisamos de nenhuma dona Baxter.

Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. I João 4:1

Autor do “Dia do Orgulho Hétero”, Carlos Apolinário, quer banheiro para gays em São Paulo


Uma proposta apresentada pelo vereador Carlos Apolinário (DEM), autor do “Dia do Orgulho Hétero”, tem causado constrangimento aos evangélicos na Câmara Municipal de São Paulo. A proposta do vereador para a criação de um banheiro unissex em estabelecimentos comerciais para evitar o constrangimento de gays, lésbicas, bissexuais e travestis que são barrados de usar banheiros masculinos ou femininos.
Apresentado na terça-feira (7), com o objetivo de diminuir os casos de discriminação, o projeto do vereador não foi visto com bons olhos pelos evangélicos que criticaram a proposta de Apolinário. Pelo projeto do vereador evangélico ter um banheiro unissex seria a terceira opção para os usuários.

“Ainda que muitos não concordem, homens e mulheres têm o direito inalienável de seguir essa ou aquela orientação sexual. É o que se chama livre-arbítrio. Mas os direitos de uns não podem ferir os direitos de outros. Impor o seu direito aos demais é ditadura, o que não pode ser tolerado”, afirma Apolinário, no texto de justificativa de seu projeto.

Além de evitar constrangimento para homossexuais e travestis o banheiro unissex também serviria para não constranger as outras pessoas acredita o autor. ”Se a moda pega, qualquer pessoa que se declarar homossexual, ou estiver vestido de mulher, poderá entrar no banheiro feminino, constrangendo senhoras, adolescentes e até crianças.”

“Já recebi relatos de casos semelhantes na capital. Os gays no Brasil são muito folgados. Eles querem privilégios, e isso não pode acontecer. Como a sociedade caminha para essa abertura sexual, acho natural criarmos uma opção unissex. O que não é possível é minha mãe entrar em um banheiro e encontrar um homem vestido de mulher”, ressalta.

Na proposta os estabelecimentos comerciais, como shoppings, supermercados, restaurantes, cinemas e demais locais, deveriam criar o banheiro unissex. A Comissão de Justiça deve avaliar o texto antes de ser encaminhado para o prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Os jesus e suas 1001 utilidades


Por Maurício Zágari
É paradoxal. Mas existe um Jesus e muitos jesus. O Jesus é o da Biblia, o Verbo que se fez carne para redimir a humanidade dos pecados por meio da Cruz. E os jesus são os que o homem constrói à sua imagem e semelhança, que pratica coisas bizarras e ensina doutrinas antibíblicas. A verdade é que há um Jesus que é a Verdade e centenas de jesus que são de mentira. E é para mostrar as diferenças entre o Cordeiro de Deus que veio tirar o pecado do mundo e a multidão de genéricos que foram criados para agradar os homens, por engano humano ou por puro interesse é que nasceu a reflexão de hoje. "Como assim, Zágari?". Vamos lá:

O Jesus da Bíblia não valorizava o dinheiro.
O jesus da Prosperidade não pensa em outra coisa.

O Jesus da Bíblia é manso e humilde de coração.
O jesus pit boy vibra assistindo aos massacres do UFC.

O Jesus da Bíblia tem o controle de tudo, mesmo as tragédias.
O jesus poeta abriu mão de sua soberania pois nunca tomaria uma vida.


O Jesus da Bíblia domina tudo, inclusive as forças da natureza.
O jesus da teologia relacional não controla a natureza, poia isso é papel dos deuses gregos.

O Jesus da Bíblia é quem é eternamente, nunca muda e é ortodoxo em seus fundamentos.
O jesus emergente vive se metamorfoseando naquilo que a cultura de cada época é.

O Jesus da Bíblia não fala palavras torpes e não ofende, mas entrega-se, mudo, à Cruz.
O jesus revoltadinho chama as pessoas de "trouxa", "idiota", "bundão" e vive agredindo.

O Jesus da Bíblia faz milagres, nasceu de uma virgem, existiu encarnado, pregou o inferno, é o que é.
O jesus liberal é amante dos mitos e das metáforas e para este nada é literal.

O Jesus da Bíblia respeitava hierarquias e liturgias (como fez na sinagoga e na Ceia).
O jesus desigrejado tem horror de autoridade e de organização na celebração.

O Jesus da Bíblia é o único caminho.
O jesus universalista manda quem o rejeita para o Céu.

O Jesus da Bíblia é Deus Criador.
O jesus espirita é uma alma evoluída e criada.

O Jesus da Bíblia entende que religião é o religare do Criador com a criatura.
O jesus moderninho é contra a religião porque a confunde com religiosidade e legalismo.

O Jesus da Bíblia tinha um sistema de crenças e dogmas (verdades fundamentais e e inegociáveis: como Céu, inferno, pecado, graça, vida eterna etc).
O jesus liberalistas acha que "dogma" é um palavrão.

O Jesus da Bíblia se revelou pela Bíblia.
O jesus preguiçoso de ler a Bíblia diz que seguir o que a Bíblia ensina é biblicismo.

O Jesus da Bíblia não era calvinista ou arminiano, era santo.
O jesus sectário se agarra a um sistema e despreza ou critica quem crê em algo diferente.

O Jesus da Bíblia nunca construiu um templo, mas habita nos corações dos que ali se reúnem.
O jesus dos cultos nos lares acha que prestar culto em templos é coisa do demônio.

O Jesus da Bíblia tem um código de certo e errado, mas também tem graça.
O jesus pós-moderno só tem graça.

O Jesus da Bíblia é tanto amor quanto justiça.
O jesus dos relacionais é só amor.

O Jesus da Bíblia sabe o que vai acontecer no futuro mas não diz.
O jesus escatologista diz o que vai acontecer no futuro mas não sabe, só acredita que sabe.

O Jesus da Bíblia lia as Escrituras e as conhecia.
O jesus internautista lê 140 caracteres de twitter e 4 ou 5 parágrafos de blogs e se considera conhecedor de toda a teologia cristã.

O Jesus da Bíblia apontava cristocentricamente para a vida eterna.
O jesus da autoajuda aponta antropologicamente para a vida terrena.

O Jesus da Bíblia combatia os hereges e os hipócritas.
O jesus de muitos programas evangélicos de TV é herege e hipócrita.

O Jesus da Bíblia não tinha onde repousar a cabeça.
O jesus de telepastores promove unções de R$ 900 e compra jatinhos.

O Jesus da Bíblia não devolvia mal com mal, mas devolvia mal com bem.
O jesus da maioria de nós quer mais é arrebentar os ímpios, pois afinal é filho do Rei.

O Jesus da Bíblia pregou o Evangelho e nunca meteu o pau na espiritualidade organizada.
O jesus desigrejado prega o Evangelho mas segue a moda de meter o pau na instituição.

O Jesus da Bíblia conhecia bem as Escrituras, como demonstrou na sinagoga.
O jesus preguiçoso não estuda teologia com a desculpa de que " a letra mata mas o Espírito vivifica.

O Jesus da Bíblia não põe as Escrituras no mesmo patamar que outros escritos.
O jesus dos modernosos põe a Bíblia no mesmo patamar que escritos filosóficos, poéticos e ficcionais.

O Jesus da Bíblia nunca estimulou o livre pensamento.
O jesus independente acha que cada um segue o cristianismo como quer.

O Jesus da Bíblia era seguido pelas multidões.
O jesus celebridade quer que as multidões o sigam.

O Jesus da Bíblia sempre viveu em comunhão, desde sempre: Pai, Filho e Espírito Santo.
O jesus do eu-em-casa pensa que pode viver sua vida de fé isolado dos irmãos.

O Jesus da Bíblia encarnou, morreu, ressuscitou, está vivo e segue conosco até a consumação dos séculos!
O jesus que é o maior psicólogo que já existiu veio ensinar a lidar com as frustrações da vida.

O Jesus da Bíblia veio salvar.
O jesus dos kardecistas veio ensinar.

O Jesus da Bíblia ora ao Pai suplicando.
O jesus da Confissão Positiva ora decretando, declarando e tomando posse.

O Jesus da Bíblia é Deus.
O jesus ateu foi só um homem ou nem mesmo existiu.

O Jesus da Bíblia se baseia na graça.
O jesus de qualquer outra religião se baseia no mérito.

O Jesus da Bíblia se deu por amor.
E contra isso não há lei.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

VOCÊ DIRIGE UM CARRO ROUBADO?


Por Isaltino Gomes Coelho Filho
No excelente livro “Fim de jogo”, John Ortberg conta a história de uma senhora que parou atrás de um carro que freara no amarelo, em um semáforo. A senhora buzinou, gesticulou ofensivamente e dirigiu palavrões ao motorista parado à sua frente. Um guarda de trânsito bateu no vidro ao seu lado, pediu-lhe para sair, pediu os documentos do veículo, levou-a à Delegacia, onde ela foi fichada, suas digitais tiradas e verificou-se se o carro era dela mesmo.
Era. O guarda pediu-lhe desculpas e disse que pensou que o carro fosse roubado porque havia um adesivo no vidro traseiro: “O que Jesus faria?”. E outro adesivo com os dizeres: “Siga-me até a Escola Bíblica Dominical”. Além disso, no porta-malas havia o adesivo de um peixe, símbolo cristão. O guarda disse que notou que o carro era de um crente em Jesus Cristo, mas o motorista não mostrava ser o proprietário do veículo. Pensou que fosse um carro roubado.

Cá no Brasil, um crente em Jesus, ex-ovelha minha, guarda de trânsito, contou-me de uma pessoa que avançou o semáforo e ele, o guarda, o parou. Sobre o painel, uma Bíblia e uma revista da EBD. O motorista estava com pressa, e lhe ofereceu R$ 10,00 “para uma cervejinha”. O guarda lhe disse: “O senhor é crente?”. O motorista enrubesceu e disse que sim, e, meio sem graça, disse que era professor da Escola Dominical e estava atrasado, por isso furara o semáforo. Continuou o agente de trânsito: “Sou seu irmão em Cristo. O senhor peca, indo para a igreja, e tenta subornar um agente da lei? Diante da esposa e dos filhos? E com a Palavra de Deus diante de si?”. Multou o motorista (não sou especialista em leis, mas creio que poderia tê-lo prendido por tentativa de suborno) e ficou, ele, o guarda, que era crente novo, arrasado. “Como pode, pastor, uma pessoa que se diz crente fazer isso?”.

Há um descompasso entre credo e vida em nosso meio. Publiquei uma pergunta despretensiosa no Facebook: Se os membros de igreja procedessem nas assembléias da igreja como seus pastores procedem em assembléias convencionas, como os pastores reagiriam? Coisa banal, mas como choveram respostas! Em parte porque todo mundo quer falar alguma coisa, hoje nos meios de comunicação social. Em parte porque a frase “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” se tornou muito forte em nosso meio. O testemunho tem sido esquecido, e qualquer repreensão é chamada de “patrulhamento”. Os crentes tentam calar a voz do Espírito Santo, esgrimindo seus “direitos” sociais. Julgam que podem fazer o que querem, sem dar satisfações a ninguém, porque religião faz parte da esfera privada da vida da pessoa. É entre ela e Deus. Muita gente encrenca com a igreja porque deseja viver o seu evangelho, a sua vida cristã, sem interrelacionamento com os demais crentes. Julgam que podem pecar à vontade, fecham-se em seu coração endurecido, e atacam a igreja, acionando seu mecanismo de defesa. Não oferecem propina, mas justificam-se pelo ataque. Não podem subornar, tentam acuar. Honestamente: ainda não vi um crítico da igreja e da vida comunitária cuja vida cristã seja opulenta.

Francis Schaeffer foi muito feliz quando disse que “a salvação é individual, mas não individualista”. Vivemos em grupo, temos satisfações a dar à igreja, sim, e nossa vida cristã diz respeito a todo mundo. Basta ler o Novo Testamento para verificar isso. Precisamos de cautela nos atos, conduta e palavras. Podemos honrar ou denegrir o evangelho com nossa vida. Podemos escandalizar ou edificar um irmão. Nada de praguejar atrás dos outros. Nada de dirigir carro de quem não parecemos ser o proprietário.

É por isso que faço esta pergunta. Tão despretensiosa como a que publiquei no Facebook: Você está vivendo de uma maneira que mostra o evangelho em sua vida e que honra a igreja de Jesus? Ou está dirigindo um carro roubado?

O que é o ensino da maldição de família?


Por Joaquim de Andrade
Nestes dias difíceis em que a igreja evangélica enfrenta a invasão das seitas, do ocultismo e da Nova Era, sem contar a crise de integridade, uma nova crise de identidade, se abate sobre o povo evangélico brasileiro.
Um dilúvio de novas teologias, fenômenos e práticas espirituais invadem a comunidade evangélica atingindo proporções tais que exigem um posicionamento definido da liderança.
O evangelho é simples, mas muitos pregadores estão abusando nas doutrinas da Confissão Positiva, da Saúde e da Prosperidade, dos Espíritos Territoriais, da Maldição de Família, da Cura Interior, etc.

A NOVA TEOLOGIA DA MALDIÇÃO DE FAMÍLIA

1) Este ensino diz que muitos problemas que o cristão enfrenta, sem obter soluções adequadas, são devidos a uma maldição que acompanha a família por causa de práticas abomináveis a Deus, como idolatria, feitiçaria ou pacto satânico, etc. realizadas por algum antepassado. Portanto, é necessário descobrir dentro da árvore genealógica o antepassado que tinha determinado o problema.

2) Existe um espírito (demônio) que acompanha a família geração após geração trazendo desgraças como doenças, adultério, crimes, prostituição, pobreza, morte, etc.

3) Eis algumas situações:

“Existe uma transmissão de heranças espirituais das gerações passadas para nós.” [1]

“… Deus tão-somente entrega aquela família ou indivíduo, a sofrer as ações dos espíritos que induziam seus antepassados àquelas práticas pecaminosas. Desta forma, as heranças espirituais são transmitidas de geração a geração e é por isso que se cumpre o provérbio popular: ‘Tal pai… tal filho’”. [2].

“Os chamados ‘espíritos familiares’, ou maldições hereditárias, são uma terrível realidade. Mesmo após a conversão eles continuam atuando, pois Deus trata com o nosso espírito primeiro”. [3].

“Se não estamos recebendo o que de bom Deus tem para nós, se não estamos gozando a vida no seu sentido mais pleno, pode ser que por trás de tudo isso haja maldição”. [4]

“Os pecados dos pais podem passar de uma a outra geração, e assim consecutivamente. Há na sua família casos de câncer, pobreza, alcoolismo, alergia, doenças do coração, perturbações mentais e emocionais, abusos sexuais, obesidade, adultério? Estas são algumas das características que fazem parte da maldição hereditária nas famílias, CONTUDO ELAS PODEM SER QUEBRADAS!…”[5]

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE MALDIÇÃO DE FAMÍLIA

Muitos são os textos usados para defender esta doutrina, como Ex. 20:5; Lv 26:39; Nm 14:18; 23:8; Dt 30:19.

O mais conhecido e que iremos analisar é o de Ex. 20:5 , que diz: “Não as adorarás, nem lhes darás culto ; porque eu sou o SENHOR teu Deus , Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”.

O problema de Êxodo 20:4-6 estava relacionado com a nação de Israel e a idolatria

Os deuses egípcios: aves, crocodilos, o rio Nilo, o sol, a lua e até insetos .

Os deuses cananeus : serpentes, deuses da fertilidade (prostituição sagrada).

Os babilônios e os caldeus adoração Dagon, Ishtar , entre outros .

O contexto é idolatria e não um espírito (“alcoolismo, adultério, pornografia, etc.”) que acompanharia as famílias por várias gerações.

O texto de Êxodo (assim como os demais) nada tem haver com levar o pecado de seus antepassados e sim com o efeito do pecado sobre aqueles que aborrecem a Deus. Filhos que repetem os pecados dos pais mostram que aborrecem a Deus. Não se trata meramente do fato de que Deus amaldiçoa os filhos dos idólatras por serem seus filhos, mas por se tornarem participantes dos pecados de seus pais. Da mesma forma Deus não abençoa automaticamente os filhos dos fiéis.

As referências bíblicas à maldição (que aparecem principalmente no AT) dizem respeito a pessoas que não desfrutavam de comunhão com Deus (Ml 2:2). No caso dos fiéis, as maldições não se cumprem. Nm 23:8,23; Pv 3:33; 26:2.

O SIGNIFICADO DE BÊNÇÃO

1) Para os pregadores desta nova teologia seria: “Nossas palavras produzem bênçãos… Nossas palavras têm poder de criar situações favoráveis.”[6]

“Bênção também seria ter um bom emprego, uma boa casa, uma saúde de ferro, um bom carro…”.

2) O significado bíblico de bênção é estar em comunhão com Deus, a fonte de toda a vida.

“Abençoar é restaurar as pessoas da posição de exilados de Deus, a filhos (Rm 5:10; 10:15 )”. [7]

“Abençoar é pregar o evangelho aos perdidos levando-os a experimentar o perdão de Deus”.

“Abençoar é gerar a concórdia, a dignidade, inspirar outros a desejarem os mais altos ideais da verdade.” [8]

“Abençoar não é apenas dizer a um irmão: “Te abençôo em nome de Jesus” – é socorrer os irmãos nas suas dificuldades. João diz: “Filhinhos, não amemos de palavras, nem de língua, mas de fato e de verdade.”(I Jo 3:18).Tiago também discorda do ensino de que apenas dizer coisas positivas faça que as pessoas sejam abençoadas: “Se um irmão ou irmã estiverem carecidos de roupa, e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: “Ide em paz, aquecei-vos, e fartai-vos, sem, contudo, lhes dardes o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?” (Tg 2:15,16).

O SIGNIFICADO DE MALDIÇÃO

1) Dentro do ensino das maldições hereditárias, seriam palavras negativas que pronunciamos contra alguém. Seriam também “espíritos” que acompanham nossas famílias e objetos de nossos antepassados que temos em casa trazendo todo o tipo de desgraça.

Jorge Linhares ensina que: “Maldição é a autorização dada ao diabo por alguém que exerce autoridade sobre outrem, para causar dano à vida do amaldiçoado… A maldição é a prova mais contundente do poder que têm as palavras.” [9]

Já para Robson Rodovalho, maldição são espíritos que visitam as famílias trazendo morte prematura, adultério, abuso sexual, violência, enfermidade, etc. Devemos até fazer árvore genealógica: “Come dissemos antes, herdamos e possuímos a herança genética de até dez gerações… Temos que até interceder, pedir perdão por pecados que aqueles antepassados tiveram, e quebrar os pactos que fizeram.” [10]

2) Biblicamente, poderíamos dizer que a origem de toda a maldição reside no pecado. Maldição é uma sentença que vem da desobediência a Deus (Gn 3:19: Rm 5:12). Maldição é estar longe de Deus, separado do Criador (Ex. 34:1-10; Dt 27 e 28; Is 28:7-13; 29:1-10; Jr 7:1-15; Ml 1:8-14).

PERGUNTAS ORIGINADAS PELA DOUTRINA

I - Preciso desenhar uma árvore genealógica da família para resolver os problemas da minha vida?

1) Não produz nenhuma edificação ficar desenhando árvores genealógicas. Aliás, a Palavra de Deus condena esta prática como inútil (I Tm 1:4; Tt 3:9). Os mórmons têm esta preocupação, pois acreditam poder salvar aqueles que partiram sem conhecer o mormonismo por intermédio do batismo pelos mortos.

2) Se existem problemas em nossa família, precisamos discernir se são de ordem física (doença), emocional ou espiritual (pecado). Se estes problemas se relacionam ao pecado e ao afastamento de Deus, é necessário o arrependimento e o abandono do pecado. Veja Is 59:2,12; Jr 5:25; Ez 18:2-4,24; Pv 28:13.

II – Tenho que saber de que maneira determinados assuntos eram ventilados em minha família (violência, adultério, alcoolismo, prostituição, etc.)?

1) Não temos que ficar lembrando do passado, pois a Bíblia diz que somos novas criaturas: “E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas (II Co 5:17)”.

2) As coisas do passado não, podem nos separar do amor de Deus, pois Ele não lembra mais dos nossos pecados. Foram todos apagados pelo sangue do Cordeiro; foram lançados no fundo do mar. Veja Is 43:25; Ap. 12:11; 7:14; 5:1; 1 Pe 1:19; Mq 7:19.

III – Qual seria a relação entre meus problemas e os pecados dos meus antepassados?

1) Muitos afirmam que se um cristão comete adultério é porque algum antepassado também cometeu e o “espírito de adultério” acompanha a família, e esta cadeia precisa ser quebrada.

2) Afirmam também que a versão King James (Rei Tiago) da Bíblia reza “espíritos familiares” em Lv 19:31; 20:6, e, portanto, este ensino é correto.

O que a Bíblia diz:

1) A palavra hebraica ‘obh’ significa o ‘’vaso’’ ou instrumento dos espíritos, portanto, o médium ou necromante, conforme aparece na maioria das traduções, e não os espíritos em si.

2) Alguns acham que é mais fácil culpar os antepassados do que enfrentar seus próprios problemas. Marilyn Hickey afirma que você tem o poder de decidir o destino de seus descendentes: “Você pode decidir quanto ao destino exato da sua linhagem. Eles ou vão para Jesus, ou vão para o diabo.” [11]. Entretanto, a responsabilidade é individual e você é que tem que tomar a decisão de resolvê-la com a ajuda de Deus. Veja Jo 1:12.

3) O ensino bíblico é que eu sou responsável pelos meus próprios pecados, não existe uma transmissão genética de demônios. Veja Dt 24:16; Gl 6:7; Ez 14:12-14; Ez 18:1-4; Rm 5:12.

IV – Como posso quebrar uma maldição lançada sobre minha família?

Visto que maldição é o inverso de BÊNÇÃO, é estar afastado de Deus tenho que comunicar as boas novas de salvação aos meus. Veja Rm 8:1; Cl 3:25; Dt 24:16; Nm 23:23; Sl 91:9,10.

V – E a oração de confissão pelos pecados dos antepassados?

Há líderes evangélicos pedindo perdão pelos pecados de José de Anchieta (massacre de índios), Paulo César Farias, Fernando Collor de Mello e dos bandeirantes (suas práticas de magia) etc. Há professores de seminários evangélicos que ensinam que devemos pedir perdão a todos os negros que encontrarmos pela frente por causa da escravidão no Brasil.

Também afirmam que estamos pagando caro pelos paraguaios mortos na guerra com os brasileiros : os carros que são roubados aqui e levados para lá seriam uma forma de maldição sobre o povo brasileiro .

O ensino de que temos que confessar os pecados dos nossos pais e antepassados não tem fundamento bíblico, pois ninguém pode se arrepender por outra pessoa (Rm 14:12). Os casos de Esdras, Neemias e Daniel precisam ser analisados no contexto das passagens de Esdras 9:6-15, Neemias 9 e Daniel 9:4-19.

VI – É possível uma pessoa colocar uma maldição sobre outra?

1) “Como a maldição não é um poder em si mesmo, e necessita da permissão de Deus para que se concretize “ [12] , precisamos entender como as pessoas acabam amaldiçoando outras.

A maldição não é tanto as palavras que pronunciamos, mas o sentimento que nos leva a dizê-las.

Não podemos também deixar de falar dos prejuízos que a língua causa. Com ela se pode louvar a Deus e também pronunciar blasfêmias, falsos testemunhos, mentiras, lisonja e causar muitos males (Tg 3:8-10a). Jesus disse que a boca fala daquilo que o coração está cheio, ou seja, aquilo que uma pessoa fala está ligado aos sentimentos do seu coração (Mt 12:34).

2) “Olho gordo”, macumba, etc., não podem causar a destruição de um lar cristão. Veja Nm 23:23; Lc 10:19; Jo 8:32,36; I Jo 3:8; 4:4; 5:18.

3) E as maldições que aparecem na Bíblia? Estas se referem ao AT e não ao NT. Porém, mesmo nos tempos do AT, a maldição sem causa não pegava. No NT, a ordem de Deus é clara: “Abençoai, e não amaldiçoeis” (Rm 12:14). Qualquer pessoa que amaldiçoar outra estará fora da vontade de Deus, e este não a cumprirá.

CONCLUSÃO

Este é um ensino que escraviza. Cristãos que antes estavam vivendo uma vida de alegria e dando frutos na obra do Senhor estão agora vivendo em escravidão, pois passaram a pensar que as dificuldades que enfrentam na área emocional, nas tentações ligadas ao sexo, alcoolismo, dinheiro, depressão, doenças ou qualquer outra situação adversa são resultados dos pecados dos antepassados que hoje estão afetando a sua vida. Ora, estes problemas, enfrentados pelo cristão, têm a ver com o fruto do Espírito e santificação e não com os pecados dos antepassados.

O que se atribui a espíritos de alcoolismo, prostituição, homossexualismo, etc., na verdade, segundo a Bíblia, são apenas obras da carne (Gl 5:19-21). É possível vencê-los por meio da vida no Espírito (Gl 5:16; I Co 6:9-11). Cristo se fez maldição por nós e os efeitos espirituais da rebelião e ódio contra Deus foram totalmente quebrados (Jo 8:32,36; Rm 8:33-39; I Jo 2:1,2; 3:8), e o sangue de Jesus é suficiente para libertação total. Não temos que quebrar mais nenhuma maldição (Hb 7:25; I Jo 1:7,9; A

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os pastores, sua mania de grandeza e impessoalidade das relações.


Por acaso você já percebeu que boa parte dos nossos pastores estão muito mais preocupados com números do que com gente? Infelizmente em nome de Deus e de uma espiritualidade avançada, muitos dos lideres evangélicos vestiram a couraça da conquista, tornando-se megalomaníacos, descaradamente transformando gente em números.
Tenho uma amiga, que por muitos anos freqüentou uma igreja de porte médio numa cidade perto da minha. Por motivos diversos, ela teve que mudar do bairro onde morava para outro mais distante, o que por questões financeiras impediu a sua permanência na igreja. Em virtude disto, passou a freqüentar uma famosa e grande comunidade cristã, cujo numero de membros ultrapassava os três mil. Lá ela permaneceu por aproximadamente três anos, até que num determinado dia ao entrar em um elevador comercial, encontrou o seu pastor. Para seu espanto e perplexidade, nossa irmã descobriu que o seu líder espiritual não sabia seu nome, nem tampouco a conhecia. Chocante isso não?

Soube através de um grande amigo que numa tarde de verão, o Rev. Antônio Elias subiu ao púlpito para pregar o Evangelho da Salvação Eterna. No entanto, em vez de abrir a Bíblia e anunciar o Evangelho de Cristo, o saudoso reverendo colocou-se num inquietante silêncio. Depois de alguns instantes, dirigiu-se à congregação pedindo que orassem uns pelos outros. Em meio à oração, o idoso pastor, desceu da plataforma, e foi em direção ao povo a fim de que intercedesse a Deus por algumas pessoas. Passados alguns minutos, lentamente retornou a púlpito com lágrimas nos olhos.

Naquele instante, sem titubeios, o sábio senhor de forma franca e direta disse aos que lá estavam: – “Meus irmãos, eu estou envergonhado, isto porque, não sei o nome de todos vocês.”

Caro leitor, ao ouvir esse relato foi-me impossível conter as lágrimas. Como é bom ouvir da história de pastores que não sucumbiram à tentação de tratarem suas ovelhas como números e estatísticas. Que bom é ouvir testemunhos sobre pastores que se preocuparam em relacionar-se intimamente com suas ovelhas.
Infelizmente no país do gospel é comum encontrarmos pastores que influenciados pela megalomania que os possui, deixaram de lado princípios fundamentais ao exercício do ministério.
Sem sombra de dúvidas essa geração necessita urgentemente de pastores de almas, pastores de gente, pastores segundo o coração de Deus.

Que Deus tenha misericórdia de seu povo.

O contraste entre o justo e o ímpio


Por Rev. Hernandes Dias Lopes
O livro dos Salmos é uma coletânea de cânticos, orações e lamentos do povo de Deus, escrito por vários autores, desde os dias de Davi até o período pós-cativeiro babilônico. Há mais de cem citações do livro de Salmos no Novo Testamento. Isso prova sua relevância na história da redenção. Esse livro tem sido uma fonte de consolo para a igreja de Deus ao longo dos séculos até aos dias atuais.
O Salmo 1 é a porta de entrada deste, que é o maior livro da Bíblia. Destacaremos, aqui, três lições importantes deste Salmo.
Em primeiro lugar, um contraste profundo é apresentado. O autor sagrado faz um profundo contraste entre o ímpio e o justo. Enquanto o ímpio é como uma palha que o vento dispersa, o justo é como uma árvore plantada junto à fonte. Enquanto o ímpio está seco espiritualmente, o justo tem verdor mesmo nos tempos de sequidão. Enquanto o ímpio não tem frutos que agradam a Deus, o justo produz frutos na estação certa. Enquanto o ímpio não tem estabilidade e é jogado de um lado para o outro pelo vendaval, o justo tem suas raízes firmadas no solo da fidelidade de Deus. Enquanto o ímpio tem suas obras reprovadas por Deus, o justo tem sucesso em tudo quanto faz. Enquanto o ímpio busca a roda dos escarnecedores, o justo se deleita na lei do Senhor. Enquanto o ímpio não terá assento na assembleia do santos nem prevalecerá no juízo, o justo será conduzido por Deus na história e recebido na glória. Enquanto o caminho do ímpio perecerá, o caminho do justo é conhecido por Deus. É tempo de você refletir sobre sua vida. Quem é você? Onde está o seu prazer? Onde está o seu tesouro? Em qual dessas duas molduras você pode colocar sua fotografia? Lembre-se: o ímpio pode parecer feliz, mas seu fim é trágico. Mas, o justo, mesmo passando por provas na vida, é bem-aventurado.

Em segundo lugar, um caminho de felicidade é descortinado. A felicidade existe e pode ser experimentada. É legítima e compatível com a fé cristã. Essa iguaria especial da alma não se encontra no conselho dos ímpios, daqueles que se esquecem de Deus. Esse tesouro tão cobiçado não é encontrado no caminho largo dos pecadores nem mesmo na mesa, onde os escarnecedores rasgam a cara em ruidosas gargalhas prenhes de escárnio. Onde está a felicidade? Você é feliz em primeiro lugar, por aquilo que evita. Você sorve o néctar da felicidade quando tapa os ouvidos ao conselho dos ímpios, quando afasta seus pés do caminho dos pecadores e quando não busca um lugar junto à mesa na roda dos escarnecedores. Em segundo lugar, você é feliz por aquilo que você faz. Uma pessoa feliz nutre sua alma com os jorros benditos que emanam da lei de Deus. A felicidade está em alimentar a mente com a verdade de Deus e ser governado por essa verdade. Em terceiro lugar, você é feliz por quem você é. Uma pessoa feliz é como uma árvore frondosa, de folhas viçosas e frutos excelentes, que mesmo na adversidade, não perde sua beleza nem escasseia seus frutos. Uma pessoa feliz tem sucesso constante, uma vez que tudo quanto faz será bem sucedido.

Em terceiro lugar, um juízo inevitável é anunciado. Os ímpios são aqueles que não levam Deus em conta. Esses não têm segurança diante das tempestades da vida e serão levados como a palha que o vento dispersa. Os pecadores são aqueles que deliberada e conscientemente andam na contramão da vontade de Deus e transgridem a lei de Deus. Esses, mesmo sendo religiosos e tendo seu nome no rol de membros de uma igreja não permanecerão na congregação dos justos. Os perversos são aqueles que, além de rejeitarem a verdade, escarnecem de Deus e zombam da fé cristã. Esses podem prevalecer no juízo dos homens, subornando os tribunais e amordaçando a justiça, mas jamais prevalecerão no juízo de Deus. Ímpios, pecadores e perversos podem vender uma imagem glamorosa do pecado e podem passar a imagem de que estão sorvendo todas as taças da felicidade, mas sua alegria é ilusória, sua vida é vazia e sua condenação no juízo é certa. É preciso abrir os ouvidos da alma para escutar a retumbante voz do salmista, quando conclui, dizendo: “Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá”.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ministério da Saúde lança campanha de prevenção a AIDS com pôster gay


O Ministério da Saúde produziu um pôster direcionado a campanha de prevenção à Aids no carnaval 2012 em que aparece duas pessoas abraçadas, sendo que uma delas é travesti. Nos outros dois cartazes da campanha, há um casal de homens gays e um casal heterossexual. O lema da campanha é: “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua”.
Marta McBritton, coordenadora do Instituto Cultural Barong diz que a campanha é realista. “A campanha trabalha com as possibilidades que existem”, diz a coordenadora, que desenvolve projetos nas ruas de São Paulo para a prevenção à doença entre jovens, adultos e travestis.

“Com certeza vai ter um estranhamento, mas isso faz parte da vida. A campanha é para despertar o debate”, acrescenta a coordenadora, que acompanhou o lançamento dos pôsteres no último dia 2.

O público-alvo da campanha é o jovem gay de 15 a 24 anos. No período de 1998 a 2010, os casos de aids entre os heterossexuais nessa faixa etária caíram 20,1%. Na contramão, a incidência da doença cresceu 10,1% entre os gays da mesma idade, conforme dados do governo federal divulgados no final de 2011. Atualmente, para cada grupo de dez heterossexuais vivendo com Aids, existem 16 homossexuais de 15 a 24 anos. Em 1998, a proporção era de dez para 12.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde, apresentada em 2010, revelou ainda que os jovens gays e homens que fazem sexo com homens (HSH) usam menos preservativo nas relações sexuais em comparação à população masculina em geral. Na época da divulgação do estudo, 34,6% dos homens haviam usado preservativo com os parceiros fixos no último ano, contra 29,3% dos jovens gays e HSH. Com os parceiros casuais, o percentual de uso da camisinha também é menor entre os jovens homossexuais, 54,3%, ante 57% registrados na população masculina em geral.

Quem dera ter um “Peixe” pra GeZui$!


Conta-se que em um determinado culto um pastor de uma certa comunidade, ao exortar a igreja para a contribuição de dízimos e ofertas, fez um dos papéis mais ridículos que possa existir. Ao relacionar o dinheiro como um investimento pelo qual o sujeito recebe uma recompensa de Deus de acordo com o valor monetário “investido”, o tal pastor partiu para o ataque e disse: “- Queridos, antes de receber o que vocês tem para oferecer pra Deus, queria que algumas pessoas me trouxessem todos os tipos de notas em Real aqui na frente para lhes dar uma demonstração de como ser verdadeiramente abençoado nas finanças”. Então ele começou a sua exposição a fim de levantar uma oferta bem obesa:

“Gente,

Vejam que a Nota de 2 Reais é representada por uma tartaruga – sabe o que isso significa? Ela só serve para uma oferta medíocre! Você quer uma benção que vem a passos de tartaruga? Uma benção que vem lentamente, quase parando…?(risos)!

A Nota de 5 Reais é representada por uma garça – Sabe aonde as garças vivem? Elas adoram o mangue! Irmão, é na lama que você quer viver?!

Já a Nota de 10 Reais, ela possui uma arara – gente, arara vive voando! Crente não voa baixo como arara, mas alto como Águia! Essa nota não serve pra Deus!

A Nota de 20 Reais tem um mico – Você vai pagar um “mico” ofertando só isso?

Já a Nota de 50 Reais tem uma onça – Irmãos, a onça até que é interessante, mas ela está em extinção! Portanto a tua benção não está em extinção, creia!! Olha, fique sabendo…nem “onça” serve pra Deus!

Já a Nota de 100 Reais, queridos irmãos, tem um peixe – Sabe o que o peixe simboliza? O cristianismo! Se você quer ser abençoado, não ofereça tartaruga, garça, arara, mico ou onça, mas dê ao Senhor o que ele merece: Peixe!”

Boa parte igreja da igreja, após essa anátema alegoria, bradou com súbitos aleluias!!

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No último dia 04 (fev), 2012, tive o prazer de reencontrar um amigo (o mano Sílvio) que após muitos anos morando em Brasília está de volta a Paraíba. Na conversa, ele me repassou essa historinha, a qual reeditei a partir de uma experiência real vivida por ele em uma igreja neopentecostal da capital do Distrito Federal.

Antognoni Misael é editor do Arte de Chocar e colaborador no Púlpito Cristão