terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ou Deus governa ou é governado


Por A. W. Pink
Defrontamo-nos com alternativas e nos vemos forçados a escolher entre elas: ou Deus governa, ou é governado; ou Deus domina, ou é dominado; ou Deus cumpre a sua vontade, ou os homens cumprem a deles. É difícil fazermos nossa escolha entre essas alternativas? Teremos de dizer que vemos o homem como uma criatura tão indomável, que está além do controle de Deus? Precisaremos dizer que o pecado alienou o pecador para tão longe dAquele que é três vezes santo, que o pecador estafara do âmbito da jurisdição divina? Ou diremos que o homem, por ter sido dotado de responsabilidade moral, precisa ser deixado fora do controle de Deus, pelo menos durante o período de sua provação? Visto ser o homem natural * um fora-da-lei quanto ao céu, um rebelde contra o governo divino, segue-se necessariamente que Deus é incapaz de cumprir o seu propósito por meio dele?
Queremos dizer não só que Deus pode revogar os efeitos das ações dos malfeitores, como também que, por fim, Ele chamará os maus, perante seu trono de juízo, para que a sentença de castigo seja pronunciada contra eles — multidões de não-cristãos crêem nessas coisas. Queremos dizer, além disso, que cada ação do mais desregrado dos seus súditos está inteiramente sob o seu controle; sim, queremos dizer que enquanto o homem age, apesar de não o saber, cumpre as secretas determinações do Altíssimo. Não sucedeu assim com Judas? Será possível selecionar algum caso mais extremo do que esse? Portanto, se o arqui-rebelde estava cumprindo o plano de Deus, crer a mesma coisa a respeito de todos os demais rebeldes será um fardo demasiadamente pesado para ser suportado pela nossa fé?
Nosso objetivo não é uma inquirição filosófica ou uma casuística transcendental; e sim, determinar qual o ensino das Escrituras quanto a esse assunto tão profundo, baseados na Lei e no Testemunho, porque é somente assim que podemos aprender acerca do governo divino — seu caráter, plano, modo de operar e objetivo. O que, então, aprouve a Deus revelar-nos em sua bendita Palavra quanto ao seu domínio sobre as obras de suas mãos e, de maneira especial, sobre aquele que originalmente foi criado à sua imagem e semelhança?
"Nele vivemos, e nos movemos, e existimos" (At 17.28). Que extraordinária declaração é esta! Estas palavras, devemos notar, foram dirigidas não a uma das igrejas de Deus, nem a algum grupo de santos que já atingira alto nível de espiritualidade, e, sim, foram dirigidas a um auditório pagão, a pessoas que adoravam o "DEUS DESCONHECIDO" e que zombaram quando ouviram falar da ressurreição dentre os mortos. Mesmo assim, perante os filósofos atenienses, perante os epicureus e estóicos, o apóstolo Paulo não hesitou em afirmar que viviam, se moviam e existiam em Deus, isto é, que não somente deviam sua existência e preservação Àquele que criou o mundo e tudo o que nele há, mas também que as suas próprias ações eram supervisionadas e, portanto, controladas pelo Senhor dos céus e da terra (Dn 5.23).

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR" (PV 16.1). Note que essa declaração tem uma aplicação geral — aplica-se ao "homem", e não somente aos crentes. "O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos" (Pv 16.9). Se o Senhor dirige os passos do homem, não é prova de que este é governado ou controlado por Deus? De igual modo: "Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do SENHOR permanecerá" (Pv 19.21). Pode isso significar algo menos que, sem importar o que o homem deseje ou planeje, é a vontade do Criador que é executada? Ilustremos com a parábola do rico insensato. Os propósitos do seu coração nos são expostos: "E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: Destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então direi à minha alma: Tens em depósito muitos bens para muitos anos: descansa, come e bebe, e regala-te". Tais foram os propósitos do seu coração; no entanto, foi o "desígnio do SENHOR" que prevaleceu. O "farei" do rico insensato foi reduzido a nada, porque "Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma" (Lc 12.16-21).
"Como ribeiros de águas, assim é o coração do rei na mão do SENHOR; este, segundo o seu querer, o inclina''' (Pv 21.1). O que poderia ser mais evidente? Do coração "procedem as fontes da vida" (Pv 4.23), e, conforme o homem "imagina em sua alma, assim ele é" (Pv 23.7). Se o coração está na mão do Senhor e Este o inclina segundo o seu querer, é claro que os homens, sim, os governadores e reis, e, portanto, todos os homens, estão sob o governo do Todo-Poderoso! Nenhuma limitação se deve fazer às declarações acima. Insistir que alguns homens, pelo menos, conseguem impedir o exercício da vontade divina e subverter o seu conselho é repudiar outros trechos bíblicos que são tão claros quanto estes. Pese bem o seguinte: "Mas, se ele resolveu alguma cousa, quem o pode dissuadir? O que ele deseja, isso fará" (Jó 23.13). "O conselho do SENHOR dura para sempre, os desígnios do seu coração por todas as gerações" (SI 33.11). "Não há sabedoria, nem inteligência, nem mesmo conselho contra o SENH©R" (PV 21.30). "Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidara} A sua mão está estendida; quem, pois, a fará voltar atrás?" (Is 14.27). "Lembrai-vos das cousas passadas da antiguidade; que eu sou Deus e não há outro, eu sou Deus e não há outro seme¬lhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade as cousas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade" (Is 46.9,10). Não existe qualquer ambiguidade nessas diversas passagens. Afirmam elas, da maneira mais taxativa e inequívoca, que é impossível o propósito do Senhor ser reduzido ao nada.
Lemos as Escrituras em vão, se não descobrimos nelas que as ações dos homens, quer sejam más ou boas, são governadas pelo Senhor Deus. Ninrode e seus companheiros resolveram erigir a torre de Babel, mas antes que a completassem, Deus lhes frustrou os planos. Jacó era o filho a quem a herança fora prometida, e, embora Isaque procurasse reverter o decreto do Senhor e dar a bênção a Esaú, seus esforços não prevaleceram. Esaú jurou que se vingaria de Jacó, mas, finalmente, quando se encontraram, choraram de alegria, ao invés de lutarem com ódio. Os irmãos de José resolveram destruí-lo, mas os seus intentos foram frustrados. Faraó se recusou a deixar Israel cumprir as instruções do Senhor e o que alcançou com isso foi perecer no mar Vermelho. Balaque pagou Balaão para amaldiçoar aos israelitas, porém Deus compeliu Balaão a abençoá-los. Hamã erigiu uma forca destinada a Mordecai; porém foi o próprio Hamã que nela pereceu enforcado. Jonas resistiu à vontade de Deus; mas, o que conseguiu com todos os seus esforços? Sim, os gentios podem enfurecer-se e os povos imaginar "cousas vãs"; os reis da terra podem levantar-se e os príncipes conspirar contra o Senhor e contra o seu Cristo, dizendo: "Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas" (SI 2.1-3). Mas, apesar disso, o grande Deus se perturba com a rebeldia de suas tão débeis criaturas? Certamente que não: "Ri-se aquele que habita nos céus; o SENHOR zomba deles" (v.4). Ele está infinitamente acima de todos, e a maior confederação dos poderes da terra e seus mais vigorosos e intensos preparativos, para combater-Lhe os propósitos, são, aos olhos dEle, inteiramente pueris. Ele atenta para os vãos esforços dos homens, não somente sem alarmar-se, mas também a rir-se e a zombar da estultícia e da fraqueza deles. Sabe que pode esmagá-los como traças, quando quiser fazê-lo, ou consumi-los com o sopro da sua boca, num só instante. De fato, é ridículo que os cacos de barro da terra contendam com a gloriosa Majestade celestial. Tal é o nosso Deus; adorai-O.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Marco Feliciano, Marisa Lobo e Fernando Francischini participam de encontro contra a legalização de droga


O pastor Marco Feliciano, a psicóloga Marisa Lobo e o deputado Francischini, participaram, na última sexta-feira (18), em Curitiba, do encontro estadual contra a legalização de drogas e de prevenção e enfrentamento ás drogas. O pastor Marco Feliciano, foi convidado pela secretaria antidrogas de Curitiba, e pelo FENASP (Fórum Evangélico Nacional de Ação Social).
A intenção de convidar o deputado, Pastor Marco Feliciano, foi para que ele relatasse aos presentes sobre seus projetos que estão intimamente ligados a prevenção e enfrentamento a drogas, como o ensino religioso nas escolas, “que é uma lei que não está sendo cumprida”, comentou Marco. “Como resultado da retirada desta matéria, a violência nas escolas tem sido frequentes”, disse o deputado.
Marco Feliciano também falou sobre as dificuldades de lutar pelas causas que favorecem a “moral e as boas virtudes”. Além de comentar sobre seu projeto de trazer de volta as escolas a matéria Educação Moral e Cívica.
“São tentativas de resgatar valores sociais, pessoais e éticos que estão sendo perdidos nesta geração”, lamentou Marco.

O deputado Feliciano, falou de sua indicação a pedido da psicóloga Marisa Lobo, ao Ministro da Educação, para que fosse incluída a matéria prevenção e enfrentamentos ás drogas na grade curricular, como matéria de forma continuada, entendendo que assim “podemos praticar a verdadeira prevenção”. Para o deputado Marco Feliciano “prevenir é chegar antes com informações confiáveis”
Um dos pontos alto do encontro foi a palestra do deputado federal, Delegado Francischini, que falou sobre violência, segurança pública, tráfico, além de comentar seus projetos por mais segurança.
Francischini também comentou seu projeto de lei ‘Mãe Contra o Crack’, onde busca recursos para trabalhar diretamente com a família especificamente com a mãe do dependente químico, de crack.
Marisa Lobo foi a palestrante mais esperada, pois sua palestra era sobre o tema prevenção e enfrentamento. Ela chamou a todos para a responsabilidade de trabalhar em rede de proteção e colaboração e disse que o “fenômeno das drogas” é de responsabilidade de todos nós, e também questionou o modelo tem se oferecido “como líderes a esses jovens, para que nos sigam, sigam o Deus que servimos e não usem drogas”, comentou Marisa.

Nem eu nem o “Nem” somos bons


A prisão do traficante “Nem” da Rocinha ocupou todos os noticiários e capas de jornal. Parecia que a polícia tinha acabado com o tráfico de drogas de uma vez por todas. Nem (não o traficante…rs) parecia que no dia seguinte já haveria alguém para comandar o tráfico no lugar do “Nem” e que drogas continuarão sendo vendidas mesmo após a instalação de uma UPP da comunidade.
Mas em meio a tanto reboliço, duas coisas chamaram a minha atenção: a louvação aos policiais que recusaram a generosa propina oferecida em troca da liberação do traficante e os comentários a respeito de “Nem” ter ligado para sua mãe ao ser preso.
É lamentável que tenhamos chegado num ponto tal de corrupção, onde aqueles que fazem apenas o que deveriam fazer são louvados como se estivessem fazendo algo excepcional. Longas reportagens são feitas. Todos os programas de TV querem entrevistá-los. E tudo isso para dizer-lhes o quanto eles são bons!
Esta atitude diz muito a nosso respeito. Fica evidente que já consideramos a corrupção como algo normal e que é isso que devemos esperar, não só dos policiais, mas de qualquer um! Eu pude ouvir até comentários que chamavam estes policiais de otários, pois deveriam ter aceitado a propina. A corrupção deveria nos chocar, mas o que nos choca não é nem o fato das pessoas irem além do que deveriam, mas de fazerem APENAS o que deveriam. E quando as pessoas fazem APENAS o que deveriam são elevadas por nós ao status de Baluartes da Virtude.
E quanto ao traficante “Nem” ter chorado, ligado para a mãe e ter pedido para os filhos não faltarem à escola, a nossa reação a isto também revela algumas coisas a nosso respeito.
Temos a tendência a achar que qualquer criminoso é a encarnação do mal. Talvez isso derive dos personagens de folhetins televisivos, onde há um maniqueísmo premeditado, e o vilão é tão mal que não é capaz de amar ninguém, nem mesmo filhos ou pais. E o mocinho é a virtude em pessoa, que ama a todos, até mesmo o vilão.
Isso ficou bem claro quando, em um desses folhetins, o autor optou por não apresentar a mocinha e a vilã num primeiro momento. Sabia-se que, entre as duas personagens principais, uma seria boa e a outra má, mas enquanto isso não foi revelado, foi nos dado a conhecer atitudes boas e más das duas. Eram duas pessoas normais, com atitudes aprováveis e reprováveis. A partir do momento em que foi revelado o papel de cada uma na trama, a humanidade da vilã foi retirada. Ela não era capaz de manter nenhum tipo de relacionamento sadio. Não era capaz de ter nenhuma boa intenção. Já a mocinha era só virtude e sofrimento. Pagava o preço por ser boazinha e chorava o tempo todo com as maldades que sofria.
Diante dessa maneira maniqueísta de ver o mundo, não conseguimos compreender como um traficante, que amedrontava a comunidade da Rocinha, que vivia no ambiente violento do narcotráfico carioca, que provavelmente já matou ou mandou matar diversas pessoas, era também capaz de chorar ao falar com sua mãe e de se preocupar com o fato de seus filhos continuarem a estudar. Mas a verdade é que, por pior que o criminoso possa ser, não podemos presumir que ele não ame ninguém, não se preocupe com ninguém.
E como continuidade deste raciocínio, acabamos achando que, por não sermos traficantes, assassinos ou pedófilos, nós somos bons. Eles são o mal e nós somos o bem. Eles merecem punição e sofrimento, e nós merecemos “tudo de bom nesta vida”. Deus, se for justo, tem que castigá-los e nos recompensar.
Então, o resumo do pensamento até agora é: os policiais que não aceitaram propina e prenderam o “Nem” são bons e merecem ser homenageados e recompensados porque fizeram aquilo de deveriam fazer. E nós somos bons e merecemos o reconhecimento de Deus porque não somos nenhum “Nem”.
Mas quem somos nós diante de Deus? E o que podemos fazer para merecer o seu favor? E quem receberá o seu castigo?
A resposta a estas perguntas estão na Palavra de Deus.

Quem somos nós diante de Deus?

como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos. (Romanos 3:10-18)
Você pode estar pensando: mas este texto não está falando sobre o “Nem”? A resposta é NÃO! Estes somos nós! É assim que somos descritos na Palavra de Deus. Não há nenhuma vantagem nossa em relação aos “Nens” do mundo.
Você ainda pode argumentar: Mas e os policiais que não aceitaram propina? Mais uma vez a resposta vem da Palavra de Deus:
Qual de vós, tendo um servo ocupado na lavoura ou em guardar o gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: Vem já e põe-te à mesa? E que, antes, não lhe diga: Prepara-me a ceia, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois, comerás tu e beberás? Porventura, terá de agradecer ao servo porque este fez o que lhe havia ordenado? Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer. (Lucas 17:7-10)
Fazermos o que Deus manda não nos redime dos nossos pecados e da nossa maldade. É a nossa obrigação diante de um Deus Santo e Perfeito. Toda vez que pecamos ficamos em débito. E quando fazemos algo certo fazemos apenas o que nos foi ordenado, então não pagamos nenhum débito. Por isso é impossível sermos aceitos diante de Deus pelas nossas boas obras. Sempre estaremos em débito!

Então, o que podemos fazer para merecer o seu favor? E quem receberá o seu castigo?

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3:16-18)

Aquele que crê no Senhor Jesus não será julgado. Aquele que não crê já está julgado.

Jesus é o único diferencial. Ele é a ruína e o levantamento de muitos (Lucas 2:34). São as obras dele que obtém o favor de Deus. É a justiça dele que é aceitável diante de Deus.
Sem Jesus, eu, você, os policiais que prenderam o “Nem” e o próprio “Nem” estamos todos condenados diante de Deus, porque somos igualmente, isso mesmo, IGUALMENTE pecadores.
De igual modo, eu, você, os policiais que prenderam o “Nem” e o próprio “Nem”, se reconhecermos que somos maus e crermos no Senhor Jesus e na obra realizada por ele na cruz, teremos os nossos pecados perdoados e seremos reconciliados com Deus.

ATO PROFÉTICO ou FEITIÇARIA GOSPEL???

Por Julio Zamparetti Fernandes
Mais uma moda “gospel”. Chama-se “ato profético”. Consiste, basicamente, em se fazer um ato simbólico do qual Deus se obriga a torná-lo realidade, já que quem promove tais atos o faz declarando fazê-lo em nome de Jesus.
Povos aborígines já faziam a mesma coisa desde a idade da pedra: tentavam controlar a ação dos deuses por meio de simbologias e representações acompanhadas de muitas orações e sacrifícios.
Mas isso é coisa do passado. Hoje somos muito mais evoluídos, esclarecidos e sábios. O que se fazia na idade da pedra eram rituais de feitiçaria, fruto de mentes ignorantes e supersticiosas. Hoje tudo mudou! O que se faz nas igrejas dos tempos atuais são tentativas (ops! Tentativa não, porque foi declarado, já está decretado e consumado pela fé... suriandas) de mover as mãos de Deus por meio de atos proféticos e representações acompanhadas de muita oração e jejum. Viu como ficou mais chique?

Além da chiqueza, que outra diferença há?

Alguém replicará dizendo que os profetas do Antigo Testamento também realizavam atos simbólicos. E eu pergunto: quem eles simbolizavam? Nada mais do que Cristo. Mesmo vivendo numa aliança enferma eles não manifestavam a patologia patética da igreja hodierna, que mesmo vivendo no tempo de uma nova e eterna aliança vive a generalizada enfermidade do relacionamento baseado em atos proféticos em lugar daquele a quem os atos dos profetas de verdade prefiguravam.
Enquanto os profetas anunciavam Jesus para que o mundo o reconhecesse quando Ele viesse, os “atos proféticos” das igrejas nebulam a imagem de quem Cristo realmente foi, para que ninguém o conheça como Ele é, mas somente como esses falsos profetas desejam que Ele seja. Os verdadeiros atos dos verdadeiros profetas bíblicos apontaram para o sofrimento e dor que Cristo passaria por amor aos seus escolhidos. Os atos, ou feitiçaria, dos falsos profetas de hoje apontam para as regalia$, mordomia$ e conquista$ materiai$ que a ambição incita por amor a deus (Mamom).
Os profetas bíblicos falavam o que Deus mandava dizer. Os profetas de hoje dizem pra Deus o que fazer. Fazem de Deus seu escravo. Mas como Deus não é escravo, nem escravo pode ser Deus, tais profetas nem Deus tem, não é em Deus que eles crêem.

Enquanto isso as igrejas vão canonizando feiticeiros por profetas e superstições por cristianismo.

Onde isso vai parar?

Babel, Babilônia e Brasil

Por Valdemar Figueredo
É o abuso de poder eclesiástico que torna crível o absurdo megalomaníaco.
Não era uma construção qualquer - afinal, era uma obra para ser vista e admirada. Tocar no céu, dizia-se. Altura e imponência eram fundamentais, ainda que a massa de trabalhadores vertesse sangue e suor sob os blocos de pedra. Valia tudo para poder tocar no céu, e os olhos dos poderosos voltavam-se para o alto. Quem muito observa as pessoas da base, pensam alguns líderes pragmáticos, não conseguirá explorar as alturas. A torre de Babel não precisava de reboco nem tinta: seria revestida de alto a baixo pela pele de gente crédula, pintada por dentro e por fora com o sangue crente.
Quando alguém reivindica a legitimidade do seu poder citando suas construções tangíveis, ficamos a pensar: a liderança espiritual justifica sua legitimidade de que forma? A dúvida ocorre porque, nessa lógica, os líderes religiosos precisarão tornar suas obras espirituais suas obras espirituais em coisas concretas. Eis uma das nuances do pragmatismo: os resultados obtidos justificam tudo o que foi feito e legitima o poder daquele que coordenou as ações. Líderes personalistas pragmáticos mandam os entulhos para as periferias, onde aterrarão os caminhos escabrosos. Nada se perde. Cada coisa no seu lugar. A torre no centro; os entulhos, na periferia. E o líder no meio de tudo. Entre outras coisas, a torre é ótima para servir de referência de poder.
A linha divisória entre o pragmatismo personalista e a megalomania costuma ser tênue. Muita gente diz que Deus merece o melhor, enquanto alimenta seu próprio delírio de grandeza. Construtores que pouco se importam com as coisas criadas ou com as muitas pessoas que o ajudam a construir torres altíssimas só têm olhos para si mesmos. A altura da torre será proporcional ao tamanho do seu delírio. Ou seja, estamos falando de pessoas que agem em nome de Deus com sérios transtornos, com a percepção da realidade seriamente afetada.
Esse delírio assume sua força quando é embalado no discurso da fé. O apelo da fé é poderoso a ponto de transformar a razão em estupidez e tornar o delírio de um insensato em torpor coletivo. É o abuso de poder eclesiástico que torna crível o absurdo megalomaníaco. Babel era um monumento à insanidade de um povo sob uma liderança megalomaníaca. Nabucodonosor, então, vira um tipo comum – o sujeito cheio de poder que perde a sanidade. O muito já não basta. “Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para morada real, pela força do meu poder, e para a glória da minha majestade” (Daniel 4.30). Justiça seja feita: são poucos os líderes religiosos megalomaníacos que, à semelhança do senhor de Babilônia, declaram tão explicitamente que o muito que realizam destina-se à glória da própria majestade. Na tradição cristã, fica feio o discurso ufanista de exaltação própria; então, os “nabucodonosores” contemporâneos são mais refinados, para não falar dissimulados. Aí, vem a justificativa oficial: “Tudo isso é para a glória de Deus.”
Mas houve confusão. Em Babel, todos são estranhos! Confusão das línguas ou sobreposição de egos? Nas igrejas brasileiras, as divisões pouco ou nada têm a ver com métodos ou posições teológicas. Trata-se de disputas de líderes pragmáticos megalomaníacos. Mania de grandeza é confundida com visões divinas, enquanto, ao pé da torre ou nos jardins suspensos, o que se vê é uma feira de egos – e o que era para ser ponto de encontro vira lugar de desavenças. A obra mais visível em Babel eram as relações humanas destruídas. Em Babilônia, também se viam coisas feias – no meio do esplendor, desconfiança e ressentimento. Daí, tudo fica dependendo da figura do líder. Enquanto ele for capaz de renovar seu carisma, o projeto permanece. Em Babel, na Babilônia ou no Brasil, como aferir se a obra de um é maior do que a de outro? Ora, através da comparação. Então, não basta construir algo admirável - é preciso construir o mais admirável: “Tornemos célebre o nosso nome”... As comparações desleais difamam as obras alheias.
Jesus, com muita frequência, dirigia-se às intenções dos líderes pragmáticos megalomaníacos do seu tempo. O Mestre jamais tentou erguer uma torre em Nazaré, ou uma cidade na Galileia. Os megalomaníacos ficaram desconcertados, uma vez que os termos das suas disputas foram ignorados e ridicularizados. Jesus era um líder sem a chave da porta do templo, e não vestia estola sacerdotal. Um de seus discípulos admirou-se: “Mestre! Que pedras, que construções!” Vale conferir a resposta em Mateus 13.1.

As Eleições e os Políticos!

Por Solano Portela
Introdução
A história de Absalão não é uma história bonita. Filho do Rei Davi, ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundo poderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: “Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum”. Quando lemos a sua história, registrada nos capítulos 13 a 18 de 2 Samuel, vemos que ele era um daqueles “líderes natos”, com personalidade marcante e carismática. Era impulsivo em algumas ações, mas igualmente maquinador e conspirador para preencher suas ambições de poder. Por trás de um passado que abrigava até um assassinato de seu irmão, ele não hesitou em utilizar e manipular pessoas e voltar-se contra seu próprio pai, para vir a governar Israel. Uma vez no poder, demonstrou mais impiedade, crueldade e imoralidade. No seu devido tempo, foi castigado por Deus, sofrendo uma morte inglória, sendo Davi reconduzido ao poder.
O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder, conjugada com outros pecados, transtorna o comportamento de políticos “espertos” e “astutos”, levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com o aproveitamento pessoal do bem público. Nessa época de eleições e mesmo após elas, necessitamos de sabedoria e discernimento, para penetrarmos a couraça de fingimento que é mostrada à sociedade. Necessitamos de uma conscientização de nossas responsabilidades, como cidadãos, para que estejamos cobrando, com o devido respeito, as responsabilidades de nossos governantes, conforme estipuladas nas Escrituras em Romanos 13.
Nosso propósito, neste post, é estudar as ações de Absalão registradas no capítulo 15 de 2 Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sirva de alerta à nossa percepção do mundo político e da busca pelo poder. Acreditamos que essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado. Devemos aprender, portanto, que devemos resguardar nosso apoio irrestrito, a tais pessoas de intensa ambição. Devemos também agir responsavelmente como cidadãos cristãos, na medida do possível, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas.


As Características de Absalão

Vejamos, 10 características do político astuto e matreiro que foi Absalão, conforme o relato que temos no capítulo 15 do Segundo livro de Samuel:

1. Ostentação e demonstração de poder. No verso 1, lemos: “Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinqüenta homens que corressem adiante dele”. No capítulos 13 e 14 lemos como Absalão ficou foragido, após assassinar seu irmão. Aparentemente, Davi tinha grande amor por Absalão e, após três anos dos acontecimentos que culminaram no assassinato e fuga, Davi o recebe de volta. Absalão era famoso. Em 2 Sm 14.25 lemos que ele era “celebrado” por suas qualidades físicas invejáveis e impecáveis. Possivelmente tudo isso havia “subido à cabeça”. Em vez de assumir uma postura de humildade e contrição, em seu retorno, o texto nos diz que ele trafegava em uma carruagem com cavalos. Semelhantemente a tantos políticos contemporâneos ele se deleitava na ostentação e na demonstração de poder. Nesse sentido, formou um extraordinário séquito de “batedores” – cinqüenta homens que corriam “adiante dele”. Certamente tudo isso contribuía para chamar ainda mais atenção, para a sua pessoa, e ia se encaixando nos planos que possuía, para a tomada do poder. Vamos ter cuidado com aqueles que buscam a ostentação e a demonstração do poder que já possuem, pois irão aspirar sempre mais e mais, às custas de nossa liberdade.
2. Comunicação convincente. O verso 2, diz: “Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo...”. Parece que Absalão não era preguiçoso. Levantava-se cedo e já estava na entrada da cidade, falando com as pessoas. Possivelmente tinha facilidade de comunicação, de “puxar conversa”. Identificava aqueles que tinham necessidades, aqueles que procuravam acertar alguma disputa e logo entrava em conversação com eles. Certamente essa é uma das características que nunca falta aos que aspiram o poder. Devemos olhar além da forma – devemos atentar para o conteúdo e a substância, procurando discernir os motivos do comunicador.
3. Mentira. O verso 3 mostra que Absalão era mentiroso. Era isso que Absalão comunicava àqueles com os quais ele conversava, com os que tinham demandas judiciais a serem resolvidas: “Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei”. Descaradamente ele minava a atuação, autoridade e função do rei Davi, seu pai. Com a “cara mais limpa”, como muitos políticos com os quais convivemos, passava uma falsidade como se fosse verdade. Certamente existia quem ouvisse as pessoas, em suas demandas. Certamente, nem toda causa era “boa e reta”, mas Absalão não estava preocupado com isso, nem com a verdade. Ele tinha os seus olhos postos em situação mais remota. Ele queria o poder a qualquer preço. Para isso não importava se ele tinha que atropelar até mesmo o seu pai. Não sejamos crédulos às afirmações inconseqüentes, às generalizações mentirosas de tantos que aspiram o poder.
4. Ambição e engano. O verso 4, confirma a linha de ação adotada por Absalão, na trilha da decepção: “Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!” Será que realmente acreditamos que o malévolo Absalão estava mesmo preocupado com o julgamento reto das questões? Será que ele tinha verdadeira “sede e fome de justiça”? A afirmação demonstra, em primeiro lugar que a sua ambição era bem real – ele queria ser “juiz na terra” – posição maior que era ocupada pelo rei seu pai. Quanto à questão de “fazer justiça” – será que realmente podemos acreditar? Certamente com a demonstração de impiedade e injustiça que retratou posteriormente, quando ocupou o poder, mostra que isso era ledo engano aos incautos. Quantas pessoas terão sido iludidas por ele! Quantas o apoiaram porque acharam que ali estava a resposta a todas as suas preces e anseios – “finalmente, alguém para fazer justiça”! Como é fácil sermos iludidos e enganados em nossas necessidades! Não sejamos ingênuos para com promessas que não poderão ser cumpridas.
5. Bajulação. No verso 5, vemos como Absalão era mestre em adular aos que lhe interessavam: “Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava”. Que político charmoso! Estava prestes a receber um cumprimento, mas ele se antecipava! Com uma modéstia que era realmente falsa, como veríamos depois, ele fazia as honras para com o que chegava. Realmente era uma pessoa que sabia fazer com que os que o visitavam se sentissem importantes. Sempre gostamos de receber um elogio, de sermos bem tratados. Tenhamos a percepção de verificar quando existem interesses ocultos ou motivos noturnos por trás da cortesia aparente.
6. Furto de corações – O despertar de seguidores ferrenhos! O verso 6 fala literalmente dessa característica. Não, Absalão não violava sepulturas, nem estava interessado em transplantes de órgãos. Mas no sentido bem coloquial ele “roubava corações”: “Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel”. Com as ações descritas nos versos precedentes, Absalão angariava seguidores apaixonados por seu jeito de ser. Sua bandeira de justiça livre e abundante para todos, capturava o interesse, atenção e lealdade dos cidadãos de Israel. Não importava se havia um rei, legitimamente ungido pelo profeta de Deus. Aqui estava um pretendente ao poder que prometia coisas muito necessárias. Que era formoso de parecer. Que falava bem. O que mais poderiam as pessoas esperar de um governante? Será que alguém se preocupou em averiguar a sinceridade das palavras e das proposições? Será que alguém tentou aferir se as promessas proferidas eram possíveis de ser cumpridas? O alerta é para cada um de nós, também.
7. Falsa religiosidade – Os versos 7 a 9 registram: “Ao cabo de quatro anos, disse Absalão ao rei: Deixa-me ir a Hebrom cumprir o voto que fiz ao SENHOR, Porque, morando em Gesur, na Síria, fez o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR me fizer tornar a Jerusalém, prestarei culto ao SENHOR”. É incrível como muitos políticos, mesmo desrespeitando os mais elementares princípios éticos, pretendem, em ocasiões oportunas, demonstrar religiosidade e devoção. No transcorrer do texto, vemos que tudo não passava de casuísmo, da parte de Absalão. Ele procurava costurar alianças. Procurava trafegar pela terra realizando os seus contatos, mas a fachada era a sua devoção religiosa. Pelo amor ao poder, antigos ateus declarados, se apresentaram como religiosos devotos. No campo evangélico deve haver uma grande conscientização de que existe uma significativa força eleitoral e política. Na busca pelo voto evangélico, muitos se declaram adoradores do Deus único e verdadeiro. Não nos prendamos às palavras, mas examinemos a vida e as obras de cada um, à luz das idéias que defendem. Vejamos também se as propostas apresentadas se abrigam ou contradizem os princípios da Palavra de Deus.
8. Conspiração – O verso 10, mostra que, finalmente, Absalão partiu para a conspiração aberta: “Enviou Absalão emissários secretos por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão é rei em Hebrom”. Insurgiu-se de vez contra o rei que havia sido ungido por Deus, para governar Israel. Não – ele não era um democrata que queria instalar uma república naquela terra. Valia-se de sua personalidade magnética, do seu poder de comunicação e das ações comentadas e registradas nos versos anteriores, para instalar um governo que seria não somente despótico, como opressor e abertamente imoral (2 Sm 16.22). Que Deus nos guarde dos políticos conspiradores, que desrespeitam as leis e autoridades e que são egoístas em sua essência.
9. Utilização de inocentes úteis – Leiamos o verso 11: “De Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio”. Certamente essas duzentas pessoas, selecionadas a dedo, eram pessoas importantes e influentes. Certamente transmitiram a impressão que havia um apoio intenso e uniforme às pretensões de Absalão. Vemos que não é de hoje que as pessoas participam de uma causa sem a mínima noção de todas as implicações que se abrigam sob o apoio prestado. Devemos procurar pesquisar e estarmos informados sobre as causas públicas e sobre as questões que afetam a nossa vida e a da nossa nação. Nunca devemos permitir que sejamos utilizados como “inocente úteis” em qualquer causa, como foram aqueles “convidados” de Absalão.
10. Populismo – O verso 12 registra: “Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, da sua cidade de Gilo; enquanto ele oferecia os seus sacrifícios, tornou-se poderosa a conspirata, e crescia em número o povo que tomava o partido de Absalão”. Vemos que, saindo do estágio secreto, a campanha ganhou as ruas e ganhou intensa popularidade, ao ponto em que um mensageiro chegou a dizer a David (v. 13) “o coração de todo Israel segue a Absalão”. Um dos ditos populares mais falsos é: “a voz do povo é a voz de Deus”. Não nos enganemos – muitas questões são intensamente populares, mas totalmente contrárias aos princípios da Palavra. Assim é também com as pessoas – a popularidade não é um selo de aprovação quanto ao comportamento ético e justo. Democracia (a regência pela maioria do povo) não é uma forma de se estabelecer o que é certo e o que é errado, mas uma maneira administrativa de se reger o governo sob princípios absolutos que não devem ser manipulados pela maioria, ou por minorias que se insurgem contra esses preceitos de justiça. Como cristãos, devemos ter uma visão muito clara dos princípios eternos de justiça, ética e propriedade revelados por Deus em Sua Palavra.

Conclusão

A história de Absalão que se iniciou no capítulo 13, continua até o capítulo 18. Absalão sempre gravitou próximo ao poder, mas aspirava o poder absoluto. Para isso, fez campanha, conspirou e lutou contra o seu próprio pai. Aparentemente esse político astuto foi bem sucedido. Foi alçado ao poder e lá se consolidou perseguindo e aniquilando os seus inimigos, entre os quais classificou o seu pai Davi, a quem tentou, igualmente, matar. Ocorre que os planos de Deus eram outros. Seu conturbado reinado foi de curta duração. Causou muita tristeza, operou muita injustiça e terminou seus dias enganchado pelos cabelos em uma árvore, enquanto fugia, e foi morto a flechadas.
Parece que vivemos permanentemente em campanha eleitoral, em nossa terra. A política, naturalmente, desperta fortes paixões, interesses e defesas. Muitos políticos, em sua busca pelo poder, passam a demonstrar muitas características demonstradas na vida de Absalão. É natural que alguém que almeja um cargo de liderança qualquer, possua um comprometimento intenso às suas idéias e objetivos. Os partidários, também submergem nesse mesmo espírito de luta. O problema vem quando a paixão, quer pelo líder, quer pelo poder, leva à cegueira moral, como na vida de Absalão. Nesse caso, desaparece a ética e princípios são atropelados. Os partidários, às vezes até sem perceberem, são sugados e manipulados. Em muitas ocasiões verificam que se encontram em uma posição de defender até o que não acreditam.
O cristão tem que se esforçar para ter uma consciência e vida tranqüila e serena perante Deus e perante os homens. Ele tem que se conscientizar que a sua lealdade é primordialmente para com Deus, para com a Sua Palavra objetiva, para com a causa do evangelho. Participação política consciente não significa lealdade inconseqüente. Na maioria das vezes o cristão verificará que se apoia esse ou aquele candidato, assim o faz não porque ele é o ideal e defensável em qualquer situação, mas porque representa o menor dos males, entre as escolhas que lhes são apresentadas. Sobretudo ele não pode se deixar manipular, como no caso dos seguidores de Absalão. Devemos, sempre, com respeito, apontar o desrespeito aos princípios encontrados nas Escrituras, por aqueles sobre os quais Deus colocou a responsabilidade de liderar o governo e as instituições de nosso país, lembrando 1 Tm 2.1-8, intercedendo sempre por eles em oração.

Como vaso nas mãos do oleiro

Por Hernandes Dias Lopes
Deus disse ao profeta Jeremias: "Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras. Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas. Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu" (Jr 18.1-4).

Esse episódio enseja-nos algumas preciosas lições espirituais.

1- Deus não desiste de trabalhar em nossa vida - O profeta Jeremias vai à casa do oleiro não para levar uma mensagem, mas para receber uma mensagem. Ali, viu o trabalho cotidiano de um oleiro que se entrega à tarefa de moldar vasos. Quando um vaso se estraga em suas mãos, ele não joga o barro fora; antes, molda-o mais uma vez e faz dele um novo vaso. Assim, Deus faz com sua vida. Ele não desiste de você. Ele não abdica do direito que tem de trabalhar em sua vida. Somos muito preciosos para Deus para ele nos descartar como se descarta algo sem valor.
2- Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós - Um vaso é feito para um propósito. Ele sempre tem uma utilidade. Um vaso defeituoso, com rachaduras ou trincamentos, não pode cumprir o propósito para o qual foi criado. O oleiro, pacientemente, tornou a fazer do vaso estragado outro vaso, um vaso novo. Assim Deus faz com você. Antes de usar sua vida, ele trabalha em sua vida. Deus está mais interessado em quem você é do que no que você faz. Caráter é mais importante do que desempenho. Vida precede ministério. Antes de Deus trabalhar através de você, ele trabalha em você.
3- Deus não faz reparos no vaso velho, ele faz um vaso novo - A vida cristã não é apenas aplicar uma fina camada de verniz ético nas rachaduras do nosso caráter. A obra de Deus em nós não é uma reforma da estrutura do velho homem. Deus modela o barro e faz dele um novo vaso. Em Cristo somos novas criaturas. As coisas antigas ficaram para trás. Tudo se fez novo. Nascemos de novo, do alto, de cima, do Espírito Santo. Temos um novo nome, uma nova mente, um novo coração, uma nova família, uma nova Pátria.
4- Deus não faz um vaso segundo o desejo do homem, mas conforme sua soberana vontade - O oleiro faz um vaso novo conforme lhe apraz. Não é o barro que determina ao oleiro a forma e o propósito para o qual é criado. O oleiro é soberano sobre o barro. O oleiro é livre para fazer do barro o vaso que deseja. O apóstolo Paulo pergunta: "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?" (Rm 9.20). Não é a nossa vontade que deve prevalecer no céu, mas a vontade de Deus que deve ser feita na Terra.
5- Deus não dispensa nenhuma etapa ao fazer um vaso de honra - Como oleiro, Deus não faz um vaso de pedra, pois esta resiste a ser moldada. Deus não trabalha com areia, pois esta não tem liga. Deus não lida com lama, pois esta apenas suja as mãos do oleiro. Deus molda o vaso de barro. Este tem liga e se submete à modelagem que o oleiro deseja. Depois, esse vaso é levado ao forno. O fogo não o destrói, mas o torna sólido e útil. Em seguida, o vaso é destinado ao uso para o qual foi feito. Nós fomos criados para o louvor da glória de Deus. Devemos ser vasos preciosos, limpos, úteis. Somos vasos de honra preparados para toda boa obra. Devemos ser vasos cheios do Espírito Santo de Deus. Nós somos vasos que em si mesmos têm pouco valor; porém, somos vasos que transportam um tesouro de valor inestimável. Bendito oleiro, que nos fez do barro e para nos salvar entrou no barro, encarnou-se e habitou entre nós, para fazer de nós vasos de honra, úteis para toda boa obra.

sábado, 19 de novembro de 2011

Marco Feliciano fala sobre a corrupção, que na gestão Dilma já abateu um ministro a cada 50 dias.

Nunca um inquilino do Palácio do Planalto em primeiro mandato perdeu tantos integrantes do primeiro escalão em tão curto espaço de tempo. Com 10 meses de mandato a presidente Dilma Roussef já teve de demitir seis ministros.
Desde a primeira demissão, a do ministro Antonio Palocci (Casa Civil), em junho, até a saída de Orlando Silva (Esporte), Dilma afastou um subordinado a cada 23 dias. De janeiro até agora, foi um a cada 49,8 dias.
No mês de julho o jornal espanhol El País publicou um texto com o título: “Por que os brasileiros não reagem a corrupção de seus políticos?”, o texto fui assinado pelo jornalista Juan Arias e questionava o fato da sociedade ter encarado a queda de dois ministros de forma normal. Passados quatro meses a população se mobiliza contra a corrupção, ainda que de forma não tão expressiva.
Dos seis apenas um não foi acusado de irregularidades, Nelson Jobim (Defesa). Dos que saíram, houve desde quem saiu por que pagava a governanta com dinheiro público (Pedro Novais) a quem se viu acusado de comandar esquemas milionários (Alfredo Nascimento).
O ministério do Esporte deixou um rombo no patrimônio publico de aproximadamente R$ 700 milhões – mesmo valor que Dilma pretende investir para erradicar a miséria no Nordeste.
O correspondente Michael Caceres procurou saber como anda a situação dos ex-ministros e qual a posição da Bancada Evangélica em relação a corrupção no país.
Antonio Palocci
Entre os ministros era o mais influente, o então chefe da Casa Civil caiu em meio ao escândalo envolvendo suas atividades como consultor de empresas e suspeita de enriquecimento ilícito.
Investigações Suspeito de lavagem de dinheiro no aluguel de um apartamento, está sob investigação criminal, aberta pelo Ministério Publico de São Paulo, segundo o jornal Folha de São Paulo.
O Ministério Publico Federal também investiga o ex-ministro, em Brasilia. Ele voltou a trabalhar como consultor de empresas.
Wagner Rossi
Acusado de chefiar esquema de corrupção e de acobertar a distribuição de propinas a 30 passos do seu gabinete no Ministério da Agricultora.
Esta sendo indiciado em um inquérito da Polícia Federal, em que outras oito pessoas também são investigadas, por participação no esquema de propinas.
A CGU abriu sindicância para investigar suposta atuação no esquema e supostos pagamentos indevidos a empresas.
Alfredo Nascimento
Sob seu comando, o Ministério dos Transportes está sendo acusado de diversas irregularidades. A corrupção na pasta levou a queda de toda a cúpula.
O Supremo Tribunal Federal recebeu da Procuradoria-Geral um pedido de investigação contra o ex-ministro.
A Polícia Federal irá investigar dezenas de obras do Dnit.
De acordo com a CGU o ministrou deixou um prejuízo de R$ 682 milhões no Dnit.
Pedro Novais
Foi obrigado a deixar o Turismo após a descoberta de que ter pago a empregada doméstica com verba pública por sete anos – mesmo com um patrimônio estimado em R$ 6,3 milhões.
O PSOL pediu investigação junto a Corregedoria da Câmara sobre as denúncias.
Deve receber uma representação da Procuradoria-Geral da República por malversação de verbas públicas
A CGU apura irregularidades que deram origem à Operação Voucher.
Após demissões apurações são esquecidas por políticos
Após o calvário de denuncias e acusações, as supostas irregularidades derrubaram os políticos. Com a queda, as suspeitas perderam força e deixaram de ser o centro das preocupações do Planalto e da oposição.
Apesar de a mídia deixar de cobrir estes políticos após suas quedas e as suspeitas saírem das manchetes, isso não significa que elas deixem de existir. Mas após o afastamento dos suspeitos os deputados deixam de buscar apuração.

O correspondente Michael Caceres procurou o Deputado Federal, pastor Marco Feliciano. Leia a entrevista na integra:

Michael Caceres – A gestão Dilma tem abatido um ministro a cada 50 dias. Como o senhor vê estas quedas?
Marco Feliciano – A principio, do ponto de vista de um brasileiro que ama seu país e odeia qualquer tipo de corrupção, vejo com bons olhos. Todavia, agora como político, fico intrigado sobre o fator MOTIVAÇÃO, ou seja o que MOTIVA a mídia e a Presidente a expor e agir assim? É sabido por todos, que, enquanto não houve uma reforma política, que moralize as campanhas políticas, a corrupção estará presente sempre no cenário politico nacional. Deixemos a hipocrisia de lado e pensemos um pouco, por que logo após todo governo ser contemplado com a vitória existem as “brigas” por cargos? Por que tais cargos são chamados de “primeiro escalão, segundo escalão e terceiro escalão? Por que existe uma disputa frenética pelos altos cargos nas estatais? Dai advem os fundos de campanhas. Todos os ministérios possuem isso! Legislativo e Executivo se acostumaram com isso. Então mais uma vez pergunto, por que a mídia insiste e a Presidente age? Quanto o governo federal investe nestas mídias? Descubra e responda a si mesmo…
Michael Caceres – Brasil já foi notícia no jornal El País, questionando a posição da população diante de tanta corrupção. O senhor acredita que falta uma reação popular?
Marco Feliciano – Ajuda muito. A opinião popular sempre terá uma influencia gigante em questões politicas, por que na verdade, quando falamos que o Brasil é regido por 3 Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), nos esquecemos o quarto poder é o maior de todos: O PODER SOBERANO DO POVO. Pois é o povo que comanda o Regime Democrático com seus votos.
Michael Caceres – Os ministros afastados por corrupção estão sobre investigação. O senhor acredita que algum pode ser indiciado por crime?
Marco Feliciano – Nossa justiça é lenta, acredito eu que o intento já foi alcançado, ou seja, quem tinha interesse no cargo do ministério atingido já se beneficiou, mas a esperança é a ultima que morre né? Vamos crer.
Michael Caceres – Qual a posição da bancada evangélica em relação as quedas nos ministérios por corrupção?
Marco Feliciano – A bancada evangélica não é um partido, ela é supra partidária, e se reúne esporadicamente para tratar de assuntos específicos. O Presidente da Frente nos convocou dia destes e falando sobre o assunto corrupção, nos informou que a Frente iria se manifestar, o que teve nosso total apoio e consentimento, afinal, a frente que luta pela família, entende que a corrupção fere diretamente a família brasileira.

VISITAS DO DIA 01 DE ABRIL DE 2011 ATÉ HOJE.



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O que a Bíblia diz a respeito do culto pentecostal?

Creio em sinais, prodígios e maravilhas. Nasci num lar pentecostal e cresci em meio a visões, revelações e milagres. E, por mais que eu tenha esse lado contestador — que não é exclusividade minha, posto que Paulo (2 Co 11.3-15) e o próprio Senhor Jesus (Mt 23; Ap 2-3), só para exemplificar, também se opuseram a heresias e modismos —, creio, desde a minha adolescência, na multímoda obra do Espírito Santo (1 Co 12.4-11).
Oponho-me, não ao pentecostalismo bíblico, mas ao antibíblico pseudopentecostalismo, manifesto através do “cair no Espírito” e de outras aberrações que não têm lugar no culto genuinamente pentecostal, haja vista não se coadunarem com os princípios e mandamentos contidos nas Escrituras. Muitos pregadores do nosso tempo dizem que estão na liberdade do Espírito, ignorando que no culto pentecostal deve haver julgamento, discernimento, exame (1 Co 14.29-33). E mais: “Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que essas coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor” (v.27).
Tenho observado — desde que comecei a escrever sobre a pregação, a adoração, heresias e modismos — que os simpatizantes das manifestações exóticas, em sua maioria, são pessoas indóceis, dispostas a pronunciar impropérios, a humilhar, a ridicularizar e até a ameaçar quem pensa diferente. Que tipo de cristãos são estes, que se dizem pentecostais, mas desconhecem a essência da doutrina esposada pelo pentecostalismo: o fruto do Espírito?
Deus opera milagres extraordinários em nosso meio. Ele é o mesmo (Hb 13.8). Mas o que muitos chamam hoje de milagres são manifestações viciosas e repetitivas, às vezes mescladas com truques ilusionistas. Ao curar um cego com o lodo que fez com a sua própria saliva, o Senhor Jesus não metodizou esse modo de dar vista aos cegos. A obra de Deus surpreende, impressiona, positivamente, e deixa todos maravilhados (Lc 5.26). As falsificações são viciosas, premeditadas, propagandeadas, a fim de que o milagreiro receba a glória que é exclusivamente de Deus (Is 42.8).
O “cair no poder”, por sua vez, vem sendo comparado a operações legítimas do Espírito. E, por isso, os seus defensores recorrem a passagens que nada têm a ver com o assunto. Citam textos veterotestamentários — como 2 Crônicas 5.14 e 1 Reis 8.10,11 — e afirmam: “Os sacerdotes não resistiram a glória de Deus e caíram no poder”. Que engano! Veja o que a Bíblia realmente diz: “E sucedeu que saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do SENHOR. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR” (1 Rs 8.10,11).
É preciso observar que a frase “não podiam ter-se em pé” denota que os sacerdotes “não puderam permanecer ali”, o que fica ainda mais claro na versão Almeida Revista e Atualizada (ARA). Eles não suportaram permanecer no local ministrando! Não tinham mesmo como resistir a glória divina presente ali. Onde está escrito que eles caíram no poder?
Outra passagem citada erroneamente em abono ao “cair no Espírito” e a outros “moveres” é João 14.12, pelo fato de mencionar “coisas maiores” do que as realizadas por Jesus. O termo grego meizõn, literalmente, denota “maiores”. Mas o vocábulo ergon significa: “trabalho”, “ação”, “ato” (VINE. W.E., Dicionário Vine, CPAD, pp.764,827). Jesus, portanto, não aludiu a milagres ou manifestações, estritamente.
Essas obras maiores, à luz do contexto, incluem tanto a conversão de pessoas a Cristo, como a operação de milagres (At 2.41,43; 4.33; 5.12; Mc 16.17,18). Exegeticamente, são obras maiores em número e em alcance. Dizem respeito à quantidade, e não à qualidade. João 14.12, por conseguinte, não avaliza truques, trapaças, experiências exóticas e antibíblicas, além de fenômenos “extraordinários” (cf. Dt 13.1-4; 2 Ts 2.9; Mt 7.21-23).
Vejo muitos priorizando milagres, em detrimento da verdade (cf. Jo 10.41). Entretanto, na hierarquização feita por Deus, a exposição da Palavra tem o primado (1 Co 12.28). Os sinais, prodígios e maravilhas devem ocorrer naturalmente, como consequência da pregação do Evangelho (Mc 16.15-20). E, por causa dessa inversão de prioridades, tem havido, nos cultos pseudopentecostais, muita imitação, falsificação e misticismo.
Reitero que na Palavra de Deus não há nenhum fundamento para o “cair no poder” e aberrações afins. O Senhor Jesus nunca derrubou ninguém. Concordo que algumas pessoas possam vir a cair por não suportarem a glória que estão sentindo, em determinado momento, mas sem perderem a consciência. Isso aconteceu com o apóstolo João (Ap 1).
Em Lucas 4.35, está escrito: “E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal”. O Senhor não arremessa pessoas ao chão mediante sopros “ungidos” e golpes de paletó. Quem gosta de lançar as pessoas ao chão é o Diabo (Mc 9.17-27). Jesus, o maior Pregador que já andou na terra, e seus discípulos nunca impuseram as mãos sobre pessoas nem lançaram sobre elas parte de suas roupas a fim de derrubá-las.

Olhemos para o Senhor Jesus. Ele andou na terra fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do Diabo porque Deus era com Ele (At 10.38). É perigoso quando pensamos que o culto que agrada a Deus é “sem limites”. À luz da Bíblia, tudo deve ser regulado, controlado pelo Espírito Santo e pela vontade de Deus expressa em sua Palavra (Mt 7.15-23; 1 Jo 4.1; 1 Ts 5.21; 1 Co 14.29; Jo 7.24, etc.).

CANTORA JANNAINA TEREZA

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Livro polêmico revela “segredos sujos” sobre pastor Mike Murdock

Após sair da cadeia, ex-missionário que roubou a casa do pastor faz sérias acusações
O pastor Mike Murdock se diferencia entre a maioria deles por enfatizar justamente a necessidade de sabedoria. Ele escreveu dezenas de livros sobre o assunto e criou, inclusive, o Centro de Sabedoria, sede de seu ministério em Fort Worth, Texas.
Mas quando ele se tornou famoso, aparecendo em programas diversos e sempre comparando a busca por sabedoria com o acúmulo de riquezas, passou a chamar atenção de muita gente dentro e fora da igreja.
O jornal texano Star-Telegram fez, em 2003, uma série de reportagens investigativas sobre O Centro de Sabedoria e o ministério de Mike Murdock. A questão levantada pelos repórteres era o acúmulo de riquezas por um pastor que afirmava manter uma organização sem fins lucrativos. O jornal, dedicou um grande espaço para mostrar os jatinhos e carrões que ele possuía, além dos esplendores da imensa propriedade de 7 hectares que Murdock mantém em Argyle, Texas.
Naquela ocasião, o Star-Telegram contou com o apoio da Trinity Foundation [Fundação Trindade], que se descreve como uma organização disposta a “monitorar e investigar a fraude religiosa desde 1987”. O próprio pastor Mike contou, quando esteve no Brasil, que depois de muitas investigações do departamento de Imposto de Renda e do jornal, nada ficou provado e ele nunca foi condenado.
Em 2011, novamente Mike Murdock e seu ministério estão sendo acusado de fraudes, mas de uma maneira diferente. O ex-missionário Brian “Trey” Smith publicou um livro chamado “Thieves: A dirty TV pastor and the man who robbed him” [Ladrões: um pastor da TV desonesto e o homem que o roubou], onde descreve, com riqueza de detalhes, os bastidores do ministério de Murdock e sua obsessão, a exemplo de Salomão, por mulheres e riquezas.
Em 1998, Trey estudava no seminário Cristo para as Nações, em Dallas. Seu melhor amigo naquela época era Jason Murdock, filho único do pastor Mike. Ele diz que rapidamente passou a ficar íntimo da família e passava horas na mansão da família e conheceu uma “sala secreta”, que possuía alarmes eletrônicos e abrigava um grande forte.
Trey e Jason passavam horas naquela sala, experimentando os caros relógios Rolex, pulseiras de ouro e anéis de diamante, jogando cara ou coroa com valiosas moedas antigas e folheando uma grande coleção de revistas pornô. Eles também faziam uso de bebidas alcoólicas e drogas.
Aos poucos, Trey relata que foi ficando com raiva de ver o pastor Murdock aparecer na TV o tempo todo falando sobre Deus enquanto vivia uma vida que não condizia com suas pregações. Ele relata que o pastor Murdock mantinha um mini-zoológico, que incluía inclusive um leão de estimação, várias limusines e vivia acompanhado de prostitutas de luxo.
Em seu livro ele descreve a situação assim:
“Considerava a sala secreta de Mike uma conta pessoal, onde podia fazer saques pequenos enquanto, em troca, mantinha minha boca fechada. É um fardo viver em uma bolha cristã, sem nunca poder falar sobre o paraíso escondido do pregador, com prostitutas siliconadas, brinquedos sexuais, pornografia pesada, e tudo que o dinheiro podia comprar… Em minha mente, era tudo um comércio, um arranjo sórdido…
Naquela época, eu entrava no closet do pai do meu melhor amigo como o cara que descobriu a tumba do faraó. Havia caixas e caixas de anéis, braceletes e colares de ouro, moedas raras e uma desorganizada coleção de selos muito valiosos… Mas nada se comparava ao que imaginávamos haver dentro do grande cofre, que ficava no meio do quarto. Nunca conseguimos abri-lo, mas passei a deseja-lo. Sonhava com isso, fantasiava como seria… Não queria apenas roubar o seu dinheiro… Mais do que isso, eu tinha realmente aprendido a odiar aquele homem e tudo que ele representa.
Odiava as mentiras, o engano, a ganância, os acordos de bastidores, os segredos, o sexo e toda a dor que ele causava aos cristãos falando sobre a necessidade de eles terem fé no “deus dólar”. Para mim, dentre os televangelistas, Mike Murdock era o pior. Enquanto o mundo estava assistindo-o pregar de terno, gravata e Bíblia aberta em suas telas de televisão, eu conhecia os lugares que ele nunca mostraria perante as câmeras.
Eu sentia que todos seus mantenedores tinham sido injustiçado. Iria apenas consertar as coisas. Eu sabia que praticamente nada daquele dinheiro era destinado para o que Murdock chamava de “instituições de caridade.”Eram apenas uma fachada que ajudavam a manter seu desejo por ter ouvintes obedientes, posses terrenas, contas bancárias de grande porte, mulheres bonitas, escapadas sexuais e sede de poder. Por todas estas razões, eu não me sentia nem um pouco mal por tomar até o último centavo que ele tinha. Eu não era herói. Eu tinha me tornado um canalha sujo e podre como todos eles.”
Trey acabou usando seus conhecimentos e familiaridade com a mansão para roubar o cofre de Murdock enquanto ele estava em sua viagem anual a Israel em 1999. Sabendo a combinação dos alarmes, entrou na sala secreta e fugiu para o México. No relatório para a polícia, Murdock afirmou que no cofre havia 125 mil dólares, nos vídeos disponíveis na internet ele diz que foram milhões. Trey afirma que foi tudo uma armação, o pastor teria colocado pilhas de papel cortadas do tamanhão de notas verdadeiras e escrito um bilhete dizendo que jamais perdia, que sua fortuna estava a salvo no banco e que iria atrás do ladrão. Com medo do que podia acontecer, Trey fugiu para o México sem dinheiro e com mais raiva ainda do pastor.
Depois de extensa investigação nos Estados Unidos, provas contra Trey foram reunidas, mas ele estava fora do alcance da lei americana. Murdock então contratou investigadores particulares que o rastrearam quando ele voltou para os Estados Unidos.
Ele respondeu por esse roubo e outras acusações e cumpriu pena numa penitenciária durante quase uma década. Enquanto estava preso, escreveu boa parte seu livro, onde diz relatar com detalhes muitos outros segredos do ministério de Murdock e também de outros pastores conhecidos.
Trey Smith agora se diz arrependido e livre das drogas, e que deseja mostrar ao mundo que está mudado. Afirma ter se reconciliado com Deus, mas continua disposto a mostrar quem realmente é o pastor Mike Murdock. Além de publicar Thieves de maneira independente em forma impressa e como ebook, Trey mantém o site godinanutshell.com que oferece várias informações sobre seu passado e traz “provas” de seu roubo e de todas as acusações que faz.
A revista texana D Magazine publicou o primeiro capítulo do livro e tentou ouvir o pastor Murdock ou alguém que pudesse falar em nome do Centro de Sabedoria. Não teve resposta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Bahia descumpre lei do piso nacional do magistério


Embora tenha sido aprovada há mais de três anos, a lei nacional do piso do magistério não é cumprida em pelo menos 17 das 27 unidades da federação, inclusive a Bahia. A legislação prevê mínimo de R$ 1.187 a professores da educação básica pública, por 40 horas semanais (fora as gratificações), e assegura que os docentes passem ao menos 33% desse tempo fora das aulas para atender aos estudantes e preparar aulas. De acordo com a Folha, a Bahia – além de MG, RS e PA – não cumpre nenhum desses quesitos. No estado, o piso é de R$ 1.106 e o tempo extraclasse é estimado em 30%.

O ministério da Educação afirma que a lei deve ser aplicada imediatamente, mas que não pode obrigar estados e municípios a isso. A maior parte dos Estados que descumprem a lei disse que vai se adequar à regra. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação recomendou a seus sindicatos que entrem na Justiça.

Comemorações do Centenário da Assembleia de Deus

As comemorações do Centenário da Assembleia de Deus reuniram cerca de 100 mil pessoas nesta terça-feira (15). Os eventos aconteceram no estádio do Pacaembu, na zona oeste de São Paulo, e na Arena Barueri, na Grande São Paulo. Na capital, cerca de 30 mil acompanharam a celebração. Já em Barueri, mais de 70 mil fiéis marcaram presença.
O evento em São Paulo acabou por volta das 19h e contou com a presença do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (PSD). O ex-governador do Estado, José Serra (PSDB), também estava presente.
Com início por volta das 17h, o evento teve, na abertura, a presença de artistas gospel como os cantores Alice Maciel, Vitorino Silva, Lauriete. A organização é do Ministério de Belém.
Na Arena Barueri a celebração começou por volta das 15h e foi dividido em dois palcos: um dentro e outro fora da arena. Com uma programação basicamente musical, com 30 cantores e bandas convidadas, o evento começou com uma oração e deve terminar por volta das 22h.
Confira também

Assembleia de Deus encerra comemorações

Os eventos foram realizados para celebrar e comemorar os 100 anos da denominação evangélica no Brasil.
Entre os convidados, Soraya Moraes, ganhadora de dois prêmios Grammy, Robson Monteiro, Banda Trazendo a Arca e Ludmila Ferber, vinda diretamente do Rio de Janeiro para o evento.

História

Em dez décadas de história, a Assembleia de Deus chega a 35 milhões de fiéis no mundo, dez milhões deles estão aqui no Brasil. São 4.500 templos, uma história que começou com a chegada dos suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren na primeira década do século passado.
Os missionários vieram dos Estados Unidos, começaram na Igreja Batista e, em 1911, fundaram a Assembleia de Deus em Belém (PA).

Cair no Espírito

O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, uma dissidência da Assembleia de Deus, ficou incomodado com a reportagem do programa Domingo Espetacular sobre as igrejas neopentecostais que praticam o culto do “cair no espírito” e voltou a atacar a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e a Rede Record de Televisão. Malafaia promoveu uma espécie de "campanha" no Twitter chamada #domingosemRecord, mas não obteve sucesso.
A principal publicação da Assembleia de Deus a seus fieis, o jornal Mensageiro da Paz, trouxe reportagem de capa contradizendo Malafaia ao mostrar o depoimento de um ex-pastor do movimento afirmando que as práticas do "cair no espírito" não passam de fraude. Sites ligados a Assembleia de Deus mostram que 98% das denominações evangélicas não concordam com a prática.
Na reportagem exibida pela Record, o próprio fundador da "Benção de Toronto" - como também é chamado o "cair no espírito" - admite estar arrependido de difundir os preceitos e diz que as práticas vão contra as Escrituras Sagradas.
O culto chama a atenção por expor seus seguidores a rituais perigosos e intrigantes. Comandados por um religioso, os fiéis ficam imóveis, caem e se debatem, em transe, no chão; muitas vezes, todos ao mesmo tempo.
Apesar de todas as evidências apresentadas, Silas Malafaia ficou indignado com a reportagem e disse que era ensino de “mau-caratismo”.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Comentário sobre o Domingo Espetacular: “A Universal está em decadência”, diz Marco Feliciano


O programa deu continuidade a um ataque do bispo contra o Movimento Pentecostal no Brasil. Edir Macedo havia criticado os pentecostais no dia 8 de setembro, quando publicou no seu blog vídeos em que faz comparações do Movimento Pentecostal com um Centro Espírita.
A reportagem da Record gerou indignação de muitos evangélicos. Pastores, cantores, professores de teologia e mesmo não evangélicos criticaram a transmissão da Record por abordar um tema religioso.
O pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, fez comparações entre os ritos da igreja Universal e as práticas na igreja Católica. Ele ainda comentou que “rejeita o cai-cai como prática pentecostal, mas não reconheço o bispo Macedo como autoridade espiritual, moral e ética para o que fez”, comentou o pastor Vagens.
Para o pastor Ciro Zibordi, autor de “Erros que os pregadores devem evitar”, os argumentos bíblicos utilizados para defender o cair no espírito, são argumentos irracionais, fora do contexto bíblico. Mas o pastor Ciro diz que “não se pode limitar o poder de Deus, claro que ele pode derrubar uma pessoa, mas isso não pode ser uma condição para o manifestar do Espírito Santo”.

Sobre a reportagem da Record, o pastor Ciro disse que a igreja Universal não pode criticar os pentecostais, pois não segue a Bíblia e está totalmente errada em suas argumentações.

O correspondente Michael Caceres entrevistou o pastor Marco Feliciano e a psicóloga Marisa Lobo. Para o pastor Marco Feliciano “A rede Record está desesperada por audiência e a igreja Universal por membros” comentou o pastor. “Eles estão em decadência”.

“A IURD vive um tempo de decadência. Eles ganham almas mas Não são hospital, são pronto socorro. Após se converterem lá as pessoas vem para o Pentecostalismo, que tem uma resposta carismática com devoção bíblica e crença no sobrenatural, disse Marco Feliciano.


Leia a entrevista com o pastor Marco Feliciano na integra:

Michael Caceres – O senhor assistiu o programa?

Marco Feliciano – Não. Ainda não assisti, mas sei que foi semelhante ao que o Edir publicou no blog. Eu respondi a crítica dele em um vídeo.

Michael Caceres – Eles voltaram a mostrar aquele episódio dos Gideões, em que o senhor está pregando. Disseram que tinha um homem no púlpito que ficou assustado com a cena. O senhor acha que o bispo Edir Macedo está tentando ridiculariza-lo?

Marco Feliciano – No vídeo eu não faço nada. É o moço que sai rodando. Eu já respondi ao Edir Macedo quando recebi o vídeo que ele me enviou do blog. Vou ser mais pragmático. Ele Não quer só ridicularizar ele quer criar duvida na mente do povo simples e humilde.

Michael Caceres – Já debateu pessoalmente com o Macedo? Qual sua posição quanto ao líder da Universal?

Marco Feliciano – Nunca até porque eu sempre o admirei. Creio na fé que ele prega, que Deus atende sacrifícios. Mas agora estou com ojeriza, repulsa, nojo mesmo. Pois ele fere uma multidão de pessoas que oraram por ele e contribuíram para comprar essa emissora que agora presta esse desserviço a fé brasileira.

Michael Caceres – Eles usaram a “Teologia de Toronto” pra tentar ter base para as críticas ao Movimento Pentecostal, fizeram até uma entrevista com o fundador. Acredita que o povo está vendo esta tentativa do Edir em ridicularizar o pentecoste?

Marco Feliciano – E a teologia mística e sincrética deles? Catolicismo com água benta, umbanda com sal grosso? O q esperar de um líder que aprova o aborto, fala publicamente que bebe socialmente e agora chama de demônio uma obra feita pelo Espirito? Vou orar por ele, ficou cego!


Já para a psicóloga Marisa Lobo, apesar da “histeria coletiva apresentada na reportagem da Record, o corpo se não tiver subordinado ao Espírito, de qualquer forma haverá apenas uma emoção, sem nada de espiritual”, comentou a psicóloga.

Leia trechos da entrevista:

Michael Caceres – Doutora Marisa, a senhor foi uma das primeiras a criticar a Record logo que passou a transmissão da reportagem. Para a senhora é possível uma pessoa ser induzida a um estado de transe a ponto de perder o controle do corpo por conta da emoção?

Marisa Lobo – A forma como alguns pastores, muitas vezes usam e mexem com o emocional das massas, gera uma catarse, e pode sim promover uma histeria coletiva. Isso se dá de diversas formas por causa de sentimentos, personalidades, principalmente em mulheres. Temos que ter cuidado para saber discernir o que pode ser apelação daquilo que é realmente espriritual. Muitas manifestações são extremamente atrais, e isso é um fato, a responsabilidade disso é nossa também, pois esperamos coisas de Deus que não são bíblicas. A verdadeira revelação de Deus está na Palavra. Se lêssemos à Bíblia, como a carregamos, saberíamos discernir se estas manifestações são teatrais ou se são espirituais.

Michael Caceres – Então a senhora acredita que pode haver manifestação espiritual e sugestão psicológica?

Marisa Lobo – Alguns pastores sabem bem como promover, alimentar esse descontrole emocional, e como causar a sugestão psicológica, que é uma manifestação, e não unção de Deus. Como também existe o manifestar do Espírito Santo, mas ainda assim, sujeito a subordinação do corpo.

Michael Caceres – Então existe exageros? Pode haver uma sugestão psicológica e não o manifestar do Espírito Santo?

Marisa Lobo – Nenhum pastor pentecostal sensato concorda com os exageros e não deixam de manifestar sua indignação, principalmente os pentecostais, sabem que existem sim, os aproveitadores e lutam e repudiam, não são alienados. Como psicóloga eu tenho que reconhecer que existe os dois lados e que estas manifestações devem ser profundamente avaliadas.

VISITAS DO DIA 01 DE ABRIL DE 2011 ATÉ HOJE.



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Quero meu passaporte diplomático também!


O governo renovou o passaporte diplomático do bispo Edir Macedo (foto), chefe da Igreja Universal. A informação é de Lauro Jardim, do site da Veja.
Macedo está sendo investigado pelo Ministério Público Federal porque é suspeito de ter formado uma quadrilha para lavar dinheiro do dízimo no Exterior, entre outros crimes.
O passaporte diplomático só deveria ser concedido a funcionários do Itamaraty e às autoridades governamentais que viajam ao Exterior como representantes do Brasil.
Os portadores do passaporte diplomático têm tratamento privilegiado nos aeroportos do Brasil e de outros países. Entre outras coisas, eles não precisam se submeter a filas e revistas. O documento é concedido sem nenhum custo.

Bispos da Igreja Católica desfrutam do benefício há muitos anos.

Mais recentemente o pastor R.R. Soares, da Igreja da Graça, obteve esse passaporte especial com a ajuda do senador Marcelo Crivela (PRB-RJ), que fez o pedido ao Itamarati. Soares e Macedo têm avião particular.

Jean Wyllys contra-ataca:

“Cadê o passaporte diplomático de Mãe Stella de Oxóssi?”, perguntou o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao questionar a decisão do governo de renovar a concessão desse documento especial a Edir Macedo, chefe da Igreja Universal.

Maria Stella de Azevedo Santos (foto), a Mãe Stella de Oxóssi, é uma ialorixá que escreveu livros sobre a sua religião e que tem feito viagens ao Exterior para falar sobre a cultura brasileira.

Wyllys é contra abrir exceção na concessão do passaporte diplomático, que é um documento que deveria ser destinado somente a funcionários do Itamaraty e a representantes oficial do Brasil em viagens ao Exterior.

Ele argumentou que, já que houve a quebra de finalidade do documento, todos os líderes religiosos deveriam ter o direito o privilégio hoje restrito a Edir Macedo e a outros poucos religiosos.

“Cadê também o passaporte diplomático do rabino Nilton Bonder?, quis saber o deputado, referindo-se ao responsável pela Congregação Judaica do Brasil.

Wyllys lembrou que Edir Macedo é réu em um processo que tramita na Justiça Federal em São Paulo sobre lavagem de dinheiros no Exterior, e esse deveria ser mais um motivo para que não houvesse a concessão do privilégio.

***
Postado por Lucas Porto, com informacoes do Paulo Lopes, no Púlpito Cristão

Comentário do Lucas Porto:

Não sou o maior fã do Jean Wyllys e sua agenda política pró-gayzismo e pró-abortista mas neste caso específico o baiano está coberto de razão. Ora, passaporte diplomático não deveria ser concedido a autoridades políticas quando estes representam o país no exterior? Então por que que os Senhores R.R. Soares, Macedo e cia gozam deste direito? Acaso estes Senhores viajam para fazer uma missão humanitária? o algo de cunho estritamente politico? Não! Sendo assim o passaporte tem concedidos de forma errônea, e a lei é para todos, se o Edir Macedo pode, Maria Stella também pode, aliás nenhum deles poderia, mas são coisas que só acontecem na República das Bananas.

Comentário de Leonardo Gonçalves:

Cadê o meu passaporte diplomático, caramba?! Exijo um agooooora!

Comentário do Lucas Porto sobre o comentário de Leonardo Gonçalves:

Você é herege, por isso não te dão! hahaha…

Comentário do Lenardo Goncalves ao Lucas Porto:

Mas o Macedo é herege e tem um!

Comentário do Lucas Porto sobre o passaporte de Leonardo Gonçalves:

Mas para a galera gospel Macedo não é herege. Ele é lider de uma grande demoninação e está construindo uma luxuosa réplica do templo de Salomão. Já você, é um Zé Ninguém que está fazendo uma obrinha pequenininha aí no Peru. Não é lider de uma grande seita, não construiu templo de Salomão e nem tem grana para bancar mimos dos senadores, o que facilitaria o processo de expedição do passaporte. Em outras palavras, você é menos que nada. Você é um ser invisível…

Comentário de Leonardo Goncalves:

Ah… saquei =(
Comentário da pastorzada que ajuda a editar o site:
Também queremos um, senhor Jean Wyllys! Quebra o galho da gente!
Comentario de Lucas Porto e Leonardo Gonçalves:
Coitados… (risos!) Vocês além de hereges (sim, pois quem anda na contramão do mundo gospel hoje em dia é herege aos olhos dos EmVãoGélicos brasileiros), são todos uns pastorzinhos insignificantes. Se ao menos fossem apóstolos, patriarcas ou bispos, dava até para tentar, mas alguns de vocês nem “pastores” são (e olha que pastor é o título “mais raso” da hierarquia EmVãoGelica tupiniquim!). Isso é coisa pra gente de grana, de projeção midiática e bons do bolso. Acostumem-se com as filas nos aeroportos, porque essa “Bença” não é pra ralé não!

Marco Feliciano, suas heresias e a polêmica com a Universal


Por Renato Vargens
A polêmica reportagem sobre a teologia do cai-cai o proporcionou um enorme burburinho entre os evangélicos. No intuito de esclarecer o pensamento de alguns dos evangélicos, o Portal Notícias Gospel, entrevistou o pastor Marco Feliciano sobre o polêmico tema.
O cantor, pastor e deputado federal Marcos Feliciano, ao ser questionado se conhecia o Bispo Macedo e se já havia debatido com ele respondeu:
“– Nunca até porque eu sempre o admirei. Creio na fé que ele prega, que Deus atende sacrifícios. Mas agora estou com ojeriza, repulsa, nojo mesmo. Pois ele fere uma multidão de pessoas que oraram por ele e contribuíram para comprar essa emissora que agora presta esse desserviço a fé brasileira.”
Caro leitor, será que eu entendi o que Feliciano disse? Foi isso mesmo? Ele disse que Deus atende sacrifícios? Ora, vamos combinar uma coisa? O dia hoje verdadeiramente está cinzento! Senão bastasse as bobagens macedianas, as loucuras do Valdomiro e as atrocidades do neo pentecostalismo eis que surge o Feliciano falando que Deus atende sacrifícios.
Sinceramente alguém precisa falar com o pastor da oração de sete reais que a salvação é pela graça e que nada que façamos pode sensibilizar o Eterno. Deus não requer de nós sacrifícios nem tampouco que paguemos por suas bênçãos, mesmo porque, aquilo que nos dá é fruto de sua maravilhosa graça.

Ah! Dias difíceis os nossos!

Isto posto, faço minhas as palavras do Pr. Paulo Cesar do grupo Logos:

Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração
Em constatar que o evangelho já mudou.
Quem ontem era servo agora acha-se Senhor
E diz a Deus como Ele tem que ser …
Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus
Ele é tão claro como a água que eu bebi
E não se negocia sua essência e poder
Se camuflado a excelência perderá!
O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.
O evangelho mostra o homem morto em seu pecar
Sem condições de levantar-se por si só …
A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está
E o justifique, e o apresente ao Pai.
Mostra ainda a justiça de um Deus
Que é bem maior que qualquer força ou ficção
Que não seria injusto se me deixasse perecer
Mas soberano em graça me escolheu
É por isso que não posso me esquecer
Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer
Determinando ou marcando hora para acontecer
O que Sua vontade mostrará.
O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

Com lágrimas nos olhos!