terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Eu sou ungido, e muito mais do que você

Tem uma galera por aí que anda se escondendo atrás do título de “ungido do Senhor”. Não pode ser contestado, não pode ser contrariado senão fica roxo e etc… Deveriam ser chamados “mimadinhos do Senhor”.
Respeito e autoridade não se conquistam por meio da imposição de um título, mas emergem do coração de Deus para a vida de alguém que está disposto a não fazer de um rebanho um grupo de clones. Homens como Davi, por exemplo, que era falho, mas que tinha uma capacidade absurda de arrepender-se, Moisés, que foi o mais manso dos homens e chegou a arriscar sua própria salvação para proteger um povo.
Sinceramente, ungido é quem recebe a unção, e com disse uma vez o Rev. Antonio Elias, “unção é assim: Uns-são e outros não são”. Então pra fechar uma tiradinha estilo Maguila: “Quem é, é… quem não é, não é”. Fecha a conta e passa a régua!
E no mais, tudo na mais santa paz!

Cristãos críticos que criticam cristãos críticos (Festival Promessas)

Por Mauricio Zágari
O polêmico Festival Promessas, que levou alguns artistas gospel à telinha da Globo, causou um grande debate entre três segmentos de cristãos: os que viram nisso uma grande coisa, aqueles que consideraram o evento irrelevante e os que viram no programa um mal. A despeito da posição de cada um sobre o show, um aspecto do debate entre os prós e os contras chamou atenção: a questão da CRÍTICA.
Uma das principais críticas dos que criticaram quem criticou o espetáculo da Globo é que os críticos…foram críticos. Ou seja: para defender seu ponto de vista são incontáveis os cristãos que adotaram discursos na linha “tem gente que só critica e não faz nada” ou “como pode alguém criticar quem está fazendo algo?” e por aí vai. Diante disso, surgem diversas perguntas: qual deve ser a relação entre o cristão e a critica? De fato quem critica não faz nada? É pecado criticar? Criticar é murmurar? Criticar representa rebeldia? Crítica é algo diabólico? Enfim, há um rosário de assuntos que podem ser debatidos sobre o tema. Mas eu pretendo mostrar até o fim deste texto que se criticar fosse um grande mal, o próprio Deus Pai, Jesus, os apóstolos, a Igreja primitiva, os reformadores e outros cristãos sérios seriam, imagine você, seres malignos. O que simplesmente não é verdade.

Esse ensinamento de que a crítica é algo ruim vem sendo ensinado aos evangélicos que não têm senso crítico por alguns pastores que… não querem ser criticados. Um exemplo famosíssimo (a gravação está no Youtube, para quem quiser ouvir) é o de um conhecido telepastor, dono de uma editora e outras mídias, que prega a Teologia da Prosperidade e lançou uma campanha para arrecadar milhões do povo prometendo “unção financeira” a quem doasse dinheiro a sua organização – dinheiro que, até onde foi divulgado, serviu para ele comprar um jato particular. Na gravação, esse empresário-pregador solta essa pérola: “Quem critica não faz nada. Você conhece alguma obra de crítico? Você conhece alguma coisa que crítico construiu? Geralmente crítico é um recalcado que tem dor de cotovelo do sucesso dos outros”.
Quando um homem influente como esse lança esse tipo de discurso ao cristão que não tem muita capacidade de discernimento, a ideia soa como sendo uma verdade quase bíblica. Por exemplo: depois que publiquei no APENAS semana passada o post Festival Promessas e a guerra de opiniões e fui atacado por todos os lados por muitos críticos ao que escrevi (como mostrei no post seguinte, Festival Promessas: um raio-x da igreja brasileira), li nos comentários do blog mais pérolas que versavam sobre o fato de alguém criticar outro. Só que, desta vez, vindas de irmãos que apoiam o evento da TV Globo. Pérolas como estas:

“Realmente vivemos em um mundo onde os críticos cristãos também querem se engradecer por isso utilizam das críticas para fazerem seu nome.”

“é complicado,,tem pessoas que não tem,a vontade de realizar ,um culto de rua,e quando outros pracura fazer alguma coisa ,só sóbra criticas,,,faiz alguma coisa ,não perde tempo criticando“

“Essa galera não faz nada pra anunciar o evangelho e critica quem faz”.

“Que lamentável essa sua posição! Você, ainda, tem coragem de criticar os irmãos que se ofenderam uns aos outros por causa disso?”

“É mais facil criticar e desqualificar os que o fazem”.

“Reclamava-se tanto que sempre a Globo ou outras emissoras não davam espaço para o Evangelho e quando se chega lá ainda criticam??”

“CRITICAR ISSU É REDUNDANTE E HIPÓCRITA.”

“INFELIZMENTE TIVE O DESPRAZER DE CONHECER ESTE BLOG, É MAIS UM DE MUITOS, DOS CRITICOS DA IGREJA, –QUE FICARÃO — CRITICANDO, ENQUANTO JESUS SOBE COM A SUA NOIVA.”

“Prefiro ir e dar de graça o que recebi a permanecer sentado criticando quem realmente está fazendo a obra de Deus.”

“OS VERDADEIROS CRISTÃOS ESTÃO NAS RUAS (…) NÃO PERDENDO TEMPO EM ESTATOS E EM CRÍTICAS“.

“O tempo que você perde criticando, é o mesmo que poderia estar edificando”.

Chamam especial atenção as duas últimas frases, pois a penúltima dá a entender que criticar é perda de tempo e a última desassocia a crítica à edificação, como se fossem antagônicas. O que é interessante nesse debate é que a “famigerada” crítica é apontada como algo menor, pecaminoso, diabólico; e os críticos, naturalmente, só podem ser pessoas mal-intencionadas, frustradas, “recalcadas”, que não ajudam em nada. O tom dos comentários deixa claro que, aos olhos de muitos, ser crítico, ou seja, ter senso crítico no universo cristão, é desqualificador, sintoma de inveja, de apatia, de inoperância ou de qualquer coisa do gênero. Quando, em sua raiz etimológica, criticar significa uma atitude nobre: pelo dicionário, “criticar” significa “analisar, fazer uma apreciação”, “examinar com atenção”).
Aliás, se minha Bíblia não estiver errada, “examinar com atenção” (sinônimo, segundo o dicioário, de “criticar”) é exatamente o que os crentes de Bereia faziam e que lhes mereceu o seguinte elogio de Lucas em Atos 17.11: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo“. Sim, os bereanos foram chamados de “nobres” por serem muito críticos. Que coisa…

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Felipão entra para a família Graça Music!

Felipão é o mais novo integrante da família Graça Music!
Nesta quinta-feira (17), foi divulgado através da rede social "Twitter" que o cantor chegou ás instalações da gravadora, que fica no Rio de Janeiro (RJ) para conhecer o seu mais novo ambiente de gravação.
No twitter da Graça Music e do Pr. Felippe Valadão foram possíveis ver mensagens de gratidão a Deus e exalando a felicidade de todos pela chegada de mais uma bênção .

A Gravadora

A Graça Music é uma das maiores gravadoras do país, fazendo parte de sua equipe os cantores: Thalles Roberto, Mariana Valadão, André Valadão, Trazendo a Arca, David Fantazzini, Bruna Olly, entre outros.

JANNAINA TEREZA - 2011



01.. 7 taças
02.. Bola de fogo
03.. Cativeiro
04.. Depois da prova
05.. Quem é este
06.. Te adorar
07.. Tome posse da vitória
08.. Tú és meu Deus
09.. Uma nova história
10.. Vitória
Incluso Playbacks
Contato: AURELINO LEAL – BAHIA
(73) 3554 – 1044 / (73) 8139 – 9133 / (73) 8808 - 2613

Click Para baixar o CD!

JANNAINA TEREZA - 2009



01. Tome Posse Da Vitória
02. Entregue Tua Vida Ao Senhor
03. Abriu O Mar
04. Eu e Você
05. Receba Poder
06. Não Desanimes
07. Deus De Milagres
08. Santo Lugar
09. Levante A Cabeça
10 à 18 Play Back



DVD CATIVEIRO - AS SETE TAÇAS - JANNAINA TEREZA

CANTORA JANNAINA TEREZA

Unção de rei: a nova onda do pedaço

Um raro momento… Peguei-me ouvindo uma rádio evangélica! Papo vai, papo vem, e entre as propagandas, uma me saltou aos ouvidos: “Venha receber a
unção de rei e aprenda a lidar com ela através de três americanos especialistas em empresas de sucesso, eles te ensinarão a administrar a unção de rei!”
Fiquei estupefato! Unção de rei? Meditei nisso o resto da tarde. No que consistiria? Você recebe a unção e é coroado, exerce ministério de rei, senta num trono e corre o risco de receber muita prosperidade? Fui mais a fundo e constatei o seguinte: seja lá o que for a unção de rei, ela não está de acordo com as escrituras.
Jesus a todo tempo desprezou esse título, toda vez que alguém insistia em colocar uma coroa em sua cabeça ele recusava. Viveu com o necessário e não como um rei, comia como um plebeu e se vestia de forma comum a todos os habitantes de sua localidade. Varrendo a Escritura de Gênesis a Apocalipse, não há nada que aprove a unção de rei e confirme seu estilo de vida.
De onde essa comunidade tirou essa história? Porque estão falando de administrar uma unção que não tem valor? Porque não fazem um seminário com a unção de SERVO? Deve ser porque não da lucro hoje em dia ser servo, não enche igreja e não da IBOPE. Outra coisa que me intrigou é que isso é coisa de americano, e de americano empresário. E como costumamos comer todo lixo que vem da teologia americana, eu não hesito em vos alertar… afastem-se desse curso. A única coroa da qual éramos dignos Jesus usou por nós, e não era uma coroa de ouro, era feita de espinhos

Globo planeja três edições do Festival Promessas em 2012

A audiência do Festival Promessas despertou interesse da emissora Rede Globo em realizar três edições em 2012, duas edições regionais e uma nacional, de acordo com o blog Radar On-line, da Veja.
A intenção da emissora é realizar as edições fora do Rio de Janeiro, já que existem muitos eventos evangélicos dentro do Rio. De acordo com Lauro Jardim, a Globo ficou impressionada não só com os números do ibope, mas com a repercussão nas redes sociais, sites e blogs.
A transmissão de domingo (18), a emissora dedicou 75 minutos de sua programação à transmissão do Festival Promessas 2011. Na programação participaram nomes consagrados do mundo gospel, como Diante do Trono, Regis Danese, Damares, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Davi Sacer, Pregador Luo e Fernandinho.
Apesar da gravação do evento, realizado no Aterro do Flamengo, ter tido baixa participação do público, apenas 20 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. Os números do ibope durante a apresentação do evento agradaram a emissora. Foram 13 pontos no Ibope, quase o dobro dos sete pontos registrados pela Record do bispo Edir Macedo.

O polvo, a aranha e a estrela do mar

A estrela do mar é um animal extraordinário. Por sua característica única de reprodução no reino animal, ela representa algo profético para nós. Trata-se de um sistema neurológico espetacular que nos ajuda a entender princípios de governo e expansão do Reino de Deus.
Observemos uma outra criatura semelhante à estrela do mar: o polvo. O polvo possui tentáculos, mas ao contrário da estrela do mar, todo seu sistema neurológico está centralizado na cabeça de tal maneira que, se cortarmos um de seus tentáculos, outro tentáculo crescerá em seu lugar, mas a parte cortada morrerá. A aranha possui as mesmas características.
Já a estrela do mar, é diferente. Corte um ou dois de seus bracos, e igualmente outros crescerão em seu lugar. Mas a diferença é que as partes cortadas, cada uma delas, se tornam uma nova estrela do mar!
Ao invés de possuir um sistema neurológico “hierárquico” – como o polvo ou a aranha, em que os membros estão subordinados a uma cabeça e dependem dela para funcionar, a estrela do mar possui um sistema descentralizado, ou seja, não possui uma cabeça. Trata-se de uma rede neurológica em que cada membro possui a capacidade de se multiplicar e se tornar uma nova estrela do mar.

A diferença entre adição e multiplicação é a diferença entre crescimento linear e explosão. Mas no Reino de Deus, a multiplicação não é uma ciência exata, é uma questão de DNA. Na criação, Deus embutiu em cada semente o potencial de multiplicação para que aquela pequena semente se torne igual ao todo do qual se desprendeu (Gen 10:1-11). O homem pode somar, ajuntar, acrescentar, mas somente Deus pode prover as características necessárias a um organismo vivo para que a multiplicação aconteça.

Obreiros na lavoura
O crescimento é algo natural em qualquer organismo vivo. De acordo com Lucas 13: 18-21, a Igreja é aquela minúscula semente de mostarda que se torna uma enorme árvore, e a pequena medida de fermento com poder para levedar toda a massa (o mundo). Seu poder de crescimento é exponencial.
Como obreiros, nosso principal papel não é empregar “métodos de crescimento” ou técnicas humanas para “fazer a Igreja crescer”, mas somente permitir que a Ekklesia cause seu próprio crescimento (Efesios 4:16). Quando as juntas e medulas do Corpo estão propriamente conectadas, o resultado não pode ser outro a não ser a renovação e espontaneidade que, conseguintemente, causam este desenvolvimento natural e a seu próprio tempo.
A Igreja é retratada na Bíblia de muitas formas. Uma delas é a de uma lavoura (1Co 3.6-9). Presbíteros na Ekklesia são como agricultores nesta lavoura. E visto que o agricultor não possui absolutamente nenhum controle sobre a semente e não pode fazê-la brotar, o melhor que ele tem a fazer é criar um ambiente favorável ao seu desenvolvimento, adicionando nutrientes à terra, removendo as ervas daninhas que surgirão e deixando que a semente brote de forma natural, para tornar-se igual à planta de onde se originou, na expectativa de que ela gerará seus próprios frutos.
Cada membro do Corpo de Cristo é a boa semente do Reino com um potencial de multiplicação sobrenaturalmente embutido em seu DNA espiritual. O perfil do presbítero que Deus busca no século XXI é o do obreiro-lavrador, que proporciona um ambiente natural de crescimento exponencial, preparando a terra com nutrientes (comunhão e intercessão), removendo as ervas daninhas da lavoura (ensino e aconselhamento), permitindo que este discípulo cresça naturalmente, comissionando-o e enviando-o no devido kairós divino, para que ela siga seu próprio processo de multiplicação no Reino.
A parábola do semeador nos ensina que nem todas as sementes darão seu fruto, e não há nada que possamos fazer com relação a isso. Em contrapartida, aquelas que dão seu fruto, frutificam de forma exponencial – a 20, 30, 60 e 100 por um – multiplicando-se de tal forma a suprir até mesmo por aquelas sementes que não brotaram. Nosso papel, como obreiros do Reino, é simplesmente não estorvar este processo de crescimento natural com nossas tradições, inseguranças pessoais ou excesso de zelo.

Conclusão
Na visão tradicional de Igreja, o processo de multiplicação é frequentemente confundido com divisão. Por isso, normalmente insistimos em adotar sistemas eclesiásticos de governo centralizados em um único pastor, encapsulando a Igreja em uma unidade institucional que favorece o inchaço de feudos religiosos, mas é contra-produtiva à expansão do Reino na cidade. Tais sistemas são, na melhor das hipóteses, polvos e aranhas que proporcionam um crescimento linear à Igreja local, mas inibem seu potencial de crescimento exponencial, como o da estrela do mar.
Como obreiros, somente encarnaremos esta revelação quando renunciarmos ao posto de “Cabeça da Igreja” e devolvermos a Ekklesia ao seu verdadeiro Dono, aceitando a verdade bíblica de que pastores não são “cabeças “ou “sacerdotes” do rebanho. São somente cooperadores na lavoura, irmãos mais velhos e mais experientes que trabalham no intuito de equipar os mais novos para que ELES desenvolvam seu chamado sacerdotal e, consequentemente, façam a obra do ministério (Ef 4:11-12).
Crescimento linear ou exponencial? Polvo ou estrela do mar? Controle ou expansão? Que possamos escolher sabiamente para cumprir com a Grande Comissão nos dias que precedem a volta do Senhor.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Pão, Circo e (in)culto!


Tenho acompanhado através de sites e blogs cristãos na internet a crescente preocupação com o volume absurdo de invencionices, modismos e heresias que afloram nas igrejas ditas evangélicas. Seria hilário – se não fosse trágico – a capacidade de criação de tamanhos absurdos.
E o pior: existe uma legião de crentes idólatras que defendem com unhas e dentes os criadores de tamanhas bizarrices, muitos por ignorância, outros por vontade.
A cada dia, percebe-se que a igreja evangélica institucional se afasta do Evangelho e é levada “em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente” (Efésios 4.14). O rebanho, magro e desnutrido biblicamente, é facilmente ludibriado por tais líderes.

Pão e Circo

Assim como na Roma antiga – no que diz respeito ao social – alguns líderes evangélicos praticam com o povo a política “panem et circenses” (política do pão e circo) – no aspecto espiritual. Nos dias da Roma antiga, devido a fatores socioeconômicos, houve um considerável êxodo dos moradores das regiões rurais em direção a Roma. Sem emprego e sem ter o que comer, a multidão se tornava um perigo crescente para ordem social, levando o império a tomar uma decisão que entorpeceria o povo, fazendo-os esquecer da realidade.
Tudo muito simples: de modo constante ocorriam lutas envolvendo gladiadores nos estádios, sendo o Coliseu o mais conhecido de todos. Durante as lutas o povo era “gentilmente” alimentado. Enquanto se divertiam com o show de horrores e se alimentavam, a multidão ficava “domada”, tranqüilizando os dominadores sociais.
E hoje em dia, o que temos visto em locais que, hipoteticamente, deveriam se concentrar na exposição das Escrituras? A pregação bíblica, doutrinariamente correta, que acordaria o povo brasileiro foi substituída por pão e circo. Rápidos em domesticar seus discípulos, alguns lideres evangélicos criam uma parafernália tão grande de remendos que assusta e nos faz perguntar: qual o limite disso tudo? Onde isso vai parar?
Os mais nervosos da ala que advoga por seus líderes costumam dizer: “Peraí, eles estão pregando o Evangelho e ganhando almas, e vocês, críticos?”. Argumento tão superficial e raso como uma poça d’água. E se estão de fato pregando o Evangelho, sempre fica a pergunta: Que Evangelho é esse? Que Jesus é esse? Ganhando almas e suprimindo cérebros?

A igreja evangélica tem inflado – e não crescido – com um contingente que não ousa pensar, não ousa raciocinar, não ousa sequer consultar nas Escrituras a veracidade do que seus dominadores (vide bispos, apóstolos, levitas, profetas) anunciam. Voltemos ao exemplo da igreja primitiva de Beréia (Atos 17.11), pelo amor que devemos ter ao Reino de Deus!

Padres pedófilos mancham a imagem do Vaticano


O Vaticano passa pela crise mais grave vivida pela Igreja em muitas décadas. As acusações se tornam corriqueiras e os escândalos começam a comprometer a própria credibilidade da cúpula papal. Uma pesquisa divulgada esta semana mostra que na própria Alemanha, terra natal do papa, a descendência da fé tem se agravado. Ela mostra que apenas 24% dos alemães continuam acreditando no papa; uma semana antes esse número era de 38%. A confiança na Igreja é ainda menor: era de 29% e caiu para 17%. E mesmo quando são considerados apenas os católicos, a queda é considerável: em janeiro a aprovação do papa era de 62%; agora, é de 39%. Em relação à Igreja, a queda foi de 56% para 34%.

Escândalos no clero católico

Desde o início de 2010, pelo menos 300 pessoas acusaram padres católicos da Alemanha de abuso sexual ou físico. As alegações estão sendo investigadas em 18 das 27 dioceses da Igreja Católica no país natal do papa Bento XVI.

No ano passado, dois documentos que examinaram acusações de pedofilia entre clérigos da Irlanda relevaram a profundidade do problema no país, com casos de abuso, acobertamentos e falhas hierárquicas envolvendo milhares de vítimas durante várias décadas.

Um dos documentos mostrou que quatro arcebispos de Dublin fizeram vista grossa para casos de abuso ocorridos entre 1975 e 2004.

Ainda neste mês de março, bispos da Holanda pediram uma investigação independente diante de mais de 200 acusações de abuso sexual de crianças por padres, além de três casos ocorridos entre 1950 e 1970.

Na Itália, em janeiro de 2009, vários homens deficientes auditivos vieram a público para dizer que foram abusados quando eram crianças no Instituto para Surdos Antonio Provolo, na cidade de Verona, entre 1950 e 1980.
Na Áustria, acusações independentes de abuso sexual infantil por padres surgiram em várias regiões do país.
Na Suíça, uma comissão formada pela Conferência dos Bispos da Suíça em 2002 vem investigando acusações de abuso envolvendo religiosos do país. Com informações da BBC
Já no Brasil, a polícia de Alagoas deve começar, ainda esta semana, a analisar a cópia de uma gravação que pode resultar nas primeiras prisões dos supostos integrantes da Máfia da Pedofilia, investigada a partir de uma série de denúncias contra padres de Arapiraca exibidas em nível nacional no programa Conexão Repórter, apresentado pelo jornalista Roberto Cabrini, no SBT.

Católicos pedem a saída do Papa
O movimento católico progressista alemão Iniciativa Igreja de Baixo (IKvU, na sigla em alemão) pediu a saída do papa Bento XVI devido as evidências contundentes de casos de pedofilia surgidos na Alemanha envolvendo o clero do país.

“Seria um gesto purificador se [Joseph] Ratzinger dissesse: ‘sou um obstáculo a uma purificação da Igreja. Me demito’”, declarou o diretor do movimento, Bernd Goehring, segundo informações do jornal Financial Times Deutschland.

Denúncia

Em meio às crescentes acusações de abuso sexual por padres na Europa e à pressão para que os bispos, em sua maioria na Irlanda, renunciem por não denunciar os casos às autoridades civis, o jornal americano The New York Times publicou uma reportagem sobre o reverendo Lawrence Murphy, acusado de abusar sexualmente de até 200 garotos surdos nos Estados Unidos entre os anos 1950 e 1970.
Entre os 25 documentos internos da Igreja que o jornal divulgou em seu site estava uma carta de 1996 sobre Murphy ao cardeal Joseph Ratzinger, então a principal autoridade doutrinária do Vaticano e agora Papa, mostrando que ele havia sido informado sobre o caso. Segundo o New York Times, ele teria se recusado a punir o padre Murphy. O Vaticano justificou, explicando que Joseph Ratzinger não havia sido informado senão 20 anos depois, quando o padre em questão estava velho e doente.
Em outra edição, o jornal americano acusou Bento XVI, então arcebispo de Munique, de ter deixado um sacerdote pedófilo alemão retomar suas atividades numa paróquia, sob o risco de cometer novos abusos. O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, desmentiu.

Mergulhado na crise

O clero católico parece que está mergulhado num poço sem fundo das crises. A cada dia surgem denúncias de abusos sexuais cometidos pelos padres ao redor do mundo, e muitos desses casos foram encobertos durante anos e somente em 2010 vieram à tona.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Como Perdoar Setenta vezes Sete


Por John Piper
A parábola conta a história de um rei cujo servo lhe devia a quantia espantosa de 10 mil talentos (18.24). "Para compreender a exorbitância dessa quantia, basta dizer que o rei Herodes tinha uma renda anual de cerca de 900 talentos, e que a Galileia e a Peréia [a 'terra além do Jordão'], no ano 4 a.C, pagaram 200 talentos em impostos." Aparentemente, a quantia foi exagerada de propósito (assim como dizemos "zilhões" de dólares) ou o servo era um oficial de alta patente que conseguiu apropriar-se de quantias enormes do tesouro do rei ao longo dos anos. Seja como for, Jesus descreve essa dívida como praticamente incalculável.
O rei ameaçou vender o servo e sua família. Mas "o servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo' [uma promessa aparentemente impossível de ser cumprida, em vista da quantia]. O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir" (v. 26,27). Esse perdão é tão grandioso quanto o tamanho da dívida, e esse é o ponto principal. Jesus quer incutir em nossa mente que o pecado é uma dívida incalculável para com Deus. Jamais poderemos saldá-la. Jamais teremos condições de acertar as contas com Deus. Não há penitência, boas obras ou justificativas capazes de pagar a dívida da desonra que lançamos sobre Deus com nossos pecados.
O servo, porém, não recebeu aquele perdão pelo que este representava: magnífico, imerecido, destinado aos humildes de coração ou a quem suscita misericórdia. Jesus não relata nenhuma palavra de gratidão ou de admiração daquele servo. Incrível! Simplesmente relata acontecimentos incompreensíveis logo após o perdão.
Mas quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: "Pague-me o que me deve!" Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: "Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei". Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida, (v. 28-30)
O "perdão" recebido por aquele homem não lhe abrandou a ira. Ele agarrou o conservo e começou a sufocá-lo.
O rei tomou conhecimento do caso e ficou (legitimamente) ira¬do (v. 34). Disse ao servo: " 'Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?' Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia" (v. 32-34). A conclusão da parábola atinge em cheio a questão da ira e do perdão. Jesus diz: "Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão" (v. 35).
A mensagem principal da parábola é que Deus não tem obrigação de salvar quem diz ser seu discípulo, se esse pretenso discípulo não tiver recebido a dádiva do perdão pelo que ele realmente representa — infinitamente precioso, estupendo, imerecido, destinado aos humildes de coração e a quem suscita misericórdia. Se dissermos que fomos perdoados por Jesus, mas não houver em nosso coração nenhuma brandura para perdoar os outros, não receberemos o perdão de Deus (v. Mateus 6.14,15; Marcos 11.25).
Lembre-se, a parábola foi contada para ajudar Pedro a entender o mandamento de Jesus de perdoar setenta vezes sete (Mateus 18.22). Isto é, foi contada para ajudar-nos a lidar com a ira que surge naturalmente em nosso coração quando alguém nos ofende centenas de vezes. A solução, diz Jesus, é viver com plena consciência desta maravilhosa dádiva: fomos perdoados de uma dívida muito maior que todos os erros cometidos contra nós. Explicando melhor: devemos viver com plena consciência de que a ira de Deus contra nós foi eliminada, apesar de termos pecado contra ele muito mais que setenta vezes sete. Esse modo de viver produzirá um coração quebrantado, contrito, alegre e terno, que governará nossa ira. A única ira benéfica é a ira moldada por um coração humilde.
Fonte: O Cristão Hedonista

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

CONSAGRAÇÃO DO PASTOR ELMO ERON - IGREJA BATISTA DO SÃO CAETANO/SALVADOR







A

Festival Promessas alavanca ibope da Globo

Com 13 pontos de audiência, o Festival Promessas apresentado neste domingo (18) na Rede Globo, não só alavancou o ibope da emissora, registrando o dobro do último domingo (11), como também marcou o coração de cada evangélico que assistiu a transmissão do Festival.
Apresentado por Serginho Groisman a transmissão do Festival teve momentos marcantes, em especial o momento que a vocalista Ana Paula Valadão, juntamente com o grupo Diante do Trono, convidou o público a citar o versículo, texto áureo dos cristãos, João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. O momento foi comentado por internautas.
Cada ponto na ibope representa 58 mil televisores ligados na emissora e o programa não teve censura, conforme já havia comentado o cantor Regis Danese, cada artista pode fazer ministrações e citações de versículos ou passagens bíblicas.
Ana Paula Valadão escreveu uma curta frase expressando seu sentimento sobre o sucesso da programação: “O Brasil é de Jesus!”.
Além de Regis Danese e do Diante do Trono, da vocalista Ana Paula Valadão, participaram do programa apresentado pela Globo: Pregador Luo, Eyshila, Damares, Ludmila Ferber, Regis Danese, Fernandinho, Fernanda Brum, Davi Sacer e Diante do Trono.

Esta pastora vai mais a inferninho do que gringo em Copacabana

O internauta pergunta: crescimento no setor evangélico; bom ou ruim?


Leonardo:
“Gostaria de ler um comentário seu acerca da matéria publicada na revista Época, na qual apresentam a estimativa de que em 2020, metade da população brasileira será evangélica”.
J. Júnior, Três Corações – Brasil
Prezado irmão,
A matéria de Nelito Fernandes na revista Época, baseada em informações obtidas por meio da SEPAL, está baseada na premissa de que as igrejas evangélicas continuarão crescerão nos próximos vinte anos na mesma proporção que há 40 anos atrás. Da década de 60 até os dias atuais, o número de evangélicos no Brasil cresceu de 4 para 24 por cento, e a tendência é continuar crescendo. Se este crescimento se dará na mesma proporção que nas últimas 5 décadas, não sabemos, mas tudo indica que a igreja evangélica ganhará muitos novos adeptos. No entanto, o mais preocupante é o modo como essa igreja está crescendo: Se uma criança que cresce em tamanho, mas não amadurece mentalmente, dizemos que ela é doente. Do mesmo modo uma igreja que cresce em número, mas que não cresce em conhecimento, amor, zelo missionário, mordomia dos dons e ortopraxia, só pode estar enferma.

Particularmente, não fiquei comovido ou sobremodo contente com o prognóstico da revista Época, pelos seguintes motivos:

1. Apesar do crescimento notório, a igreja evangélica tem crescido às custas da importação de práticas pagãs: através do sal grosso e arruda do espiritismo, da água benta e do comércio de ícones do catolicismo, dos talismãs do xamanismo, da incorporação de práticas liturgicas oriundas da macumba africana (popularmente conhecidas como reteté), da teologia simonista importada dos E.U.A., da judaização da igreja que traz elementos “alienígenas” para o culto cristão, tais como Menoráh, réplicas da Arca, Cajado de Moisés, enfim, um crescimento doente, nocivo, perigoso, letal.
2. Outra razão porque não consigo me alegrar com a matéria da Época, são os crescentes escândalos e a frouxidão moral que impera em nosso meio. Podemos ver isso no comentário da antropóloga Christina Vital, na própria revista. Ela afirma que “os evangélicos não vão apenas mudar a sociedade brasileira, eles mudarão com ela”. Infelizmente isso já está acontecendo. O que a gente mais vê hoje é esta simbiose entre igreja e paganismo, uma adaptação dos valores do Reino às demandas do mercado de consumo religioso.
Ainda acerca do atual momento evangélico, Christina diz: “O movimento adapta-se aos costumes, o que deverá continuar nos próximos anos. Hoje temos igrejas evangélicas que aceitam gays”. Esta vergonhosa realidade também é percebida por Ari Pedro Oro, ao lembrar que “a religião evangélica foi abrasileirada e já não tem um foco tão grande de moralismo”.
3. Também não me iludo com o prognóstico da revista, porque sei que apesar do vultuoso crescimento dos evangélicos, esse crescimento se dá justamente naqueles setores mais doentes do protestantismo. Hoje em dia, as igrejas que mais crescem são aquelas que conhecemos como neopentecostais, igrejas que, salvo raríssimas exceções, são um foco de proliferação de heresias como maldição hereditária e demonização das ações humanas (não é o homem que decide ser homossexual, é o espírito do homossexualismo; não é o ladrão que rouba, e sim o espírito do latrocínio; não é o marido que bate na mulher, ele é vítima do espírito de violência). Fenômenos como Waldemiro Santiago e as toalhas ungidas devem aumentar nos próximos anos. Enquanto isso, as denominações históricas vão perder espaço na mesma proporção, pelo fato de não atenderem às demandas do mercado.
Eu estou absolutamente convicto de que, no ritmo que vamos, se Jesus tardar em buscar a igreja, teremos uma igreja evangélica muito grande em 2020. No entanto, me pergunto qual será a cara dessa igreja evangélica?
Será uma igreja que prega o evangelho em sua essência, ou deixará o evangelho de lado, substituindo-o pela famosa barganha com Deus, onde a misericordia divina é medida pela minha capacidade de dizimar e ofertar? Será o sal da terra e a luz do mundo, que se destaca e diferencia daqueles que a cercam, ou absorverá toda essa cultura mundana, tornando-se iguais àqueles a quem pregamos? Será conhecida por causa daqueles poucos, mas fiéis servos que não se deixam corromper, ou pelas figuras midiáticas como Malafaias, Felicianos, Waldemiros, Macedos, Hernandes e Soares da vida?
Não desejo com isso minar a fé e nem roubar a alegria de ninguém. Sei que muitos receberam essa estimativa como boa nova dos céus. Porém, não podemos deixar de ser realistas e reconhecer aquilo que realmente está em jogo. Todo crescimento é bom, desde que seja acompanhado de maturidade, inteligência, saúde. Desejo muito o crescimento da igreja, tanto que, tendo igreja para pastorear no Brasil, optei pelo campo missionário. Contudo, não posso ser hipócrita e fingir que está tudo bem. O que temos visto na igreja contemporânea de modo geral é inchaço, e não crescimento; é adesão, e não conversão. Crentes são substituidos por clientes, o púlpito cedeu lugar ao balcão de comércio, os dízimos foram transformados em dividendos e a bíblia passou a ser um mero adorno, um talismã mais na coleção de amuletos cristãos. Creio que tal crescimento jamais será bem visto aos olhos do Senhor.

Um abraço, do seu irmão que ora por um crescimento não apenas denominacional e numérico, mas também moral e espiritual;

Leonardo.

Silas Malafaia: De herege a herói em 15 minutos


Quinze minutos. Foi mais ou menos isso que durou o debate sobre o PL 122, projeto que pretende instituir o crime de homofobia. Sim, quinze minutos; novecentos segundos que transformaram o antes herege, moderno vendedor de indulgências, em herói evangélico. Foram quinze intensos minutos, que conseguiram apagar da mente dos críticos que nada constroem, a farra dos 900 reais e a promessa de vitória financeira até 1 de Janeiro de 2010. Quinze minutos que deletaram de muitas mentes o conteúdo espúrio das últimas preleções, nas quais Silas Malafaia ensina a fazer barganha com Deus e chama de “trouxas” àqueles que fazem ofertas por generosidade e gratidão, não interessados no feedback que ele, Edir Macedo, Estevam Hernandes, Renê Terra Nova e RR Soares prometem aos que forem “liberais”.
Durante a semana passada, blogs, sites e twitters se focaram no importante debate, que seria realizado no palco de um dos piores programas da TV brasileira, perdendo apenas para o BBB. Todos apreensivos para saber como Silas Malafaia se sairia no debate com a ex-deputada Iara Bernardes, autora do projeto que, se aprovado, reduzirá em parte a liberdade de se pregar abertamente temas relacionados a homoafetividade, restringindo tais interpretações ao ambiente do templo. O pastor havia se preparado bem para o debate, e sua performance, pedantismo e gritarias costumeiras, acabaram por suprimir toda crítica, produzindo um colapso mental na deputada. Mesmo assim, Silas foi convincente e conseguiu provar que o projeto tem intenções espúrias, ou pelo menos, que carece de modificações.
Não estou me posicionando ao lado do PLC 122. Como já disse em outras oportunidades, entendo que o projeto carece de acurada revisão, de modo que não interfira na liberdade de expressão, opinião e credo. Porém, não podemos permitir que milhares de homossexuais sejam espancados e assassinados por causa da sua orientação sexual. Devemos ter para com eles o mesmo amor que temos com as demais minorias. Algo deve ser feio para prevenir e punir tais eventos, seja reforçando o teor de nossas leis, seja fazendo cumprir aquelas já existentes.
Mas este texto não se remete aos homossexuais. Ele também não está endereçado ao pastor Silas Malafaia. Na verdade, estas linhas são um apelo à consciência individual, e um protesto conta aquela mentalidade brasileira que em geral predomina na política e na religião, onde a parte lesada conclui: “É um picareta, mas faz!”. Não podemos nos deixar persuadir por uma retórica inflamada, nem pela vitória em um debate em programa de auditório. Silas ganhou um debate, mas isso não o converte em santo, nem apaga sua militância passada e presente em favor da Teologia da Prosperidade. Também não anula o fato dele ter empregado exatos 12 milhões de dólares, dinheiro arrecadado com a farra do Morris Cerullo e sua bíblia superfaturada, e investido em um luxo besta como a compra de um avião particular.
Tão insensato quanto criticar só pelo prazer da crítica, é justificar de forma acrítica uma pessoa cuja trajetória tem sido tropeço para todo povo evangélico, tudo em função de quinze minutos.

Que troço é esse???


Visão de raio-X?????????????????????
Depois dizem que eu exagero quando falo que tem crentes “power ranger”, “super-homem” e “Dragon Ball Z”. Dá uma olhadinha nesse cartaz e dorme com um barulho desse!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Natal e o Nome do Menino - PASTOR NILSON

"Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mateus 1:21).

De acordo com o relato acima do Evangelho de Mateus, o nome de Jesus Cristo foi dado pelo anjo Gabriel quando anunciou seu nascimento a José, desposado com a virgem Maria. Gabriel não somente disse que Maria estava grávida pelo Espírito Santo de Deus como orientou José a chamar o filho de "Jesus".
A razão para este nome, cuja raiz em hebraico significa "salvar," é que aquele menino, filho de Maria e Filho de Deus, haveria de salvar o seu povo dos seus pecados, conforme anunciou o anjo.
Não precisamos ir mais longe do que isso para entender o significado do Natal. Está tudo no nome do Menino. No nome dele, Jesus, temos a razão para seu nascimento, a sua identidade e a missão de sua vida. Em outras palavras, aquilo que o Natal realmente representa.
A razão do seu nascimento é simplesmente esta, que somos pecadores, estamos perdidos, não podemos resolver este problema por nós mesmos e precisamos desesperadamente de um Salvador, alguém que nos livre das consequências passadas, presentes e futuras dos nossos erros. Deus atendeu nossa necessidade escolhendo um homem como nós para ser nosso representante e Salvador, alguém que partilhasse da nossa humanidade e fosse um de nós. Esse homem nasceu há dois mil anos naquela manjedoura da cidade de Belém, num pais remoto, lá no Antigo Oriente. E ganhou o nome de Jesus por este motivo.
Sua missão era assumir nosso lugar como nosso representante diante de Deus e sofrer todas as consequências de nossos pecados, erros, iniqüidade, desvios e desobediências. Em vez de castigar-nos com a morte eterna, como merecemos, Deus faria com que ele a experimentasse em nosso lugar, que ele experimentasse toda dor e sofrimento conseqüentes dos nossos pecados. Essa missão foi revelada logo ao nascer pelo anjo Gabriel ao recitar seu nome a José: Jesus.
Para nos salvar de nossos pecados, ele teria de sofrer e morrer, ser sepultado, ficar sob o domínio da morte e desta forma pagar inteiramente nossa dívida para com Deus. Somente assim poderíamos ser salvos das consequências eternas de nossa desobediência. Mas, para que os benefícios de seu sofrimento e de sua morte pudessem ser transferidos a outros seres humanos, ele não poderia ter pecado ou culpa pois, senão, ao morrer, estaria simplesmente recebendo o salário do seu próprio pecado. Mas, se ele fosse inocente, sem pecado e perfeito, sua morte teria valor para os pecadores. Por este motivo, ele foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria, ainda virgem, Filho de Deus, sem pecado. O Salvador tinha que ser Deus e homem ao mesmo tempo.
Quando um colunista, que objeta ao nascimento sobrenatural de Jesus, escreveu recentemente em um jornal de grande circulação de São Paulo que virgens não dão à luz todos os dias, ele estava mais certo do que pensava. Esse é o único caso. Jesus é único. Deus e homem numa só pessoa. Nem antes e nem depois dele virgens engravidam sobrenaturalmente. Da mesma forma que Deus não cria mundos todos os dias, também não gera salvadores de virgens cotidianamente. Pois nos basta este.
O famoso teólogo suíço Emil Brunner disse que todo homem tem um problema no passado, no presente e no futuro. No passado, culpa. No presente, medo. E no futuro, a morte. Jesus nos salva de todas estas consequências do pecado: nos perdoa da culpa de nossos erros passados, nos livra no presente do medo ao andar conosco e nos livrará da morte pois ressurgiu dos mortos e vive à direita de Deus. Um dia haverá de nos ressuscitar.
É isto que o Natal representa. É por isto que os cristãos o celebram com tanta gratidão e alegria. Nasceu o Salvador. Nasceu Jesus! Como este anúncio alegra o coração daqueles que têm culpa, sentem medo e sabem que vão morrer!

Fogo estranho: bizarrices na igreja evangélica brasileira é tema da revista Cristianismo Hoje

Em tempos de aberrações teológicas, apologistas e líderes evangélicos demonstram perplexidade diante de desvios doutrinários
O crente brasileiro sabe: vez por outra, a Igreja Evangélica é agitada por uma novidade. Pode ser a chegada de um novo movimento teológico, de uma doutrina inusitada ou mesmo de uma prática heterodoxa, daquelas que causam entusiasmo em uns e estranheza em outros. Quem frequentava igrejas nos anos 1980 há de se lembrar do suposto milagre dos dentes de ouro, por exemplo. Na época, milhares de crentes começaram a testemunhar que, durante as orações, obturações douradas apareciam sobrenaturalmente em suas bocas, numa espécie de odontologia divina. Muito se disse e se fez em nome dessa alegada ação sobrenatural de Deus, que atraiu muita gente aos cultos. Embora contestados por dentistas e nunca satisfatoriamente explicados – segundo especialistas, o amarelecimento natural de obturações ao longo do tempo poderia explicar o fenômeno, e houve quem dissesse que a bênção nada mais era que o efeito de sugestão –, os dentes de ouro marcaram época e ainda aparecem em bocas por aí, numa ou noutra congregação.
Outras manifestações nada convencionais sacudiram o segmento pentecostal de tempos em tempos. Uma delas era a denominada queda no Espírito, quando o fiel, durante a oração, sofria uma espécie de arrebatamento, caindo ao solo e permanecendo como que em transe. Disseminada a partir do trabalho de pregadores americanos como Benny Hinn e Kathryn Kuhlman, a queda no poder passou a ser largamente praticada como sinal de plenitude espiritual e chegou com força ao Brasil. A coqueluche também passou, mas ainda hoje diversos ministérios e pregadores fazem do chamado cair no poder elemento importante de sua liturgia. A moda logo foi substituída por outras, ainda mais bizarras, como a “unção do riso” e a “unção dos animais”. Disseminadas pela Comunhão Cristã do Aeroporto de Toronto, no Canadá, a partir de 1993, tais práticas beiravam a histeria coletiva – a certa altura do culto, diversas pessoas caíam ao chão, rindo descontroladamente ou emitindo sons de animais como leões e águias. Tudo era atribuído ao poder do Espírito Santo.
A chamada “bênção de Toronto” logo ganhou mundo, à semelhança das mais variadas novidades. Parece que, quanto mais espetacular a manifestação, mais ela tende a se popularizar, atropelando até mesmo o bom senso. Mas o que para muita gente é ato profético ou manifestação do poder do Senhor também é visto por teólogos moderados como simples modismos ou – mais sério ainda – desvios doutrinários. Pior é quando a nova teologia é usada com fins fraudulentos, para arrancar uma oferta a mais ou exercer poder eclesiástico autoritário. “A Bíblia diz claramente que haverá a disseminação de heresias nos últimos dias, e não um grande reavivamento, como alguns estão anunciando”, alerta Araripe Gurgel, pesquisador da Agência de Informações Religiosas (Agir). Pastor da Igreja Cristã da Trindade, ele é especialista em seitas e aberrações cristãs e observa que cada vez mais a Palavra de Deus tem sido contaminada e pervertida pelo apelo místico. “Esse tipo de abordagem introduz no cristianismo heresias disfarçadas em meias-verdades, levando a uma religião de aparência, sensorial, sem a real percepção de Deus”, destaca.
“Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice”, protesta o pastor e escritor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ). Apologista, ele tem feito de seu blog uma trincheira na luta contra aberrações teológicas como as que vê florescer, sobretudo, no neopentecostalismo. “Acredito, que, mais do que nunca, a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina, defendendo os valores inegociáveis da fé cristã. A apologética cristã é um ministério indispensável à saúde do Corpo de Cristo”. Na internet, ele disponibiliza farto material, como vídeos que mostram um pouco de tudo. Um dos mais comentados foi um em que um dos líderes do Ministério de Madureira das Assembleias de Deus, Samuel Ferreira, aparece numa espécie de arrebatamento sobre uma pilha de dinheiro, arrecadado durante um culto. “Acabo de ver no YouTube o vídeo de um falso profeta chamado reverendo João Batista, que comercializa pó sagrado, perfume da prosperidade e até um tal martelão do poder”. acrescenta Vargens. Autor do recém-lançado livro Cristianismo ao gosto do freguês, em que denuncia a redução da fé evangélica a mero instrumento de manipulação, o pastor tem sido um crítico obstinado de líderes pentecostais que fazem em seus programas de TV verdadeiras barganhas em nome de Jesus. “O denominado apóstolo Valdomiro Santiago faz apologia de sua denominação, a Igreja Mundial do Poder de Deus, desqualificando todas as outras. E tem ensinado doutrinas absolutamente antibíblicas, onde o ‘tomá-lá-dá-cá’ é a regra”. Uma delas é o trízimo, em que desafia o fiel a ofertar à instituição 30% de seus rendimentos, e não os tradicionais dez por cento. A “doutrina das sementes”, defendida por pregadores americanos como Mike Murdock e Morris Cerullo nos programas do pastor Silas Malafaia, também rendeu diversos posts. Segundo eles, o crente deve ofertar valores específicos – no caso, donativos na faixa dos mil reais – em troca de uma unção financeira capaz de levá-lo à prosperidade. “Trata-se de um evangelho espúrio, para tirar dinheiro dos irmãos”, reclama Vargens. “Deus não é bolsa de valores, nem se submete às nossas barganhas ou àqueles que pensam que podem manipular o sagrado estabelecendo regras de sucesso pessoal.”

Crise teológica

Numa confissão religiosa tão multifacetada em suas expressões e diversa em termos de organização e liderança, é natural que o segmento evangélico sofra com a perda de identidade. O próprio conceito do que é ser crente no país – tema de capa da edição nº 15 de CRISTIANISMO HOJE – é extremamente difuso. E muitas denominações, envolvidas em práticas heterodoxas, vez por outra adotam ritos estranhos à tradição protestante. Joaquim de Andrade, pastor da Igreja Missionária Evangélica Maranata, do Rio, é um pesquisador de seitas e heresias que já enfrentou até conflitos com integrantes de outras crenças, como testemunhas de Jeová e umbandistas. Destes tempos, guarda o pensamento crítico com que enxerga também a situação atual da fé evangélica: “Vivemos uma verdadeira crise teológica, de identidade e integridade. Os crentes estão dando mais valor às manifestações espirituais do que à Palavra de Deus”.
Neste caldo, qualquer liderança mais carismática logo conquista seguidores, independentemente da fidelidade de sua mensagem à Bíblia. “Manifestações atraem pessoas. O próprio Nicodemos concluiu que os sinais que Cristo operou foram além do alcance do povo, mas não temos evidência de que ele tenha mesmo se convertido”, explica o pastor Russel Shedd, doutor em teologia e um dos mais acreditados líderes evangélicos em atuação no Brasil. Ele refere-se a um personagem bíblico que teve importante discussão com Jesus, que ao final admoestou-lhe da necessidade de o homem nascer de novo pela fé. “Líderes que procuram vencer a competição entre igrejas precisam alegar que têm poder”, observa, lembrando que a oferta do sobrenatural precisa atender à imensa demanda dos dias de hoje. “Mas poder não salva nem transmite amor”, conclui.
“A busca pela expansão evangélica traz consigo essa necessidade de aculturação e, na cultura religiosa brasileira, nada mais puro do que a mistura”, acrescenta o pastor Fabrício Cunha, da Igreja Batista da Água

Branca, em São Paulo. “O candomblé já fez isso, usando os símbolos do catolicismo; o espiritismo, usando a temática cristã; e agora, vêm os evangélicos neopentecostais, usando toda uma simbologia afro e um misticismo pagão”, explica. Como um dos coordenadores do Fórum Jovem de Missão Integral e membro da Fraternidade Teológica Latinoamericana, ele observa que mesmo os protestantes são fruto de uma miscigenação generalizada, o que, no campo da religião, tem em sua gênese um alto nível de sincretismo.
Acontece que, em determinadas comunidades cristãs, alguns destes elementos precisam ser compreendidos como estratégias de comunicação e atração de novos fiéis. Aí, vale tanto a distribuição de objetos com apelo mágico, como rosas ungidas ou frascos de óleo, como a oferta de manifestações tidas como milagrosas, como o já citado dente de ouro ou as estrelinhas de fogo – se o leitor ainda não conhece, saiba que trata-se de pontos luminosos que, segundo muitos crentes, costumam aparecer brilhando em reuniões de busca de poder, sobretudo vigílias durante a noite ou cultos realizados nos montes, prática comum nas periferias de grandes cidades como o Rio de Janeiro. O objetivo das tais estrelinhas? Ninguém sabe, mas costuma-se dizer que é fogo puro, assim como tantas outras manifestações do gênero.
“Alguns desses elementos são resultado de um processo de sectarização religiosa”, opina o teólogo e mestre em ciências da religião Valtair Miranda. “Ou seja, quanto mais exótica for a manifestação, mais fácil será para esse líder carismático atrair seguidores para seu grupo”. Miranda explica que, como as igrejas evangélicas, sobretudo as avivadas, são, em linhas gerais, muito parecidas, o que os grupos sectários querem é se destacar. “Eles preconizam um determinado tópico teológico ou passagem bíblica, e crescem em torno disso. Objetos como lenços ungidos, medalhas, sal ou sabonete santificados são exemplos. Quanto mais diferente, maior a probabilidade de atrair algum curioso”. A estratégia tende a dar resultado quando gira em torno de uma figura religiosa carismática. “Sem carisma, estes elementos logo provocam sarcasmo e evasão”, ressalva. O estudioso lembra o que caracteriza fundamentalmente um grupo sectário – o isolamento. “Uma seita precisa marcar bem sua diferença para segurar seu adepto. Quanto mais ele levantar seus muros, mais forte será a identidade e a adesão do fiel.”

“Propósito de Deus”

Mas quem faz das manifestações do poder do Espírito Santo parte fundamental de seu ministério defende que apenas milagres não bastam. “É necessário um propósito e uma mudança de vida”, declara o bispo Salomão dos Santos, dirigente da Associação Evangélica Missionária Ministério Vida. Como ele mesmo diz, trata-se de uma igreja movida pelo poder da Palavra de Deus, “que crê que Jesus salva, cura, liberta e transforma vidas”. O próprio líder se diz um fruto desse poder. Salomão conta que já esteve gravemente doente, sofrendo de hepatite, câncer e outras complicações que a medicina não podia curar. “Cheguei a morrer, mas miraculosamente voltei à vida”, garante o bispo, dizendo que chegou a jazer oito horas no necrotério de um hospital. “Voltei pela vontade de Deus”, comemora, cheio de fé.
Consciente, Salomão diz que milagres e manifestações naturais realmente acontecem, mas “somente para a exaltação e a glória do Senhor, e não de homens ou denominações”. O bispo também observa que alguns têm feito do poder extraordinário de Jesus uma grande indústria de milagres: “O Senhor não dá sua glória para ninguém. Ele opera maravilhas através da instrumentalidade de nossas vidas”. E faz questão de reiterar a simplicidade com que Jesus viveu sua vida terrena e que, muitas vezes, realizou grandes milagres sem nenhum alarde. “O agir de Deus não é um espetáculo.”

Sangue fajuto

A novidade chama a atenção pelo seu aspecto bizarro. Num templo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), fiéis caminham através de pórticos representando diversos aspectos da vida (“Saúde”, “Família”, “Finanças”). Até aí, nada demais – os chamados atos proféticos como este são comuns na denominação. O mais estranho acontece depois. Caracterizados como sacerdotes do Antigo Testamento, pastores da Universal recebem as pessoas e, sobre um pequeno altar estilizado, fazem um “sacrifício de sangue”. A nova prática vem ganhando espaço nos cultos da Iurd, igreja que já introduziu no neopentecostalismo uma série de elementos simbólicos. Tudo bem que o sangue não é real (trata-se de simples tinta), mas a imolação simulada vai contra tudo o que ensina o Novo Testamento, segundo o qual Jesus, o Cordeiro de Deus, entregou-se a si

MENSAGEM DO PASTOR NILSON - IGREJA BATISTA PENIEL

Certa ocasião em alto mar, no meio da tripulação de um navio existia um marujo que pelo fato de ser crente, novo convertido, era motivo de insultos e zombarias por parte dos seus colegas.
Num belo dia, o capitão do navio, reunindo os marinheiros no convés, pegou uma luneta e, de um lado para outro, começou a olhar no horizonte. Olhava, olhava até que os marinheiros, curiosos, quiseram saber do que se tratava. Aí o capitão, tirando os olhos da luneta, dirigiu-se ao marujo crente e lhe disse:

_Olhei por todos os lados. Olhei e cansei de olhar, mas não consegui ver a Deus.

Então o marujo, levantando-se, tomou a Bíblia, e abrindo-a no livro de Mateus, capítulo 5, versículo 8, leu esta jóia rara do Amado Mestre:

"Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus".

Jamais aquele capitão poderia ver a Deus. Os males do seu pecado o deixaram em trevas, a ponto de não poder enxergar a Deus e adorá-lo em espírito e em verdade.
Tais pecados não só impedem que Deus nos ouça as orações e estenda-nos as mãos para nos abençoar, como também impedem nossa própria visão das coisas espirituais.
Não é de admirar que exista muita gente que, apalpando espiritualmente, vive totalmente cega.

Pastor é o ungido do Senhor?


Quando o assunto é pastor há uma unanimidade quase insana da parte da massa evangélica ignara, de que o pastor é “o ungido do Senhor” e que sob nenhuma circunstância deve-se questionar a sua autoridade .Mas o que é unção?
No Velho Testamento a unção era um ato específico dado por Deus a uma pessoa escolhida para a execução de uma determinada missão, e podia ser retirada a qualquer momento, assim como foi com Saul, quando o Espírito de Deus afastou-se dele, e sobre ele veio um espírito maligno. 1 Sm. 16:14 “Tendo-se retirado de Saul o Espírito do SENHOR, da parte deste um espírito maligno o atormentava.” Em Is. 45:1 está escrito: “Assim diz o SENHOR ao seu Ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante dele as portas, que não se fecharão”.A unção era dada a quem era e a quem não era servo de Deus, conforme vimos no texto de Isaias. Deus ungia quem bem queria para que sua vontade fosse realizada e a história da salvação seguisse seu curso normal. Ciro era um rei pagão e nunca adorou ao Senhor. Entretanto foi ungido por Deus para libertar o povo de Israel para voltarem para sua terra.
Ungir, segundo o Dicionário da Bíblia de Almeida, é: “Pôr azeite na cabeça de uma pessoa. Profetas foram ungidos{#1Rs 19.16},”Também a Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei de Israel; e também a Eliseu, filho de Safate de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar.” Sacerdotes também o foram {#Êx 30.30}”Também ungirás a Arão e seus filhos, e os santificarás para me administrarem o sacerdócio.” E reis também tiveram o óleo derramado sobre suas cabeças para serem ungidos {#1Sm 16.1-13}”ENTÃO disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche um chifre de azeite, e vem, enviar-te-ei a Jessé o belemita; porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei.(1)… (13)Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá.”
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Eram ungidos portanto quem Deus bem queria e entendia.
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Tanto “o Cristo” (grego) como “o Messias” (hebraico) querem dizer “o Ungido”, um dos títulos de Jesus, a quem Deus escolheu para ser o Salvador da humanidade {#Jo 1.41;}” Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo). {At 4.26-27}.”Levantaram-se os reis da terra, E os príncipes se ajuntaram à uma, Contra o Senhor e contra o seu Ungido. Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel;” O Ungido do Senhor não é outro, senão Jesus Cristo o filho de Deus.
O Dicionário da Bíblia de Jonh Davis reafirma que as palavras Messias e Cristo significam “o ungido”.No texto de Lucas 4:18 assim está escrito: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos.”
O texto em epígrafe não se aplica ao pastor e sim exclusivamente a Jesus Cristo conforme citação do Novo Dicionário de teologia do Novo Testamento, vol. IV, pg. 677 onde se lê: “Em passagens como Is 61:1″ O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; ” e Ez 16:9, “Então te lavei com água, e te enxuguei do teu sangue, e te ungi com óleo,” a unção deve ser entendida metaforicamente, sendo que, em Israel, a unção ritual era apenas disponível para reis e sacerdotes. Is 61:1 deve ser entendido como autoridade. No NovoTestamento (Lc 4:18) este texto é aplicado a Jesus: Ele foi o ungido por Deus para ser o profeta prometido.”
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Atos 4:26 “Levantaram-se os reis da terra, e as autoridades ajuntaram-se à uma contra o Senhor e contra o seu Ungido;”Comentando este versículo, I. Howard Marshall em seu comentário ao livro de Atos p104, afirma que,”O emprego do termo ungido (i.é Messias) tornou inescapável à aplicação a Jesus”.
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Então como fica o pastor nesta história?
A unção de Deus é universal, ou seja, recai sobre todos. Em I João 2:20 lemos:” E vós possuís unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento.” No versículo 27 assim escreve o apóstolo:” Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou.” O texto é mais do que explícito. Todos somos ungidos e todos nós somos sacerdotes do Senhor conforme está escrito na 1 de Pedro 2:5 “também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.” No verso :9: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;”
Portanto, Pastor, Bispo, Presbítero e etc, não é unção com a conotação dada pelos reverendíssimos e, sim, dom do Espírito Santo de Deus. É comissionamento, é chamado. Diante do exposto, não vejo onde está esta unção especial defendida e requerida pela maioria dos pastores, principalmente os da linha pentecostal e neopentecostal.
Na carta escrita aos Efésios 4:11 o apóstolo Paulo diz que “ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.”Notaram no início do versículo o “ele mesmo concedeu”? Em Mateus 22:29, Jesus diz: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.” e ainda em Marcos 12:24 “Respondeu-lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus?”
Defender portanto esta doutrina esdrúxula de que o pastor é o ungido do Senhor, e que é um ser inatacável, e intocável é induzir o irmão ao erro. Não defendo aqui a desobediência ou rebeldia contra o pastor. Não é esse o objetivo deste artigo, mas sim o de demonstrar que nós os cristãos devemos seguir o exemplo dos crentes de Beréia que conferiam se tudo que lhes estava sendo ensinado, se coadunava com os ensinos bíblicos.
A palavra de Deus nos ensina que qualquer um que comete erro é digno de repreensão. Paulo em sua carta aos Gálatas no capítulo 2:11-14 repreendeu a Pedro publicamente por estar se portando de maneira errada.”E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão. E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação. Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” O ensino bíblico coloca a todos em pé de igualdade. Ninguém é superior a ninguém. Jesus ensinou que aquele que quisesse ser o maior, fosse o menor.Não permitamos que teologias canhestras venham minar o nosso relacionamento com Deus, a igreja e nossos irmãos.
Todo pastor que anda consoante os ensinos neotestamentário é digno de honra bem como qualquer membro comum da igreja. Todos são dignos de honra. O membro não pode nem deve se colocar contra o pastor por discordar de algum pensamento seu, pois o pensar é livre e direito de todos. De igual modo o pastor não pode e nem deve perseguir o membro de sua congregação, chegando às vezes a expulsa-lo por discordar de um pensamento seu. Somos livres para tomar nossas decisões e libertos por Jesus para sermos realmente livres com o conhecimento da verdade.”E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”(Jo 8:32)
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Há que se ter bom senso, tolerância e acima de tudo amor uns com os outros.
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Em sua primeira carta aos Coríntios o apóstolo Paulo afirma:”AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.” O amor é a solução para toda sorte de problemas que enfrentamos nas nossas igrejas. O apóstolo Paulo em sua I carta aos Coríntios 13:13 diz:” Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.” Recomendo a leitura de todo o capítulo 13 desta carta com o firme desejo de que essa leitura surta efeito na vida de , todos nós.Certamente que este assunto não se esgota nestas poucas linhas, mas com certeza servirá para trazer um pouco de luz sobre o assunto. Assim espero!
E Deus me ajude que eu não seja excomungado pelo que escrevi!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Palavrão é correto?

Ai dos que chamam ao mal de bem, e ao bem, mal. Is. 5.20

Quando pequeno, era muito raro ouvir os chamados “palavrões”. Não que eu seja muito velho em idade, mas as pessoas nos últimos trinta anos parecem ter mudado em muito seus hábitos. Tratando-se de pessoas ditas “cristãs-evangélicas”, não era necessário dizer que ouvir um palavrão deste tipo de pessoa, era algo impossível. Porém os bons tempos se foram.
Hoje[1] é raro passar um dia de trabalho que não escutar um palavrão das pessoas com que convivo, mas o que realmente me deixa transtornado é que muitos palavrões surgem da boca dos chamados “santos” (Ef 1.4).
Em uma página da internet, foi solicitada a opinião dos internautas sobre a questão – Se falar palavrão é pecado, por que todo mundo fala?[2] Dentre as inúmeras respostas destacamos três: 1- “Pelo mesmo motivo que as pessoas roubam, matam, cometem adultério e etc. por que ninguém esta nem ai para isso e acredita que apenas indo a igreja ira resolver tudo”. 2-“O pecado está em ofender a sensibilidade alheia, é extremamente desagradável ouvir, por exemplo, que o cliente precisa de….. Pessoas que usam e mais que abusam deste tipo de palavreado, podem não perceber mais desagradam e desequilibram as outras pessoas.” 3-“Bem vindo ao mundo hipócrita dos cristãos!!! Onde você estava durante todo esse tempo??
Observando alguns sites na internet verifica-se que embora o palavrão esteja na “moda”, esta atitude parece ainda trazer muitos efeitos negativos. Na primeira argumentação, o autor que não sabemos se tratar de um religioso declara que os vários pecados cometidos pelas pessoas deste século, são atos normais e quase todas as pessoas que praticam, por irem à igreja, acreditam que se resolverão estes “probleminhas”. O comentarista declara uma verdade, e qual é? Que pessoas religiosas participando de seus rituais, cerimônias e doutrinas, acreditam que no fim – Deus dará um jeitinho para que todos consigam sua entrada no céu. Muitos evangélicos que não são transformados pelo Espírito Santo (logicamente) cometem adultérios, outros roubam (quem sabe uma caneta), e acreditam que pedindo perdão a Deus e “arrependendo-se” de seus atos, e praticando alguns rituais religiosos, Deus os aceitará, afinal, Deus é amor!
Na segunda argumentação, o comentarista declara que o “palavrão” ofende a sensibilidade alheia, é desagradável, e desequilibra as outras pessoas. Concordo plenamente, pois analise a seguinte cena: Você vai em uma pizzaria e sentasse com sua família para degustar uma maravilhosa redonda. Alguns jovens estão em uma mesa próxima a sua, e de repente, aquelas pessoas começam a proferir variados palavrões. Como você se sentiria, bem ou mal? Se você já passou por esta situação – como eu – certamente verificou que os palavrões, embora estejam na moda, ofende a sensibilidade alheia, e você tomaria pelo menos uma entre três atitudes: 1- Iria embora; 2- Mudaria de lugar; 3- Tentaria convencer aquelas pessoas para parar com tal atitude, o que seria bem perigoso em nossos dias.
Os palavrões de fato – ofendem, desequilibram e desagradam muitas pessoas. Mas na terceira argumentação do autor, observasse o maior estrago que os palavrões produzem: A hipocrisia latente de incontáveis cristãos. Jesus por algumas vezes chamou os religiosos de sua época de – Hipócritas – que segundo o Dicionário Aurélio seria: Adj. e s.m. e s.f. Que tem hipocrisia. / Que denota hipocrisia; falso; fingido: um ar hipócrita. (Antôn.: franco, leal.). Jesus chamou algumas pessoas de falsos ou fingidos e será que Jesus pecou ou errou, proferindo estas palavras aos judeus de sua época? Ou seria falta de amor de Jesus chamar algumas pessoas religiosas de seu tempo de raças de víboras e filhos do Diabo? (Mt 12.34; Jo 8.44). Não! Jesus nunca pecou (Jo 8.46), não errou e não praticou falta de amor, quando exortou seus compatriotas religiosos de que suas palavras e suas atitudes entravam diretamente em confronto com uma vida santa e agradável diante de Deus (1Pe 1.15,16).
Nestas passagens e outras do Novo Testamento não vemos Jesus ou mesmo seus discípulos xingando alguém ou falando algum “palavrão” de sua época. Ao contrário as Escrituras relatam de que em Jesus nunca foi encontrado algum pecado (Jo 8.46), e esta é a mesma atitude que deve transparecer daqueles que o seguem: “…Foram comprados dentre os homens e ofertados como primicias a Deus e ao Cordeiro. Mentira nenhuma foi encontrada em suas bocas, são imaculados” (Ap 14.4,5).
O fato de Jesus ter que exortar duramente aqueles religiosos de sua época, confirma seu amor por eles, tentando de todas as formas, mesmo que não agradasse a muitos, levar alguns ao arrependimento (Mc 1.15). Em nome da tolerância e de um “falso amor”, aceitamos passivamente os pecados de muitos cristãos-evangélicos de nossos dias como algo normal, entretanto, ao fazermos isto, estamos permitindo que permaneçam no erro e apresentando uma grande falta de amor verdadeiro por eles, pois pensam estar no caminho e se desviam dele (Hb 3.13). Enquanto isto a sociedade observa e diz: “Bem vindo ao mundo hipócrita dos cristãos!!!. Aqueles que não conhecem o Deus Bíblico e a verdade do evangelho nos observam e estão percebendo que uma boa parte dos ditos cristãos estão praticando o que eles praticam, e sendo assim chamam os cristãos, de hipócritas. Estariam blasfemando, falando demais ou estariam sendo usados pelo capeta? Por mais que andemos na verdade da Palavra de Deus, sempre o homem sem Deus fará seus comentários pejorativos, entretanto, não estão equivocados quando tecem comentários das atitudes de milhares de cristãos-evangélicos de nossos dias. Certa vez trabalhando na rua e estando acompanhado de dois colegas de trabalho que também são crentes, um deles dirigiu a palavra a minha pessoa da seguinte forma: “Não vamos falar palavrão pois o Marcos não gosta”. Eu respondi dizendo que não era eu que não gostava e sim a Palavra de Deus é que reprova tal atitude pecaminosa (Pv 12.18; Pv 21.23; Lc 6.45; Rm 3.14; Ef. 4.29; Col. 3.8; Tg 1.26; 3.5,6,8,9; I Pedro 3.10; AP 14.4,5).
Muitos dos crentes estariam vivendo uma fé conformada com os rudimentos do mundo? A Bíblia nos alerta que não devemos nos conformar com o estilo de vida do mundo (Rm 12.2), mas que devemos prestar nosso culto diante dos homens, pois este é nosso culto racional, e não somente em nossos templos. Parece que aquelas palavras de Jesus não tem mais validade para muitos crentes de nossos dias: “Vós sois o sal da terra e a luz do mundo… Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as usas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que esta nos céus”(Mt 5.13-16). As palavras do saudoso Dr Martyn Lloyd-Jones são bem atuais:
Os homens reconheceriam que o cristianismo é uma realidade viva; e não ficariam mais a procurar por alguma outra coisa. Diriam: “Achei!” Além disso, se você lesse a Historia da Igreja verificaria que sempre foi nos períodos em que os crentes – homens e mulheres – tomaram a sério o Sermão do Monte, deixando-se amoldar por ele, que surgiu verdadeiro reavivamento. E quando o mundo vê um individuo que é crente autêntico, não somente se sente condenado, mas também impelido e atraído. [4]
Quando um crente se preocupa com seu testemunho diante dos homens e procura agradar a Deus com seu culto diário, diante dos homens, não somente adorando a Deus dentro de um templo, mas se conscientizando que é o Templo do Espírito Santo e deve constantemente adorá-lo, as coisas mudam radicalmente (1Cor. 6.18-20). As pessoas que nos observam não poderão nos acusar de que falamos palavrões, de que compartilhamos suas piadas sujas, de seus olhares cheios de lascívias e de toda sorte de pecados. E somente assim serão atraídos ao evangelho e se sentiram verdadeiramente, perdidos (Mt 5.13-16).

Devemos ser honestos e fazermos algumas perguntas a nós mesmos: 1- Tenho glorificado a Deus com meus lábios? 2- Quando estou na faculdade, ou no meu trabalho e falo palavrões, consigo pregar e ministrar a Palavra de Deus com a consciência tranqüila diante da Igreja? 3- Quando estou reunido com os irmãos em Cristo em reuniões de minha igreja, eu não falo palavrões, entretanto, quando estou na vida secular meu linguajar muda, e falo palavrões constantemente?

Se uma das vozes de Deus em sua vida o acusa e você percebe que em muito se parece com aqueles que não conhecem a Deus, principalmente com a maneira de você falar, o convido a mudar de vida, abandonando os palavrões e procurando em tudo agradar o Deus Santo e verdadeiro (Ap 22.11).

Notas

[1] Ano 2011

[2] http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20111028142535AAXpfau – acesso 6/12/11

[3] Hipócritas: Mt 6.2,5,16 – 7.15;15.7;16.3;22.18;23.13;Lc 13.15

[4] Jones- D. Martyn Lloyd. Estudos no Sermão do Monte, Fiel, 1984, pg 18. (Grifo meu)
Fonte: NAPEC - Apologética Cristã