sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cantora presa por dois anos em contêiner de metal vem ao Brasil

A cantora gospel eritreia Helen Berhane que foi presa e passou por diversas sessões de torturas na Eritréia, estará entre os dias 20 e 23 no Brasil a convite da organização Portas Abertas Brasil para relatar todas as atrocidades que enfrentou e para alertar a população brasileira sobre a realidade de seu país.
Presa, por negar-se a recusar Jesus como Senhor, ele passou por diversas prisões sendo a ultima em um contêiner de metal, onde por dois anos foi submetida a diversas sessões de torturas. na prisão militar de Mai Serwa, na Eritreia.
Sempre ativa e preocupada com o desenvolvimento de seu país, a cantora gospel Helen Berhane acreditava na liberdade religiosa que se achava garantida pela nova Constituição da Eritreia, país que se tornou oficialmente independente em 1993.
Apesar do confinamento desumano, uma vez que a temperatura dentro de um contêiner no deserto é sufocante durante o dia e extremamente fria durante a noite, ela manteve-se ativa e firme em suas convicções pessoais. Isso lhe rendeu várias agressões, até que a pior delas fez com que ela fosse levada a um hospital, depois que os guardas a consideraram como morta.
Segundo Helen em seu livro Canção da Liberdade, publicado neste mês de outubro pela Editora Vida, ela, de maneira milagrosa, conseguiu embarcar para o Sudão, já que não tinha condições físicas de tentar fugir pela fronteira devido aos ferimentos na perna causados pelas torturas físicas a que foi submetida.
Helen e a filha, Eva, receberam asilo político na Dinamarca. Hoje, recuperada de sua frágil saúde, Helen arranjou um emprego, casou-se e continua pregando e cantando em países onde não há restrição ao cristianismo. Por todos os lugares que passa, Helen relata as experiências vividas e a forma como o governo da Eritreia lida com os prisioneiros de consciência.
Realidade
Acredita-se que cerca de 3 mil prisioneiros ainda vivam nessas condições. Calcula-se que 2 mil deles sejam cristãos.
Vinda ao Brasil
Entre os dias 20 e 23, haverá atividades no Parque da Aclimação, em São Paulo, para toda a sociedade como a exposição da realidade vivida pelos cristãos eritreus por meio de um contêiner marítimo no local, apresentação de filmes, gravação de vídeos e um relógio de oração para todos aqueles que querem fazer suas preces em favor dos prisioneiros de consciência eritreus. Muitos deles sequer sabem o motivo de estarem presos naquele local e a maioria, ainda é de cristãos que não aceitam negar sua fé em Jesus Cristo.
No dia 22 de outubro, sábado, às 10h, na Concha Acústica do Parque da Aclimação, em São Paulo,haverá um show com a cantora.

Maria Catherine FILHA DE ALINE BARROS

Aline Barros postou, nesta quinta-feira, 13, em sua página no Twitter uma foto sua com a filha recém-nascida. "Estou celebrando muito, minha filha é uma bênção de Deus e muito linda, Maria Catherine nos te amamos!", escreveu a cantora em sua página no microblog.

MINHA FAMÍLIA SERVINDO AO SENHOR.












VISITAS DO DIA 01 DE ABRIL DE 2011 ATÉ HOJE.



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E DISSE DEUS: “NÃO PONHAM PALAVRAS NA MINHA BOCA!”

Por Pr. Marcello Matias
Nosso país – que é um Estado Democrático de Direito – é regido por sua Constituição Federal – sua carta magna – que traz em seu cabedal o conjunto de regras e parâmetros que devem reger e proteger os direitos e deveres da nação brasileira.
Contudo, acho que nunca vi um documento tão importante e com tantos “remendos” quanto a nossa CF. Desde a Assembleia Constituinte de 88 para cá, muitas e muitas emendas foram feitas na nossa Constituição. Na minha visão, ela se torna, desse ponto de vista, uma imensa colcha de retalhos.
Estou usando o exemplo desse tão importante documento da nação, porque para mim, a Bíblia – nossa regra de fé e prática – a Palavra de Deus, tem sofrido tentativas de “Emendas” por muitos.
Quantas baboseiras ouvimos, quantas bizarrices vemos, quantas heresias tem surgido, tudo isso em “nome de Deus”! Em Jeremias 29:9, bem como em outros textos, Deus demonstra claramente sua indignação quando alguém diz em Seu Nome o que Ele na verdade não disse.
E isso na verdade não vem de hoje, começou lá no Gênesis. Lembra-se de Adão e Eva? Pois é. Um dos fatores que contribuíram para que caíssem foi justamente o fato de darem ouvidos a distorção feita pelo diabo daquilo que Deus disse anteriormente.
É como se Deus gritasse: “Ei, não ponham palavras na minha boca!” E de fato, ainda hoje, alias principalmente hoje existem inúmeros hereges se levantando como profetas e dizendo coisas que Deus não disse. Fazendo promessas que Deus não fez.
É por isso que Paulo, muito tempo depois de Jeremias diz: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Gal. 1:8
Precisamos ter muito cuidado. A iluminação do Espírito Santo nunca é separada da Revelação de Deus. Em outras Palavras, o Espírito Santo nunca vai te mostrar uma ideia fora da realidade bíblica ou que distorça a mesma. Quem prega, o faz iluminado pelo Espírito de Deus em total harmonia com a Sua Palavra.
É por isso que a Igreja de Beréia tinha a preocupação de conferir tudo aquilo que os apóstolos lhes ensinavam na Bíblia.
A Bíblia não aceita Emendas. É a Revelação Final de Deus, não precisa de mais nada, além daquilo que a mesma já traz. Não é uma colcha de retalhos. É inerrante e perfeita. É atual e moderna.
Que Deus tenha misericórdia de tantos que, nos dias de hoje, tem ensinado e profetizado aquilo que Ele mesmo nunca mandou – dizendo e profetizando aquilo que distorce e fere a Palavra.

Igrejas Cheias... Relacionamentos Vazios

Por Cleusa de S. Klein
Eu já participei de igreja cujo rol de membros ultrapassava os dois mil. Em outras tão pequenas que não chegava a trinta, onde a maioria pertencia à mesma família. Grande diferença. Cada irmão é conhecido e chamado pelo nome. E o abraço então, aconchegante, amistoso e caloroso. Enquanto isso nas igrejas agigantadas, equipes trabalham por turno e a maioria dos membros mal se conhece. O contato é superficial, pessoas viram números e o velho e essencial acolhimento que começaria “dentro de casa” acaba se perdendo em meio a outras novidades. A preocupação é atender e impressionar bem aos que vem de fora. Enquanto isso, no interior dos grupos, quanta gente sofrendo de solidão... Minguando afetivamente!
Tenho grande preocupação em avaliar como tem sido a nossa relação com demais pessoas de dentro da família de Cristo, no cotidiano e no institucional. Conseguimos perceber o olhar mais triste nesse ou naquele dia? Quando estes (as) desaparecem por algum tempo, o nosso primeiro pensamento é de censura ou preocupação? Passa pela nossa cabeça que possam estar atravessando uma fase difícil e, em caso afirmativo, nos mobilizamos para ampará-los? Aos que retornam após um período de ausência, a manifestação tem sido de acolhimento e alegria ou de cobrança?
Ah, as tais cobranças... Das piadinhas sarcásticas e olhares enviesados ao dedo em riste, vale tudo para manter o “bom andamento das atividades, em nome de Jesus”... Porém, vale a pena pensar se tem sido oferecido afeto, compreensão e solidariedade de acordo o que se cobra.
Muitas denominações se deixam favorecer por regras e dogmas que inibem a espontaneidade e a afetividade entre os trabalhadores da Seara de Cristo. Diversos grupos acabam resvalando para o extremismo. Antes, durante e depois das reuniões ignora-se que onde não há espaço para diálogo e autenticidade não pode haver uma relação saudável e verdadeira. Assim, vestindo a armadura do formalismo que afasta - em lugar da naturalidade que aproxima - temos nos tornado indiferentes. Sem perceber que estamos uns com os outros e não apenas passando uns pelos outros.
A preocupação em ser impecável sobrepõe-se então ao importar-se com. É que andamos muito ocupados em ser perfeitos. Ser perfeito como nosso Pai que está nos céus está longe da pretensa santidade que ainda estamos longe de possuir... Quanta ilusão! Louvo a Deus pela sua indizível graça e misericórdia por nós pecadores, adotados por ele, salvos por Jesus, nosso grande mediador.
Acontece de um irmão procurar ajuda, lá vem o julgamento implacável implícito na “velha e decorada receitinha”: Oração e vigilância... Com direito, é claro, a sorrisinho paternalista e tapinha nas costas. Dali cada qual pro seu lado e a cômoda sensação de dever cumprido, sem que tenhamos, entretanto, caminhado um milímetro sequer em direção às reais necessidades do outro. Sem contar que, numa quase ditadura como critério de “promoção” a trabalhador cristão, raros são os que têm coragem de expor suas dificuldades, por mais que estejam passando o pão que o diabo amassou. Afinal, um cristão não pode estar sujeito aos problemas existenciais inerentes aos “mortais”, como stress, depressão, frustração amorosa ou qualquer outro tipo de sentimentos. Daí o receio de se abrir, pois mostrar alguma fragilidade pode significar perda de credibilidade nas bênçãos de Deus, estar em pecado e até mesmo falta de conversão. Outras vezes pode render o estigma indigesto de endemoninhado.
Some-se a tudo isso o fato que, embora se dizendo crentes em Jesus, a maioria das igrejas tem vivido na prática como bons materialistas.
Interagindo numa sociedade altamente competitiva, tem sido sutilmente seduzidos pelo supérfluo, em detrimento do essencial. As palavras de Jesus nos induz a buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, objetivo primordial da vida do cristão. O sucesso profissional, social e financeiro, que inclui produzir, consumir (desde títulos acadêmicos e profissionais a bens materiais) nos seriam acrescentados. Mas ser “bem sucedido” dá muito trabalho. Os inúmeros cursos, viagens e horas extras à noite, fins de semana e feriados, somados à necessidade exacerbada de ter, tomam-nos muito tempo. Então os compromissos com o reino deixam de ser prioridade. Vão sendo adiados ou passados para terceiros pela metade, encaixados nas sobras de tempo que restam de tudo o que é material e “urgente.” Passa-se a ser membro do corpo quando dá... Só pra bater o ponto... E de preferência sem hora marcada. Nem bem acabou o “amém” as pessoas já saem apressadas para “levar ou buscar Fulana e Beltrano não sei onde”... Ou para compromissos que poderiam tranquilamente ser agendados em outra data.
Sabemos que quanto mais superficial a convivência, mais frieza nas relações. Passamos então a nos esbarrar não como irmãos, mas como meros colegas, como num circulo de relações à parte, onde dificilmente há lugar para os companheiros de ideal.
Dentro do preciosismo doutrinário e do igrejismo teremos perdido a sensibilidade, o prazer de estarmos juntos, os laços de amizade que extrapolavam os muros da igreja? Em que lugar do tempo foi parar as gostosas confraternizações, os agradáveis bate-papos após as atividades... A amizade parceira e edificante, o olhar atento que detectava quando esse ou aquele amigo não estava bem. Onde foi que perdemos o interesse verdadeiro pelo bem-estar uns dos outros?... Talvez seja mais fácil culpar alguém. Isso faz parte de nossa síndrome Adâmica. Precisamos responder honestamente a essas perguntas, mas uma coisa é inegável: Coragem é questão de fé, e tempo é questão de organização e prioridade.
Trazemos as pessoas para nossa congregação e por fim as deixamos abandonadas nos bancos de nossas igrejas. E são tantos os irmãos que reclamam atenção especial... Amigos e companheiros solitários para os quais os fins de semana são intermináveis e que, se acolhidos, com certeza se sentiriam muito melhor!... Companheiros em processos de reabilitação, a recomeçar em difíceis períodos de crise existencial, para os quais faria toda a diferença uma conversa amorosa, a presença amiga naquele momento ou a visita surpresa de aniversário. Celebrar gente é trabalhar a autoestima individual e coletiva. Quando as pessoas se sentem valorizadas, quando são envolvidas em ambiente de carinho, alegria e leveza, todo o grupo se torna mais harmônico, feliz e produtivo.
Eu me pergunto: Os tempos mudaram tanto assim... Ou as pessoas fizeram questão de mudar? “Amai-vos uns aos outros como a ti mesmo” A construção da frase sinaliza, clara e pedagogicamente, para a ação prioritária. Já temos teoria de sobra. Precisamos urgentemente aplicá-la no cotidiano das relações. É avaliar com honestidade até que ponto ser impecável, indispensável e PHD, tem sido mais importante do que ser irmão.
Repensemos. Continuar a brincar de ser cristão alimentando a distância entre o discurso e a pratica, é um enorme desserviço ao nosso próprio crescimento e felicidade. A Bíblia tem nos alertado sobre atos farisaicos... Para nossa sorte, em casos de pobreza e vulnerabilidade espiritual a Misericórdia Divina nunca nega o perdão e o abrigo quando é suplicado.
Em João 15: 14 lemos que: “Sereis meus amigos se fizerdes o que eu vos mando”. Neste momento é imperioso resgatar a nossa identidade de seguidores sinceros de Jesus, buscando interagir com sinceridade e companheirismo. Como distribuir aos que chegam o afeto, o aconchego e a tolerância quando não conseguimos construir entre nós, irmãos em Cristo Jesus?

No Amor de Cristo

Cleusa de S. Klein

O QUE A BIBLIA NÃO FALA MAS OS PASTORES SIM

Por Daniel Clós Cesar
Há alguns anos, fui convidado por um pastor, e participei de um evento para jovens e adolescentes em uma igreja evangélica aqui de minha cidade. O objetivo do presbitério da instituição era ensinar a sã doutrina conforme a Palavra, sem nenhuma idéia humana ali embutida. Ora, isso era o mesmo que pensavam ser possível os historiadores da Escola Metódica ou Positivista, eles morreram acreditando serem totalmente imparciais, isso porque não leram seus próprios textos 50 anos depois. Ora, quem pode ser totalmente imparcial? Se você é a favor da pena de morte não será um discurso que lhe fará mudar de opinião, pessoalmente, acredito que apenas uma transformação gerado no Espírito Santo te fará pensar de outra forma. O mesmo digo dos “idolatradores” da Teologia da Prosperidade, só o Espírito Santo para fazer uma obra na vida deles e os transformar, ou alguém acredita que por tanto gritar eles vão acordar? Somente quem tem ouvidos ouve.
Pois bem, alguns pastores e líderes sentados no meio de um grupo de aproximadamente 50 jovens e adolescentes, ávidos por questionarem tudo aquilo que desejam fazer mas têm medo de que sejam disciplinados por tal atitude, ainda que a tal denominação, como tantas outras, diga não ter doutrinas senão as bíblicas.
Entre as primeiras perguntas, escritas em um papel, afinal ninguém quer mostrar a cara quando se tem 16 anos e não é filho de pastor ou levita, veio a seguinte: “Jesus era tatuado, posso fazer uma tatuagem?”
A gente já sabe de onde o rapaz ou moça tirou a idéia de que Jesus é tatuado (Ap 19.16), e não vou entrar aqui no detalhe se Jesus é ou não tatuado, eu tenho tatuagem e fiz depois de muitos anos de convertido, mas não aconselharia ninguém a fazer uma, você pode se arrepender mais tarde, então, mantenha a pele limpa até ter certeza de alguma coisa... mas voltando ao Jesus tatuado e se eu posso ou não fazer a resposta dos pastores foi, entre outras coisas: “tatuagem tem um simbolismo perverso, é usada por pessoas de gangues e promiscuas, não por alguém que já teve um encontro com Deus etc...” por fim a mesma bobagem de sempre: “a Bíblia diz que não se deve marcar o corpo”.
Também sabemos de onde vem essa pérola, e aqueles que lêem a Palavra sabem que ela está incompleta. A Palavra diz em Lv 19.28, que “não golpeareis o corpo nem o marcareis pelos mortos”... hum mudou muito... mas não quero parar aqui, não quero me deter nas coisas pequenas, quero ir para o macro, para ver se assim, os legalistas conseguem abrir seus olhos. Neste mesmo capítulo de Levítico, a lei mosaica também proíbe o consumo de sangue animal, o corte arredondado do cabelo, o se vestir com roupas de diferentes malhas (ex: algodão e lã), manda guardar o sábado e por fim intruí quanto à prática do sacrifício de carneiros.
O que aconteceu que apenas um pedaço da lei foi mantido e o restante foi “detonado”? Moisés não ouviu direito o que Deus lhe disse e escreveu coisas além do necessário? Não servem mais?
Pergunta vai, resposta vem, surge o piercing... Ah o piercing... a resposta foi das melhores, vai bem a calhar com o fim da novela das 8 da Globo. “Essa é uma prática indiana em homenagem a ídolos, representa sensualidade e é demoníaca. Um cristão não pode ficar copiando esse tipo de coisa”. Aí resolvi participar, apesar de ser convidado. Fiz então a seguinte colocação e pergunta:

“Pastor, mas quando Eliezer encontra Rebecca ele lhe põe um pendente no nariz. Se lermos em Êxodo, vamos ver que as mulheres hebréias doaram seus pendentes de nariz para os utensílios do templo. Não poderíamos nós então pensar no “significado” do pendente para os judeus e não para os indianos?”
Antes da resposta ouvi: “De que igreja você é mesmo?” Depois de responder ouvi um solene: “Porque motivo seguiríamos a lei? Haviam outros povos andando com os judeus no deserto, certamente era desses outros povos, que não eram de Deus, os pendentes”.
Contraditório? Não, absurdamente insano, mundano e perverso esse tipo de pensamento. Um pensamento que só deseja cativar de forma violenta pessoas que vão ali em busca de água, e o que recebem para beber? Vinagre?
O mesmo aconteceu comigo aí já em outro lugar quando questionei uma festa à fantasia organizada por membros da minha igreja há vários anos atrás. Até porque essas mesmas idéias de “significados” rolam por lá. Discuti o fato de festas à fantasia estarem na origem das festas carnavalescas, nas orgias e outros tipos de eventos profanos desde a Antigüidade, e falo com a propriedade de um professor de História com estudos na área de História Antiga Clássica, e encontramos tanto na literatura tradicional como na hoje disposta na internet, uma vasta bibliografia à respeito.
O que ouvi foi: “Não podemos levar tudo tão à sério assim não”.
Ora, que tipo de cristianismo estamos vivendo? Um cristianismo arbitrário que escolhe aquilo que é bom e aquilo que é ruim conforme a moda, que diz não ao incenso mas diz sim ao mantra “gospelizado”, que diz não a música secular mas sim aos filmes seculares que usam essas mesmas músicas como tema? Aí quando queremos incorporar uma nova mania espiritualizamos tudo e dizemos: “Vamos resgatar o que o diabo nos tomou, e agora vamos fazer isso ou aquilo”.
A hipocrisia já atingiu faz muito tempo o ápice dentro da igreja instituição. Que a cada momento “resgata” alguma coisa das mãos do diabo. “Resgataram” o rock e o tornaram espiritual, “resgataram” a dança e a tornaram profética, “resgataram” a guitarra e a tornaram ungida, “resgataram” as festas à fantasia e tornaram momento de comunhão... só esqueceram de resgatar o homem e dar-lhe a chance de ser chamado, Filho de Deus.

A Dolorosa Lição de Aprender a ter Gozo

Por John Piper
Servir a Deus não é o mesmo que servir a qualquer outra pessoa. Deus é extremamente zeloso de que entendamos e gozemos isso. Por exemplo, Ele nos manda: "Servi ao SENHOR com alegria" (SI 100.2). Existe uma razão para essa alegria. A razão é apresentada em Atos 17.25: "[Deus não] é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais". Servimos a Deus com alegria porque não carregamos o fardo de satisfazer as necessidades dEle. Pelo contrário, nos regozijamos em um serviço no qual Ele satisfaz nossas necessidades.
O salmista compara este servir com a dependência de um servo para com o seu gracioso senhor: "Como os olhos dos servos estão fitos nas mãos dos seus senhores, e os olhos da serva, na mão de sua senhora, assim os nossos olhos estão fitos no SENHOR, nosso Deus, até que se compadeça de nós" (SI 123.2). Servir a Deus sempre implica receber graça de Deus.
Em 2 Crônicas 12, encontramos uma história que revela quão zeloso Deus se mostra em que recebamos graça e nos gloriemos nela. Roboão, o filho de Salomão, que governava no reino do Sul, depois da revolta das dez tribos, "deixou a lei do SENHOR" (V. 1). Escolheu não servir ao Senhor e prestar serviço a outros deuses e a outros reinos. Como julgamento, Deus enviou a Sisaque, rei do Egito, contra Roboão, com mil e duzentos carros e sessenta mil cavaleiros (v. 3).
Em sua misericórdia, Deus enviou o profeta Semaías com esta mensagem: "Assim diz o SENHOR: Vós me deixastes a mim, pelo que eu também vos deixei em poder de Sisaque" (v. 5). O resultado feliz desta mensagem foi que Roboão e seus príncipes se humilharam, em arrependimento, e disseram: "O SENHOR é justo" (v. 6).
Quando viu que eles se humilharam, o Senhor disse: "Humilharam-se, não os destruirei; antes, em breve lhes darei socorro, para que o meu furor não se derrame sobre Jerusalém, por intermédio de Sisaque" (v. 7). E, como disciplina para eles, o Senhor acrescentou: "Serão seus servos, para que conheçam a diferença entre a minha servidão e a servidão dos reinos da terra" (v. 8).
E assim aconteceu.
Deus é zeloso de que conheçamos a dife¬rença entre o servir a Ele e o servir a qualquer outra pessoa. A lição que Roboão e seus príncipes tiveram de aprender foi a de que servir a Deus é uma realização alegre ou, como Jesus disse, um fardo leve e um jugo suave (Mt 11.30). Disto podemos aprender, como afirmou Jeremy Taylor, que Deus ameaça coisas terríveis, se não queremos ser felizes. Foi isso que Moisés disse em Deuteronômio 28.47-48: "Porquanto não serviste ao SENHOR, teu Deus, com alegria e bondade de coração... servirás aos inimigos que o SENHOR enviará contra ti".
A verdade é clara: servir a Deus é receber, é ser abençoado, é ter gozo e benefício. Essa é a razão por que sou tão zeloso em dizer que, em nossa igreja, a adoração aos domingos e a adoração por meio da obediência diária não são um dar para Deus, e sim um receber de Deus.
Acautele-se de servir a Deus de um modo que O torna parecido com os deuses das nações. Que todo o nosso servir seja realizado na força que Ele supre (1 Pe 4.11

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Hipocrisia dos Falsos Líderes

Espíritos sedutores (1Tm 4.1-3). Paulo está se referindo a profetas ou mestres, aplicando-lhes esse título porque se vangloriavam de possuir o Espírito, e ao procederem assim estavam causando impressão sobre o povo. Em geral, é deveras verdade que todas as classes de pessoas falam da inspiração de um espírito, mas não o mesmo espírito que inspira a todos. Pois às vezes Satanás passa por espírito mentiroso na boca dos falsos profetas, com o fim de iludir os incrédulos que merecem ser enganados [1 Rs 22.21-23]. Mas todos quantos atribuem a Cristo a devida honra falam pelo Espírito de Deus, no dizer de Paulo [1 Co 12.3]. Esse modo de expressar-se teve sua origem na reivindicação feita pelos servos de Deus, a saber, que todos os seus pronunciamentos públicos lhes vieram por revelação do Espírito; e, visto que eram os instrumentos do Espírito, lhes foi atribuído o nome do Espírito. Mais tarde, porém, os ministros de Satanás, através de uma falsa imitação, como fazem os símios, começaram a fazer a mesma reivindicação em seu favor, e da mesma forma falsamente assumiram o mesmo nome. Eis a razão por que João diz: "provai os espíritos, se realmente procedem de Deus" [1 Jo 4.1].
Além do mais, Paulo explica o que quis dizer, acrescentando: e doutrinas de demônios, o que eqüivale dizer: "atentando para os falsos profetas e suas doutrinas diabólicas". Uma vez mais digamos que isso não constitui um erro de somenos importância ou algo que deva ser dissimulado, quando as consciências dos homens são constrangidas por invenções humanas, ao mesmo tempo que o culto divino é pervertido.
Pela hipocrisia, falam mentiras. Se esta frase for considerada como uma referência aos demônios, então falar mentiras será uma referência aos seres humanos que falam falsamente pela inspiração do diabo. Mas é possível substituí-la por: "através da hipocrisia dos homens que falam mentiras". Evocando um exemplo particular, ele diz que falam mentiras hipocritamente, e são marcados com ferretes em sua consciência. E devemos observar que essas duas coisas se relacionam intimamente, e que a primeira flui da segunda. As más consciências que são marcadas com o ferrete de seus maus feitos lançam mão da hipocrisia como um refúgio seguro, a saber, engendram pretensões hipócritas com o fim de embaralhar os olhos de Deus. Aliás, esse é o mesmo expediente usado por aqueles que tentam agradar a Deus com ilusórias observâncias externas.
E assim, a palavra hipocrisia deve ser entendida em relação ao presente contexto. Ela deve ser considerada primeiramente em relação à doutrina, e significando que gênero de doutrina é esse que substitui o culto espiritual de Deus por gesticulações corporais, e assim adultera sua genuína pureza, e então inclui todos os métodos inventados pelos homens para apaziguar a Deus ou obter seu favor. Seu significado pode ser assim sumariado: em primeiro lugar, que todos os que introduzem uma santidade forjada estão agindo em imitação ao diabo, porquanto Deus jamais é adorado corretamente através de meros ritos externos. Os verdadeiros adoradores "o adorarão em espírito e em verdade" [Jo 4.24]. E, em segundo lugar, que esse culto externo é uma medicina inútil por meio da qual os hipócritas tentam mitigar suas dores, ou, melhor, um curativo sob o qual as más consciências ocultam suas feridas sem qualquer valia, a não ser para agravar ainda mais sua própria ruína.
Proibindo o matrimônio. Havendo descrito a falsa doutrinação em termos gerais, ele agora toma nota de dois exemplos específicos dela - a proibição do matrimônio e de certos alimentos. Tal atitude tem sua origem na hipocrisia que abandona a genuína santidade e então sai em busca de algo mais à guisa de dissimulação. Pois aqueles que não se abstêm da soberba, do ódio, da avareza, da crueldade e de coisas afins, tentam adquirir justiça por seus próprios esforços, abstendo-se daquelas coisas que Deus deixou para o nosso livre uso. A única razão por que as consciências são sobrecarregadas por tais leis é porque a perfeição está sendo buscada à parte da lei de Deus. Isso é feito pelos hipócritas que, procurando transgredir impunemente aquela justiça interior que alei requer, tentando ocultar sua perversidade interior por meio de observâncias externas, com as quais se encobrem como com véus.
Isso se constituía numa clara profecia do perigo que não seria difícil de se observar, se os homens atentassem para o Espírito Santo que fez registrar uma advertência tão distinta. Não obstante, percebemos que as trevas de Satanás geralmente prevaleciam, de tal sorte que a clara luz dessa perfeita e memorável predição não deixou de cumprir-se. Não muito depois da morte dos apóstolos levantaram-se os encratitas ~ que derivaram seu nome do termo grego, continência —, os tacianistas*, os catarístas, Montanocom sua seita e finalmente os maniqueus, que sentiam extrema aversão por carne como alimento e pelo matrimônio, e condenavam a ambos como sendo profanos. Ainda que tenham sido repudiados pela Igreja em razão de sua arrogância em pretenderem obrigar os demais a sujeitarem-se a seus pontos de vista, não obstante tornou-se evidente que, mesmo aqueles que os resistiram, cederam aos seus erros mais do que lhes era conveniente. Esses de quem estou falando agora não tiveram intenção de impor uma nova lei aos cristãos, contudo atribuíam mais importância a observâncias supersticiosas, como abstinência do matrimônio e de carne como alimento. Tal é a característica do mundo, sempre imaginando que Deus pode ser cultuado de uma forma carnal, como se ele mesmo fosse carnal. A situação se tornava gradualmente pior, até que um estado de tirania se fez prevalecente, ao ponto de o matrimônio não mais ser lícito aos sacerdotes ou monges, ou que em todos ou em certos dias não comerem carne. Por conseguinte, temos boas razões para hoje crer que essa profecia se aplica aos papistas, visto que obrigam o celibato e a abstinência de alimentos mais rigorosamente do que a obediência a qualquer dos mandamentos de Deus. Acreditam que podem escapar da acusação de torcer as palavras de Paulo, fazendo-as aplicar-se aos tacianistas, aos maniqueus ou a grupos afins, como se os tacianistas não pudessem tê-la evitado da mesma forma, voltando as censuras de Paulo contra os catafrinenses e contra Montano, o autor dessa seita; ou como se os catafrinenses não pudessem facilmente fazê-la retroceder contra os encratistas como culpados em seu lugar. Aqui, porém, Paulo não está preocupado com pessoas, e, sim, com os pontos de vista que elas defendiam; e mesmo que surgisse uma centena de seitas diferentes, todas elas laborando sob a mesma hipocrisia em exigir a abstinência de alimentos, todas estariam incorrendo na mesma condenação.
Portanto, debalde se faz que os papistas evoquem os antigos hereges como sendo eles os únicos alvos da condenação paulina. E mister que vejamos bem se porventura não são igualmente culpados. Alegam que são distintos dos encratistas e maniqueus, porquanto não proíbem de forma absoluta o matrimônio e alimentos, senão que obrigam a abstinência de carne somente em certos dias, e exigem um voto de celibato somente aos monges, sacerdotes e freiras. Mas essa é uma desculpa completamente frívola, porquanto fazem a santidade consistir dessas coisas e estabelecem um culto a Deus falso e espúrio, bem como escravizam as consciências humanas com uma compulsão da qual devem estar totalmente livres.
No quinto livro de Eusébio há um fragmento dos escritos de Apolônio no qual, entre outras coisas, repreende Montano por ser o primeiro a dissolver o matrimônio e a estabelecer regras para o jejum. Ele não diz que Montano proibisse universalmente o matrimônio ou certos alimentos. É suficiente impor às consciências humanas uma obrigação de se fazer essas coisas e cultuar a Deus através de sua observância. Proibir coisas que são de livre uso, seja em termos universais, seja em casos especiais, é sempre uma tirania diabólica. Mas isso se tornará ainda mais óbvio à medida que certos tipos de alimentos aparecerem na próxima cláusula.
Os quais Deus criou. É mister que notemos bem a razão apresentada por que devemos viver contentes com a liberdade que Deus nos concedeu no uso dos alimentos. E porque Deus os criou para esse fim. Eles proporcionam o maior contentamento a todos os piedosos, por saberem que todos os tipos de alimentos que comem lhes são postos nas mãos pelo Senhor, para que desfrutem deles de modo puro e legítimo. Como é possível que os homens excluam o que Deus graciosamente concedeu? Podem, porventura, criar alimentos? Ou podem, porventura, invalidar a criação de Deus? Lembremo-nos sempre de que Aquele que criou é também o mesmo que nos faz desfrutar de sua criação, e é debalde que os homens tentem proibir o que Deus criou para o nosso uso.

Deus criou o alimento para ser recebido, ou seja, para o nosso usufruto. Ele, porém, acrescenta: com ações de graças, pois o único pagamento com que podemos retribuir a Deus por sua liberalidade para conosco é dando testemunho de nossa gratidão. E assim, ele expõe a uma maior execração os perversos legalistas que, mediante novas e precipitadas sanções, obstruíam o sacrifício de louvor que Deus especialmente requer que lhe ofereçamos. Além do mais, não é possível haver ações de graças sem sobriedade e moderação, e não é possível haver genuíno reconhecimento da benevolência divina por parte de alguém que impiamente a insulta.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O lucrativo e rentável comércio de unção

Uma das aberrações neopentecostais é sair ungindo tudo que se vê pela frente. Nesta perspectiva, os profeteiros de GEZUIS, ungem carros, casas, móveis, utensílios e todo tipo de objetos inanimados. Para piorar a situação, alguns destes INSANOS tem “ungido” por esse Brasil a fora, os pênis e as vaginas de pessoas desesperadas e sofridas que vem na “unção” do profeta a resposta para seus dramas e dilemas.
A “apóstola” Neusa Itioka por exemplo é expert no assunto de ungir objetos inanimados. Em 2002, Neuza recebeu do apóstolo americano Rony Chaves, a direção de ungir o Brasil em uma semana. Em dezembro, em uma conferência profética em Goiânia, 10 mil pessoas receberam este convite. A “apóstola ” conta que um avião percorreu toda a fronteira brasileira aspergindo óleo do céu para as cidades. No Rio de Janeiro, um pastor alugou um helicóptero com o propósito de UNGIR as favelas do Rio de Janeiro. Segundo ele, agindo assim, o espírito da violência seria impedido de agir na cidade maravilhosa.
Há pouco ouvi um relato de um pastor que disse que tinha recebido uma revelação da parte de Deus, que deveria ungir as pessoas com o óleo da alegria. Segundo ele, todos os que fossem ungidos receberiam da parte de Deus uma felicidade que excede ao entendimento humano.
A “bispa” Ana Almeida da Sara Nossa Terra da Barra da Tijuca criou juntamente com a pastora Alda Célia e Neuzi Pantera o Aroma Gospel . Segundo a “bispa”, o projeto foi criado em parceria com Deus, que terá por direito 10% do produto vendido.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Colocar Deus como sócio, e ainda por cima, com direito a 10% somente no lucro é trágicômico.
Diante disto sou obrigado a confessar que infelizmente fizeram da “Casa de Oração, casa de negócios.”
Do Oiapoque ao Chuí, todo tipo de óleo da unção tem sido comercializado. Há alguns anos a IURD protagonizou a venda do óleo ungido para arrumar namorado. Se não bastasse isso, tem gente trazendo “óleo ungido de Israel” oferecendo-o aos incautos em troca de parcos reais, a cura de suas enfermidades.

Sinceramente, a coisa está feia! Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós e nos livre dos enganos de satanás.

Jogo sobre a vida de Moisés é sucesso no Facebook




Journey of Moses [Jornada de Moisés], o primeiro jogo para Facebook baseado na Bíblia, já ultrapassou mais de 1,2 milhões de usuários. Desde o seu lançamento em meados de agosto, o jogo tem ficado entre os 10 mais populares no ranking do Facebook Gainers.

É um feito extraordinário para um jogo que parecia não ter um apelo muito amplo fora dos círculos religiosos. Mas oito semanas depois continua a receber críticas favoráveis. E seu público está espalhado por todo o mundo incluindo África, sudeste da Ásia, Europa, América do Sul, Austrália e EUA.

“Temos relativamente poucos jogos usando temas religiosos, mas esse tem sido um sucesso desde o lançamento “, disse Randy Nelson , de InsideSocialGames.com.
O jogo foi criado pela Hexify, empresa da Califórnia que tem se dedicado ao crescente mercado de jogos online. “Antes não havia jogos com temas bíblicos no Facebook. Eu acho que o alto nível do jogo e o apelo da história continuam fazendo com que os usuários joguem, se divirtam e convidem seus amigos”, explica Brent Dusing, CEO da Hexify .
“Este é o único jogo que deixo meus filhos jogarem no Facebook e espero ver mais jogos cristãos no futuro”, declarou um jogador na página de fãs do jogo no Facebook.
Como muitos dos chamados “jogos sociais”, Journey of Moses oferece um fórum para a comunidade de usuários. O jogo é gratuito, embora seja possível comprar bens como em outros jogos do Facebook para ajudar a melhorar seu desempenho.

A Hexify já considera produzir outros jogos com temática bíblica em breve.

Irmão Waldson Antonio


Você pode convidar o irmão Waldson Antonio para pregar na sua Igreja, em virgílias, circulo de oração, enfim, sua igreja só tem a ganhar com a palavra pregada por este vaso.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

DIA DAS CRIANÇAS

O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.
Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de
"criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi
oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!
Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na
Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e
Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez
das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

Pode um cristão casar com um incrédulo?

Alguém pode pensar que este é um assunto morto. Tanto quanto o defunto mais velho enterrado no cemitério da sua cidade. Porém, isso me parece muito mais uma atitude para se afastar do assunto, rejeitá-lo ou negligenciá-lo, do que propriamente conhecê-lo à luz da Escritura.
Há muitos que consideram normal o casamento misto. Afinal, o marido crente abençoa a mulher não-crente, e vice-versa. Mas esquecem-se de que o contexto para esta afirmação não se encontra antes do casamento, quando um(a) crente poderia casar com uma(um) incrédula(o) e assim obter de mais tempo e empenho para convertê-la(o). Paulo nos diz que isso acontece quando dois incrédulos se casam, e no decorrer do casamento, um deles se converte a Cristo. Como o casamento é indissolúvel, não há porque o recém-convertido se separar da outra parte, a menos que esta não queira viver com ele.
Não há garantias de que um crente, casando-se com uma incrédulo, poderá levá-la a Cristo. Ora, como Paulo disse: "Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?" [1Co 7.16]. A salvação é divina, e somente Deus poderá salvar ou não; mas o crente é chamado à obediência; e a Escritura é clara em fazer separação entre o fiel e o infiel. Portanto, considero essa posição [e há pastores, líderes e muitos de nós que a defendem] como um conselho temerário, senão, vejamos:
1) Como crentes, desaprovamos a desobediência a Deus;
2) Segundo os defensores do casamento misto, a desobediência tem um elemento que justifica a rebeldia, ou seja, o altruísmo de se levar o futuro cônjuge a Cristo, valendo-se da piedade por sua alma. Mas isso nada mais é que enganar-se, achando que o erro pode se converter em acerto pelo simples desejo do nosso coração de que assim ele seja.
3) Levando-nos à conclusão de que o crente, mesmo em rebeldia, deve buscar por uma bênção por seus próprios meios e esforços, à parte do preceito divino de que lhe devemos, sobretudo, obediência.
A coisa toda fica pior quando se utiliza do exemplo de Salomão, o qual se entregou aos casamentos mistos, para ratificar esse pecado. É evidente que a Bíblia nos revela os erros de Salomão não para serem seguidos, mas exatamente como um preventivo para que não incorramos neles; ao nos mostrar os efeitos danosos que sobrevieram ao povo de Israel [a idolatria, p. ex.], mas para o próprio Salomão, que também se tornou idólatra, e queimou incenso para outros "deuses", e teve o seu reino dividido, ainda que Deus o poupasse desse desgosto, por amor ao seu pai Davi; mas assegurando-lhe de que sob o reinado do seu filho Roboão, Israel se esfacelaria.
O argumento do casamento misto, nada mais é do que o desejo do desobediente de convencer-se a si mesmo de que existem motivos nobres e piedosos para se aventurar a uma empreitada que significará rebelião e pecado. É isso mesmo! Quem age deliberadamente assim não comente nada além do que pecado! E o pecado é o desprezo ao próprio Deus.
Muitos também alegam que Deus pode abençoar o crente na desobediência. É possível? Sim, claro! O que, contudo, não absolve o crente em sua desobediência, ao rejeitar o princípio tão claramente exposto na Escritura, a separação que Deus estabeleceu para o seu povo. Fato é que o desobediente será disciplinado por isso, caso seja realmente um filho de Deus. Do contrário, a ira do Senhor estará sobre ele, para todo o sempre.
Então, pode-se perguntar: o que o(a) crente deve fazer caso tenha se casado com uma(um) incrédula(o), e reconhece que pecou? Meu conselho é: arrependa-se! E dê o melhor testemunho cristão para que o(a) cônjuge também se arrependa de seus pecados, reconheça Cristo como Senhor e Salvador pessoal, e assim, formem um lar santo, em que a obediência aos preceitos divinos traga frutos de glória para o bom Deus.

Fonte: O Cotidiano Cristão

Apóstolo brasileiro cria vinho do milagre do amor

Por Renato Vargens

Sinceramente esse povo tem muita cara de pau.



Um individuo de nome Adelino o qual se intitula apóstolo em sua viagem à Israel visitou a cidade de Caná da Galiléia onde Jesus realizou o primeiro milagre, transformando a água em vinho.
Pois é o apóstolo em questão lançou no Brasil um vinho milagreiro capaz de restarar casamentos ou arrumar alguem para casar.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice.
Ora, pare e pense comigo: É justo ficar calado diante da propagação de tantas heresias? É correto por mordaça a boca enquanto falsos ensinos se propagam pelo Brasil?
Como inúmeras vezes escrevi neste blog não sei fazer o jogo do contente, nem tampouco consigo fechar os olhos as aberrações teológicas do neo-pentecostalismo. Em virtude disto acredito que mais do que nunca a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina defendendo os valores inegociáveis da fé cristã.
Ah! verdadeiramente precisamos de uma nova reforma! Precisamos voltar as Escrituras! Precisamos de que Deus tenha misericórida de seu povo e nos livre das heresias deste tempo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

MUDEI A BÍBLIA!

A Bíblia não é a Palavra de Deus. Vamos mudá-la!

Por Wilson Porte Jr.

Impressionante como as pessoas amam cegamente seus líderes, mesmo quando estes pervertem a Bíblia. Impressionante, também, o número dos “politicamente corretos” em meio ao povo de Deus... pessoas que têm me exortado a não citar nomes, falar dos erros, mas não dos que os ensinam. O resumo da ópera é o seguinte: 1) Eu devo tomar cuidado e parar de falar do Ungido do Senhor; e 2) Eu devo criticar sem usar nomes, apenas falar dos erros, sem dar nomes “aos bois”. Diante de tudo isso, chego a uma conclusão: TAMBÉM VOU BRINCAR DE MUDAR A BÍBLIA. Aliás, a Bíblia inteira não, mas só algumas partes que me convêm, certo? Muito bem, vamos fazer de conta que a Bíblia pode ser mudada e vamos mudar o que Paulo escreveu:

2Tm 4.10


“Porque alguém, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica...” 2Tm 4.10 (mudado para uma forma politicamente correta!)

2Tm 4.14


“Um outro alguém, causou-me muitos males; o Senhor lhe dará a paga segundo as suas obras.” (devidamente mudado!)

1Tm 1.19-20

“mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé. E dentre esses se contam um fulano aí e outro ciclano lá, os quais entreguei a Satanás, para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem.” (agora sim, não?)

2Tm 2.16-18

“Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior. Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem ah... é melhor não citar nomes... e ah, outro cara aí. Estes se desviaram da verdade, asseverando que a ressurreição já se realizou, e estão pervertendo a fé a alguns.” (mudado!)

Gl 2.9-11

“e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer. Quando, porém, um deles (prefiro nem citar...) veio a Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível.”
O que acharam, hein? Pessoal, não vou fazer o que tantos têm feito. Não ousarei reinterpretar, reescrever, ou dizer que tenho nova revelação. Ficarei com as Antigas Palavras, com a Santa Bíblia, com o Cânon Revelado, ficarei com a Palavra que, de uma vez por todas, veio de Deus a nós.
E, na Bíblia, os nomes daqueles que erram são citados para que todos saibam e cuidem para não cair em seus engodos. Veja que diferença, e quão politicamente incorreta é a Palavra de Deus (para os “santinhos” de hoje em dia):

2Tm 4.10

“Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica...”2Tm 4.14“Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe dará a paga segundo as suas obras.”

1Tm 1.19-20

“mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé. E dentre esses se contam Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem.”

2Tm 2.16-1

“Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior. Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem Himeneu e Fileto. Estes se desviaram da verdade, asseverando que a ressurreição já se realizou, e estão pervertendo a fé a alguns.”

Gl 2.9-11

“e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer. Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível.”
Percebem? A Bíblia me dá o precedente para citar nomes. Quando se torna necessário citar nomes, Paulo o faz, sem hesitação. Ele corrige ensinos distorcidos e cita suas fontes. Além do precedente bíblico, creio que seja uma responsabilidade do cristão mencionar os nomes daqueles que têm pervertido o Evangelho.

Paulo Romeiro certa vez usou a seguinte ilustração:

Imagine o leitor se há um remédio sendo comercializado, trazendo perigo de morte à população. Certamente as emissoras de rádio e TV não conseguiriam prestar um serviço ao público levando ao ar o seguinte anúncio: “Informamos que há um remédio sendo vendido nas farmácias que pode levá-lo à morte. Desde que não vamos citar o nome do remédio, tente descobrir por você mesmo”. Não seria isso um absurdo? Quando alguém descobrisse que remédio é esse, já seria tarde demais.
Renê Terra Nova, Ricardo Gondim, Silas Malafaia, Edir Macedo, Valdemiro Santiago, dentre outros, não têm vergonha de ensinar heresias grotescas em público (eles acreditam piamente nelas!). Sinto por aqueles que defendem alguém disposto a discordar de Cristo. Não tenho medo de dizer o que eu disse pois já fui regenerado e o maligno não me toca. Não adianta ficarem dizendo pra eu tomar cuidado. Quem tem de tomar cuidado (e muito cuidado) é quem distorce a Palavra, e o faz publicamente! E mais, quem os ouve cega e apaixonadamente deve tomar cuidado também, pois água barrenta não mata a sede de ninguém, aliás, ela mata esse alguém.
Escrevo por amor daqueles que amam a Verdade (escrita e encarnada em Jesus Cristo), mas, que por falta de conhecimento, estão se perdendo nas mãos de lobos vorazes que estão entre o povo de Deus. Tais homens adoram o seu próprio ventre.
Pessoal, lamento informar que eu amo mais a Verdade do que qualquer homem que seja. E, se outra vez eu tiver de escrever sobre alguém, eu o farei, pois meu amor pela Verdade é maior do que meu amor por quem quer que seja

O caráter de um bom casamento

Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24). Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".
Estratégias Inaproveitáveis
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira. O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento. Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.
Instruções Divinas
As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.
Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação. Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem. O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.
Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela. Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se. Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.
Honestidade
Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança. A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados". O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.
Discrição
Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas. A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.
Fidelidade Sexual
Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita. O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).
Respeito
O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7). Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).
Altruísmo
O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge [amadurecido] deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!
Paciência
A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12). A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!
Humildade
Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores. A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.
Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!

Observação: Coloquei as fotos da minha esposa Dênis, e das minhas filhas Aryeska e Arielle e do meu filho Jean e as minhas sobrinhas Marilha e Ana Clara.

Waldson Souza