“Assim que, tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; porque, quem o fará voltar para ver o que será depois dele?” Eclesiastes cap. 3 vs. 22
O texto que lemos acima parece ser a resposta de quem encontrou a solução e explicação para o vazio que se sente quando não se sabe qual é o sentido da vida, mas na verdade, é o grito da alma que ainda clama por socorro em meio a crises de significado.
Dá pra conceber e conciliar, uma pessoa com um alto grau de realização pessoal como foi Salomão, com o sofrido enredo que agora sai das “penas” da sua angústia para as páginas da Escritura?!
Um cara bem sucedido financeiramente, arrojado politicamente, servido dos mais diversos amores, cercado pelos melhores prazeres que a vida podia lhe oferecer, reverenciado por seus pares e respeitado por seus díspares, herdeiro do monarca mais aclamado por toda nação, mas que numa viagem profunda de confronto entre suas realizações com suas percepções, chega a dolorosa e contraditória conclusão: “Vaidade de vaidades! diz o pregador, vaidade de vaidades! é tudo vaidade. Que vantagem tem o homem, de todo o seu trabalho que ele faz debaixo do sol?” Eclesiastes cap. 1 vs. 2 e 3
A alma humana parece mesmo ser irremediavelmente insaciável. Sempre na busca frenética e incessante de novidades que ocupem o lugar do que já se tornou obsoleto e antiquado, pela falta da sensação de: “Plenitude dos Sentidos”, um ídolo que ganhou altar de adoração no coração de tantos que em última análise, estão insatisfeitos consigo mesmo.
A insatisfação cronificada, asfixia e adoece o descontente que não consegue desfrutar do que já está posto como realidade, porque suas emoções estão inconscientemente frustradas pelas imcompletudes agregadas durante sua trajetória de vida.
O insatisfeito é escravizado pelo ciclo vicioso do queixume associado ao desgosto de desejos não realizados, ficando assim refém de um comportamento auto-destrutivo, que o limita a ter uma perspectiva amarga e sem brilho da vida, e de si próprio também.
Você já teve aquela estranha sensação de estar tudo bem em todas as áreas de sua vida, mas algo no seu íntimo dizer que ainda falta alguma coisa?
Pois é, muitos são os que não teriam razão alguma para se sentirem debitados e não recompensados pela vida, são pessoas que possuem um trabalho digno, uma família bem ajustada, uma casa razoável, um circulo de relacionamentos edificantes, no entanto são constantemente azucrinados pelo bichinho da insatisfação.
Não quero aqui entrar no mérito da discussão sobre “insatisfações legítimas” que são expressões do não conformismo com realidades injustas e não produtoras de tudo que é vida, e sim, trazer a tona a reflexão desse sentimento agonizante que incomoda e deforma o semblante do desgostoso, e que é subproduto de vãs aspirações do egocentrismo humano.
É por conta dessa fixação de futilidades que inocula o veneno da maldade, que neuroses, depressões, e vazios existenciais se instalam, e uma vez instalados geram todo tipo de desconstrução de valores que são bons e saudáveis para o espírito humano.
O que nos causa desconforto, é que buscamos motivações exteriores para nos sentirmos satisfeitos, e não nos damos conta ou nos esquecemos com extrema facilidade, que somos a imagem e semelhança do Criador e que, só encontraremos plenitude interior quando submetermos nossos sentimentos e projeções em um relacionamento de amizade, integridade e sub-missão à ELE!
Ao que me parece, Salomão depois de tanto divagar em suas meditações sobre o sentido de plenitude da vida divorciado da ótica Divina, felizmente chega a um porto seguro declarando o seguinte: “Lembra-te do teu Criador, nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos, dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento… De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever (e acrescentando eu: O PRAZER E SATISFAÇÃO) de todo o homem” Eclesiastes cap. 12 vs. 1 e 13.
sábado, 14 de maio de 2011
Mulher com morte cerebral se recupera depois que marido recusa retirar aparelhos que a mantinham viva
TERRITÓRIO DO NORTE, Austrália, 12 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma mulher australiana que foi declarada “cerebralmente morta” recobrou a consciência depois que o marido dela passou semanas lutando contra as recomendações dos médicos para que o equipamento de respiração artificial dela fosse desligado, de acordo com uma reportagem do Northern Territory News no ontem.
Glória Cruz com seu marido
Gloria Cruz, de cinquenta e seis anos, foi levada às pressas para o Hospital Real de Darwin no Território do Norte da Austrália em 7 de março, depois de sofrer um derrame cerebral enquanto estava dormindo.
Quando uma tomografia axial computadorizada revelou que Cruz muito provavelmente estava sofrendo de um tumor cerebral, ela passou por uma cirurgia no que inicialmente parecia ser uma tentativa sem êxito de salvar a vida dela.
“No momento em que vi minha esposa na Unidade de Tratamento Intensivo achei que ia desmaiar”, disse Tani Cruz, marido de Glória, de acordo com o Northern Territory News. “Eu não conseguia acreditar que estava olhando para a mulher que eu amei durante 27 anos. Ela nem parecia minha esposa. O rosto dela estava inchado. Ela estava sem nenhum cabelo na cabeça. Haviam enfiado sondas na boca dela. Havia uma sonda bem na parte de cima da cabeça dela. Outra nas mãos dela. E ela estava deitada quase que sem vida”.
Os médicos disseram ao sr. Cruz que sua esposa morreria dentro de 48 horas, chamando a situação dela de “sem esperança”. Eles recomendaram que o aparelho de respiração artificial que estava mantendo a respiração dela fosse removido.
Embora Cruz tivesse ficado num impasse na decisão, ele foi contatado por um assistente social e “advogado de paciente” que o exortou a remover o aparelho de respiração artificial e permitir que sua esposa morresse.
“Eu lhe disse que Deus sabe quanto a amo — que não quero que ela sofra, mas não quero que ela nos deixe”, disse Cruz. “Sou católico — creio em milagres”.
Depois de duas semanas, ele permitiu que desligassem o aparelho de respiração, mas insistiu em que uma sonda de respiração fosse introduzida na boca dela de modo que ela pudesse continuar a respirar por conta própria.
Três dias mais tarde, Glória Cruz desafiou os especialistas médicos e despertou do coma. De acordo com seu marido, ela está agora alerta, se movendo e a caminho de sua recuperação.
“Temos uma forte fé e sempre estávamos crendo que Deus nos ajudaria”, disse Cruz.
Um número cada vez maior de especialistas começou a colocar em dúvida o critério de “morte cerebral” para determinar a morte. Eles argumentam que a morte cerebral é um conjunto arbitrário de critérios desenvolvido em grande parte para garantir a usabilidade de órgãos colhidos de tais pacientes bem como reduzir as despesas médicas envolvidas para se manter vivos pacientes com “morte cerebral” que estão sendo mantidos em equipamentos de sustentação de vida.
Muitos incidentes parecem confirmar esse parecer, inclusive um caso particularmente arrepiante em que um jovem declarado “cerebralmente morto” realmente ouviu os médicos debatendo como colher seus órgãos. Minutos antes de ser transportado para a sala de operação para sofrer a remoção de seus órgãos, ele despertou.
Presbiterianos dos EUA vão começar a ordenar pastores homossexuais assumidos
11 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Igreja Presbiteriana dos EUA está pronta para começar a ordenar pastores assumidamente homossexuais, cruzando a última barreira burocrática interna nesta semana depois de uma batalha que durou décadas.
A denominação removeu de sua constituição a exigência de que aqueles que serão ordenados como pastores permaneçam em “fidelidade no pacto do casamento entre um homem e uma mulher, ou castidade em sua vida de solteiro”. A frase foi substituída por um requisito de que os pastores “[se submetam] com alegria ao Senhorio de Jesus Cristo”.
A Assembleia Geral da denominação, seu órgão governante, havia aprovado a mudança em julho, mas primeiro precisava ser ratificada por uma maioria de suas 173 organizações regionais, também chamadas de presbitérios.
Um presbitério de Minnesota garantiu a mudança numa votação tarde na terça-feira, se tornando o 87º presbitério a apoiá-la. Sem demora foram seguidos por outro presbitério em Los Angeles. Em sua reportagem, o jornal The Los Angeles Times disse que 19 presbitérios haviam mudado seus votos desde que a questão foi considerada na última vez em 2008-09.
De acordo com os procedimentos da denominação, os presbitérios locais terão permissão de decidir por si se ordenarão homossexuais.
A Igreja Presbiteriana se torna a quarta grande denominação protestante a aprovar a ordenação de homossexuais como pastores e pastoras depois dos episcopais, evangélicos luteranos e a Igreja Unida de Cristo.
A decisão de julho na Assembleia Geral, vindo numa votação de 373 a 323, foi a quarta vez em que o órgão votou para que a ordenação de homossexuais fosse permitida. Em cada uma das vezes anteriores, esse tipo de ordenação foi rejeitado pelos presbitérios locais.
A medida foi criticada na quarta-feira numa declaração da Rede de Renovação Presbiteriana, assinada por doze líderes presbiterianos.
Os líderes estão chamando a Igreja Presbiteriana ao arrependimento pela votação que fez, a qual, frisam eles, “não muda a vontade de Deus expressa nas Escrituras”. Eles dizem que a medida “se coloca em conformidade com os desejos da carne, em vez de sustentar e se entregar ao poder transformador do Espírito Santo, pelo qual a Igreja se coloca em conformidade com Cristo”.
As palavras que foram removidas da constituição, acrescentaram eles, “refletem o claro ensino das Escrituras do começo ao fim” e são “confirmadas também pela Igreja em toda a história e em todo o mundo”.
A Igreja Presbiteriana dos EUA vem permitindo cerimônias de bênçãos às duplas de mesmo sexo desde o ano 2000, e vem apoiando uniões civis para duplas de mesmo sexo desde 2004.
Eles rapidamente diminuíram em número de membros nas últimas quatro décadas, de 4,25 milhões em 1965 para aproximadamente 2,1 milhões de membros.
Felipão Lança novo CD de forró com sucessos da música gospel
"Que musica gospel você gostaria de ouvir no ritmo de forró na voz do cantor Felipão?". Com essa pergunta o ex-vocalista da banda cearense Forró Moral, que abandonou as atividades do meio secular após se converter ao evangelho, Felipe Gurgel - mais conhecido como Felipão - começou a anunciar o seu novo projeto.
Sem ainda nem ter lançado o CD / DVD ao vivo, gravado na Igreja Presbiteriana Nova Jerusalém, em Fortaleza (CE), o cantor já preparou mais um projeto que vai dar o que falar.
Em seu perfil oficial do Twitter, Felipão, aproveitou a interatividade que a rede social possibilita e pediu sugestões do público (internautas) para começar a montar um repertório do CD.
No Twitter o cantor lembrou que esse novo trabalho de forró gospel tem um propósito definido, necessitando da contribuição de todos, não somente na escolha do repertório, mas também com orações.
"Vamos lá gente! Ajudem-me a fazer esse repertório! Pra Glória de Deus e desespero de satanás!! Conto com as sugestões e orações de vcs!", lembrou.
Passando informações sobre o estágio de produção em que o seu CD / DVD ao vivo está, o cantor também afirmou que o CD com sucessos do gospel em ritmo de forró faz parte de um projeto paralelo especial de sua carreira.
"Gente, o DVD está sendo editado e ainda demora um pouco! E esse CD de forró vai ser um especial, junto com shows que estamos preparando!", explicou.
O CD de Forró Gospel já foi lançado e está disponível para ser baixado através do seguinte link
http://www.4shared.com/file/4guEINZV/Felipao_e_desse_jeito.html
“Obrigado a todos que estão baixando e gostando do nosso CD! Espalhem e nos ajudem a divulgar! É promocional, não tem caráter comercial!” Destacou Felipão no Twitter.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Felipão - É desse jeito 2011
Felipe Gurgel, Ex-Forró Moral depois de ter seu encontro com Cristo teve sua vida tomada pelo Espírito Santo de Deus e hoje através de canções expressa seu amor incondicional por Deus. Esse CD promocional contém 15 faixas de musicas no estilo Forró Gospel e entre elas estão grandes sucessos como: Ressucita-me (Aline Barros), Sou humano (Bruna Karla), Depois da muralha (Chagas Sobrinho) entre outros... Deus abençoe!
Conhecido por revolucionar o Forró e ser uma pessoa cercada de sucesso, fama e dinheiro, ex-Forró Moral, e atualmente seguindo a carreira na música gospel, lançou um CD com versões de música gospel em ritmo de forró. Em seu perfil do twitter, o cantor pediu sugestões aos fãs para montar o repertório do CD. “Que musica gospel você gostaria de ouvir no ritmo de forró na voz do cantor Felipão?”, perguntou o cantor. Recentemente, o cantor, que agora prefere ser chamado de Felipe Gurgel, gravou seu DVD na igreja Presbiteriana Nova Jerusalém, em Fortaleza
Conhecido por revolucionar o Forró e ser uma pessoa cercada de sucesso, fama e dinheiro, ex-Forró Moral, e atualmente seguindo a carreira na música gospel, lançou um CD com versões de música gospel em ritmo de forró. Em seu perfil do twitter, o cantor pediu sugestões aos fãs para montar o repertório do CD. “Que musica gospel você gostaria de ouvir no ritmo de forró na voz do cantor Felipão?”, perguntou o cantor. Recentemente, o cantor, que agora prefere ser chamado de Felipe Gurgel, gravou seu DVD na igreja Presbiteriana Nova Jerusalém, em Fortaleza
Não se faz mais hereges como antigamente
Não se fazem mais hereges como antigamente. Pode parecer um absurdo o que vou dizer agora, mas é a mais pura e cândida verdade: os hereges de hoje não têm mais a mesma hombridade que tinham os velhos arqui-inimigos da ortodoxia cristã. O mais engraçado é que não estou dizendo nenhuma novidade. No início do século XX, G. K. Chesterton já ironizava a picaretagem dessa figura surtada e carismática do neo-herege. Se não me falhe a memória, esse admirável inglês fanfarrão certa vez disse algo mais ou menos assim:
No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Ou seja, ele odiava ser taxado de herege. Na verdade, gabava-se de ser um ortodoxo legítimo, pois tinha a convição de estar certo em sua compreensão doutrinária. Nenhuma tortura, por mais cruenta que fosse, poderia fazê-lo admitir que era um herege. Mas infelizmente um novo mundo surgiu, e com ele veio o neo-herege: uma personagem excêntrica, que vive dizendo, com distribuição aleatória de sorrisos, “Sou o herege da vez!”, e, é claro, sempre correndo os olhos à procura dos aplausos e bajulações. Assim, nessa atual conjuntura, a palavra “heresia” não somente significa estar provavelmente certo como praticamente agrega os qualificativos de lucidez e coragem a essa figura um tanto curiosa do neo-herege. Por inicrível que pareça, nesse novo contexto, a palavra “ortodoxia” não só deixa de significar “estar certo”, mas denota justamente o contrário: os ortodoxos estão sempre errados.
Pois é, pessoal, não se fazem mais hereges como Berengário de Tours, Pedro de Bruis, Pedro Abelardo, Arnaldo de Brescia, Pedro Valdo e outros tantos “digníssimos” hereges do medievo escolástico. Talvez seja esse o motivo que explica a saudade que sinto dos hereges do século XI e XII, quando leio os hereges de hoje, sabe?! Tá certo que é uma saudade um tanto mórbida, concedo, mas você há de convir comigo que é de certa forma uma saudade justificável, principalmente, quando vemos os neo-hereges defendendo o ateísmo de forma “capital” e, ao mesmo tempo, se autoafirmando como pastores.
Pastores hereges. Que contradição dos termos, meu Deus! O pior é que, como não bastasse o ateísmo pastoral, ainda temos de ouvir que “a decadência do protestantismo na Europa, na verdade, é a realização do próprio protestantismo, i.e., a consumação do ideal protestante é o esvaziamento de suas próprias igrejas”. É o fim da picada! Ou seja, o objetivo do protestantismo é tornar os cristãos cidadãos cada vez mais cidadãos, menos preocupados com a ortodoxia cristã e cada vez mais preocupados com a questão dos direitos humanos, da dignidade humana e do meio ambiente (como se essas coisas fossem antitéticas!). E o pior, meus caros, é que o marco final dessa pseudoevolução protestante atinge o clímax com a pretensa alforria dos cristãos, i.e., a “desigrejação” dos que são oprimidos pelo Deus títere e infantilizador da ortodoxia protestante.
Quanta péssima heresia, Senhor! Perdoe-os, ó Pai santo, porque já não sabem mais fazer heresias como antigamente!
No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Ou seja, ele odiava ser taxado de herege. Na verdade, gabava-se de ser um ortodoxo legítimo, pois tinha a convição de estar certo em sua compreensão doutrinária. Nenhuma tortura, por mais cruenta que fosse, poderia fazê-lo admitir que era um herege. Mas infelizmente um novo mundo surgiu, e com ele veio o neo-herege: uma personagem excêntrica, que vive dizendo, com distribuição aleatória de sorrisos, “Sou o herege da vez!”, e, é claro, sempre correndo os olhos à procura dos aplausos e bajulações. Assim, nessa atual conjuntura, a palavra “heresia” não somente significa estar provavelmente certo como praticamente agrega os qualificativos de lucidez e coragem a essa figura um tanto curiosa do neo-herege. Por inicrível que pareça, nesse novo contexto, a palavra “ortodoxia” não só deixa de significar “estar certo”, mas denota justamente o contrário: os ortodoxos estão sempre errados.
Pois é, pessoal, não se fazem mais hereges como Berengário de Tours, Pedro de Bruis, Pedro Abelardo, Arnaldo de Brescia, Pedro Valdo e outros tantos “digníssimos” hereges do medievo escolástico. Talvez seja esse o motivo que explica a saudade que sinto dos hereges do século XI e XII, quando leio os hereges de hoje, sabe?! Tá certo que é uma saudade um tanto mórbida, concedo, mas você há de convir comigo que é de certa forma uma saudade justificável, principalmente, quando vemos os neo-hereges defendendo o ateísmo de forma “capital” e, ao mesmo tempo, se autoafirmando como pastores.
Pastores hereges. Que contradição dos termos, meu Deus! O pior é que, como não bastasse o ateísmo pastoral, ainda temos de ouvir que “a decadência do protestantismo na Europa, na verdade, é a realização do próprio protestantismo, i.e., a consumação do ideal protestante é o esvaziamento de suas próprias igrejas”. É o fim da picada! Ou seja, o objetivo do protestantismo é tornar os cristãos cidadãos cada vez mais cidadãos, menos preocupados com a ortodoxia cristã e cada vez mais preocupados com a questão dos direitos humanos, da dignidade humana e do meio ambiente (como se essas coisas fossem antitéticas!). E o pior, meus caros, é que o marco final dessa pseudoevolução protestante atinge o clímax com a pretensa alforria dos cristãos, i.e., a “desigrejação” dos que são oprimidos pelo Deus títere e infantilizador da ortodoxia protestante.
Quanta péssima heresia, Senhor! Perdoe-os, ó Pai santo, porque já não sabem mais fazer heresias como antigamente!
Dossiê do Astro Gospel
Ser um astro gospel não é fácil. Administrar fama e grana não é pra qualquer um. Nessa mistura maluca de mercado e “adoração”, muita “unção” tem surgido como novidade fazendo com que os empresários da fé mexam mais e mais nesse caldeirão de investimento.
As performances impressionantes e melodias super emotivas não conseguem me comover quando parto para investigar o que pensam e fazem as estrelas da música gospel. Como ex-frequentador de shows, e testemunha de fatos pitorescos, escrevi um breve dossiê sobre o “astro gospel” cujas aparências, com certeza, não enganam:
O “astro gospel” se posta como uma celebridade cheia de exigências: toalhas caríssimas, bons camarins, transportes sofisticados, hospedagens em hotéis de luxo, entrevista com hora pré-marcada e muita privacidade.
O “astro gospel” para justificar sua fama, exige uma forte equipe de seguranças que o protege de frenéticos fãs que se auto declaram adoradores (extravagantes).
O “astro gospel” evita se apresentar em locais pequenos, igrejas, praças, escolas – quanto menor for o público, menor a notoriedade, e para se esquivar desse incômodo, cobram um alto cachê pra espantar rapidamente a negociação de pouca expressão.
Para o “astro gospel”, tocar de graça nem pensar! Mas há exceções, uma apresentação no Raul Gil, Faustão, Gugu, dá pra fazer sem cachê ou até pagar, pois cai bem para o marketing.
Contratar o show de um “astro gospel” sempre custa caro pois visa cobrir as cláusulas contratuais e engordar a poupança do “letiva” do Senhor.
O “astro gospel” também costuma se vestir de uma capa de marketagem que vai de tratamentos de pele a novos hábitos no falar e no vestir, e tudo isso porque agora ele não mais se pertence, ele é um produto de investimento.
O “astro gospel” geralmente grava canções compradas, professa testemunhos duvidosos e sem autonomia alguma, por estratégia de mercado, sempre se adapta como camaleão ao modismo do momento.
Se há uma coisa boa para o “astro gospel”, com certeza é viajar pelo país fazendo shows, só assim convertem o trabalho num turismo e suvenir frequente; esses shows estão mais comprometidos com o lucro do investimento do que com as almas alcançadas.
O “astro gospel” é uma figura de difícil acesso. Pra se chegar a ele é preciso fazer sacrifícios tipo: ir à porta do camarim e esperar longas na esperança de que ele(a) tenha um surto de simpatia, apareça e conceda, quem sabe, um autógrafo.
“Astro gospel” olha e vê a massa, não a pessoa. Ele domestica consumidores, desconstrói adoradores.
O “astro gospel” não está comprometido com a saúde espiritual dos seus seguidores. Ele canta o que o povo quer ouvir, não o que precisa ouvir, além disso passa distante de ser um formador de opinião.
“Astro gospel” não tem posicionamento teológico sobre o que crê. Muitas vezes não sabe nem o que canta, e entende mais de jargões do que de Bíblia.
“Astro gospel” se parece mais com “astro global” do que com os “heróis da fé”. Ostentam e almejam as mesmas coisa que as celebridades seculares sob a desculpa de que querem ganhar o Brasil para Cristo.
Pois bem. Quando você se encontrar com um desses “astros” e notar que existe nele boa parte desse dossiê, não duvide, as aparências não enganam! Ele é isso mesmo que você vê!
Chega de tanta mentira no meio dessa música gospel!
As performances impressionantes e melodias super emotivas não conseguem me comover quando parto para investigar o que pensam e fazem as estrelas da música gospel. Como ex-frequentador de shows, e testemunha de fatos pitorescos, escrevi um breve dossiê sobre o “astro gospel” cujas aparências, com certeza, não enganam:
O “astro gospel” se posta como uma celebridade cheia de exigências: toalhas caríssimas, bons camarins, transportes sofisticados, hospedagens em hotéis de luxo, entrevista com hora pré-marcada e muita privacidade.
O “astro gospel” para justificar sua fama, exige uma forte equipe de seguranças que o protege de frenéticos fãs que se auto declaram adoradores (extravagantes).
O “astro gospel” evita se apresentar em locais pequenos, igrejas, praças, escolas – quanto menor for o público, menor a notoriedade, e para se esquivar desse incômodo, cobram um alto cachê pra espantar rapidamente a negociação de pouca expressão.
Para o “astro gospel”, tocar de graça nem pensar! Mas há exceções, uma apresentação no Raul Gil, Faustão, Gugu, dá pra fazer sem cachê ou até pagar, pois cai bem para o marketing.
Contratar o show de um “astro gospel” sempre custa caro pois visa cobrir as cláusulas contratuais e engordar a poupança do “letiva” do Senhor.
O “astro gospel” também costuma se vestir de uma capa de marketagem que vai de tratamentos de pele a novos hábitos no falar e no vestir, e tudo isso porque agora ele não mais se pertence, ele é um produto de investimento.
O “astro gospel” geralmente grava canções compradas, professa testemunhos duvidosos e sem autonomia alguma, por estratégia de mercado, sempre se adapta como camaleão ao modismo do momento.
Se há uma coisa boa para o “astro gospel”, com certeza é viajar pelo país fazendo shows, só assim convertem o trabalho num turismo e suvenir frequente; esses shows estão mais comprometidos com o lucro do investimento do que com as almas alcançadas.
O “astro gospel” é uma figura de difícil acesso. Pra se chegar a ele é preciso fazer sacrifícios tipo: ir à porta do camarim e esperar longas na esperança de que ele(a) tenha um surto de simpatia, apareça e conceda, quem sabe, um autógrafo.
“Astro gospel” olha e vê a massa, não a pessoa. Ele domestica consumidores, desconstrói adoradores.
O “astro gospel” não está comprometido com a saúde espiritual dos seus seguidores. Ele canta o que o povo quer ouvir, não o que precisa ouvir, além disso passa distante de ser um formador de opinião.
“Astro gospel” não tem posicionamento teológico sobre o que crê. Muitas vezes não sabe nem o que canta, e entende mais de jargões do que de Bíblia.
“Astro gospel” se parece mais com “astro global” do que com os “heróis da fé”. Ostentam e almejam as mesmas coisa que as celebridades seculares sob a desculpa de que querem ganhar o Brasil para Cristo.
Pois bem. Quando você se encontrar com um desses “astros” e notar que existe nele boa parte desse dossiê, não duvide, as aparências não enganam! Ele é isso mesmo que você vê!
Chega de tanta mentira no meio dessa música gospel!
Deputado Bolsonaro distribuiu panfletos “antigays” em escolas
deputado Jair Bolsonaro (PP) distribuiu nesta semana, os panfletos “anti-gay” nas escolas e residências do Rio de Janeiro.
Jair Bolsonaro mandou imprimir 50 mil cópias de um panfleto contra o plano nacional que defende os direitos dos gays. O deputado federal eleito pelo PP do Rio está distribuindo o material em residências e escolas do Estado.
Um dos textos do impresso chega a associar o homossexualismo à pedofilia.
Bolsonaro não revelou quanto gastou, mas já disse que pretende repassar a conta para os cofres públicos: fala em incluir a despesa em sua verba de gabinete e pedir reembolso da Câmara.
“EMBOSCADOS”
“Apresento alguns dos 180 itens deste que chamo Plano Nacional da Vergonha, onde meninos e meninas, alunos do 1º Grau, serão emboscados por grupos de homossexuais fundamentalistas, levando aos nossos inocentes estudantes a mensagem de que ser gay ou lésbica é motivo de orgulho para a família brasileira”, diz o folheto na primeira de suas quatro páginas.
Segundo a leitura de Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do governo cria de “cotas para professor gay”, “batalhões policiais gays nos Estados”, “Bolsa Gay” e “MST Gay”.
Mas o principal alvo é o que o deputado chama de “kit gay”, material didático antidiscriminação preparado pelo Ministério da Educação que será distribuído a escolas públicas. No material há filmes em que adolescentes descobrem que são gays.
“Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual. Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC, na verdade incentiva o homossexualismo nas escolas públicas do 1º grau e torna nossos filhos presas fáceis para pedófilos”, diz o panfleto do deputado.
O MEC diz que o material ainda está sob análise, mas deve ser distribuído no segundo semestre somente em escolas do ensino médio, cujos alunos têm 14 anos ou mais. O uso será opcional.
“FUNDAMENTALISTAS”
O secretário-executivo da Secretaria de Direitos Humanos, André Lázaro, e o presidente da ABGLT, Toni Reis, são citados no panfleto como “defensores do fundamentalismo homossexual”.
Reis diz que, apesar da imunidade parlamentar, entrará com queixa-crime contra Bolsonaro, devido à afirmação de que ele estaria de casamento marcado com um homem casado com sua mãe.
Reis, cuja mãe já morreu, formalizou sua união estável anteontem. Seu parceiro jamais foi casado com ela, diz.
Já Lázaro disse que o deputado “usa de má-fé” ao criticar o kit anti-homofobia, pois sabe que ele não será distribuído a crianças de seis anos. “O kit não tem conotação de estímulo a comportamentos.”
Lázaro descarta, porém, tomar medidas contra o deputado. “Nós, democratas, lutamos para que ele pudesse ter liberdade de opinar sobre os fatos, contrariamente à opinião dele, que defende a ditadura militar”, afirmou.
Jair Bolsonaro mandou imprimir 50 mil cópias de um panfleto contra o plano nacional que defende os direitos dos gays. O deputado federal eleito pelo PP do Rio está distribuindo o material em residências e escolas do Estado.
Um dos textos do impresso chega a associar o homossexualismo à pedofilia.
Bolsonaro não revelou quanto gastou, mas já disse que pretende repassar a conta para os cofres públicos: fala em incluir a despesa em sua verba de gabinete e pedir reembolso da Câmara.
“EMBOSCADOS”
“Apresento alguns dos 180 itens deste que chamo Plano Nacional da Vergonha, onde meninos e meninas, alunos do 1º Grau, serão emboscados por grupos de homossexuais fundamentalistas, levando aos nossos inocentes estudantes a mensagem de que ser gay ou lésbica é motivo de orgulho para a família brasileira”, diz o folheto na primeira de suas quatro páginas.
Segundo a leitura de Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do governo cria de “cotas para professor gay”, “batalhões policiais gays nos Estados”, “Bolsa Gay” e “MST Gay”.
Mas o principal alvo é o que o deputado chama de “kit gay”, material didático antidiscriminação preparado pelo Ministério da Educação que será distribuído a escolas públicas. No material há filmes em que adolescentes descobrem que são gays.
“Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual. Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC, na verdade incentiva o homossexualismo nas escolas públicas do 1º grau e torna nossos filhos presas fáceis para pedófilos”, diz o panfleto do deputado.
O MEC diz que o material ainda está sob análise, mas deve ser distribuído no segundo semestre somente em escolas do ensino médio, cujos alunos têm 14 anos ou mais. O uso será opcional.
“FUNDAMENTALISTAS”
O secretário-executivo da Secretaria de Direitos Humanos, André Lázaro, e o presidente da ABGLT, Toni Reis, são citados no panfleto como “defensores do fundamentalismo homossexual”.
Reis diz que, apesar da imunidade parlamentar, entrará com queixa-crime contra Bolsonaro, devido à afirmação de que ele estaria de casamento marcado com um homem casado com sua mãe.
Reis, cuja mãe já morreu, formalizou sua união estável anteontem. Seu parceiro jamais foi casado com ela, diz.
Já Lázaro disse que o deputado “usa de má-fé” ao criticar o kit anti-homofobia, pois sabe que ele não será distribuído a crianças de seis anos. “O kit não tem conotação de estímulo a comportamentos.”
Lázaro descarta, porém, tomar medidas contra o deputado. “Nós, democratas, lutamos para que ele pudesse ter liberdade de opinar sobre os fatos, contrariamente à opinião dele, que defende a ditadura militar”, afirmou.
“Houve um golpe” diz pastor sobre aprovação da união entre pessoas do mesmo sexo
O pastor Daniel Sampaio da Igreja Batista Central do Barreiro, Belo Horizonte (MG) se manifestou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal de aprovar a união estávelentre pessoas do mesmo sexo.
Sampaio não utilizou os textos bíblicos que falam contra a homoafetividade para defender sua tese, apenas leu o capítulo de Isaias que denuncia que faz das trevas luz e da luz, trevas (Isaias 5:20) e citou o artigo sete Constituição Federal que fala sobre a família.
“Eu queria me manifestar publicamente porque houve um golpe essa semana, houve uma manipulação da verdade, houve uma atropelo da Constituição,” defendeu o pastor.
Ele explica que o pedido da Defensoria Pública da União só poderia ser atendido pelo STF se antes houvesse uma mudança na Carta Magna que diz que a união estável só reconhecida entre um homem e uma mulher. “Se o guardião da Constituição abre brecha em relação a isso, então qualquer coisa pode ser feito aqui”.
Para o pastor a decisão do STF foi programada pelo Governo Federal. Ele lembra que o censo está sendo divulgado aos poucos e bem na semana da votação foi liberado a informação de que há 60 mil casais homossexuais no Brasil.
De acordo com o pastor esse número parece grande, mas frente aos 200 milhões de habitantes, os 120 mil homossexuais que possuem um relação estável representam apenas 0,6% da população brasileira.
Inconformado o pastor também fala do kit gay distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) e convida seus ouvintes a reagirem contra esse golpe.
Sampaio não utilizou os textos bíblicos que falam contra a homoafetividade para defender sua tese, apenas leu o capítulo de Isaias que denuncia que faz das trevas luz e da luz, trevas (Isaias 5:20) e citou o artigo sete Constituição Federal que fala sobre a família.
“Eu queria me manifestar publicamente porque houve um golpe essa semana, houve uma manipulação da verdade, houve uma atropelo da Constituição,” defendeu o pastor.
Ele explica que o pedido da Defensoria Pública da União só poderia ser atendido pelo STF se antes houvesse uma mudança na Carta Magna que diz que a união estável só reconhecida entre um homem e uma mulher. “Se o guardião da Constituição abre brecha em relação a isso, então qualquer coisa pode ser feito aqui”.
Para o pastor a decisão do STF foi programada pelo Governo Federal. Ele lembra que o censo está sendo divulgado aos poucos e bem na semana da votação foi liberado a informação de que há 60 mil casais homossexuais no Brasil.
De acordo com o pastor esse número parece grande, mas frente aos 200 milhões de habitantes, os 120 mil homossexuais que possuem um relação estável representam apenas 0,6% da população brasileira.
Inconformado o pastor também fala do kit gay distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) e convida seus ouvintes a reagirem contra esse golpe.
Deputado Marco Feliciano quer plebiscito sobre a união entre pessoas do mesmo sexo
O Deputado Federal Pr. Marco Feliciano pretende lançar um plebiscito para saber o que a população brasileira pensa sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
O movimento terá o apoio dos parlamentares que defendem a vida e os interesses da família brasileira e enxergam a decisão do Supremo Tribunal Federal como uma ameaça para a base da sociedade.
Em nota, o Deputado explicou que a decisão do STF feriu a Constituição Federal e por isso cabe medidas legislativas. Em duas semanas haverá uma audiência pública com este assunto, promovido pela Frente Parlamentar Evangélica, visando encontrar uma medida rápida e constitucional a respeito do assunto.
O movimento terá o apoio dos parlamentares que defendem a vida e os interesses da família brasileira e enxergam a decisão do Supremo Tribunal Federal como uma ameaça para a base da sociedade.
Em nota, o Deputado explicou que a decisão do STF feriu a Constituição Federal e por isso cabe medidas legislativas. Em duas semanas haverá uma audiência pública com este assunto, promovido pela Frente Parlamentar Evangélica, visando encontrar uma medida rápida e constitucional a respeito do assunto.
GRETER E RUFINO
MARCO FELICIANO CANTA VOZ DA VERDADE
GERSON RUFINO
terça-feira, 10 de maio de 2011
Single de Kirk Franklin ocupa 1º. Lugar das rádios cristãs americanas
I SMILE", o primeiro single do mais novo CD de Kirk Franklin, continua a ocupar o 1º. Lugar em todas as paradas das rádios cristãs americanas.
Além disso, HELLO FEAR mantém a sua posição # 1 na parada de vendas pela terceira semana consecutiva. O disco também é # 3 na parada
R & B e # 10 no Top-200. Esta é a primeira vez desde o lançamento do God's Property que Franklin esteve três semanas consecutivas com um CD-Top 10 no Top Billboard-200.
HELLO FEAR é o quarto CD a alcançar o topo, na história da SoundScan, e consolida a posição de Franklin como artista da indústria da música Gospel top-selling. Este é o décimo CD de Kirk Franklin a alcançar a # 1 posição.
Aqui no Brasil, o álbum já se destaca entre os produtos internacionais mais vendidos.
Fonte: Sony Music Gospel
Além disso, HELLO FEAR mantém a sua posição # 1 na parada de vendas pela terceira semana consecutiva. O disco também é # 3 na parada
R & B e # 10 no Top-200. Esta é a primeira vez desde o lançamento do God's Property que Franklin esteve três semanas consecutivas com um CD-Top 10 no Top Billboard-200.
HELLO FEAR é o quarto CD a alcançar o topo, na história da SoundScan, e consolida a posição de Franklin como artista da indústria da música Gospel top-selling. Este é o décimo CD de Kirk Franklin a alcançar a # 1 posição.
Aqui no Brasil, o álbum já se destaca entre os produtos internacionais mais vendidos.
Fonte: Sony Music Gospel
Diante do Trono grava filme em Londres
A participação no longa cristão acontecerá no final desta semana
O grupo Diante do Trono estará nos dias 6 e 7 de maio em Londres, na Inglaterra, para participar das gravações de um filme cristão produzido pela Christian Film Ministry onde eles aparecerão tocando em um culto.
Esse culto será gravado durante as ministrações que acontecerão no final desta semana no Emmanuel Centre localizado á 9-23 Marsham Street, Westminster, Sw1p 3dw. O evento contará ainda com a participação de Judy Jacobs (EUA) e Stephen Baldwin.
"Esta semana viajarei com a equipe DT para Londres, onde ministraremos duas vezes, e participaremos da gravação de um filme! Isso mesmo! Um filme cristão em que, em uma das cenas, estaremos ministrando em um culto enquanto os personagens principais vivem seus dramas", escreveu Ana Paula Valadão em seu blog.
O grupo Diante do Trono estará nos dias 6 e 7 de maio em Londres, na Inglaterra, para participar das gravações de um filme cristão produzido pela Christian Film Ministry onde eles aparecerão tocando em um culto.
Esse culto será gravado durante as ministrações que acontecerão no final desta semana no Emmanuel Centre localizado á 9-23 Marsham Street, Westminster, Sw1p 3dw. O evento contará ainda com a participação de Judy Jacobs (EUA) e Stephen Baldwin.
"Esta semana viajarei com a equipe DT para Londres, onde ministraremos duas vezes, e participaremos da gravação de um filme! Isso mesmo! Um filme cristão em que, em uma das cenas, estaremos ministrando em um culto enquanto os personagens principais vivem seus dramas", escreveu Ana Paula Valadão em seu blog.
Filhos de ateus buscam a fé fora de casa
As novas gerações de céticos, agnósticos e ateus não casam na igreja, não batizam seus filhos, nem têm religião ou falam de fé. Eles simplesmente desconsideram a existência de Deus. Mas isso não impede que, em alguns casos, seus filhos sintam a necessidade e até cobrem uma discussão sobre fé e religião.
Larissa Queiroz recebe uma carta de uma instituição filantrópica e, dentro do envelope, descobre um terço de plástico de brinde. A filha Beatriz, de sete anos, adora a novidade e coloca no pescoço na mesma hora. “Expliquei que aquilo não era um colar, disse do que se tratava e me parece que ela ficou ainda mais interessada”, conta a mãe recifense que vive em São Paulo. Desde então, a pequena pede para rezar toda noite. Outro dia, convenceu o pai a levá-la a uma missa pela primeira vez.
De acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos.
Em uma noite de mais de uma hora de apagão, escuro total e absoluto, Beatriz, a filha de Larissa, teve uma ideia: “vamos rezar para a luz voltar”. “Eu lógico, relutante, tentei explicar que não adiantaria, mas ela insistiu, insistiu e rezamos. Um minuto depois, a luz voltou”, descreve. Em seu blog, Larissa desabafa: “será que temos como evitar isso? Estou achando que não”.
Marina de Oliveira Pais,carioca, é filha de pai ateu. Sua mãe, assim como muitos brasileiros, foi batizada, mas não pratica nenhuma religião. Quando decidiu morar sozinha pela primeira vez, Marina conheceu Bernardo Nogueira, de 20 anos. Apaixonada, ela conseguiu resistir aos convites da família do namorado para ir a uma igreja evangélica só por alguns meses.
Mas relata que, já na primeira vez que assistiu ao culto, teve certeza de que estava no lugar certo. “Fiquei maravilhada”, descreve. Ela então mudou drasticamente seu estilo de vida. “Cortei a bebida, as baladas e os palavrões. Hoje meus pais respeitam minha situação de convertida justamente por essas minhas mudanças comportamentais”, afirma.
Jaqueline Slongo, de 23 anos voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu depois de algum tempo separados. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.
Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas ‘instrutoras espirituais’. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.
Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.
Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, ‘de forma sucinta’, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.
Larissa Queiroz recebe uma carta de uma instituição filantrópica e, dentro do envelope, descobre um terço de plástico de brinde. A filha Beatriz, de sete anos, adora a novidade e coloca no pescoço na mesma hora. “Expliquei que aquilo não era um colar, disse do que se tratava e me parece que ela ficou ainda mais interessada”, conta a mãe recifense que vive em São Paulo. Desde então, a pequena pede para rezar toda noite. Outro dia, convenceu o pai a levá-la a uma missa pela primeira vez.
De acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos.
Em uma noite de mais de uma hora de apagão, escuro total e absoluto, Beatriz, a filha de Larissa, teve uma ideia: “vamos rezar para a luz voltar”. “Eu lógico, relutante, tentei explicar que não adiantaria, mas ela insistiu, insistiu e rezamos. Um minuto depois, a luz voltou”, descreve. Em seu blog, Larissa desabafa: “será que temos como evitar isso? Estou achando que não”.
Marina de Oliveira Pais,carioca, é filha de pai ateu. Sua mãe, assim como muitos brasileiros, foi batizada, mas não pratica nenhuma religião. Quando decidiu morar sozinha pela primeira vez, Marina conheceu Bernardo Nogueira, de 20 anos. Apaixonada, ela conseguiu resistir aos convites da família do namorado para ir a uma igreja evangélica só por alguns meses.
Mas relata que, já na primeira vez que assistiu ao culto, teve certeza de que estava no lugar certo. “Fiquei maravilhada”, descreve. Ela então mudou drasticamente seu estilo de vida. “Cortei a bebida, as baladas e os palavrões. Hoje meus pais respeitam minha situação de convertida justamente por essas minhas mudanças comportamentais”, afirma.
Jaqueline Slongo, de 23 anos voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu depois de algum tempo separados. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.
Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas ‘instrutoras espirituais’. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.
Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.
Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, ‘de forma sucinta’, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.
Bar gospel faz sucesso no Rio Grande do Sul
Shaddocks Gospel Pub, em Santo Ângelo (RS), é opção para quem quer curtir uma noite mais calma, ao som de música gospel.
Carros com música alta circulando pela rua Marechal Floriano denunciam que a noite será longa em Santo Ângelo, nas Missões. Mas, na contramão dos jovens que acreditam que som a todo volume e bebida são requisitos para a diversão, uma casa noturna tem atraído olhares curiosos e público constante. Trata-se do Shaddocks Gospel Pub.
Já na entrada do pub, percebe-se que a nova opção gastronômica e musical da cidade foge do habitual. A ausência de bebidas alcoólicas não é questionada. Canções cristãs ecoam no ambiente e demonstram que, à exceção dos desavisados, quem vai ao local não espera escutar as trilhas que são sucesso nas rádios.
– Percebemos que um bar com essa temática teria espaço na região. E o público tem comprovado que não estávamos enganados – explica o empreendedor Thiago Castanho, 25 anos.
Frequentador da Igreja do Evangelho Quadrangular, Castanho é sócio do amigo Junior Cesar Flores, 22 anos. Com consultoria do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a dupla espera reaver o valor investido em até um ano. E desde a inauguração, no início de abril, o pub gospel tem mantido a casa cheia, com mesas nas calçadas e fila de espera.
A proposta agrada mesmo quem não é fiel assíduo dos templos religiosos, como o casal Amanda Silva, 28 anos, e Diogo Marques Carvalho, 27, que passava próximo ao pub e resolveu conferir o empreendimento.
– Não somos de igreja, mas gostamos muito. O clima é agradável, acolhedor. Eu bebo pouco, então a ausência de álcool não incomoda – diz Amanda, enquanto escuta o grupo Adoração Tchê.
A exemplo de bares gospel de Nova York e São Paulo, a iniciativa em Santo Ângelo mostra não ser à toa a presença cada vez mais frequente de programas de louvor em televisão e rádio, além de lojas religiosas. Os membros dessa comunidade buscam espaços onde se reconheçam:
– Existem várias bandas musicais que falam de Deus, mas lugares como o Shaddock’s, é bem difícil – afirma o produtor musical Fernando de Souza, 23 anos, morador de Vacaria e vocalista da banda Adoração Tchê.
A biomédica Thalise Alves, 22 anos, e o amigo atendente de telemarketing Eduardo Nascimento, 24, se encaixam no perfil dos que mais frequentam o pub: são evangélicos e há tempos procuravam um lugar com o qual se identificassem.
– Não é só para quem é de igreja, é um local para quem quer sair com a família ou amigos, comer bem, se divertir, e, principalmente, para aqueles que não entendem a lógica da bebida ser sinônimo de alegria – diz Thalise.
Carros com música alta circulando pela rua Marechal Floriano denunciam que a noite será longa em Santo Ângelo, nas Missões. Mas, na contramão dos jovens que acreditam que som a todo volume e bebida são requisitos para a diversão, uma casa noturna tem atraído olhares curiosos e público constante. Trata-se do Shaddocks Gospel Pub.
Já na entrada do pub, percebe-se que a nova opção gastronômica e musical da cidade foge do habitual. A ausência de bebidas alcoólicas não é questionada. Canções cristãs ecoam no ambiente e demonstram que, à exceção dos desavisados, quem vai ao local não espera escutar as trilhas que são sucesso nas rádios.
– Percebemos que um bar com essa temática teria espaço na região. E o público tem comprovado que não estávamos enganados – explica o empreendedor Thiago Castanho, 25 anos.
Frequentador da Igreja do Evangelho Quadrangular, Castanho é sócio do amigo Junior Cesar Flores, 22 anos. Com consultoria do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a dupla espera reaver o valor investido em até um ano. E desde a inauguração, no início de abril, o pub gospel tem mantido a casa cheia, com mesas nas calçadas e fila de espera.
A proposta agrada mesmo quem não é fiel assíduo dos templos religiosos, como o casal Amanda Silva, 28 anos, e Diogo Marques Carvalho, 27, que passava próximo ao pub e resolveu conferir o empreendimento.
– Não somos de igreja, mas gostamos muito. O clima é agradável, acolhedor. Eu bebo pouco, então a ausência de álcool não incomoda – diz Amanda, enquanto escuta o grupo Adoração Tchê.
A exemplo de bares gospel de Nova York e São Paulo, a iniciativa em Santo Ângelo mostra não ser à toa a presença cada vez mais frequente de programas de louvor em televisão e rádio, além de lojas religiosas. Os membros dessa comunidade buscam espaços onde se reconheçam:
– Existem várias bandas musicais que falam de Deus, mas lugares como o Shaddock’s, é bem difícil – afirma o produtor musical Fernando de Souza, 23 anos, morador de Vacaria e vocalista da banda Adoração Tchê.
A biomédica Thalise Alves, 22 anos, e o amigo atendente de telemarketing Eduardo Nascimento, 24, se encaixam no perfil dos que mais frequentam o pub: são evangélicos e há tempos procuravam um lugar com o qual se identificassem.
– Não é só para quem é de igreja, é um local para quem quer sair com a família ou amigos, comer bem, se divertir, e, principalmente, para aqueles que não entendem a lógica da bebida ser sinônimo de alegria – diz Thalise.
“Torre de Babel” argentina é erguida com 35 mil livros de todas as línguas
A artista argentina Marta Minujin contruiu uma Torre de Babel de 25 metros de altura com 30 mil livros de todas as línguas no centro de Buenos Aires. A obra surgiu com a ideia de unir todas as raças através do livro. O monumento será inaugurado na próxima quarta-feira e estará exposta na praça San Martin até o final do mês de maio.
A cidade de Buenos Aires foi escolhida pela artista por ser a Capital Mundial do Livro 2011, proclamada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
A partir de quinta-feira, os seus sete andares podem ser subidos gratuitamente por grupos de até 100 pessoas e a visita será acompanhada por uma banda sonora criada por Marta Minujin, que dá a ouvir a palavra “livro” em todas as línguas do mundo.
Mais da metade dos 35 mil livros que servem de tijolos para esta obra foi oferecida por 50 embaixadas em Buenos Aires, mas a outra metade vem de doações de milhares de pessoas mobilizadas graças a uma campanha pública para esta “obra de participação maciça”, nas palavras da artista.
Quem for visitar a Torre de Babel argentina no dia 28 de maio poderá escolher um livro na língua da sua preferência e levá-lo. Os livros que sobrarem serão dados a bibliotecas e os restantes serão catalogados e formarão a primeira coleção multilíngue da capital argentina, que será batizada de Biblioteca Babel, em homenagem à “criatividade e à cultura de todos os povos do mundo”, indicou.
No rés-do-chão da torre, podem ver-se obras de literatura, história e geografia mundiais. O primeiro e o segundo andares são dedicados a livros do continente americano, o terceiro e o quarto à Europa, o quinto e o sexto à Ásia.
A cidade de Buenos Aires foi escolhida pela artista por ser a Capital Mundial do Livro 2011, proclamada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
A partir de quinta-feira, os seus sete andares podem ser subidos gratuitamente por grupos de até 100 pessoas e a visita será acompanhada por uma banda sonora criada por Marta Minujin, que dá a ouvir a palavra “livro” em todas as línguas do mundo.
Mais da metade dos 35 mil livros que servem de tijolos para esta obra foi oferecida por 50 embaixadas em Buenos Aires, mas a outra metade vem de doações de milhares de pessoas mobilizadas graças a uma campanha pública para esta “obra de participação maciça”, nas palavras da artista.
Quem for visitar a Torre de Babel argentina no dia 28 de maio poderá escolher um livro na língua da sua preferência e levá-lo. Os livros que sobrarem serão dados a bibliotecas e os restantes serão catalogados e formarão a primeira coleção multilíngue da capital argentina, que será batizada de Biblioteca Babel, em homenagem à “criatividade e à cultura de todos os povos do mundo”, indicou.
No rés-do-chão da torre, podem ver-se obras de literatura, história e geografia mundiais. O primeiro e o segundo andares são dedicados a livros do continente americano, o terceiro e o quarto à Europa, o quinto e o sexto à Ásia.
Fiéis deixam seus empregos para aguardar o arrebatamento
De acordo com a teoria de Harold Camping, o fundador da Family Radio, faltam doze dias para o fim do mundo. De acordo com ele no dia 21 de maio por volta das 6 horas na Orla do Pacífico, haverá um grande terremoto em cada fuso horário, como nunca houve na história da Terra e depois de 153 dias o universo será destruído para sempre.
Os seguidores da Family Radio estão usando esses últimos dias para alertar as pessoas sobre o dia do juízo final e também para gastar tudo o que juntaram e até mesmo alguns já largaram seus empregos esperando pelo fim.
Haubert, um consultor financeiro de 33 anos e seu amigo o empresário Kevin Brown são algumas dessas pessoas que deixaram seus trabalhos e agora passam o dia colando cartazes e distribuindo folhetos para tentar convencer seus amigos e familiares que o Julgamento Final está próximo.
Brown acredita que quem não for arrebatado no dia 21 terá dias horríveis aqui na Terra. ”Os verdadeiros crentes em Cristo serão arrebatados. Os demais experimentarão mais horror que o das histórias de terror. O pior de tudo isso é que não haverá mais salvação nesse momento”.
A Family Radio vem divulgando o final do mundo baseado nos estudos de Camping, 89 anos, que já havia previsto o final do mundo para 6 de setembro de 1994. Os novos estudos do líder dizem que no dia 21 de maio completam-se exatos 7.000 anos após o dilúvio.
Não foi só o emprego que o empresário deixou para traz, Brown é casado e tem filhos pequenos, mas sua esposa não acredita nessa profecia e eles acabaram se separando. “Deus diz que não podemos amar o marido, a mulher ou os filhos mais do que a ele. É um teste. Existe uma provação que os crentes estão passando agora. É como um fogo ardente,” diz o jovem.
O casal Adrienne Martinez e Joel também largou tudo para esperar pelo arrebatamento. Eles moravam e trabalhavam em Nova York, mas depois de ouvirem as mensagem da Family Radio em 2009 decidiram largar seus empregos e passar seus últimos dias com a filha de dois anos em Orlando.
Agora, passam seus dias lendo a Bíblia e distribuindo panfletos. “Organizamos nosso orçamento, estamos gastando nossas economias. Depois do dia 21 não precisaremos mais de dinheiro”, explica Adrienne.
Os fiéis de Harold Camping não acreditam que a previsão esteja errada mais uma vez e não contam com a possibilidade de estarem vivos no dia 22 de maio. “Temos certeza que vai acontecer. Não há plano B”, explica o líder.
Mas há quem tema acordar no dia seguinte, pois significará que foi deixado para trás e que irá para o inferno. “Se eu acordar aqui dia 22 é porque não fui salvo e vou para o inferno. Não quero ir para lá”, teme Brown.
Os seguidores da Family Radio estão usando esses últimos dias para alertar as pessoas sobre o dia do juízo final e também para gastar tudo o que juntaram e até mesmo alguns já largaram seus empregos esperando pelo fim.
Haubert, um consultor financeiro de 33 anos e seu amigo o empresário Kevin Brown são algumas dessas pessoas que deixaram seus trabalhos e agora passam o dia colando cartazes e distribuindo folhetos para tentar convencer seus amigos e familiares que o Julgamento Final está próximo.
Brown acredita que quem não for arrebatado no dia 21 terá dias horríveis aqui na Terra. ”Os verdadeiros crentes em Cristo serão arrebatados. Os demais experimentarão mais horror que o das histórias de terror. O pior de tudo isso é que não haverá mais salvação nesse momento”.
A Family Radio vem divulgando o final do mundo baseado nos estudos de Camping, 89 anos, que já havia previsto o final do mundo para 6 de setembro de 1994. Os novos estudos do líder dizem que no dia 21 de maio completam-se exatos 7.000 anos após o dilúvio.
Não foi só o emprego que o empresário deixou para traz, Brown é casado e tem filhos pequenos, mas sua esposa não acredita nessa profecia e eles acabaram se separando. “Deus diz que não podemos amar o marido, a mulher ou os filhos mais do que a ele. É um teste. Existe uma provação que os crentes estão passando agora. É como um fogo ardente,” diz o jovem.
O casal Adrienne Martinez e Joel também largou tudo para esperar pelo arrebatamento. Eles moravam e trabalhavam em Nova York, mas depois de ouvirem as mensagem da Family Radio em 2009 decidiram largar seus empregos e passar seus últimos dias com a filha de dois anos em Orlando.
Agora, passam seus dias lendo a Bíblia e distribuindo panfletos. “Organizamos nosso orçamento, estamos gastando nossas economias. Depois do dia 21 não precisaremos mais de dinheiro”, explica Adrienne.
Os fiéis de Harold Camping não acreditam que a previsão esteja errada mais uma vez e não contam com a possibilidade de estarem vivos no dia 22 de maio. “Temos certeza que vai acontecer. Não há plano B”, explica o líder.
Mas há quem tema acordar no dia seguinte, pois significará que foi deixado para trás e que irá para o inferno. “Se eu acordar aqui dia 22 é porque não fui salvo e vou para o inferno. Não quero ir para lá”, teme Brown.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Silvio Santos cede e aceita alugar horários na programação para Igrejas
Depois de muito não, Silvio Santos muda de opinião e aceita alugar horários da programação do SBT para igrejas nas madrugas.
A decisão foi tomada por questões financeiras já que no ano passado a emissora teve sérios problemas financeiros por causa da crise no banco PanAmericano que faz parte do Grupo Silvio Santos.
De acordo com a Tela Viva, o SBT já começou a negociar com igrejas. Ainda não há previsão para o início da comercialização, mas fontes internas garantem que será o mais breve possível.
Muitas denominações como a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) e a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) já haviam feito propostas ao Dono do Baú, mostrando interesse pelos horários da madrugada no SBT, mas naquele momento não foi fechado nenhuma negociação. Agora veremos quem vai conseguir comprar o espaço, O SBT não confirma oficialmente a negociação.
Confira como foi a gravação do DVD “Glória in Rio” de Fernanda Brum
Depois do novo DVD de Fernanda Brum, a comunidade de Vigário Geral, zona norte do Rio de Janeiro (RJ), não será mais a mesma. Glória in Rio, quarto DVD da cantora pela MK Music, foi gravado no sábado (07), no local, numa noite de muita adoração, salvação, desagravo e glória de Deus. Para que o projeto se tornasse possível, a praça Tropicalismo, no Centro Cultural Waly Salomão, foi transformada: ganhou um colorido especial com o cenário produzido pela MK Music especificamente para a ocasião.
Com entrada gratuita, milhares de pessoas foram até Vigário Geral para conferir de perto essa superprodução, dirigida por Marina de Oliveira, que orientou o público antes do início do evento: “Nós fizemos o nosso melhor, e temos certeza de que tudo será para a glà ³ria do pai”. Ela acrescentou que o projeto desfiador foi uma das mais prazerosas. Arolde de Oliveira, Deputado Federal a, deu as boas vindas a todos em nome da MK e da 93 FM. “A grande audiência da 93 FM está nas comunidades, que precisam ser prestigiadas. Foi uma experiência muito interessante, e nós somos muito gratos a Deus e a todos que abriram as portas para que tudo acontecesse”, afirmou.
Emerson Pinheiro orou, intercedendo a Deus em oração pela gravação. Fernanda cantou as faixas de seu CD, Glória, além de ‘Tempo de Crescer, com a participação de Kleber Lucas, e ‘Palácios’, gravada há alguns anos, pelo Rebanhão. Participações especiais não faltaram. Além de Kleber, Jairo Bonfim (Glória do Pai), coral RenovaSoul (‘Glória do Pai’, ‘No Sangue e no Fogo’), pregador Luo(‘Pavão Pavãozinho’) e o grupo Afrolata (‘Pavão Pavãozinho’). Emerson Pinheiro, produtor musical do DVD Glória in Rio, cantou ‘Rio de Janeiro’, que é um clam or a Deus pela cidade Maravilhosa. Tudo a ver com o contexto.
Fernanda e a MK ousaram no projeto, ao gravar o primeiro DVD gospel em uma comunidade não pacificada. A cantora e pastora da Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, ministrou sobre a vida de todos. “Não importa o quão distante você já andou longe de Deus. Se você recebeu o caminho do evangelho, o caminho de volta é mais curto por causa da cruz”. A cantora ainda foi homenageada pela presidente da MK Music, Yvelise de Oliveira, com buquê de flores. “Tenho certeza que muitas pessoas serão abençoadas através desse DVD”.
Sempre abraçando causas defendendo ideais e levantando bandeiras sociais, Fernanda inseriu esse contexto como uma das vertentes do projeto. Afinal, a faixa ‘Pavão pavãozinho’ faz parte do CD Glória. “ (fala Fernanda antes de Pavão pavãozinho). O clipe inédito da música foi projetado nos telões de LED, dando início a apresentação. Para o Afro raggae, que cedeu o espaço para realização do evento, o show foi lindo. “A Fernanda Brum teve a delicadeza de entender Vigário Geral, o trabalho do Afroraggae. Essa conexão é muito importante pra gente ”, declarou Johayne Hildefonso, um dos coordenadores do Afroreggae. “Nós cremos que depois de uma noite dessa de adoração ao nosso Deus coisas boas com certeza irão acontecer aqui”, completou Washington Rimas, o Feijão, outro coordenador da instituição.
No encerramento, a canção de Claudio Claro, ‘Videira’, empolgou a todos. Fernanda se despediu, mas todos pediram ‘mais um’, e ainda chamaram por Eyshila. Resultado: um dueto das amigas cantando ‘Espírito Santo’, composição de Eyshila. Mais um momento de emoção. Com certeza, o que aconteceu nesta noite em Vigário Geral, impactou quem assistiu, quem participou, ou até mesmo quem apenas ouviu as canções e ministrações de dentro de suas casas. Em breve, Glória in Rio em DVD.
Com entrada gratuita, milhares de pessoas foram até Vigário Geral para conferir de perto essa superprodução, dirigida por Marina de Oliveira, que orientou o público antes do início do evento: “Nós fizemos o nosso melhor, e temos certeza de que tudo será para a glà ³ria do pai”. Ela acrescentou que o projeto desfiador foi uma das mais prazerosas. Arolde de Oliveira, Deputado Federal a, deu as boas vindas a todos em nome da MK e da 93 FM. “A grande audiência da 93 FM está nas comunidades, que precisam ser prestigiadas. Foi uma experiência muito interessante, e nós somos muito gratos a Deus e a todos que abriram as portas para que tudo acontecesse”, afirmou.
Emerson Pinheiro orou, intercedendo a Deus em oração pela gravação. Fernanda cantou as faixas de seu CD, Glória, além de ‘Tempo de Crescer, com a participação de Kleber Lucas, e ‘Palácios’, gravada há alguns anos, pelo Rebanhão. Participações especiais não faltaram. Além de Kleber, Jairo Bonfim (Glória do Pai), coral RenovaSoul (‘Glória do Pai’, ‘No Sangue e no Fogo’), pregador Luo(‘Pavão Pavãozinho’) e o grupo Afrolata (‘Pavão Pavãozinho’). Emerson Pinheiro, produtor musical do DVD Glória in Rio, cantou ‘Rio de Janeiro’, que é um clam or a Deus pela cidade Maravilhosa. Tudo a ver com o contexto.
Fernanda e a MK ousaram no projeto, ao gravar o primeiro DVD gospel em uma comunidade não pacificada. A cantora e pastora da Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, ministrou sobre a vida de todos. “Não importa o quão distante você já andou longe de Deus. Se você recebeu o caminho do evangelho, o caminho de volta é mais curto por causa da cruz”. A cantora ainda foi homenageada pela presidente da MK Music, Yvelise de Oliveira, com buquê de flores. “Tenho certeza que muitas pessoas serão abençoadas através desse DVD”.
Sempre abraçando causas defendendo ideais e levantando bandeiras sociais, Fernanda inseriu esse contexto como uma das vertentes do projeto. Afinal, a faixa ‘Pavão pavãozinho’ faz parte do CD Glória. “ (fala Fernanda antes de Pavão pavãozinho). O clipe inédito da música foi projetado nos telões de LED, dando início a apresentação. Para o Afro raggae, que cedeu o espaço para realização do evento, o show foi lindo. “A Fernanda Brum teve a delicadeza de entender Vigário Geral, o trabalho do Afroraggae. Essa conexão é muito importante pra gente ”, declarou Johayne Hildefonso, um dos coordenadores do Afroreggae. “Nós cremos que depois de uma noite dessa de adoração ao nosso Deus coisas boas com certeza irão acontecer aqui”, completou Washington Rimas, o Feijão, outro coordenador da instituição.
No encerramento, a canção de Claudio Claro, ‘Videira’, empolgou a todos. Fernanda se despediu, mas todos pediram ‘mais um’, e ainda chamaram por Eyshila. Resultado: um dueto das amigas cantando ‘Espírito Santo’, composição de Eyshila. Mais um momento de emoção. Com certeza, o que aconteceu nesta noite em Vigário Geral, impactou quem assistiu, quem participou, ou até mesmo quem apenas ouviu as canções e ministrações de dentro de suas casas. Em breve, Glória in Rio em DVD.
Igrejas se tornaram supermercados
“Há diferença em pregar a palavra e sobre a palavra. O pregador não tem autoridade para criar a palavra. Ela é mensagem de Deus. Precisamos de uma nova reforma, voltar às escrituras.” Estas foram às primeiras palavras do reverendo Hernandes Dias Lopes durante sua palestra sobre Pregação Expositiva no 38º Congresso da Sepal, em Águas de Lindóia (SP).
Em uma platéia formada por pastores e líderes de todas as regiões do Brasil, o pastor presbiteriano citou que a Pregação Expositiva é a melhor forma para uma Igreja em crise. Segundo este modelo evita dois extemos: Corrige a Numerolatria e Numerofobia. “O pastor prágmatico não pergunte se é certo. Ele pergunta se dá certo. Muda-se a verdade em busca de resultados.”
Para ele a Igreja está se transformando em um supermercado. “Os bancos determinam o que o púlpito vai pregar. O evangelho não é um produto de marketing. Deus não quer fã, quer discipulos. O papel do pregador não é agradar o auditório. A verdade nem sempre é popular.”
Ele enumerou ainda as vantagens da Pregação Expositiva. “ Ela evita quatro perigos:Liberalismo Teológico, Sincretismo Religioso, Ortodoxia morta, Superfialidade“A maioria dos seminários estão recheados de professores com liberalismo teológico. As igrejas históricas se casaram com liberalismo teológico.” Ele encerrou com uma orientação: O sermão precsa criar uma ponte entre Deus e o Povo.Se quiser alimentar sua igreja estude.”
Em uma platéia formada por pastores e líderes de todas as regiões do Brasil, o pastor presbiteriano citou que a Pregação Expositiva é a melhor forma para uma Igreja em crise. Segundo este modelo evita dois extemos: Corrige a Numerolatria e Numerofobia. “O pastor prágmatico não pergunte se é certo. Ele pergunta se dá certo. Muda-se a verdade em busca de resultados.”
Para ele a Igreja está se transformando em um supermercado. “Os bancos determinam o que o púlpito vai pregar. O evangelho não é um produto de marketing. Deus não quer fã, quer discipulos. O papel do pregador não é agradar o auditório. A verdade nem sempre é popular.”
Ele enumerou ainda as vantagens da Pregação Expositiva. “ Ela evita quatro perigos:Liberalismo Teológico, Sincretismo Religioso, Ortodoxia morta, Superfialidade“A maioria dos seminários estão recheados de professores com liberalismo teológico. As igrejas históricas se casaram com liberalismo teológico.” Ele encerrou com uma orientação: O sermão precsa criar uma ponte entre Deus e o Povo.Se quiser alimentar sua igreja estude.”
Com saias mais curtas, moda evangélica se moderniza
Saias usadas por evangélicas seguem tendências da moda e fazem sucesso nas igrejas de São Paulo.
Elas já foram mais compridas e sóbrias. Hoje, as saias usadas por evangélicas seguem tendências da moda -podem ser justas ou soltinhas, de cintura alta, com rendas ou laços- e fazem sucesso nas igrejas de São Paulo.
A advogada Mari Scarparo, 33, da Congregação Cristã de Caieiras (Grande SP), aprova o novo “look”. “Há uns dez anos, usávamos vestuário de “senhora”. Hoje, uso as mesmas roupas da igreja em audiências e me sinto melhor com esse estilo moderno.”
A loja Monia é um exemplo dessa transformação. Inaugurada em 1978, passou a atender só evangélicos há cerca de dez anos. “Hoje, nossos produtos seguem tendências”, diz Alexandre Iones, um dos responsáveis.
Na esteira desse mercado, a estilista Mara Jager, 33, montou há dois anos uma marca para evangélicas. “As saias estão menos compridas. A evangélica quer se sentir bem, mas sem excessos.”
MARKETING
Instaladas em bairros famosos pelo comércio de roupas, como o Brás e o Bom Retiro (centro de SP), a “moda evangélica” já adota estratégia agressiva de marketing.
Uma das pioneiras, a Joyaly, está na quarta edição do concurso “Garota Joyaly” e vende para todo o Brasil.
No Bom Retiro, o marketing começa na calçada -onde um panfleteiro tenta atrair evangélicas para sua loja. A estratégia acaba chamando a atenção de outras clientes. “Compro em loja evangélica, mas sou católica. Roupa bonita independe de religião”, diz Flavia Schmidt.
Elas já foram mais compridas e sóbrias. Hoje, as saias usadas por evangélicas seguem tendências da moda -podem ser justas ou soltinhas, de cintura alta, com rendas ou laços- e fazem sucesso nas igrejas de São Paulo.
A advogada Mari Scarparo, 33, da Congregação Cristã de Caieiras (Grande SP), aprova o novo “look”. “Há uns dez anos, usávamos vestuário de “senhora”. Hoje, uso as mesmas roupas da igreja em audiências e me sinto melhor com esse estilo moderno.”
A loja Monia é um exemplo dessa transformação. Inaugurada em 1978, passou a atender só evangélicos há cerca de dez anos. “Hoje, nossos produtos seguem tendências”, diz Alexandre Iones, um dos responsáveis.
Na esteira desse mercado, a estilista Mara Jager, 33, montou há dois anos uma marca para evangélicas. “As saias estão menos compridas. A evangélica quer se sentir bem, mas sem excessos.”
MARKETING
Instaladas em bairros famosos pelo comércio de roupas, como o Brás e o Bom Retiro (centro de SP), a “moda evangélica” já adota estratégia agressiva de marketing.
Uma das pioneiras, a Joyaly, está na quarta edição do concurso “Garota Joyaly” e vende para todo o Brasil.
No Bom Retiro, o marketing começa na calçada -onde um panfleteiro tenta atrair evangélicas para sua loja. A estratégia acaba chamando a atenção de outras clientes. “Compro em loja evangélica, mas sou católica. Roupa bonita independe de religião”, diz Flavia Schmidt.
domingo, 8 de maio de 2011
Heloísa Rosa
Como foi a sua conversão? Eu nasci num lar cristão, mas minha primeira experiência com Deus foi aos dez anos. Lendo a Bíblia comecei a entender o sacrifício de Jesus... chorei muito e passei a amá-lo. Foi um dia lindo.
Você cresceu ouvindo o que?
Petra e David Quinlan.
Quando você descobriu que tinha o dom para cantar?
Realmente não sei precisar a data em que descobri isso, pois acredito que o descobrimento de nosso potencial é gradativo.
E qual foi o primeiro CD que você gravou, e como surgiu o convite?
Foi com o Clamor pelas Nações, em seu primeiro CD “Adorando ao Senhor e Profetizando as Nações...”. O Pr. Ricardo me viu cantando na minha igreja. Nesta época eles estavam gravando e orando por uma pessoa que deveria gravar uma canção, então decidiram me fazer o convite. Para mim foi uma surpresa, porque no meu espírito sabia que Deus iria me usar nesta área, mas não sabia que iria começar tão cedo.
Este trabalho (Adorando ao Senhor e...) abriu portas para outros projetos?
Sim, todo trabalho tem a sua recompensa, mas ela não foi definida pelos outros projetos, mas pelos relacionamentos que se tornaram muito importantes para minha vida.
Quais os ministérios que você mais gosta de ouvir na atualidade?
Darlene Zschech (Austrália) e Delirious (Inglaterra).
Você fez back-vocal para muitos ministros, como David Quinlan e Pr. Cirilo. Você continua fazendo esse trabalho, mesmo com a carreira solo?
Hoje não. Porque agora fica difícil por causa das agendas individuais de cada Ministério (mas guardo em meu coração uma admiração e amor especial por eles)
“Liberta-me” é o nome do seu primeiro CD solo, certo? Quando e como surgiu a idéia de gravá-lo?
Surgiu no ano passado, e já era esperado, na época surgiu uma mensagem queimando em meu espírito a qual era levar a igreja a entender que precisamos de libertação a cada dia de nossas vidas. E não me refiro a demônios ou coisa assim, mas o abandono de nosso orgulho e egoísmo e outras coisas que nos afasta da presença de nosso Amado Deus. E este trabalho com todas as suas características tem a finalidade de trazer uma reflexão a respeito deste assunto.
Dentre as músicas que você já gravou, existe uma em especial e que mais te tocou? Por quê?
Fica difícil dizer qual canção que mais me tocou, porque cada uma delas tem sua história e mensagem para cada situação que estava vivendo. Exemplo: Jesus (faixa cinco) foi uma canção que o Senhor me deu, quando estava evangelizando uma amiga. Estávamos terminando o segundo grau. Foi extraordinária esta experiência! De cada canção eu poderia dizer o porquê dela existir, mas nosso tempo aqui é curto então te desafio a ouvir o nosso Cd, e a nos contar o que Deus ministrou em tua vida.
Em seu CD a faixa “Fall on me”, é cantada em inglês. Por que a decisão de deixar a faixa título do CD original em inglês?
Fizemos a nossa própria versão traduzindo esta canção, sem tirar seu sentido literal, porém esta tradução não foi aceita e daí decidimos cantá-la em inglês. Sabendo que o espírito independe do idioma para ministrar ao nosso coração.
Como foi este CD em parceria com o Atmosfera da Adoração?
Este cd “Unção que une” na realidade foi um simples reflexo da amizade que desenvolvemos com este ministério. Foi um tempo de comunhão, alegria onde desempenhamos um dos nossos objetivos, relacionamento.
Você tem pretende lançar um segundo CD? Seria ao vivo ou em estúdio?
Sim, estamos programando para gravar nosso segundo cd no próximo semestre deste ano e será em estúdio.
O que nós podemos esperar da Heloísa, quais são seu planos agora?
Isso é uma coisa muito difícil de responder, pois Deus é quem traça nossos caminhos.
Heloísa obrigado pela entrevista e deixe um recado para os internautas do Supergospel.
Quero desejar a todos que lerem esta entrevista que sejam desafiados a viverem uma vida digna do evangelho. Agradeço a Deus por poder compartilhar um pouco da minha vida com vocês e que o Senhor abençoe a todos.
Capa do Novo CD de Cassiane e Jairinho
Enfim foi divulgada a capa do CD romântico mais aguardado do ano, que depois de alguns longos anos de espera Cassiane & Jairinho lançarão no final de maio "O Amor Está No Ar", quase foi intitulado de "Apaixonados" (diga-se de passagem eu preferia), e poderemos conferir os diferentes ritmos que embalam as letras românticas das músicas desse CD que promete ser surpreendente. O grande diferencial que este será 100% romântico.
A arte gráfica conseguiu cumprir o papel de fazer uma capa bem romântica e que combinasse perfeitamente com o título do CD, mas os parabéns mesmo vai para o fotógrafo e para quem escolheu a foto principal. Excelente escolha, já que além da foto não há nenhum detalhe extra que chamasse atenção a não ser umas poucas pétalas de rosas.
Agora é aguardar, e eu que tenho os quatro anteriores já estou ansiosissimo! (rs)
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