segunda-feira, 13 de junho de 2011

“Ser gay não é normal”, diz líder evangélico

Na briga entre homossexuais e representantes de grupos religiosos, João Campos questiona dados e estatísticas divulgadas sobre violência contra minorias sexuais.


A questão da homofobia entrou de vez na pauta do Congresso e da sociedade. A cada um dia e meio, um homossexual brasileiro é assassinado, vítima de homofobia, segundo relatório anual elaborado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado em abril. Segundo o levantamento, 260 gays, travestis e lésbicas foram mortos em 2010. Mas será mesmo que essas pessoas foram vítimas de homofobia ou esses homossexuais estão sendo assassinados por outras razões, como qualquer outro ser humano?

Na próxima semana, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), irá encaminhar ao Ministério da Justiça um pedido de esclarecimentos sobre dados relativos à violência contra homossexuais. João Campos prepara um requerimento, endereçado ao ministro José Eduardo Cardozo, no qual pretende questionar a veracidade de dados referentes a assassinato de gays no Brasil.

“Estão dizendo que, em todos os casos de assassinato de homossexuais, a motivação foi a homofobia. Será que é verdade? Qual o perfil dos autores desses assassinatos? São os companheiros ou terceiros? Será que tem alguma motivação relacionada com droga, álcool, prostituição? Será homofobia ou o gay está sendo vítima de violência da mesma forma que o heterossexual?”, questiona João Campos. “Nós precisamos passar essas informações a limpo, para ninguém ser induzido ao erro”, afirmou.


As discussões sobre os direitos dos homossexuais no país foram intensificadas a partir do debate do PL 122/2006, que criminaliza a homofobia. A proposta, que tramita no Senado, tem forte oposição por parte da bancada evangélica, que considera a matéria “inconstitucional”. Evangélicos pretendem apoiar no Congresso o PL 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem caráter mais geral e torna inafiançáveis e imprescritíveis crimes de discriminação no mercado de trabalho, de injúria resultante de preconceito e de apologia ao racismo.

“O PL 122 é flagrantemente inconstitucional. Quando ele propõe a criminalização da homofobia, esse projeto subtrai da sociedade aquilo que é o sustentáculo da democracia: a livre manifestação do pensamento e a inviolabilidade da crença e da consciência”, defendeu João Campos. “O nosso encaminhamento é para apoiar um projeto do senador Paim, que caminha nessa mesma direção, mas sem esses vícios de constitucionalidade”, disse.

Em crescente ascensão no Parlamento, a bancada evangélica protagonizou nas últimas semanas duros embates contra o governo. O motivo foi a elaboração de um kit anti-homofobia, criado por ONGs pró-gays a pedido do Ministério da Educação. A cartilha, que continha pôsteres e vídeos sobre o homossexualismo, foi vetada pela presidente Dilma, que após pressões da bancada evangélica e articulações de CPI e convocação do ex-ministro Antonio Palocci, proibiu que o “kit gay”, como ficou conhecido, fosse distribuído nas escolas.

“O governo se mostrava insensível e indiferente às nossas abordagens, então nós tivemos que utilizar de ferramentas próprias do jogo político para fazer com que fôssemos, no mínimo, ouvidos pelo governo”, disse João Campos. “Se for preciso, usaremos novamente essas ferramentas. Não tenha dúvida que a bancada está estruturada para isso”, emendou.

Por que só os gays?

Em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco, o presidente da Frente Evangélica afirma que a bancada irá trabalhar para que o governo não elabore nenhum material educativo específico para tratar sobre as questões homossexuais. Para o deputado evangélico, é um erro o governo “adotar um programa para prevenir o preconceito e a discriminação em relação apenas a uma minoria da sociedade brasileira”.

“Por que não um programa, com fundamento na cidadania, que oriente a criança a respeitar qualquer pessoa nas suas diferenças? Evidentemente, com isso vamos garantir cidadania plena lá na frente. Agora, quando o governo direciona um programa dessa natureza apenas para uma minoria, além dele não alcançar o que pretende, ele ainda provoca efeitos colaterais”, defende João Campos.

Delegado de Polícia, João Campos é vice-presidente de uma das convenções da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. A maior denominação evangélica, a Assembleia de Deus tem cerca de 10 milhões de fieis. Na Câmara, o deputado luta em “defesa da vida, da família, da liberdade religiosa e da laicidade do Estado”. Para o parlamentar, ser homossexual “não é normal”, e a bancada se posiciona contra qualquer ampliação de direito para essa parcela da população.

“Em nenhum lugar do mundo, nenhum país de fato entendeu que o homossexualismo é um comportamento normal. Do ponto de vista bíblico, a prática da homossexualidade é pecado. Convencidos disso, nós somos contra a prática do homossexualismo”, disse João Campos, acrescentando que a bancada não negociará em relação à união civil de casais homossexuais ou mesmo a adoção de crianças por parte desse público.

Crescimento

Nas últimas eleições, a bancada cresceu não só em número – passando de 43 para 80 parlamentares –, mas também em influência política. João Campos ressalta que os evangélicos sempre tiveram força dentro do Congresso, derrubando projetos de temas como legalização do aborto e união homoafetiva, mas que só agora a mídia tem dado importância para as ações da bancada.

“Na última legislatura, nós vencemos o projeto que legalizava o aborto, vencemos a questão da adoção de crianças por homossexuais, vencemos os projetos de lei que propunham a união homoafetiva, vencemos o Estatuto da Família. O que faltava era a mídia dar certa visibilidade a essas ações”, afirma. “A grande mídia sempre nos tratou com indiferença, ou com acentuado preconceito. O que está acontecendo agora é uma certa visibilidade”, defendeu.

Leia a íntegra da entrevista:

Congresso em Foco – Nas últimas eleições, a bancada evangélica saltou de 43 para 80 parlamentares. O que isso significa? Os brasileiros estão se convertendo mais às religiões evangélicas?
João Campos – Primeiro, significa que o segmento evangélico está cada vez mais adquirindo uma maturidade política, está se organizando e entendendo que uma das formas de colaborar com o Brasil é também por meio de uma representação política e ativa. O segmento evangélico vem contribuindo muito com o Brasil, mas mais na área social, da educação e da evangelização. E agora o segmento entendeu que deve agregar a isso também um trabalho de cunho político. Segundo, na medida em que qualquer segmento da sociedade, a exemplo do evangélico, se torna mais expressivo, em função das milhares de conversões que têm ocorrido, evidentemente que isso termina tendo conseqüência na representação política deste segmento. O segmento evangélico hoje já não é mais uma minoria no Brasil, já é uma das maiorias que compõem a sociedade brasileira. Por isso mesmo, dentro do Parlamento ele também é uma das maiorias de representação política. De fato, essa é uma das consequências em função do crescimento do segmento evangélico.

Na sua avaliação, a religião pode ser usada como um trampolim para a política?
Acho que religião e política, ambas realizadas com seriedade, se complementam. O que é a verdadeira religião, se não amar o próximo e servir o próximo? A Bíblia, inclusive, diz que a verdadeira religião é aquela que acolhe a viúva e o órfão. E a verdadeira política o que é, se não o homem público se dar a seu povo, a seu país, à sua gente, para servir? A atividade política se assemelha muito à atividade sarcedotal. Acho que elas se complementam. Do ponto de vista de servir de trampolim, eu não diria. Porque assim como qualquer outro segmento social, estando devidamente organizado, ele passa a ter desejo de ter a sua representação política. Aqui na Casa, temos diversos segmentos representados. Daí termos várias frentes ligadas a segmentos. Acho que representa apenas a capacidade de organização, de conscientização e maturidade política do segmento.

Nas últimas semanas, a bancada evangélica conseguiu, com forte articulação dentro do Congresso, barrar a distribuição do kit de combate à homofobia nas escolas. A bancada está ganhando força?
A bancada vem se fortalecendo muito em função do quantitativo. No Parlamento, número faz diferença. Nas votações, o parlamentar pode ser o mais qualificado possível, mas o voto dele só vale um voto. Então, na medida em que a quantidade de representação ampliou-se, evidentemente que a nossa representação é muito mais forte. Mas, do ponto de vista da nossa atuação dentro do Parlamento, eu acho que o que está acontecendo agora é uma certa visibilidade das nossas ações. Mas nós sempre tivemos ações pró-ativas, em favor da sociedade, ações direcionadas para bandeiras em que acreditamos, que estão acima das questões partidárias, como defesa da vida, da família, da liberdade religiosa, defesa da laicidade do Estado. São papeis que a gente tem realizado com muita firmeza. Mas por que nós temos dificuldade de ter visibilidade de nossas ações? Porque a grande mídia sempre nos tratou com indiferença, ou com acentuado preconceito. Lembro-me apenas, a título de exemplo, quando conseguimos aqui derrotar o conjunto de projetos que legalizam o aborto, que tramitavam nesta Casa há mais de uma década. Esses projetos tinham apoio do governo, da grande mídia, e nós conseguimos derrotar. A mídia não fez destaque nenhum, nenhum. Se fosse o contrário, se nós tivéssemos sido derrotados e a legalização do aborto aprovada, seria manchete em todos os jornais e televisões. Esse fato, por si só, demonstra todo o preconceito da mídia em relação a nós. Mas qual a nossa estratégia de vencer o preconceito? É manter a nossa postura de coerência, de respeito às pessoas, de respeitar as ideias diferentes da nossa, e de prevalecer o argumento coerente. Acho que aos poucos, essa nossa postura e essa forma de proceder vem se consolidando.

O deputado Anthony Garotinho chegou a dizer que a bancada não iria colaborar com o governo nas votações no Congresso, caso não fosse suspenso o kit gay. Esse foi um recado da bancada em relação às demandas da bancada evangélica?
A Frente Parlamentar Evangélica não é de oposição nem é do governo. Ela é apartidária. Temos representantes dos mais diversos partidos. É uma bancada suprapartidária. Naquele momento, quando nós fazíamos enfrentamento de alguns temas que nos preocupam – particularmente o kit gay, que está relacionado com uma de nossas bandeiras, que é a defesa da família –, e o governo se demonstrava insensível e indiferente às nossas abordagens, nós tivemos que utilizar ferramentas próprias do jogo político para fazer com que fôssemos, no mínimo, ouvidos pelo governo. Aí, adotamos algumas ferramentas. A primeira era a de obstruir toda e qualquer votação na Casa. Dois, foi pedir a exoneração do ministro da Educação, pelo desrespeito que ele teve com a bancada evangélica. Terceiro, a possibilidade, se reuníssemos número suficiente de assinaturas, de pedir uma CPI do Ministério da Educação. E um tema que ficou polêmico foi que nós não apenas apoiamos, nós articulamos a convocação do Palocci aqui na Casa. Essa última hipótese gerou uma certa polêmica na Casa, porque algumas pessoas não entenderam que isso era ferramenta política, entenderam como uma chantagem, já que a convocação tinha que se dar não em função disso, mas em função das circunstâncias e do desejo da sociedade de saber como é que ele se enriqueceu tão rápido.

Mas não foi chantagem mesmo?
Para as pessoas que estão na vida política partidária, não se tratava de uma chantagem. Se tratava de utilizar um instrumento adequado para fazer com que o governo fosse sensível e ouvisse nosso clamor. Tanto é que depois de vencida essa pressão – e a presidente Dilma tomou uma atitude que merece nosso aplauso –, nós fomos ouvidos. É preciso deixar claro que ela só tomou essa decisão por pressão, em função das ferramentas que utilizamos. A nossa orientação foi que cada deputado passasse a seguir a orientação do seu partido e agir de acordo com a sua consciência.

Se for preciso utilizar novamente esses instrumentos políticos para defender causas evangélicas, a bancada pretende usá-los?
Não tenha dúvida que a bancada está estruturada para isso. Se for preciso, usaremos novamente essas ferramentas. Os próprios partidos utilizam esses instrumentos: convocação de ministro, CPI, obstrução. São as ferramentas que estão à disposição do jogo político.

Agora que o kit foi retirado de circulação, uma nova cartilha deve ser elaborada. O que a bancada é a favor de ensinar para as crianças em relação à homossexualidade?
Com o kit gay, o governo cometia dois erros. O primeiro, o mais grave e que saltou aos olhos da sociedade, foi o fato de o governo fazer um material com conteúdo diferente daquilo que foi anunciado. O governo anunciou que o material era para prevenir a homofobia nas escolas. O conteúdo era exatamente o contrário, era para estimular o comportamento homossexual. Esse erro foi grosseiro e absurdo. O segundo erro do governo estava em adotar um programa para prevenir o preconceito e a discriminação em relação apenas a uma minoria da sociedade brasileira. A sociedade brasileira não é preconceituosa, não é discriminatória e intolerante. Agora, isso não significa dizer que a gente não tenha pontualmente um comportamento de intolerância, de preconceito. Só que esse comportamento pontual não é apenas em relação aos homossexuais. Pontualmente, há preconceito em relação a evangélicos, em relação a ciganos, à comunidade judaica, a negros, a idosos, a moradores de rua. Então, porque o governo fez um programa apenas para um segmento? Isso está errado. O governo tem que governar para todos. E se esse comportamento merece ter um cuidado do governo, um comportamento que acontece pontualmente, então o governo tem que fazer um programa para todos. E não para um segmento. Por que não um programa, com fundamento na cidadania, que oriente a criança a respeitar qualquer pessoa nas suas diferenças? Evidentemente, com isso vamos garantir cidadania plena lá na frente. Agora, quando o governo direciona um programa dessa natureza apenas para uma minoria, além dele não alcançar o que pretende, ele ainda provoca efeitos colaterais.

Que efeitos?
Na medida em que o governo potencializou políticas direcionadas só para o movimento homossexual, esse movimento passou a ter um preconceito em relação ao restante da sociedade, que antes esse segmento não tinha. Inconscientemente, o governo terminou fomentando isso. O brasileiro, por sua natureza é tolerante e sabe conviver com as diferenças e os diferentes. É da natureza do brasileiro, porque nós somos a síntese da sociedade mundial. Índios, africanos, europeus, asiáticos formaram essa miscigenação e esse povo brasileiro que é alegre, trabalhador, inteligente, criativo, e que sabe conviver com as diferenças. Na medida em que o governo dirige um programa dessa natureza para apenas uma minoria, estimulou inconscientemente esse segmento a começar a ter manifestações de intolerância, o que não é próprio nem desse segmento, nem da sociedade brasileira.

Essas manifestações têm se intensificado?
Sim. Por exemplo, há quatro semanas, o movimento LGBT realizou um seminário na Câmara. Consta que nesse seminário tinha um cartaz com algumas expressões muito ofensivas ao Papa. Isso nunca existiu. Não temos registro de movimentos LGBTs atacando o Papa. Consta também que numa determinada cidade do sul do país, um grupo de gays tinham marcado um “beijaço” na porta de um templo católico. Antes, não se tinha notícias dessa natureza. Isso não é próprio do movimento homossexual. Assim como nós, e todos os brasileiros, os gays são gente ordeira, pacifica e tolerante. Na semana passada, quando realizamos uma manifestação contra o PLC 122 e a favor da liberdade de expressão e da livre manifestação do pensamento e da inviolabilidade da crença e da consciência, que são pilares da democracia, tinha em um determinado site uma convocação para que as pessoas do movimento homossexual se agrupassem às 14h para fazer uma queima de Bíblias e depois vir até onde estava nossa manifestação evangélica pacífica, para confronto. Isso terminou sendo desarticulado, eu falei com o presidente da Associação Brasileira de Gays e Lésbicas, Toni Reis, por telefone, ele disse que estava tirando isso do site. Mas, no final, um pequeno grupo ainda chegou e quase deu problema. Essas manifestações de intolerância, que não são próprias dos brasileiros, terminam acontecendo por causa desse programa do governo, que é inadequado.

O senhor acha que essas manifestações de intolerância podem ser respostas a, por exemplo, o aumento do número de assassinatos de homossexuais no país?
Não acredito. O brasileiro não tem o comportamento de reagir com violência á violência. Eu sou contra qualquer manifestação de violência e preconceito. Eu sou cristão, e um dos fundamentos do cristianismo é o amor. É você respeitar as pessoas e tratá-las por igual, mesmo sem concordar com o posicionamento delas. Mas eu estou fazendo um requerimento, endereçado ao ministro da Justiça, com algumas indagações. Porque os números que o movimento homossexual aponta, eles precisam vir acompanhados de dados. Por exemplo, há um dado que foi colocado em uma novela nesta semana, que diz que assassinaram no Brasil quase que um gay por dia. Isso é preocupante. Mas qual a fonte dessa informação? Qual foi o instituto, centro acadêmico, que levantou esses dados? Qual foi a metodologia utilizada? Se os números são autênticos, por ventura, qual a motivação verdadeira do assassinato de quase 300 gays no ano? Estão dizendo que, em todos os casos, a motivação foi por homofobia, foi por preconceito, discriminação e intolerância. Será que é verdade? Ou os gays estão sendo assassinados como qualquer outro ser humano? Qual o perfil do autor desses assassinatos? São os companheiros ou são terceiros? Se são os próprios companheiros, então não é homofobia. Será que tem alguma motivação relacionada com droga, com álcool, com prostituição? Então, será que todos os casos são por homofobia? Onde está essa informação? Quem a levantou? Ou o gay está sendo vítima de violência como o heterossexual nos mesmos logradouros, pelos mesmos motivos, e aí os casos de assassinato por homofobia são as exceções? Nós precisamos passar essas informações todas a limpo para ninguém ser induzido a erro. Até porque se essas informações forem autênticas, então por que o governo nunca teve um programa na área de segurança pública que pudesse coibir isso? Esse governo que tem direcionado tantos programas privilegiando esse segmento de minoria da sociedade, por que ele se omite tanto em relação à violência? Nós estamos fazendo um requerimento, um conjunto de indagações dessa natureza ao ministro da Justiça. Não é pensando que, de pronto, são informações falaciosas. Mas nós queremos ter segurança desses dados. Até porque, dependendo deles, nós teremos como cobrar do governo.

Qual a avaliação da bancada evangélica a respeito do PL 122, que criminaliza a homofobia? A bancada é contra o projeto?
Somos contra. Esse projeto é flagrantemente inconstitucional. Quando ele propõe a criminalização da, esse projeto subtrai da sociedade aquilo que é o sustentáculo da democracia: a livre manifestação do pensamento e a inviolabilidade da crença e da consciência. Esse projeto cria, indiretamente, o crime de opinião. Você pode emitir sua opinião em relação ao padre, ao pastor, ao político, ao executivo, ao empregado, ao patrão. Mas se esse projeto se converter em lei e você emitir uma opinião acerca da prática do homossexualismo, vira crime. É impossível no estado democrático de direito você criminalizar a opinião. Quando você emite opinião, você não está sendo contra A ou B. Você está emitindo opinião contra condutas e comportamentos. É o chamado livre direito de expressão, que é um dos pilares do Estado Democrático de Direito. Por essa razão, em nome do conjunto da sociedade brasileira, nós somos contra esse projeto. Ele quer assegurar um direito a uma minoria, o que nós concordamos, mas subtraindo da sociedade direitos fundamentais. O nosso encaminhamento é para apoiar um projeto do senador Paulo Paim, que está na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, e que caminha nessa mesma direção, mas sem esses vícios de constitucionalidade.

Mas o que os homossexuais querem não é o mesmo que já temos hoje no Brasil em relação à criminalização do racismo contra negros?
Mas o negro não é um comportamento. A pessoa nasce negra. Então, qualquer opinião que você omitir, ela pode ser de fato ofensiva para a pessoa. Agora o outro não. No caso do homossexualismo, é um comportamento que a pessoa adotou. Você estará emitindo opinião sobre comportamento. A questão da prostituição, por exemplo. Eu respeito as prostitutas, mas eu sou contrário à legalização da prostituição e ajudei a derrotar o projeto que legalizava essa prática. Minha opinião e com convicção é contra a prostituição, pois acho que ela fere a dignidade da pessoa humana. A prostituição é a profanação do sexo, que foi criado por Deus para ser uma benção, tanto para o prazer do homem e da mulher quanto para a procriação das gerações.

Os homossexuais argumentam que que sua condição não se trata de uma opção.
A sociedade não absolveu esse comportamento como um comportamento normal. E, de fato, não é normal. Em nenhum lugar do mundo, nenhum país de fato entendeu que o homossexualismo é um comportamento normal. Do ponto de vista bíblico, a prática da homossexualidade é pecado. Convencidos disso, em função das nossas convicções religiosas e dos princípios que orientam tanto a nossa vida religiosa quanto o nosso conceito de família, nós somos contra a prática do homossexualismo.

Então, em relação à união civil de casais homossexuais ou mesmo à adoção de crianças por parte desses casais, a bancada é contra?
Somos contra. São coisas que nós não negociamos. Nós temos isso como princípios. Até porque, independentemente de valores religiosos, sociais e culturais, o Estado depende da família da forma natural. Se nós não tivermos homem, mulher e prole, não terá Estado. O IBGE diz que, no Brasil, há 60 mil duplas, pares – inapropriadamente chamados de casais – homoafetivos. Se nós pegássemos esse conjunto de 120 mil pessoas e colocássemos em um território e disséssemos esse aqui é o Estado de vocês, em 200 anos esse Estado não mais existiria, pois seus habitantes não procriariam. O Estado não subsiste sem a família natural. Isso só demonstra o quanto o homossexualismo contraria toda a ordem natural das coisas.

O que a frente evangélica pretende avançar no Congresso em relação ao aborto?
Em relação a esses temas, nós atuamos quando somos provocados. Se algum deputado apresentar projeto para legalizar o aborto, evidentemente que faremos todo o debate de novo. Mas é bom lembrar que, na última legislatura, nós vencemos todas essas questões. Vencemos o projeto do aborto, vencemos a questão da adoção de crianças por homossexuais, nós vencemos os projetos de lei que propunham a união homoafetiva, vencemos o Estatuto da Família, que procurava consagrar no arcabouço jurídico brasileiro todas essas configurações como se fossem família. Vencemos o projeto que buscava legalizar a prostituição no país. Tudo isso vencemos. Por isso que digo que a bancada sempre foi muito ativa, e os resultados muito positivos. O que faltava era a mídia dar certa visibilidade a essas ações. Nas últimas eleições, o aborto foi um tema muito forte, justamente porque precedia uma ação nossa aqui dentro do Parlamento.

Quais outros temas que devem ser prioridade da bancada evangélica dentro do Congresso?
A questão da impunidade, a reforma política, a questão da alta carga tributária. Os direitos dos idosos também são algo que nos preocupa muito. Mas, por exemplo, em temas como reforma política, a bancada evangélica não difere de posicionamentos de outros partidos aqui da Casa. Nós temos um convencimento unânime de que tem que ter reforma política, mas não há consenso sobre qual é a reforma política que deve ser aprovada. Como bancada, a gente procura respeitar o que cada parlamentar pensa, até para preservar a nossa unidade. Como nem mesmo os partidos têm unidade em relação ao conteúdo da reforma política, não somos nós que iremos buscar ter uma posição fechada.

Quais as diferenças entre as bancadas evangélica e católica?
Nós não temos muitas diferenças em termos de princípios daquilo que nós defendemos. Tanto a bancada católica quanto a bancada espírita têm as mesmas bandeiras nossas de defesa da vida, defesa da família dentro dessa concepção natural, defesa ampla e irrestrita da liberdade religiosa, do Estado laico e de outros valores e princípios. Por isso que quando é preciso ter uma atuação conjunta, porque o governo não está sendo sensível à nossa voz, a gente termina tendo uma atuação conjunto para aumentar nossa força de atuação. Não vejo diferenças significativas. Mas é verdade que, em termos de articulação, são poucos os deputados católicos que efetivamente seguem orientação da CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil].

Fonte: Congresso em Foco / Folha Gospel


sábado, 11 de junho de 2011

A mais longa lista de pecados da Bíblia está relacionada à homossexualidade

Quando o homem desprezou o conhecimento de Deus e perverteu o culto divino, perdeu a sua identidade. O homossexualismo é uma negação total do mundo real. Refuta qualquer possibilidade de continuidade e ameaça a identidade da pessoa como fruto do relacionamento de um pai e uma mãe. Não podemos concordar com a bandeira levantada pela homofobia, quando os ativistas desse movimento afirmam que o homossexualismo é uma opção normal e que o casamento de pessoas do mesmo sexo é uma união de amor que deve ser chancelada pela lei de Deus e dos homens. Ao descrever o homossexualismo, Paulo aponta sete características desse pecado abominável: 1) imundícia (Rm 1.24); 2) desonra para o corpo (1.24); 3) paixão infame (1.26); 4) antinaturalidade (1.26); 5) contrariedade à natureza (1.26); 6) torpeza (1.28); 7) erro (1.28).
O apóstolo Paulo amplia a questão quando faz um diagnóstico sombrio da realidade que nos cerca. A decadência moral atinge todos os relacionamentos: com Deus, consigo próprio, com o próximo e com a família. Esta é a mais longa lista de pecados encontrada nas epístolas paulinas. Paulo faz uma lista de 21 pecados, que mostraremos agora:
Cheios de injustiça – A palavra grega adikia significa roubar tanto aos homens como a Deus de seus direitos.
Cheios de malícia – A palavra grega poneria se refere a uma maldade sedutora, maligna. Trata da pessoa que não apenas é má, mas procura arrastar os outros para sua maldade.
Cheios de avareza – A palavra grega pleonexia é o desejo desenfreado que não conhece limites nem leis, o desejo insaciável de ter o que não lhe pertence por direito. É amor insaciável às possessões e aos prazeres ilícitos.
Cheios de maldade – A palavra grega kakia descreve o homem desprovido de todo o bem. Trata-se da pessoa que tem inclinação para o pior. É o vício essencial que inclui todos os outros e do qual todos os outros procedem.
Possuídos de inveja – A palavra grega fthonos descreve o terrível sentimento de sentir-se desconfortável com o sucesso dos outros, não só desejando o que lhe pertence, mas também alegrando-se com suas tragédias.
Possuídos de homicídio – A palavra grega fonos se refere a desejo, intenção ou atitude de ferir o outro para tirar-lhe a vida. O assassino é também aquele que odeia a seu irmão (1Jo 3.15). O homem pode ver a ação, mas Deus conhece a intenção.
Possuídos de contenda – A palavra grega eris diz respeito ao sentimento e à atitude daquele pessoa que é dominada pela inveja e por isso se torna facciosa e briguenta.

Possuídos de dolo – A palavra grega dolos retrata a pessoa que não age da maneira reta, usando sempre métodos tortuosos e clandestinos para alguma vantagem. A palavra vem do verbo doloun usado para referir-se à falsificação de metais preciosos e a adulteração de vinhos.
Possuídos de malignidade – A palavra grega kakoetheia descreve a pessoa que sempre supõe o pior acerca dos outros. É a pessoa que sempre vê as coisas pelo lado mais sombrio.
Difamadores – A palavra grega psithyristes representa a pessoa que murmura suas histórias maliciosas de ouvido a ouvido.
Caluniadores – A palavra grega katalalos refere-se a pessoa que proclama publicamente suas infâmias.
Aborrecidos de Deus – A palavra grega theostygeis retrata o homem que odeia a Deus, porque sabe que Deus é estorvo em seu caminho de licenciosidade. De bom grado eliminaria Deus se pudesse, pois para ele o mundo sem Deus lhe abriria o caminho para o pecado.
Insolentes – A palavra grega hybristes retrata a pessoa altiva, soberba, sadicamente cruel, que encontra prazer em prejudicar o próximo.
Soberbos – A palavra grega hyperefanos descreve a pessoa que está cheia de si mesma como um balão cheio de vento. Este é o ponto culminante de todos os pecados. Trata-se de quem despreza todos, exceto a si mesmo, e tem prazer em rebaixar e humilhar os outros.
Presunçosos – A palavra grega alazon descreve a pessoa que pensa de si mesma além do que convém e exalta a si mesma acima da medida. Diz respeito a quem pretende ter o que não tem, saber o que não sabe e jacta-se de grandes negócios que só existem em sua imaginação.
Inventores de males – As palavras gregas efeuretes kakon retratam aquelas pessoas que buscam novas formas de pecar, novos recônditos nos vícios, porque estão enfastiadas e sempre à procura de novas emoções em alguma fora diferente de transgressão.
Desobedientes aos pais – As palavras gregas goneusin apeitheis se referem àquela atitude dos filhos de sacudir o jugo da obediência aos pais. Trata-se de filhos rebeldes e irreverentes.
Insensatos – A palavra grega asynetos descreve o homem que é incapaz de aprender as lições da experiência. Trata-se da pessoa culpada de grande sandice, que se recusa a usar a mente e o cérebro que Deus lhe deu.
Pérfidos – A palavra grega asynthetos descreve a pessoa que não é confiável. É aquele desonesto em quem não se pode confiar.
Sem afeição natural – A palavra grega astorgos significa sem amor à família. Trata do desamor dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. É a falta de afeto entre os irmãos de sangue. A prática abusiva de abortos e os crimes familiares apontam para a gravidade desse pecado em nossos dias.
Sem misericórdia – A palavra grega aneleemon retrata a pessoa implacável, sem piedade, que fere e mata o outro sem compaixão.
Conclusão
Depois de descrever com cores fortes e vividas o estado de decadência da sociedade, Paulo faz duas afirmações ainda mais chocantes:
1) Os homens pecam conscientemente. “Ora conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam não somente as fazer…” (Rm 1.32ª). As pessoas agem sabendo que estão agindo errado. Elas sufocam a verdade, abafam a voz da consciência, mas no íntimo sabem que aquilo que praticam é um ato de rebeldia contra Deus e passível de punição.
2) Os homens aplaudem os que praticam as mesmas coisas. “…mas também aprovam os que assim procedem” (Rm 1.32b). Amados vejam a atualidade das Escrituras. Não foi exatamente isto que o STF fez esta semana? A sociedade se mostra orgulhosa e até entusiasmada pelo pecado. O nível mais baixo da degradação moral de uma sociedade é quando ela não apenas pratica o mal, mas também o incentiva e aplaude. Esse é o clímax da perversidade. É isso que vemos todos os dias na televisão, nos outros meios de comunicação e o pior de tudo, no “guardião” da Constituição Federal – o STF.
O Eterno tenha misericórdia de nós,

SEXO ORAL? É PECADO OU NÃO? PODE OU NÃO PODE?

SEXO ORAL; PODE OU NÃO PODE? É PECADO OU NÃO? O QUE DIZ E O QUE NÃO DIZ A BIBLIA? Esse é um dos temas que despertam mais duvidas no meio do povo de Deus, principalmente aqueles que são novos na fé e casados de pouco. O texto original deste estudo foi ESCRITO POR: Denis de Oliveira, Pastor-Missionário pela World Missions Community, USA, e Pastor-Presidente das Assembléias de Deus - Minist. Poder de Deus, RJ, com edições e complementos meu – PR.Wanderson da Silva.
NOTA: O TEXTO ABAIXO DOI EDITADO PELA MINHA PESSOA JUNTAMENTE COM ADIÇÃO DE MEUS COMENTÁRIOS E PONTOS DE VISTA, A SABER, TODOS OS TEXTOS EM MAIÚSCULO.
Quero deixar bem claro aos amados irmãos em Cristo que, como pastor pentecostal, jamais serei a favor de liberalismos e libertinagens que existem no meio dos que se dizem evangélicos, mas que vivem fazendo o que querem. Estes não têm compromisso com a Seara, e com suas rebeldias desenfreadas, vivem em trevas, sem o conhecimento de Deus.
O artigo abaixo se destina a casais realmente casados, que buscam o esclarecimento de dúvidas em suas intimidades sexuais, e encontram-se turbados por ouvirem aqui e ali pregações de "...é proibido isso..."..."...é proibido aquilo...", sem nenhuma base bíblica que possa ao menos nos dar uma segurança do que somos restringidos. (ALERTA!!! MUITO DO QUE SE ENSINA E PREGA EM VÁRIAS IGREJAS É APENAS COSTUME E DEDUÇÃO HUMANA, E NÃO DOUTRINA OU MANDAMENTO BÍBLICO.) “A inclinação da carne é morte!...” Referindo-se aos frutos da carne que estão em Gálatas 5:19-21:
"Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus".

O texto acima não tem nada a ver com o relacionamento sexual de um casal. Ou iremos todos aderir ao celibato dos padres, para não cumprirmos as "vontades da carne"??? O sexo oral tem sido, por alguns cristãos, abominado como um pecado mortal. Mas porque? Qual a base bíblica para tal proibição?? Estaríamos diante de uma real santificação, ou de um extremo fanatismo que enxerga as formas de carícias como pornografia e "pecado"? A pornografia tem deturpado o verdadeiro significado do sexo, a verdadeira imagem de uma relação sexual sadia. Quando falamos em sexo oral, a primeira coisa que vem a mente da maioria das pessoas são as imagens repugnantes já vistas em revistas ou filmes pornográficos. É certo que não iremos, em nome da liberdade, fazermos "de tudo que o mundo faz no sexo", mas se mantivermos o sexo numa relação de eterna monotonia, sem suas carícias, cairemos numa terrível decepção e frustração, achando que servimos a um Deus que "proíbe tudo", até mesmo depois de estarmos casados.
Quem ama a sua esposa, ou esposo, acha nela ou nele a sua beleza, e jamais sentirá condenação em colocar a boca em qualquer parte do seu corpo, pois os dois já são uma só carne! Se não há base bíblica para proibir o sexo oral, de onde provém isso? Isso é proveniente de falsa santidade e moralismo, hipocrisia de pessoas que não conhecem a bíblia, dos “achismos” pentecostais e tradicionais, religiosos fanáticos, que criam, sob: línguas estranhas (algumas muito estranhas mesmo), falsas revelações, e versículos fora de contexto - um bloqueio na vida sexual de cristãos, que ao invés de promoverem edificação só trazem confusões e frustrações.
"Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência, proibindo o casamento e ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fiéis e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças". (1 Timóteo 4:2,3) Uma das desculpas dos que acham o sexo oral um pecado, é que a "sua boca é para louvor e adoração ao Senhor", e não para "essas coisas". Se a boca é somente para orar, louvar e pregar, não vai se alimentar mais? Realmente os nossos lábios são mesmo para louvor e adoração ao Senhor, assim como todo o nosso corpo é templo do Espírito Santo. Se sexo oral fosse pecado (porque a bíblia não menciona), o que dizer do beijo na boca? A bíblia também não menciona! É pecado?? Se essas pessoas alegam que a boca é para louvor e adoração, eles beijam a esposa na boca? Por quê?? Porque é permitido o beijo na boca (uma forma de carinho que não deixa de excitar, dependendo da ocasião) e não é permitido o sexo oral?! Se a boca é para pregar, orar e glorificar, e as MÃOS? Não são utilizadas para ungir? Para impor as mãos sobre os enfermos? Para orar pelos irmãos? A esposa não pode mais ser acariciada? A esposa não vai mais acariciar o seu esposo?? Vão fazer sexo como dois animais? Só encostam e pronto?
A igreja em geral tem por hábito a ver o sexo como algo pecaminoso, contudo o sexo foi criado por Deus e não pelo diabo. O Sexo dentro do casamento é para a satisfação, física, emocional e espiritual de todos os casais, e não somente para procriação, como já foi dito por religiosos do passado. Assim como os desejos sexuais que são causados pelos hormônios em nossos corpos juntamente com a necessidade física e emocional de um afeto - não provém do maligno e sim de Deus. desde o princípio deus viu que o homem precisava de uma mulher pois a solidão não seria boa para ele.
DEUS ESTÁ TÃO PREOCUPADO COM O PRAZER SEXUAL DO HOMEM QUE ELE MESMO DECLAROU POR MEIO DO ESPIRITO SANTO (TODO LIVRO É INSPIRADO POR DEUS) QUE NÃO É BOM QUE O CASAL SE NEGUE (SEXUALMENTE) UM AO OUTRO, A NÃO SER POR POUCO TEMPO E SE ESTIVEREM DE COMUM ACORDO. POR QUÊ? PORQUE ELE SABIA QUE HOMEM NECESSITA DE SEXO E QUE TERIA DESEJOS CONSTANTES, E ESSES SE NÃO FOREM SUPRIDOS COM OS CONJUGES PODERIAM CAUSAR TENTAÇÃO E LEVAR AO ADULTÉRIO OU OUTROS PECADOS SEXUAIS. LEIA 1 CORINTIOS 7:3-5
É difícil entender algumas proibições de alguns irmãos, que, movidos pela emoção de "santificarem" tudo, criam heresias e “achismos”, frutos da falta de conhecimento bíblico, muitas vezes movidos mesmo por invejas, ciúmes, pelo velho "ouvi dizer", e etc. Como aprenderam de outros religiosos que aquilo era pecado ou errado nunca buscaram de por si mesmo nas escrituras para descobrir o que é doutrina bíblica e o que passou a ser doutrina de homem, costumes e modismos.
“Ao fim de tudo, a vida cristã vai se tornando um “fardo pesado” onde “não pode isso", "não pode aquilo", sem nenhum mover de Deus, e somente proibições, censuras, que criam mais apostasia, do que o crescimento do Reino de Deus. É grande minha tristeza de ver casais caindo em adultério e divórcio depois de haverem experimentando um casamento fracassado na área sexual. SE NÃO HÁ SATISFAÇÃO SEXUAL NUM CASAMENTO AS CHANCES SÃO ALTISSIMAS DE QUE HAVERÁ SEPARAÇÃO OU TRAIÇÃO AO LONGO DO CURSO. O NUMERO DE DIVÓRCIO AUMENTA A CADA DIA NOS LARES EVANGÉLICOS E NO TOPO DAS CAUSAS ESTÃO OS: PROBLEMAS SEXUAIS.
“...MAS ANTES NÃO ERA ASSIM!?” Lógico, numa antiga sociedade onde os homens tinham a voz sobre tudo e a mulher era considerada como um objeto da casa para fins domésticos e DE procriação, havia-se pouco divórcio. Qual a mulher que ousaria ficar falada por uma separação. Contudo viviam amargadas e infelizes por toda a vida E NA MAIORIA DAS VEZES INSATISFEITAS SEXUALMENTE E EMOCIONALMENTE O PRAZER DO MARIDO ERA A única COISA QUE IMPORTAVA... O homem com pouca criatividade na cama se satisfazia enquanto as mulheres ficavam a ver navio.
HOJE ISSO MUDOU... “O TEMPO DA AMÉLIA - A MULHER DE VERDADE – ACABOU”... E se os casais evangélicos não adotarem princípios novos – EM LINHA COM A VERDADE - para se ajustarem ao mundo moderno também sofrerão perdas, pois o tempo do silêncio acabou. Na verdade nunca foi plano de Deus a vida sexual incompleta para o casal...
Ao invés de pregarem o Evangelho (ordem do Senhor Jesus: "Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura". Marcos 16:15) querem pregar outro evangelho. Um evangelho cheio de legalismos, onde se vê sexo como pecado e coisa suja. Esse não é o evangelho do Senhor Jesus Cristo. O Evangelho do Senhor Jesus Cristo é aquele em que as pessoas são livres, e são tocadas por Deus, e não pelo homem, para abandonar práticas que considerem pecado. E com base nas Escrituras. Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavrasde nosso Senhor Jesus Cristo, é soberbo, e nada sabe? (1 Timóteo 6:3). Agora veja:
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
-- ROMANOS 1:24,26-27
O TEXTO BÍBLICO QUE GERALMENTE É USADO – FORA DO CONTEXTO – PARA FALAR EM CONTRA DO SEXO ORAL E ANAL SE ENCONTRA EM ROMANOS 1: 24 E 26. CONTUDO BASTA UM POUCO DE ATENÇÃO NA LEITURA DO PROPRIO CAPITULO 1 DE ROMANOS E QUALQUER LEIGO ENTEDERÁ QUE O TEXTO DOS VV.18-32 SE REFERE AO HOMOSSEXUALISMO E LEBIANISMO E NÃO DE PRÁTICAS SEXUAIS ENTRE CASAIS HETERO.
LEIA COM ATENÇÃO E COMPROVE POR SI MESMO. O PRÓPRIO VERSICULO 27 DE ROMANOS 1 DA CONTINUAÇÃO AO CONTEXTO CORRENTE O QUAL TRATA DE HOMOSSEXUALISMO MASCULINO E FEMININO.
FORA DO CONTEXTO EU PODEREI USAR QUALQUER VERSICULO BÍBLICO PARA JUSTIFICAR O QUE EU CREIO OU PENSO (“ACHISMO”) SER CORRETO. CONTUDO NADA FORA DO CONTEXTO PROVÉM DA SABEDORIA DE DEUS E SIM DA IGNORÃNCIA HUMANA."Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais tem, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne". (Colossenses 2: 20-23)"Fugi dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas" (Marcos 12:38)
EM RESUMO: SEXO ORAL É PECADO? NÃO!!! SEXO ORAL NÃO É NEM NUNCA FOI PECADO, PELO MENOS NÃO DO PONTO DE VISTA BÍBLICO. SE FOR LERMOS A BÍBLIA DENTRO DE SEU SENTIDO CORRETO EM CONTEXTO NÃO ENCONTRAREMOS REGRAS PARA A INTIMIDADE DO QUE PODE E ATE AONDE PODE, EXCETO ALGUMAS DIREÇÕES E PRINCIPIOS QUE PODEM SER CONSIDERADOS EM CONTEXTO GERAL DA VIDA A DOIS.
ASSIM COMO O PR. SILLAS MALAFAIA, EU TAMBÉM DESAFIO A QUALQUER TÉOLOGO OU MESTRE DA PALAVRA A PROVAR BIBLICAMENTE DENTRO DO CONTEXTO E TEMPO QUE HÁ VERSICULOS DIRETOS OU INDIRETOS QUE TRATEM DO TEMA (SEXO ORAL) PARA DETERMINÁ-LO COMO PECADO. LEIA O LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO E LA VOCÊ VERA A CELEBRAÇÃO DO SEXO E INTIMIDADE ENTRE UM CASAL. EMBORA O TEXTO SE ENCONTRE EM SENTIDO FIGURADO BASTA VOCÊ TROCAR O SENTIDO FIGURADO POR SENTIDO LITERAL DENTRO DA INTIMIDADE E VOCÊ VERÁ QUE A MÃO E BOCA DO ESPOSO PASSEIA POR TODO O CORPO DA ESPOSA E VICE VERSA.
QUANDO É QUE O SEXO ORAL SE TORNARIA PECADO? QUANDO VOCÊ PERMITIR QUE SUA CONSCIÊNCIA TE DIGA QUE É. TALVEZ VOCÊ APRENDEU QUE ERA PECADO (ERRO DE DOUTRINA) E AGORA SE SENTE CULPADO EM FAZE-LO. SE FOR ESTE O TEU CASO LIBERTE-SE DESSA CULPA E DESFRUTE O SEXO EM SUA PLENITUDE COM SEU CONJUGE POIS BIBLICAMENTE CORRETO NÃO HÁ BASE PARA DECLARÁ-LO CULPADO. CONTUDO SE VOCÊ NÃO CONSEGUE SE LIBERTAR DA CULPA ENTÃO SEMPRE SERÁ PECADO PARA VOCÊ, POIS SUA CONSCIÊNCIA – NÃO DEUS – TE JULGARÁ COMO PECADO

Casamento: Céu ou Inferno?

Infelizmente, muitos casais entram nesse relacionamento, considerado um dos mais íntimos que existe, com pouca, ou mesmo nenhuma idéia de como ele foi idealizado a fim de que funcionasse. Eu me casei somente para me ver livre de minha família, ter uma casa que fosse realmente minha e ser independente. Admitiu uma jovem chamada Jane.

Meus pais tentaram tirar tal idéia da minha cabeça, mas, sabe como é... a gente sempre acha que sabe mais do que os outros. Jane pensou que agindo daquela forma, estaria rompendo com seus pais. Na realidade, seu casamento aconteceu de forma de provar que estava certa. Mas, ela falhou em desenvolver laços profundos com o marido. Após seis meses de casada, eu já havia descoberto que tudo havia sido um erro. Mesmo antes que meu bebê nascesse, disse ela. Pouco tempo depois, seu casamento dissolveu-se.



Os nomes mudam, as circunstâncias variam, mas a tragédia é a mesma. Tendo em vista o número total dos novos casamentos que estarão sendo realizados nos Estados Unidos, sabe-se que por volta de metade deles, eventualmente, terminarão em divórcio. Por que? Um líder Cristão afirmou: Todos os aconselhamentos que faço na área familiar e conjugal, têm suas causas em um dos três problemas abaixo:

Falha no deixar os pais.
Falha no entrosar-se com o cônjuge.
Falha no desenvolver um relacionamento de unidade entre o casal.



Deixar. Entrosar. Desenvolver Unidade. O profeta Moisés, o Senhor Jesus Cristo e o apóstolo Paulo, todos eles utilizaram esses conceitos para descrever o plano de Deus para um casamento bem-sucedido. O casamento implica em deixarmos nossos pais e nos unirmos ao nosso cônjuge, formando assim uma unidade exclusiva entre um homem e sua esposa.

Primeiramente, a Bíblia ensina-nos que o casamento é uma íntima comunhão. "Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gn 2.24).

Casamento implica em deixar pais e unir-se a seu cônjuge, resultando em uma união totalmente nova e íntima, a qual deve perdurar durante toda a vida.

A unidade no casamento deve existir em vários níveis. Inicia-se no plano espiritual: um casal é unido pelo amor que nutre por Cristo e um pelo outro. O que também propicia uma união em termos intelectuais, volitivos, emocionais, sociais e físicos.

Em segundo lugar, a Bíblia ensina que o casamento cristão é uma união exclusiva, pura, imaculada. Marido e esposa são, não mais dois, mas um. Ninguém mais poderá desfrutar de tal relacionamento da maneira como eles o partilham. A Bíblia afirma: "Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mc 10.9).

O casamento, aos olhos de Deus, representa um passo muito importante. É a união de toda uma vida - corpo, alma e espírito - à outra pessoa. Tal comprometimento exclui todo e qualquer envolvimento de "terceiros". A Bíblia deixa bem claro ao afirmar: "Não adulterarás" (Ex. 20.14)

O casamento, do ponto de vida de Deus, é absolutamente exclusivo, uma vez casado, sua afeição pertence a seu cônjuge. Não há lugar para imoralidade sexual, jogos ou flertes com outros. Por quê? Porque tais atitudes destroem a tudo quanto o casamento se propõe e significa. Em terceiro lugar, a Bíblia também ensina que o casamento é uma união simbólica, uma linda metáfora de Cristo e a igreja. Da mesma forma que o marido e sua mulher são uma só carne, assim também Jesus Cristo é um espírito com sua igreja. A mulher deve relacionar-se com seu marido, como a igreja com Cristo. Devo amar minha esposa da mesma forma que Cristo amou sua igreja. Tal simbolismo eleva o casamento à sua mais alta dimensão.

O casamento cristão é realmente um triângulo: o homem, a mulher e Cristo. Minha esposa, Pat, entregou sua vida a Jesus quando tinha oito anos de idade. Eu tinha doze anos quando fiz a mesma decisão. Unimos nossas vidas na presença do Senhor. Ele é a terceira pessoa de nosso casamento e quem nos mantém juntos, levando-nos cada vez mais próximos um do outro à medida que nos aproximamos mais dele. Deus também fará o mesmo por você!

Revista Lar Cristão.

Rede Globo fará cobertura da Marcha para Jesus em São Paulo

O pastor Jarbes de Alencar disse em um café da manhã do Conselho de Pastores do Estado de São Paulo (CPESP) que a Rede Globo de Televisão estará fazendo a cobertura da Marcha para Jesus de São Paulo.

A informação causa espanto, uma vez que a emissora é conhecida por resistir aos evangélicos.


“Estamos com uma porta aberta diretamente com o dono da rede Globo, isso é algo forte. Quem me conhece sabe que há 20 anos eu profetizo isso e em breve os pastores estarão no “plim plim”. Deus sabe como fazer isso acontecer, o próprio dono da Globo já afirmou que esta trabalhando para quebrar a resistência aos evangélicos” disse o pastor Jarbes.

Essa será a 19ª edição da Marcha para Jesus na capital paulista, o evento é organizado pela Igreja Renascer em Cristo e conta com a participação de diversas denominações, como por exemplo, a Assembleia de Deus do Bom Retiro, liderada pelo pastor Jarbes.


O evento acontece no dia 23 de junho às 10h com saída do Metrô Tiradentes. A concentração acontecerá na Praça dos Heróis da Força Expedicionária Brasileira onde dezenas de cantores evangélicos se apresentarão.

Para esta festa estão confirmados os cantores André Valadão, David Sacer, Soraya Moraes, Mariana Valadão, Chris Durán, Renascer Praise, Brenda dos Santos, Cassiane, Dj Alpiste e muitos outros.

A expectativa dos organizadores é que mais de 3 milhões de pessoas participem desta festa

quarta-feira, 8 de junho de 2011

JANNAINA TEREZA 2011



01.. 7 taças
02.. Bola de fogo
03.. Cativeiro
04.. Depois da prova
05.. Quem é este
06.. Te adorar
07.. Tome posse da vitória
08.. Tú és meu Deus
09.. Uma nova história
10.. Vitória
Incluso Playbacks
Contato: AURELINO LEAL – BAHIA
(73) 3554 – 1044 / (73) 8139 – 9133 / (73) 8808 - 2613

Click Para baixar o CD!

JANNAINA TEREZA






01. Tome Posse Da Vitória
02. Entregue Tua Vida Ao Senhor
03. Abriu O Mar
04. Eu e Você
05. Receba Poder
06. Não Desanimes
07. Deus De Milagres
08. Santo Lugar
09. Levante A Cabeça
10 à 18 Play Back



Política - Jean Wyllys irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo Gondin

O nome do pastor foi lembrado em uma conversa sobre religiosos que apóiam os direitos civis dos homossexuais




O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) escreveu em seu Twitter que irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo Gondin.


A conversa surgiu quando ele elogiava o texto do Frei Betto, um representante de Igreja Católica que saiu em defesa dos direitos civis para homossexuais e em defesa do Estado Laico.


Por causa dessa luta em favor do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), Jean Wyllys estava propondo aprovar na Câmara uma moção de aplausos para o religioso.


Uma de suas seguidoras pediu para ele incluir o pastor da Igreja Betesda nesta moção já que ele vem sofrendo uma série de “retaliações” da comunidade evangélica por também defender a causa LGBT.


Fonte: Gospel Prime

Brasil - Hackers invadem site da Parada do Orgulho GLBT e publicam texto bíblico

Citações bíblicas foram colocadas no site do evento reúne mais de 3 milhões de pessoas em São Paulo


No final da tarde desta segunda-feira o site oficial da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) foi invadido por hackers que colocaram uma citação bíblica sobre a criação do homem e da mulher.

O vândalos também colocaram o desenho de uma veado e no final a inscrição “Command tribulation! Site Hackeado, abaixo (sic) PL 122!”. O texto de Romanos 1:27 também foi citado pelos hackers.

Na semana passada o site da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) também foi hackeado.

A 15ª edição da Parada do Orgulho Gay acontece no próximo dia 26 na cidade de São Paulo.

O evento pretende reunir mais de 3 milhões de pessoas e terá o tema “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!– 10 anos da Lei 10.948/01”. O tema além de fazer referência a uma lei municipal que pune a discriminação contra homossexuais também provoca os evangélicos que estão se posicionando contra os projetos federais que estão sendo votados no Congresso, como o Projeto de Lei 122/2006 e o “kit anti-homofobia”.

Brasil - Tema da Parada do Orgulho LGBT causa polêmica

Com o tema "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!", a parada pretende reunir seguidores da Igreja Anglicana do Brasil, além de fiéis de outras religiões.

A 15.ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, já começa a render polêmica nesta edição. Pela primeira vez, o evento se apropriou de uma citação religiosa - e contará com representantes de um grupo religioso desfilando na Avenida Paulista, no dia 26.

A relação do preconceito com a religião é o tema deste ano: "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" Uma carta lida ontem na coletiva de abertura do evento explicou a citação, típica do universo cristão. "Respeitosamente nos apropriamos dela para pedir fim à guerra travada entre religião e direitos humanos", dizia o manifesto.

"O País está sendo vítima de um sistema fundado em uma moral religiosa, mas este é um recado direto para toda a sociedade brasileira", disse o presidente da Parada, Ideraldo Beltrame. A carta cita que 260 gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em 2010 por crimes de ódio, conforme dados do Grupo Gay da Bahia.

Reverendos e seguidores da Igreja Anglicana do Brasil, além de fiéis de outras religiões, vão participar da passeata ao lado de gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes. O grupo deverá ter um trio elétrico próprio. "Duzentas pessoas, entre protestantes, anglicanos, metodistas e luteranos, devem estar no carro", disse Beltrame, seguidor da Igreja Anglicana. Budistas e hinduístas também foram convidados.

"O trio deve chamar 'O amor lança fora todo o medo', que é o que a gente prega", espera Ester Lisboa, fiel da Igreja Anglicana que ajuda a organizar o desfile. A mensagem estará estampada em camisetas usadas pela comitiva, que trarão no verso a frase "religiosos e religiosas contra a homofobia".

terça-feira, 7 de junho de 2011

8ª Macha para Jesus reúne 70 mil evangélicos na cidade de Teresina


Três dias antes da Caminhada da Fraternidade, cerca de 70 mil evangélicos reuniram no balão do São Cristóvão para participar da 8º Macha Para Jesus. Os evangélicos saíram em caminhada do balão até a Praça Pedro II localizada no centro da cidade.
A saída dos fieis estava prevista para ás 15 horas e para não se encontrarem com a procissão dos Corpos Christi que também estava prevista para encerrar na Praça Pedro II, os organizadores da macha decidiram atrasar a saída e realizaram ato ecumênico no balão.Autoridades políticas como vice-prefeito de Teresina, Ermano Ferrer, deputado federal Eliseu Aguiar e a primeira dama do Estado, Rejane Dias, participaram da macha. Cerca de 50 mil pessoas participaram da manha no ano passado, para esse ano os coordenadores do evento estima que 70 mil fieis foram mobilizados para participar da macha.
De acordo com o pastor Conroda, a macha para Jesus é uma oportunidade para as pessoas estarem se confraternizando o divulgando a palavra de Jesus a todos os cristãos e dar conforto as pessoas que estão sofrendo na cidade.

Doação

Semanas antes da realização da macha e durante a concentração, as igrejas evangélicas receberam alimentos perecíveis, matérias de limpeza, roupas, que serão doados para as vitimas da enchente em Teresina.
Também serão revestidos em doações uma parte do dinheiro arrecadado com a venda das camisas personalizadas da macha.

‘Marcha para Jesus’ reúne milhares de evangélicos no Centro do Rio

Manifestação reuniu pelo menos 200 mil evangélicos nas ruas da capital.
Sete trios elétricos, com estilos musicais variados, participaram da festa.
Milhares de pessoas de todas as idades participaram da edição carioca da Marcha para Jesus, realizada na tarde deste sábado (4) nas ruas do Rio de Janeiro. Segundo os organizadores do evento, que é formado por várias igrejas evangélicas, a marcha reuniu cerca de 200 mil fiéis.
Sete trios elétricos, com vários estilos musicais, percorreram as ruas do Centro da cidade e animaram os participantes.

Os fiéis começaram a se reunir na Central do Brasil por volta das 13h. A caminhada musical teve início às 14h, seguindo em direção à Cinelândia. A cantora gospel Fernanda Bruni foi uma das principais atrações.
A Marcha para Jesus tem como objetivo levar a palavra de Deus a todo o povo, segundo os organizadores.

G1 / Portal Padom



Liderança de jovens da Igreja Betesda sai em defesa de Ricardo Gondim

A liderança do grupo de jovens da Igreja Betesda resolveu se manifestar através de um blog para defender o líder da igreja, o pastor Ricardo Gondim, das críticas que ele vem recebendo desde que declarou a uma revista que apoia a luta dos direitos civis entre homossexuais.

O texto publicado começa comparando a luta pelos direitos do grupo LGBT (Lésbiscas, Gays, Bissexuais e Transexuais) com a luta pelos direitos civis dos negros americanos na década de 50. Assim como, naquela época, os pastores brancos não queriam que os negros tivessem direitos, hoje os pastores evangélicos não querem dar direitos civis aos homossexuais.

Enquanto lá nos Estados Unidos tinha a voz de um pastor negro, defendendo os seus, o pastor Ricardo Gondim está se manifestando em favor da minoria. “Cada época tem seu argumento bíblico conveniente para oprimir as minorias,” diz o texto.

Para eles as críticas referidas ao líder da Betesda são injustiças. “Não é de hoje que os ataques acontecem, mas pioraram dramaticamente depois de sua entrevista à Carta Capital, quando se posicionou a favor de estender direitos civis aos homossexuais, garantindo-lhes o reconhecimento jurídico de união estável perante o Estado.”

O grupo questiona que a maioria das pessoas que criticam Gondim não conhece seu ministério e só estão repetindo as falas de seus líderes. “Interessante é que a maior parte de seus acusadores e perseguidores nunca leu um livro que ele escreveu, ou um artigo, uma entrevista, nunca foi à um culto na igreja Betesda (…). Apenas repete o discurso inflamado de seus líderes e pastores que vêem no livre-pensar do Gondim uma ameaça.”


De acordo com os fieis a pregação de Gondim aos domingos fala sobre todos os tópicos da fé cristã: o nascimento de Jesus, sua morte na Cruz e a salvação por meio da fé. Por isso eles afirmam que quem dizer que Gondim é uma ameaça para o evangelho é “um pretexto” para tentar calá-lo.

“O Dr. Martin Luther King Jr. também já foi acusado de herege pelos pastores poderosos de sua época – e libertou um povo oprimido, dando a eles direito à cidadania.”

Seguindo com a comparação o grupo se posiciona ao lado do fundador da igreja e diz que se ele for herege da mesma forma que Martin Luther King, Martinho Lutero, os apóstolos e a até mesmo como Jesus, então Gondim está em um excelente caminho.

“Heresia pressupõe uma verdade absoluta. Na fé cristã essa verdade é o Amor, não uma doutrina ou um dogma. Por isso não consideramos o Ricardo Gondim um herege, pois nunca o vimos relativizar a revelação que Deus é Amor. Ele é um herege apenas para quem considera alguma doutrina e lei absolutas. Mas nesse caso, King, Lutero, os apóstolos e o próprio Jesus também eram, então o Gondim está em ótima companhia, e seguindo um excelente caminho.”

Após escândalos, Missionária Lanna Holder inaugura igreja inclusiva em São Paulo

A missionária Lanna Holder abre neste final de semana a Comunidade Cidade Refúgio, no centro de São Paulo. A proposta é criar uma igreja que não “exclui ninguém”, é o que diz um trecho do texto de seu site.


Há oito anos a missionária que era muito famosa no meio pentecostal se envolveu em um escândalo assumindo que teve um caso homossexual com uma líder de louvor dos Estados Unidos. Além de perder o esposo, ela passou por momentos de acusação, calúnias e até problemas financeiros.

De volta ao ministério a missionária anuncia seu desligamento oficial das Assembleias de Deus e apresenta essa nova comunidade em conjunto com a pastora e cantora Rosania Rocha.

Leia o texto do site da Comunidade Cidade Refúgio:

“A CIDADE DE REFÚGIO está pronta, chegamos ao fim das reformas e das obras, os projetos que foram gerados no coração de Deus, nasceram em nossos corações, e em tempo hábil para dizermos que foi um fruto concebido sob circunstâncias sobrenaturais.Alguns de nós passaram anos gerando, gerando sonhos e enquanto gerávamos podíamos sentir a alegria de romper a esterilidade, as impossibilidades de uma lei severa e desprovida de misericórdia,que trazia consigo os maus presságios de um futuro sem esperança e uma eternidade sem GRAÇA!

Este fim de reforma extrai agora de todos nós envolvidos o urgente anseio de começar a reformar VIDAS! Fomos concebidos sob essa expectativa e não vacilaremos em prosseguir para o ALVO que nos está proposto pelos céus, sob todos os aspectos e circunstâncias nascemos sob a irrefutável convicção de que este propósito é inegociável.

Não nascemos com a perspectiva de levantarmos uma bandeira, mas com a missão de termos a Ele como a nossa única bandeira. Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém, que anseia ser UM LUGAR AOS ESCOLHIDOS, pela convicção de que Deus não faz acepção de pessoas.

Alguns de nós fomos achados nos lixões. Abortados do seio das igrejas e das nossas casas, sufocando pela busca das respostas que muitos de nós não tínhamos, mas incansavelmente ansiávamos, pelo simples desejo de ADORÁ-LO.

É, somente cada um de nós pode avaliar sua própria historia e sua própria dor. Cada um pode dizer quantos anos durou sua esterilidade, e contar porque a pior dor não era a de ver os filhos da outra nascer, mas a angustia de não gerar. Enfim, que seus filhos nasçam, cresçam, sejam heróis, ostentem troféus, ergam cetros e reinem desde que nossos filhos sejam ao menos ajudante de sacerdote.

Que a falta de visão dos lideres que cercam essa geração, não impute pecado aos sonhadores, que não enxerguem nos que sonham a embriagues dos que almejam apenas uma vida de boemia e de ilusões, mas conheçam em nós a insistência de romper a impossibilidade pelo compromisso de buscá-Lo insistentemente até que sejamos ouvidos.

Geramos durante meses e porque não ousar dizer que estamos gerando há anos? A nossa hora chegou, e alguns de nós já sentem as dores de parto, a tristeza já fez seu repouso, mas já veio de malas prontas porque a alegria já selou sua morada permanente.

Que nasça a CIDADE DE REFÚGIO, e que venham os outros REFÚGIOS, afinal na chegada de cada um deles damos a luz aos nossos sonhos, rompemos as impossibilidades e a esterilidade. Que este ano seja o ano dos que insistiram em sonhar, e que as lagrimas da perseverança hoje sirvam pra regar os RAMOS NOVOS .

                                                                                       Nele em quem damos frutos!

Lanna Holder e Rosania Rocha