quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

QUEM É VOCÊ?


Quem é você?

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo:“Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” Mateus 16.13.

A humanidade vive uma crise de identidade, as pessoas não sabem nem mesmo quem são. Na Palavra de Deus vemos que Jesus tinha a preocupação de deixar claro quem Ele era. Mateus 16-16-17.
Os filhos estão sempre em busca do que verdadeiramente são. Geralmente os pais querem que seus filhos sigam os seus passos, ou sejam o que eles não foram. Esse tipo de situação gera conflitos internos terríveis na vida de adolescentes e jovens, podendo estender-se a vida adulta.

No texto, a pergunta de Jesus é muito clara. No deserto o povo adorou um bezerro de ouro e faziam oferendas a ele. Em Atos dos Apóstolos, começaram a adorar uma deusa, chamada Diana. Eles gritavam:“Grande é a Diana dos Efésios.” At 19.34.

Muitas pessoas não sabem quem é o Senhor Jesus, tão pouco que Ele é o único Senhor e Salvador. Por isso Jesus perguntou: para vocês quem eu sou? Jesus importava-se com o que os discípulos pensavam a seu respeito.

A opinião da igreja, no tocante ao pastor é o que vale. As pessoas lá fora, podem ver o pastor de uma forma, mas o importante é como a igreja vê o pastor. Por quê? Porque o que realmente importa é a opinião de quem conhece você e convive com você. Pare de preocupar-se com as opiniões alheias.

Há anos atrás, comprei um Corolla preto 0 km. Viajo muito, e deixei o Corolla em casa. A igreja estava em construção e não queria que as pessoas ficassem pensando e cogitando coisas a meu respeito. O carro ficou parado por três meses. Certo dia quando cheguei perto do carro, ele estava cheio de formiga. Eu havia deixado o carro em cima da grama, e as formigas tomaram conta dele.

Nesse episódio o Senhor falou comigo claramente: “Você não desfruta do carro que te dei, com medo do que as pessoas irão falar, então as formigas estão tomando conta dele.”

Vivemos num mundo tão deturpado em seus conceitos, decorrente da crise de identidade, que as pessoas vivem, que elas tomam o certo por errado e o errado por certo. Divorciam-se em 24h, sem precisar de advogado. Leis são aprovadas, inclusive com beneficio do INSS, para mudança de sexo e somos nós quem pagamos através dos impostos. Professores são agredidos por seus alunos e a situação fica por isso mesmo. Mulheres que chamam seus maridos de “banana” e acham lindo. Homens que pensam que suas mulheres são escravas do lar e do sexo. Vivemos uma completa inversão de valores.

Deus enviou Moisés para ir adiante do povo de Israel. Moisés dizia:“Quem sou eu? Mande Arão, não sei nem falar.” Até que ele foi e as coisas aconteceram. Não pegue suas responsabilidades e passe para os outros. Descubra quem você é em Cristo e faça aquilo que o Senhor mandou você fazer.

Homem, você é o sacerdote do lar. Assuma suas responsabilidades, seja presente, não se omita, seja o exemplo de pai, marido e homem de Deus. Não deixe que seu filho coloque o dedo na sua cara, não seja omisso. Estamos num tempo em que os filhos conhecem seus direitos, mas não sabem seus deveres.

Exemplos bíblicos de pessoas que não sabia quem eram?

Saul – ele não tinha consciência da sua posição. Davi representava para ele uma ameaça e ele perdeu a consciência de que era rei, querendo assumir a tarefa de um sacerdote.

Uzias – era rei e também quis ser sacerdote. Ref: II Cr 26.16.

Absalão – queria o lugar do pai dele. O final de sua história foi a morte. Ref: II Sm 15.1-2.

Salomão – encheu o palácio de mulheres. Imagine milhares de mulheres, fazendo exigências.
Ref: I Reis 11.3.

Sansão, Caim e o próprio satanás,que era um anjo e sismou de querer ser igual a Deus. Ref: Isaías 14.12-14.

Um exemplo de quem sabia quem era
Maria. Certa vez Jesus pregava e sua mãe e irmãos chegaram.

Ele foi interrompido para ser informado que sua mãe e irmãos estavam do lado de fora.

Ele então disse: “Minha mãe e irmãos são os que seguem a vontade de meu pai.” Maria sabia quem ela era. Nas bodas de
Caná, ela disse: “Fazei tudo que ele vos disser.” Ref: João 2.5.

Os católicos, são pessoas maravilhosas e adoram Maria porque não sabem quem é Jesus.
A própria mãe do salvador disse: “A minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu salvador.”
Se as pessoas soubessem que todo poder foi dado a Jesus, parariam de fazer pedidos para São Onofre, São Cristovão e etc.

Eu sei quem sou em Cristo e sei que para que fui chamado. Não sei fazer outra coisa a não ser pastorear. Jesus sabia quem Ele era, Maria também e você, sabe quem é

DEUS E O SEXO


Deus e o sexo



Por mais improvável que a combinação Deus e sexo possa parecer, ela é mais comum do que se imagina. Principalmente para quem busca ligações entre esses assuntos e a “Bíblia Sagrada”. Foi isso que fez Michael Coogan, professor de teologia e diretor de publicações do Museu Semita da Universidade Harvard, escrever o livro “God and Sex” (Editora Twelve, 2010, sem tradução para o português). Nele, o autor cita passagens bíblicas ligadas ao tema e mostra o quão variadas podem ser as conclusões tiradas a partir delas. “Muita gente ainda lê a “Bíblia” como se ela tivesse sido mandada dos céus à Terra por Deus”, diz ele. “Mas ela foi escrita por humanos de uma época e região específicas e precisa ser lida nesse contexto.” Confira o que ele tem a dizer sobre assuntos polêmicos como aborto e homossexualidade, apoiando-se no estudo de trechos bíblicos em hebraico, aramaico e grego.

Adultério, poligamia e prostituição
O adultério, a poligamia e a prostituição são apresentados pela ótica do patriarcalismo. O adultério, por exemplo, é tratado mais como uma violação proprietária do que moral. A mulher que pertence a um homem não deve ser usada por outro. Aliás, os dez mandamentos apresentam a ideia de não desejar a mulher do próximo como um desdobramento da premissa de que não se deve desejar as posses dos outros – o que inclui escravos, animais e … a mulher. A mesma lógica se aplica à poligamia e à prostituição, ambas condenadas, mas toleradas quando cometidas por homens. As regras sobre prostituição, em especial, são curiosas. Se um homem casado se relaciona sexualmente com uma mulher sem marido, não se configura adultério, o mais grave desses três pecados. O mesmo não vale para mulheres.


Aborto
A “Bíblia” não diz nada especificamente sobre o aborto. Por isso, tanto os que apoiam quanto os que condenam a prática usam as mesmas passagens para defender posições opostas. Como esta: “Numa briga entre homens, se um deles ferir uma mulher grávida e for causa de aborto sem maior dano, o culpado será obrigado a indenizar aquilo que o marido dela exigir, e pagará o que os juízes decidirem. Contudo, se houver dano grave, então pagará vida por vida”. (Êxodo 21:22). Os que defendem o aborto argumentam que, nesse trecho, o status do feto não se iguala ao de um adulto. Portanto, a lógica da “vida por vida” não se aplica ao aborto, que deve ser punido apenas com uma multa. Já os que condenam a prática invocam esta e outras passagens de forma mais genérica. Neste trecho, por exemplo, estaria presente a ideia de que Deus valoriza a vida acima de tudo.

Homossexualidade
Há passagens na “Bíblia” que condenam explicitamente a homossexualidade. No Antigo Testamento, dois trechos em Levítico afirmam que um homem que se deita com outro homem como se deita com uma mulher comete uma abominação e será julgado como “réu de morte”. Mas quem defende a existência de respaldo bíblico para a homossexualidade tem seus argumentos. Um dos mais invocados é o da suposta relação amorosa entre Jônatas e David. É uma tese fraca. David se sentia atraído por mulheres, como conta a história de Betsabá. Portanto, ele seria, no máximo, bissexual.



Sexo
Jesus fala pouco de sexo. O foco dele são mais as relações sociais e os vínculos que os fiéis têm com Deus. Já no Antigo Testamento o tema surge com frequência, mas quase sempre disfarçado. Os redatores foram criativos na hora de descrever a anatomia humana. Os órgãos sexuais, por exemplo, costumam ser chamados de “pés” ou “mãos”, tanto para homens quanto para mulheres. Mas isso não vale sempre. Há, porém, uma passagem explícita sobre sexo na “Bíblia”. Trata-se do Cântico de Salomão. Nele, uma mulher e um homem – não se sabe se são casados – externam o amor que sentem detalhando os atributos físicos do objeto de suas paixões. Seios e lábios, quadris e fendas, odores e curvas são descritos com entusiasmo. Algumas denominações religiosas chegam a extirpar essa parte da “Bíblia” por a considerarem imprópria.

Celibato
O celibato aparece com mais força no Novo Testamento, embora quase todos os apóstolos e os primeiros seguidores de Jesus fossem casados. Inicialmente, o celibato era uma prática valorizada, mas não obrigatória. A lógica que alimentava a simpatia pelo conceito é simples: quem não se casa pode se dedicar inteiramente a Deus. Isso alimentou, em parte, a visão negativa que a Igreja desenvolveu sobre a sexualidade. Ainda assim, até o século XI, não havia regra que proibisse membros da hierarquia católica de terem uma vida sexual. Só a partir do século XII é que o celibato passou a ser obrigatório dentro da Igreja. Na “Bíblia”, porém, não existe essa exigência.

CARTA AS IGREJAS


Depois de anos servindo como missionária na França, Mentanna Campbell voltou recentemente para seu país. Ela começou a procurar uma igreja para congregar. Como não conseguiu, escreveu esta carta.]

Caros membros das igrejas,

Estou procurando uma igreja. Já sou crente, então posso dizer que sou uma “presa fácil”. Vocês não precisam me convencer que Deus existe ou que é importante ir à igreja regularmente. Faço parte daquele percentual estimado de 20% dos membros que se envolvem ativamente e estou disposta a servir usando meus dons. Realmente quero encontrar uma igreja (e logo), mas confesso que essa busca tem sido mais difícil do que esperava.

Vejo tantas coisas que me fazem querer virar as costas e voltar para minha casa.

Ah, sei que nenhuma igreja é perfeita. Não estou procurando por isso. Porém, tenho ficado surpresa ao ver como é difícil ser visitante, e me pergunto se vocês realmente lembram o que sente alguém nessa condição. Portanto, esta carta é só para os ajudarem a entender um pouco do que tenho experimentado enquanto vou de uma igreja para a outra.

Sei que as pessoas que estão na igreja há um longo tempo esqueceram como é difícil este processo de busca. Então, parem por um momento e me escutem. Acho que poderia dar algumas sugestões úteis para a sua igreja.

Por favor, não criem um espaço para recepção de visitantes e depois ignorem as pessoas novas quando elas aparecem. Escolha sabiamente as pessoas que vão fazer parte disso. Sei que é fácil falarmos com alguém que já conhecemos, mas realmente acho que os “recepcionistas” deveriam estar disponíveis e prontos para ajudar qualquer pessoa que aparecer para o culto e fizer perguntas.

Quer dizer, fico feliz de escutar sobre o exame de sua filha para tirar carteira de motorista durante alguns minutos, mas depois fico um pouco inquieta. Nós, os visitantes, já chegamos um pouco desconfiados, por isso não me faça esperar muito tempo para depois tentar descobrir onde fica a porta para o santuário ou saber se o café que vocês oferecem é de graça, ou não.

Por favor, não me ofereçam alguma “lembrancinha” só porque fui visitar sua igreja. Não preciso de um vale-café do Starbucks ou de uma caneta elegante. Com certeza, não quero receber uma cópia da Constituição, juntamente com um discurso de 10 minutos sobre meu dever de votar segundo padrões bíblicos e morais. O presente que vocês me oferecem parecem ser um tipo de suborno. Fazem-me sentir como se estivessem vendendo uma imagem, em vez de me oferecer um lugar para pertencer. Quero que a autenticidade e o compromisso que têm com Cristo me faça sentir vontade de voltar, não a promessa de ganhar um livro ou CD.

Não façam chantagem emocional, não apelem para meus sentimentos de culpa nem despertem em mim a ganância. Não é para isso que vou ao culto. Não me apresentem “passos” para conquistar algo que ainda não tenho, nem me envolvam em alguma campanha ou me ensinem a comprar o favor divino. Definitivamente, o que desejo ouvir é sobre o amor de Deus e o que posso fazer para conhecê-lo melhor. Poupem-me de seus discursos prontos sobre coisas que não fazem parte de minha realidade. Apenas apontem-me o caminho e se ofereçam para andar comigo por ele.

Ofereçam-me uma Bíblia, se quiserem, pois nem todo mundo carrega uma consigo o tempo todo, sabe? Deem-me informações sobre sua igreja e o que ela crê, para eu levar para casa e ler com calma. Por favor, não me tratem como a única menina em uma sala cheia de rapazes solteiros loucos para se casar. Vamos dizer que estou mais interessada em quem você é e como você me olha. Não vou assumir um compromisso antes de ter certeza que este é o lugar para mim.

Por favor, falem comigo. Não olhem para mim com ar de julgamento para só depois decidirem se aproximar. Não se esqueçam de que os visitantes não conhecem ninguém. Já nos sentimos diferentes de qualquer maneira. Aproximem-se de nós e estendam a mão. Apresentem-se. Perguntem alguma coisa. Nada é pior que passar mais de uma hora cercado por pessoas e ver que ninguém fala com você.

Por favor, incluam em seu site informações sobre como é a sua igreja. Eu preciso saber como me vestir e se meus filhos terão um espaço separado ou não. Gostaria de saber mais para estar preparada caso precise entreter meu filho pequeno durante os 45 minutos do sermão.

Por favor, não me obriguem a preencher um cartão de visitante. Não me obriguem a fornecer qualquer tipo de informação. Não fiquem ofendidos nem insistam se eu me recusar a fazer isso. Não quero ferir os sentimentos de ninguém, por isso não me façam inventar desculpas. A verdade é que não estou interessada em preencher nada até ter a certeza de que sua igreja pode ser uma boa opção para mim.

Sei que temos muita coisa para fazer. Sei que as pessoas estão ocupadas na manhã de domingo tentando levar os filhos para a Escola Dominical na hora certa ou tentando terminar a conversa no último minuto antes de o culto começar. Sei que vocês querem que mais pessoas venham e participem de sua igreja. Estou apenas tentando ajudar, tentando lembrar-lhes como se sente quem está do “outro lado”.

Obrigado a todos vocês que realmente nos acolheram, nos levaram para o santuário, pararam para falar conosco e nos apresentaram aos outros membros. A bondade de vocês nos conduziu à presença do Senhor, e somos gratos por isso.

Eu te amo, igreja. Realmente amo.

Sua irmã que está buscando,

Mentanna Campbell

POR QUE?


Adolescentes querem sua virgindade de volta.
Dois terços dos adolescentes gostariam de ser virgens novamente, segundo pesquisa da OneHope, ministério jovem fundado em 1987 pelo missionário Bob Hoskins. Situada na Flórida, a OneHope calcula que já atingiu 700 milhões de jovens em 125 países através de revistas infantis, filmes, espetáculos musicais, aplicativos de smartphones, jogos interativos, entre outros meios de comunicação.

Segundo o ministério, foram entrevistados 5.108 jovens, com idade entre 13 e 18 anos e selecionados aleatoriamente. A pesquisa também levou em consideração a formação e a espiritualidade dos entrevistados. Os resultados divulgados são:

61% dos adolescentes gostariam de se casar virgens
50% consideram um casal (homem e mulher) como uma família, mesmo que não sejam casados.
82% acreditam que o plano de Deus era que o casamento durasse a vida toda
76% aprovam o divórcio quando há crianças envolvidas
80% citam os pais como fonte de forte influência em seus pensamentos e ações
Porém, 34% passam menos de 15 minutos por semana discutindo assuntos importantes com seus pais.
57% acreditam que apenas ser uma pessoa boa e fazer boas ações pode levá-los ao céu
Ainda assim, 52% acreditam que desenvolvimento espiritual não é algo necessário para obter uma vida satisfatória.
65% acreditam que a verdade é relativa
69% assistem MTV todas as semanas
“Existem muitas pesquisas a respeito dos jovens, mas quando nós ouvimos diretamente deles?”, questiona Chad Causey, vice-presidente do ministério. “É por isso que a OneHope faz pesquisas ao redor do mundo perguntando aos próprios jovens o que mais os influencia. Usamos esse levantamento para entender melhor as necessidades que têm, conhecer o que os incomoda e proporcionar esperança através de experiências na mídia transmitindo o amor de Deus”.

Eles também disponibilizam sua pesquisa gratuitamente para organizações sem fins lucrativos e governos de todo o mundo através no site SpiritualStateoftheChildren.com. O estudo científico contém relatórios específicos das pesquisas realizadas em cada país, além de análises, fotos e outras informações sobre o condição espiritual de crianças e jovens. Já foram feitas pesquisas em 36 países, mas o Brasil ainda não participou. O material da OneHope já está disponível em português e pode ser recebido gratuitamente pelo site da missão AMME (AQUI

VERDADE


A VERDADE DEVE SER VIVENCIADA


“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente 
ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.” 
Tg 1.22

Receio que religiosos entendam bem os conceitos cristãos, mas não os pratiquem. Esta percepção parece deixar apreensivo o coração de Tiago, ao escrever: Ouvir passivamente pode resultar num temporário período de alegria e aparente paz, contudo não gerará o efeito espiritual que se espera. Um ouvinte poderá saber muito a respeito do que ouviu, entretanto ao não vivenciar perderá a essência do conhecimento.

Os ensinos das Sagradas Escrituras são para conhecimento e vivência. Conhecer e viver devem ser aliados neste processo. Não há como dissociar fé e obras. Os dois andam juntos e se completam. Se faltar o conhecimento e a vivência, o cristianismo ensinado por Jesus não será entendido e nem cumprirá o seu propósito. Por isso Cristo diz em João 14.21: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele”. Saber e viver sem hipocrisia é o caminho do amor.


ORE

Deus de infinita misericórdia, desejo ter uma mente cheia do brilho de tua refulgente luz, que emana de tua Palavra, mas
 também um coração coberto pelo teu amor. Em Cristo. Amém.

COISAS QUE DEVEMOS SABER


14 COISAS FALSAS NA BÍBLIA
01 FALSOS CRISTOS (Mat. 24. 4-5; 24)
02 FALSOS MINISTROS (2 Co. 11. 14-15)
03 FALSOS APÓSTOLOS (2 Co. 11.13)
04 FALSOS CRISTÃOS (Gl. 2. 3-4)
05 FALSOS MAESTROS RELIGIOSOS (2 Pe. 2.1)
06 FALSOS PROFETAS (1 Jo. 4.1)
07 FALSO EVANGELHO (Gl. 1 6-12)
08 FALSAS DOUTRINAS (He. 13.9)
09 FALSOS MANDAMENTOS (Tt. 1. 13,14)
10 FALSOS FAZEDORES DE MILAGRES (2 Ts. 2. 7-12)
11 FALSA CIÊNCIA (1 Tm. 6.20)
12 FALSA RELIGIÃO (Tg. 1.26)
13 FALSA ADORAÇÃO (Mt. 15. 8-9)
14 FALSA ORAÇÃO (Tg. 4.3)

BRASIL EVANGÉLICO, DEUS NOS LIVRE


Polêmica do 'Deus nos Livre de um Brasil Evangélico' de Pr. Ricardo Gondim
Pastor
Pastor Ricardo Gondim gera polêmica sobre a sua recente publicação initulada “Deus nos livre de um Brasil evangélico.”

Segundo ele, era necessário escrever sobre o seu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. Para ele existe o sonho dos evangélicos de que o “país se convertesse em massa e a terra dos tupiniquins virasse num país legitimamente evangélico.”

Ricardo se refere ao movimento evangélico como subgrupo do Cristianismo e do Protestantismo conhecido como tal.

“A esse movimento não interessa que haja um veloz crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus,” o Brasil tem que virar "crente," com a cara dos evangélicos.

Os avanços numéricos de evangélicos, diz ele, já passam a idéia de como seria desastroso se tal evento acontecesse no Brasil.

Ricardo se preocupa na perda de valores culturais já existentes, citando por exemplo as poesias de Carlos Drummond de Andrade, “Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade?”ou os ensinamentos de Charles Darwin nas faculdades, “Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária.”

Para ele o Brasil evangélico não teria folclore. “Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. O futebol morreria. Todos seriam proibidos de ir ao estádio ou de ligar a televisão no domingo.”

Sua outra preocupação é que isso seria um triunfo da “american way of life,” mencionando que o Brasil possui uma espiritualidade e moralidade cópias malfeitas da cultura dos Estados Unidos.

Além disso, ele afirma que o Brasil evangélicos acirrariam o “preconceito contra a Igreja Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa que a dos aiatolás iranianos.”

Ricardo esclarece que “Cristo não pretendeu anular os costumes dos povos não-judeus.” “Daí ele dizer que a fé de um centurião adorador de ídolos era singular; e entre seus criteriosos pares ninguém tinha uma espiritualidade digna de elogio como aquele soldado que cuidou do escravo.”

Ele enfatizou, desta maneira, que levar a boa notícia não significa exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética.

“Evangelizar é anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade; Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador.”

Por estas razões ele escreveu e reafirmou, “Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.”

Fonte: THE CHRISTAN POST

Postado por Jovens

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CASAMENTO QUE DAR CERTO


Como Fazer o Casamento Dar Certo

O casamento não é um objeto a ser aceito ou uma idéia a ser admirada, é uma instituição social prática designada por Deus para satisfazer certas necessidades humanas criadas. É uma provisão de Deus, dada para abençoar e satisfazer as necessidades de suas criaturas.

Mas, se este é verdadeiramente o caso, como podemos explicar a tragédia vivente, respirando, que a maioria dos casamentos tem se tornado em nosso mundo atual. Não será por apontar para a complexidade de nosso ambiente social e econômico. O segredo de nossos fracassos no casamento não se acha em nenhum lugar fora de nossos corações e as escolhas que cada um de nós fez. Isto parece diminuir as perspectivas de melhora? Deveria fazer exatamente o oposto.

Nossa capacidade de alterar nossas circunstâncias é muito limitada, mas temos absoluto domínio sobre nossas atitudes. Podemos não ser capazes de mudar nosso ambiente, mas podemos certamente mudar nossos valores

COISAS QUE DEVEMOS DIZER


37 Coisas que se Deve Dizer ao Cônjuge

Casamento feliz é um porto seguro onde podemos relaxar e nos recuperar das tensões do dia-a-dia. Precisamos ouvir coisas positivas de nosso companheiro ou companheira. Da mesma forma que eu reuni alguns amigos para relacionarem uma lista do que NÃO se deve dizer ao cônjuge, eles também sugeriram o que gostariam de ouvir.

Belo trabalho!
Você é maravilhoso(a).
O que você fez foi muito bom.
Você está deslumbrante hoje.
Eu não me completo sem você.
Agradeço tudo o que você tem feito por mim em todos esses anos.
Você está em primeiro lugar na minha vida, antes dos filhos, da carreira, dos amigos, de tudo.
Estou feliz por ter-me casado com você.
Você é o(a) meu (minha) melhor amigo(a).
Se tivesse de começar tudo de novo, eu me casaria com você

FILHOS


Como corrigir seu filho adolescente

Corrigir não é uma tarefa fácil, e menos ainda quando seus filhos são adolescentes: porque o adolescente julga tudo, critica e muitas vezes rejeita as correções de seus pais como se isso fosse uma interferência em sua vida.

Entretanto, os pais têm o dever de corrigir. De ajudar o filho a corrigir seus defeitos e
descobrir a riquesa de sua forma de ser e entender as coisas. Porém, para que a crítica na
família seja positiva convém adotar uma série de regras:

- Em primeiro lugar, a crítica e a correção devem combinar-se com o uso freqüente de elogios.

Quer dizer, deve-se ser capaz de ver também o que o seu filho faz bem e dize-lo. Por mais
desastrado que lhe pareça seu filho, tenha certeza de que ele também tem valores positivos os quais você deve esforçar-se por reconhecer.

- Além disso é necessário corrigir com muito carinho. Para isso a crítica deve ser serena e bem ponderada, sem precipitações e sem uma paixão excessiva. Cuidadosa, sem ironia, sem sarcasmo, como se estive corrigindo um amigo.

- Em terceiro lugar, quando for corrigir seu filho adolescente deve-se examinar previamente se você não é em parte responsável por aquilo que pretende corrigir. Quando alguém se esforça por reconhecer sua própria culpa é mais fácil que o jovem veja em nosso conselho como sendo uma ajuda e não como uma acusação.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

FELIZ NIVER


PARABÉNS MEU AMOR, TALVEZ PESSOALMENTE PAPAI NÃO TENHA TANTA HABILIDADE PARA DEMONSTRAR O QUANTO EU TE AMO, MAIS EU TE AMO MUITO.
ESSE FOI O JEITO QUE EU ENCONTREI PRA TE DIZER.

BEIJOS

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MENSAGEM


Comunicação

Comunicação é o centro dos relacionamentos e a chave para um relacionamento saudável entre marido e mulher. Podemos através das palavras produzir vida ou morte? Felicidade ou infelicidade? Benção ou Maldição? A escolha é de cada um, dependendo da disposição e capacidade em dialogar. Ter aptidão para se comunicar com seu cônjuge é fundamental.
No casamento há os mais variados tipos de choques de adaptação, de altos e baixos. Antes de se casarem, vocês não compartilhavam todos os momentos, mas sim as horas boas, divertiam-se juntos. Casados, vocês terão trabalho, casa, adaptações e talvez filhos - um conjunto novo de desafios. Eles testarão sua dedicação, sua seriedade, sua jornada com Deus.
Mas para tudo isto é necessário aprender a comunicar-se.Se viverem a sua vida sem o relacionamento mais íntimo, sem satisfação, estarão perdendo algo que Deus sempre quis que existisse no casamento de vocês. Mas o que é comunicação? É a expressão de idéias e pensamentos através de gestos, voz, escrita etc., com o propósito de um entendimento em comum. Comunicação é uma arte. Temos necessidade de aprendê-la constantemente

MENSAGEM


Recomeçar

Não importa onde você parou .
em que momento da vida você cansou.
o que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo.
é renovar as esperanças na vida e o mais importante.

acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para "chegar" perto de você.
Recomeçar...hoje é um bom dia para começar novos desafios.

Onde você que chegar?
Ir alto. sonhe alto.
Queira o melhor do melhor.
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos.

Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ..
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.
"Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura."


Carlos Drummond de Andrade.



Ensinamento Bíblico
Josué, 1
5 Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei.
6 Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria.

PROJETO SEMEAR - SALVADOR/BAHIA

FILHOS


Escrever sobre “Os Benefícios de Ter Filhos” é como escrever sobre os benefícios de adquirir as minas do Rei Salomão ou herdar a riqueza de Bill Gates. O assunto deveria ser óbvio. Que esse freqüentemente não é o caso mostra não somente um discernimento medíocre, mas uma visão não-pactual da família, onde Deus pactua para abençoar a nós e aos nossos filhos (Sl. 102:28; Gn. 18:19).
A Bíblia apresenta os filhos dos crentes de forma positiva, especialmente no ministério do Senhor Jesus Cristo. Eles recebem proeminência como sendo o capital espiritual e econômico do povo de Deus. Há muitas metáforas impressionantes que anunciam essa verdade.
Metáforas para Filhos
Comecemos com a figura de filhos como bens da conta ativa do povo de Deus. No Salmo 127, o Espírito Santo reúne dois descritores econômicos: “herança” e “galardão”. Não há nada dito diretamente sobre riqueza monetária: uma família temente a Deus é rica o suficiente! Nossos filhos são uma “herança” não simplesmente porque nos são dados como um galardão, mas eles mesmos são o galardão. Eles não são dinheiro no banco, mas o próprio banco!
Isso significa que eles são uma “herança” (dom) pertencente ao Senhor, e generosamente dada ao povo de Deus. Em adição, nossos filhos são “recompensa” de Deus. Uma recompensa da parte de Deus é um pagamento generoso, que mostra que os filhos são bens ativos, e não dívidas. De fato, a santidade da palavra “galardão” é ilustrada por Gênesis 15:1, onde Deus fala de si mesmo como nosso “grandíssimo galardão”. Não somente o Doador do dom é Ele mesmo o Dom, mas nossos filhos são dignificados pela palavra “galardão”.

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MENSAGEM


Vida Difícil?
Marcadores: Mensagens

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.


Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.Nada aconteceu!


Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.


O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.



Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.


Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.


Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar.
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava.


Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los!

domingo, 16 de janeiro de 2011

FAMÍLIA FELIZ

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO



Recentemente ouvi de um grande amigo, que ele havia decidido demitir-se do seu emprego, no final do ano. Ele não sabia ainda o que iria fazer, mas sentia que permanecer na sua atual posição de trabalho, seria um desserviço a si próprio e ao seu empregador. Ele possuía alguma poupança, que lhe permitiria viver durante algum tempo, mas o mais importante é que ele desejava dar a si mesmo a oportunidade de parar e reavaliar a direção de sua vida e seu futuro profissional.

Isto exige um passo de fé, coragem e integridade. A maioria de nós se apegaria a suas atuais posições, até ter assegurado um novo emprego. Mas o meu amigo, que vem se desenvolvendo não apenas profissionalmente, mas também espiritualmente há mais de 10 anos, não estava disposto a se contentar por menos do que o melhor de Deus para ele e sua família. A questão é: como ele pode determinar o que é, de fato, o melhor de Deus para ele e que direção tomar?

Uma das coisas que muito tenho apreciado a respeito da Bíblia é a sua praticidade. Ela nos oferece princípios sadios e cheios de significado para a vida diária; incluindo para o nosso trabalho; assim como para a vida eterna. Estes princípios têm sido inestimáveis para mim e para muitas pessoas que conheço e me parece que o início um novo ano; cheio de oportunidades e desafios ainda não descortinados ; é uma época propícia para aprendermos (ou reaprendermos) a melhor forma de discernir a direção apropriada e responder à pergunta: "Que caminho seguir?"

Nem sempre confie no que aparenta ser óbvio. Algumas vezes é impossível reconhecer o que jaz à frente, tanto quanto se é incapaz de ver a pessoa que se aproxima por detrás da quina de um edifício. "... Andamos por fé e não pelo que vemos" (II Coríntios 5:7).

Não espere compreender tudo. Poderemos enfrentar um contratempo imprevisto, ou um obstáculo pode, de repente, bloquear nossa habilidade para atingir uma determinada meta. As nossas apresentações mais cuidadosamente planejadas podem falhar em atingir os resultados desejados. Em momentos como esses tranqüiliza acreditar que Deus pode transformar a aparente derrota em vitória. "Confia no Senhor de todo o seu coração; nunca pense que sua própria capacidade é suficiente para vencer problemas. Em tudo quanto for fazer, lembre-se de colocar Deus em primeiro lugar. Ele guiará os seus passos e você andará pelo caminho do sucesso" (Provérbios 3:5-6).

Seja honesto com relação aos seus motivos. Por vezes nossas decisões podem ser moldadas por motivações erradas. Podemos responder impulsivamente movidos pelo nosso orgulho, ira ou frustração. O resultado pode ser desastroso. Assim, antes de dar um passo importante, pergunte a si mesmo: "Por que estou fazendo isto?" "Há sempre uma maneira ou outra de justificarmos nossas ações, mas o Senhor conhece nossos pensamentos e nossas intenções" (Provérbios 21:2).

Antes de agir busque conselho confiável. Na busca de avaliar nossas vidas, não podemos evitar de ter uma perspectiva tendenciosa, baseada em nossas experiências passadas e nas expectativas futuras. Muitas vezes vale a pena solicitar aconselhamento objetivo, de pessoas qualificadas, capazes de oferecer pontos de vista diferentes e esclarecedores. "... Com muitos conselheiros há segurança" (Provérbios 11:14).

Fonte:msevangelico



segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FAMÍLIA FELIZ

domingo, 19 de dezembro de 2010

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

JANNAINA TEREZA






01. Tome Posse Da Vitória
02. Entregue Tua Vida Ao Senhor
03. Abriu O Mar
04. Eu e Você
05. Receba Poder
06. Não Desanimes
07. Deus De Milagres
08. Santo Lugar
09. Levante A Cabeça
10 à 18 Play Back



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

JANNAINA TEREZA

TESES PARA IGREJA DE HOJE



1 - Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)

2 - Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)

3 - Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)

4 - Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)

5 - Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15)

6 - Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42)

7 - Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois "do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam". (1 Jo 5.19; Sl 24.1)

8 - Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo "expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles" e que essa vitória teve como prova final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)

9 - Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36)

10 - Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se "amarrar" todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)

11 - Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)

12 - Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)

13 - Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois "nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo". (1 Pe 2.11)

14 - Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. "Determinar", "reivindicar", "ordenar" e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42)

15 - Afirmamos que a frase "Pare de sofrer", exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)

16 - Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1)

17 - Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e conseqüências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. O que não significa que nós, cristãos, tenhamos que ser negligentes com a natureza e o meio-ambiente, uma vez que Deus não apenas criou tudo, mas também "viu que era bom" (Rm 8.19-23; Gn 1.31)

18 - Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)

19 - Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para "merecermos" a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)

20 - Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20)

21 - Que entendamos que vivemos num "país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza". Portanto, que não seja mais "obrigatório" aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)

22 - Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)

23 - Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc... Da mesma forma, rejeitamos o preconceito, na verdade um racismo velado, contra instrumentos e danças de origem africana, como se estes, por si só, fossem intrinsecamente ligados a alguma forma de feitiçaria. (Sl 150)

24 - Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que "ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum." (At 4.32)

25 - Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. O que não significa, por outro lado, conivência com o pecado praticado de forma contumaz .(Gl 6.1; 1 Co 5)

26 - Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por "falta de fé". Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)

27 - Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do "exército inimigo". Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18)

28 - Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)

29 - Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, "disputarmos" quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)

30 - Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à "fama" antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)

31 - Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)

32 - Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões lingüísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)

33 - Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)

34 - Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)

35 - A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)

36 - Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um "justo" (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)

37 - Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)

38 - Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)

39 - Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)

40 - Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)

41 - O versículo bíblico "Feliz a nação cujo Deus é o Senhor" não deve ser interpretado sob olhares políticos como "Feliz a nação cujo presidente é evangélico" e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)

42 - Repugnamos veementemente os chamados "showmícios" com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de "louvor a Deus" para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)

43 - Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)

44 - Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a "patente" de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11)

45 - Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)

46 - Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico "não toqueis no meu ungido", retirando-o do contexto, para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)

47 - Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de "perder a salvação" por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)

48 - Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos "palácios" para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)

49 - Que nenhum movimento, modelo, ou "pacote" eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido como a "solução" para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)

50 - Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu "mover". Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)

51 - Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a "tietagem" evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)

52 - Reafirmamos que o véu, que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)

53 - Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)

54 - Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)

55 - "O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus." Que sejamos sábios para não misturar as coisas. E as profecias, ainda que não devam ser desprezadas, devem ser julgadas, retendo o que é bom e descartando toda forma de mal. (Jr 23.28; 1 Ts 5.20-22)

56 - Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)

57 - Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)

58 - Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar... mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)

59 - Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem "estrelas" do evangelho ou mesmo "produtos" a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com "atrações" curiosas, como "a menor pregadora do mundo", etc... (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)

60 - Que as "Marchas para Jesus" sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)

61 - Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais "cristãos". (At 4.12; Jo 3.8)

62 - Que as livrarias ditas "cristãs" sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)

63 - Cremos que "declarações mágicas" como "O Brasil é do Senhor Jesus" e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)

64 - Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como "unção dos 4 seres viventes", "unção do riso", etc... pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)

65 - Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de "novas unções". (1 Jo 2.20,27)

66 - Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento "gospel", com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)

67 - É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)

68 - Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos "preferidos" de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar "O" instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)

69 - Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo "Israel" para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)

70 - Lamentamos o estímulo e o uso de "amuletos" cristãos como "água do rio Jordão", "areia de Israel" e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de "catalisadores" do poder de Deus. (Hb 11.1)

71 - Que o profeta que "profetizar" algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)

72 - Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)

73 - Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc... Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. Da mesma forma, rejeitamos a sacralização da cultura judaica, como se esta fosse mais santa que a brasileira ou do que qualquer outra. Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma "classe superior" de "levitas", até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5; 1 Pe 2.9)

74 - Que se entenda que tijolos são apenas tijolos, paredes são apenas paredes e prédios são apenas prédios. Que os termos "Casa do Senhor" e "Templo" sejam utilizados somente para fazer menção a pessoas, e nunca a lugares. Que nossos palcos não sejam erroneamente chamados de "altares", uma vez que deles não emana nenhum "poder" ou "unção" especial. (At 17:24, I Cor 6-19)

75 - Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz "cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento". (1 Co 14.15)

76 - Não consideramos que "há poder em nossas palavras" como querem os adeptos dessa teologia da "confissão positiva". Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)

77 - Rejeitamos a onda de "atos proféticos" que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)

78 - Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em "restaurar a adoração" ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez - cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra - deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)

79 - Discordamos dos "restauradores das coisas perdidas" por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está "restaurando a adoração", "restaurando o ministério profético", etc... é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)

80 - Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos "milagres" e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)

81 - Deus não nos chamou para sermos "leões que rugem", mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)

82 - Entendemos como abusivas as cobranças de "cachês" para "testemunhos". Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)

83 - Que movimentos como "dança profética", "louvor profético" e outros "moveres proféticos" sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por conseqüência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)

84 - Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, seja o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)

85 - Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)

86 - Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. "Pois tive fome... e me destes de comer..." (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18; Tg 1.27)

87 - Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens - Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)

88 - Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a "máfia" das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos "louvores" comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, lingüístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)

89 - Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a "máfia" das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo "gospel" a fim de terem igrejas "lotadas" para ouvirem as "atrações" da fé. Da mesma forma, rejeitamos o triunfalismo e o ufanismo no qual se transformou a música evangélica atual, que só fala em 'vitória', 'poder' e 'unção' mas se esqueceu de coisas muito mais fundamentais como 'graça', 'misericórdia' e 'perdão'. (1 Pe 5.2)

90 - Que sejamos livres para "examinarmos tudo e retermos o que é bom" , sem que líderes manipuladores tentem impor seus preconceitos, principalmente na forma de intimidações. Que nenhum líder use o jargão "Deus me falou" como forma de amedrontar qualquer um que ousar questionar suas idéias. (1 Ts 5.21)

91 - Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)

92 - Somente a Graça. (Ef 2.8-9)

93 - Somente a Fé. (Rm 1.17)

94 - Somente Cristo. (At 17.28)

95 - Glória somente a Deus (Jd 24-25)


BOMBA




GRÃ-BRETANHA (*) - O número de cristãos praticantes na Grã-Bretanha tem caído tanto que dentro de uma geração será inferior ao dos muçulmanos praticantes, revelou um relatório sobre as tendências religiosas divulgado na última quinta-feira em Londres.



Em 2050, a Grã-Bretanha terá 2.660.000 muçulmanos praticantes, número três vezes maior que o de cristãos praticantes, revela o estudo da Christian Research que tem o título "Tendências Religiosas".



O estudo, baseado no comparecimento a todas as igrejas ou templos religiosos na Grã-Bretanha, explica que atualmente quase quatro milhões de pessoas vão pelo menos uma vez ao mês à Igreja, seja anglicana, católica ou de outras denominações, e que este número cairá a 899.000 em uma geração.



Muçulmanos crescem



Do outro lado, o número de muçulmanos que comparecem a uma mesquita aumentará de um milhão atualmente a 1,96 milhão em 2035, destaca o documento sobre as práticas religiosas na Grã-Bretanha.



Para as igrejas, esta queda na assistência significa que as mesmas "não serão viáveis financeiramente", acrescenta o estudo.



"A falta de recursos arrecadados para apoiar a infra-estrutura das igrejas obrigará o fechamento de muitas delas", diz o relatório, que calcula que cerca de 4.000 igrejas poderão fechar suas portas no Reino Unido até 2020, caso o número de cristãos praticantes continue caindo.



Dados recentes da Igreja Anglicana indicam que menos de um milhão de pessoas feqüentam as igrejas aos domingos.



Praticantes



Segundo as últimas estatísticas, 1,6 milhão de mulçumanos vivem no Reino Unido, comparado aos 41 milhões de cristãos. Contudo, os especialistas concordam em assinalar que os mulçumanos são mais praticantes em sua religião.



O censo de 2001, que é o mais recente, indica que mais da metade dos mulçumanos respondeu que rezava diariamente, comparado com 6,3% dos cristãos que indicam que vão à igreja uma vez por semana.



A Igreja da Inglaterra criticou a pesquisa, afirmando que contêm falhas metodológicas e que suas conclusões dão margem a "interpretações perigosas".



"Estudos simplistas como este conduzem a erros e não ajudam", afirmou um porta-voz da Igreja da Inglaterra, citado pelo jornal "Daily Telegraph".









* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.