sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pastor José Wellington, presidente da CGADB, comemora 76 anos com festa na AD do Belenzinho

A Assembleia de Deus no Belenzinho (SP) realizou na noite de segunda, 03 de outubro, um grande culto em ação de graças pelos 76 anos de vida de seu pastor José Wellington Bezerra da Costa e de sua esposa, irmã Wanda Freire da Costa, que lidera o departamento feminino e a área social da igreja.
Milhares de assembleianos e personalidades políticas compareceram no evento que contou com o coral e orquestra da igreja entoando louvores a Deus antes que o pastor José Wellington Costa Junior conduzisse o culto.
Vários ministérios da igreja homenagearam o casal e entre os convidados estavam vários líderes da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil, entre eles presidentes de convenções regionais de várias partes do Brasil.
Também compareceram personalidades políticas como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; o secretário de desenvolvimento do estado, Edson Aparecido, que representou o governador Geraldo Alckmin; a vereadora Marta Costa (DEM-SP), deputado estadual, Pr. Adilson Rossi (PSC-SP) e a vereadora de Valinhos, irmã Dalva Berto e outros.

”Estar aqui hoje agradecendo a Deus pela vida deste casal é um dever de todos nós políticos e dos irmãos que são membros da AD, o trabalho que o pastor Wellington e a irmã Wanda fazem para Deus e para a população é digno do nosso reconhecimento e respeito” afirmou o prefeito.
O aniversariante fez um discurso agradecendo a Deus pelos 76 anos de vida com muita saúde. ”Somos gratos a Deus por tudo que vemos e ouvimos aqui hoje, tudo que temos e somos veio do Senhor, a quem eu e irmã Wanda tributamos nossa gratidão, agradecemos a Deus pela vida de todos, obrigado pelo carinho dos irmãos, políticos e de toda AD no Brasil que hoje se faz representar aqui de norte a sul, pelos líderes das convenções estaduais” finalizou José Wellington.

A suficiência das Escrituras

Reforma do século dezesseis foi um divisor de águas na vida da igreja e também na história da humanidade. A Reforma não foi uma inovação, mas uma restauração. Não foi a abertura de um novo caminho, mas uma volta às veredas antigas. Não foi a introdução de um novo evangelho, mas uma volta ao antigo evangelho. A Reforma foi uma volta à doutrina dos apóstolos, um retorno ao Cristianismo puro e simples. As verdades enfatizadas na Reforma podem ser sintetizadas em cinco “solas”: Sola Scriptura, Sola Fide, Sola Gratia, Solu Christu e Soli Deo Gloria. Vamos destacar agora o Sola Scriptura.
Todas as igrejas cristãs creem nas Escrituras e aproximam-se dela como Palavra de Deus. Porém, nem todas têm o mesmo conceito das Escrituras. A Bíblia não apenas contém a Palavra de Deus, a Bíblia é a Palavra de Deus. A Bíblia não é uma dentre as regras de fé e prática, mas nossa única regra de fé e prática. Destacaremos, aqui, três pontos importantes para a nossa reflexão.
Em primeiro lugar, as Escrituras são inerrantes. Jesus Cristo foi enfático em dizer que as Escrituras não podem falhar. Ele disse, também, que a Palavra de Deus é a verdade. Não há erros nas Escrituras. Não há contradição nos seus registros. Seus relatos não são mitológicos. A Palavra de Deus é fiel e verdadeira e digna de inteira aceitação. Nem uma das palavras de Deus pode cair por terra. Nenhuma de suas promessas pode fracassar. Pode passar o céu e a terra, mas a Palavra de Deus não vai passar. Ela permanece para sempre. Suas profecias se cumpriram, estão se cumprindo e cumprir-se-ão à risca. Deus conhece a história antes de ela acontecer. O próprio Deus que inspirou as Escrituras é quem dirige os destinos da história.
Em segundo lugar, as Escrituras são suficientes. Nada pode ser acrescentado às Escrituras. Ainda que um anjo venha do céu e pregue outro evangelho, além do que está registrado nas Escrituras, deve ser decisivamente rejeitado. Há dois desvios perigosos com respeito às Escrituras atualmente. O primeiro deles é o liberalismo teológico. Os teólogos liberais não creem na infalibilidade nem na suficiência das Escrituras. Aproximam-se dela não com fé, mas com suspeitas; não com humildade, mas com insolência; não com submissão, mas com rebeldia. Atribuem às Escrituras muitos erros. Afirmam que ela está cheia de falhas e que seus relatos históricos estão repletos de contradição. Afirmam que seus milagres não passam de mitos. Esses paladinos do engano e arautos da incredulidade retiram das Escrituras o que está nas Escrituras, atraindo sobre si mesmos a merecida punição de seu erro. O segundo desvio é o sincretismo religioso. Há muitos crentes que olham para as Escrituras como um livro mágico, usando-a apenas como uma espécie de amuleto religioso. Não a estudam com profundidade nem a aceitam como a única regra de fé e prática. Estão sempre buscando novas revelações e correndo atrás de novos sonhos e visões para nortear-lhes os passos. Se os liberais removem das Escrituras seu conteúdo, os adeptos do sincretismo acrescentam às Escrituras suas novas visões e revelações. Desta maneira, ambas as posições são um sinal de rebeldia contra Deus e uma evidência de insolente apostasia. Não precisamos de novas revelações. Tudo que precisamos saber para a nossa salvação, santificação e serviço está contido nas Escrituras. Devemos conhecê-la, obedecê-la e proclamá-la com fidelidade e senso de urgência.
Em terceiro lugar, as Escrituras são eficientes. As Escrituras não são apenas inerrantes e suficientes, elas são também eficientes. Elas realizam todo o propósito de Deus. Elas não voltam para Deus vazia. Elas são mais preciosas do que o ouro e mais doces do que mel. Elas são não apenas inspiradas, mas também úteis para toda a correção, repreensão e ensino. É por meio delas que Deus chama seus eleitos. É por meio delas que Deus santifica seu povo. É por meio delas que Deus consola seus filhos. É por meio delas que Deus fortalece a sua igreja e a equipada para cumprir sua missão.
Fonte: Palavra da Verdade

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ciranda amorosa

“João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém...” Nesses versos do poema “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade, podemos perceber a complexidade dos relacionamentos. Nessa história ninguém ficou com ninguém. Quem amava não foi correspondido, não teve reciprocidade.
Se levarmos em conta a fugacidade dos relacionamentos no dia de hoje, na vida real não tem sido diferente. O que se vê é que namoros, noivados ou casamentos se iniciam e terminam na mesma velocidade da internet e da tecnologia. E com um detalhe: com ar de modernidade.
É comum ver em capas de revistas, artistas fazendo juras de amor eterno ao parceiro, porém, passados alguns meses ou até dias esses mesmos artistas retornam anunciando o término do relacionamento. Recentemente a separação de três uniões estáveis no meio artístico entre Ana Maria Braga (apresentadora do programa Mais Você, da Rede Globo) e o empresário Carlos Madrulha, a atriz Nívea Maria e o diretor Herval Rossano (união de 27 anos) e o ator Eduardo Moscovis e Roberta Richard, reacendeu a discussão sobre por quê os artistas se separam com tanta freqüência. Um dos motivos seria o fato de que “os artistas têm uma oferta abundante do fator alternativa. Têm oportunidade de conhecer muita gente, viajam muito e, com uma vida independente, acabam ficando muito tempo longe do parceiro”, explicou o psicólogo Ailton Amélio da Silva, em reportagem à revista IstoÉ Gente (Edição 174, de 4 de dezembro de 2002). Na mesma reportagem o psicanalista Luís Alberto Py, especialista em relacionamentos familiares, esclareceu que outro motivo que ameaça a união seria o nascimento dos filhos. “É comum que, depois de amamentar, a mãe libere o hormônio prolactina, diminuindo sua libido, e se afaste do marido”.
Contudo, o curioso, é que isso não acontece somente com ricos e famosos, mas também com os anônimos. Pessoas comuns que convivem com a gente, passa por nós e que têm a mesma história. A instabilidade nos relacionamentos, especialmente nos casamentos, pode ser percebida em todos as camadas sociais. E um agravante a mais: as pessoas parecem estar perdendo a noção de moral e conduta, em nome do prazer e da felicidade imediata.
Eis a questão
Uma pergunta que todo mundo quer saber a resposta: Por que tantas pessoas estão se separando? O que estaria acontecendo? Respondendo a IstoÉ Gente o psicólogo Ailton Amélio, disse ser “cinco os fatores que levam alguém a manter ou não um relacionamento: a relação custo e benefício da relação, que gera o grau de satisfação; as alternativas disponíveis, que incluem outras pessoas além do cônjuge; o investimento que terá de fazer para ficar com o parceiro; as barreiras externas e a seleção do companheiro.”
O que espanta, porém, é que os motivos que fazem com que muitos deixem o parceiro em troca de outro, muitas vezes, são os mais fúteis possíveis, como por exemplo, “não gosto da comida que ela faz” ou “ele não se veste bem”. Por trás desses motivos também estão a paixão passageira, a vingança e a “busca por novas aventuras”. Não será nenhum exagero dizer que muitas pessoas fazem de seus relacionamentos uma verdadeira ciranda amorosa.

Uma paráfrase

João amava Maria, que não o amava, mas amava outro. Este outro não a quis, e voltou então para João. O tempo passou. A paixão esfriou, João a abandonou e com outra se casou. Maria, por sua vez, que nunca amara João, se casou com Joaquim que também não a amava.
Parece brincadeira, uma ficção, mas não é. Parafraseando o texto de Drummond, esta é a realidade que encontramos em nossos dias. Uma verdadeira ciranda amorosa, onde no final ninguém se dá bem. Esse é o preço que se paga pela instabilidade.

Ana Paula Costa
redacao@lagoinha.com

 

Atual desafeto de Edir Macedo, Silas Malafaia se aproxima da Rede Globo

Durante algum tempo, Malafaia criticou as Organizações Globo e defendeu Edir Macedo e a Igreja Universal. Agora, um dos sonhos de Malafaia é comprar horário na TV Globo.

As diferenças entre Edir Macedo (Igreja Universal do Reino de Deus) e o pastor Silas Malafaia (Assembléia de Deus Vitória em Cristo) são antigas e envolvem relações de poder e disputa por espaço em meios de comunicação. Entretanto, nem sempre foi assim. Durante algum tempo, os programas de Malafaia serviram para criticar os veículos das Organizações Globo. O pastor já criticou duramente o jornal O Globo, a revista Época e a TV Globo, inclusive, defendendo Edir Macedo.
Porém, nos últimos anos, a mira de Malafaia parece ter encontrado outro alvo. Em um de seus ataques contra Edir Macedo, em 2010, ele afirmou que a Record faz jornalismo pró-PT por interesses comerciais. “Você foi comprado para defender o governo e a Dilma. Sua emissora é chapa-branca, com jornalismo tendencioso. Vou mostrar que você é um falso profeta mentiroso, vai cair a máscara”, afirmou Malafaia em resposta a Macedo, completando que a Record é um “lixo moral”.
No último mês de setembro, Malafaia voltou a atacar o líder da Universal, após o bispo ter dito em seu blog que “os cantores evangélicos são endemoninhados”. Ao que Malafaia mais uma vez revidou: “os demônios, da mais alta hierarquia, fazem o que vocês fazem, isto é, atuam nessa área, pegam dízimo e oferta do povo de Deus, compram emissoras de TV, que ao invés de glorificar a Deus, é o santo financiando o profano e o podre”. Para finalizar, chamou mais uma vez a Record de lixo moral e disse que é “financiada com ofertas e dízimos do povo de Deus”.
Em perfil feito pela jornalista Daniela Pinheiro na revista Piaui de setembro, Malafaia contou que no final de 2010 foi chamado para uma conversa com o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho. “O dono da Rede Globo lhe disse que queria conhecer melhor o mundo dos evangélicos. E contou terem percebido, na emissora, que Edir Macedo não era a voz dos protestantes no Brasil. Desde então, eles mantêm um canal de comunicação”, diz a matéria.
Malafaia contou à jornalista que depois da conversa apareceu no “Jornal Nacional” cinco vezes. Ainda, segundo a reportagem, um dos sonhos de Malafaia é comprar horário na TV Globo para fazer pregações: “ainda vou conseguir, eles já estão abrindo, olha o programa do Faustão cheio de cantor evangélico se apresentando”. Para a Piaui, a Globo admitiu que não comercializa horários contínuos: “só vendemos anúncios em intervalos comerciais”, disse João Roberto Marinho. Para a IMPRENSA, a Rede Globo confirmou a conversa entre Malafaia e João Roberto Marinho, mas não deu detalhes sobre o objetivo da reunião. Procurada, a assessoria de imprensa de Malafaia não retornou às tentativas de contato; já a Record afirma que não se pronunciará sobre o assunto.

Diferenças institucionais

O impasse entre os líderes religiosos e o movimento que eles “representam” é significativo. De acordo com o IBGE, a previsão é que o índice de evangélicos no país ultrapasse 25% da população. Em 1970, início da popularização evangélica na TV, o número de fiéis não chegava a cinco milhões. Rui Luís, historiador e teólogo, destaca que a visibilidade proporcionada pela TV não representa os evangélicos. “São as grandes denominações que podem se beneficiar deste tipo de mídia. Esses grupos possuem estrutura suficiente para poder bancar o custo de um programa destes, que não é baixo”, diz.
Ed René Kivitz, pastor evangélico, teólogo e mestre em ciência da religião pela Universidade Metodista de São Paulo, vê no fenômeno televisivo uma questão relacionada à necessidade de visibilidade pessoal. “Eu avalio que o conteúdo em si é distante da essência do evangelho. É uma presença que se confunde com o projeto de poder destas personalidades e suas respectivas instituições. Isso parece prioritário ao compromisso com o evangelho”, avalia.

Quem é quem no evangelismo televisivo

Apóstolo Valdemiro Santiago de Oliveira
Igreja Mundial do Poder de Deus
Rede21, CNT e Rede TV!

Missionário Romildo Ribeiro Soares (RR Soares)
Igreja Internacional da Graça de Deus
BAND e Rede TV!

Pastor Silas Malafaia
Assembléia de Deus Vitória em Cristo
CNT, Redet TV! , BAND

Edir Macedo
Igreja Universal do Reino de Deus

Fonte: Portal Imprensa / Folha Gospel

A insensatez da obediência parcial!

Por John MacArthur


Se o pecado é um inimigo derrotado, como pode nos causar tantos problemas? Se o domínio do pecado foi quebrado, por que, com frequência, parece nos dominar? Por que as forças do humanismo secular, o novo hedonismo, a Nova Era, o ensino da auto-estima e a má teologia têm causado tanto impacto entre os crentes? Por que a consciência parece estar desaparecendo até mesmo no meio evangélico?
Todo cristão honesto confirmará que a tendência para o pecado não é apagada quando nos tornamos cristãos. Ainda temos prazer no pecado. Ainda lutamos contra hábitos pecaminosos. Alguns desses hábitos estão tão profundamente arraigados que ainda batalhamos contra eles após anos de luta espiritual. Ainda caímos em pecados horríveis e vergonhosos. A verdade é que pecamos diariamente. Nossos pensamentos não são aqueles que deveriam ser. Desperdiçamos nosso tempo em buscas frívolas e mundanas. De tempos em tempos nosso coração fica frio quanto às coisas de Deus. Por que tudo isso acontece se o domínio do pecado está quebrado?
Aqui veremos que a Escritura nos insta a evitar qualquer tipo de apatia em relação ao tratamento do pecado. Devemos mortificar o pecado e sua influência em toda a nossa vida.
A ira de Deus contra Amaleque
Uma ilustração no Antigo Testamento pode ajudar a esclarecer nossa relação com o pecado. Em 1 Samuel 15, lemos que Samuel ungiu a Saul e solenemente deu-lhe estas instruções do Senhor: "Vai, pois, agora, e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo que tiver, e nada lhe poupes; porém matarás homem e mulher, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos" (v. 3).
O mandamento de Deus era claro. Saul tinha que proceder cruelmente em relação aos amalequitas, matando até mesmo as criancinhas de peito e animais. Toda a tribo tinha que ser total e impiedosamente arrasada — nenhum refém poderia ser tomado.
O que faria um Deus de amor infinito impor um julgamento tão severo? Os amalequitas eram uma antiga raça nómade, descendentes de Esaú (Gn 36.12). Habitavam aparte sul de Canaã e eram eternos inimigos dos Israelitas. Pertenciam à mesma tribo que cruelmente atacou Israel em Refidim, logo após o Êxodo, na famosa batalha em que Arão e Hur tiveram que sustentar os braços de Moisés (Êx 17.8-13). Eles emboscaram Israel pela retaguarda e massacraram os soldados dominados, que estavam extenuados (Dt 25.18). A mais poderosa e selvagem tribo de toda a região atacou Israel covardemente. Naquele dia Deus livrou Israel sobrenaturalmente, e os amalequitas fugiram procurando refúgio. No final dessa batalha Deus jurou a Moisés: "Escreve isso para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu" (v. 14). Realmente ele considerava importante que Israel destruísse Amaleque:
Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito, como te veio ao encontro no caminho e te atacou na retaguarda todos os desfalecidos que iam após ti, quando estavas abatido e fatigado; e não temeu a Deus. Quando pois, o Senhor, teu Deus, te houver dado sossego de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Senhor, teu Deus, te dá por herança, para a possuíres, apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças (Dt 25.17-19; ênfase acrescentada).
Os amalequitas eram guerreiros temíveis. Sua presença intimidadora foi uma das razões pelas quais os israelitas desobedeceram a Deus e um impecilho para que entrassem na terra prometida em Cades Barnéia (Nm 13.29). A ira de Deus ardia contra os amalequitas por causa da perversidade deles. Ele constrangeu até o corrupto profeta Balaão a profetizar sua sentença: "Amaleque é o primeiro das nações; porém o seu fim será a destruição" (Nm 24.20). Os amalequitas costumavam atormentar Israel indo às suas terras depois de a plantação ter sido semeada, e movimentando-se na terra cultivada com suas barracas e animais, destruíam tudo pelo seu caminho (Jz 6.3-5). Eles odiavam a Deus, detestavam Israel e pareciam ter prazer em atos perversos e destrutivos.
As instruções de Deus para Saul, portanto, cumpriram o voto que ele havia jurado a Moisés. Saul tinha que eliminar a tribo para sempre. Ele e seus exércitos eram os instrumentos pelos quais a justiça de Deus seria levada a cabo. Seu santo julgamento para um povo mau.
Mas a obediência de Saul foi somente parcial. Ele ganhou a batalha ferindo de forma esmagadora os amalequitas que fugiram deles "desde Havilá, até chegar a Sur, que está defronte do Egito" (ISm 15.7). Como ordenado, ele matou todas as pessoas, mas "tomou vivo a Agague, rei dos amalequitas" (v. 8). "E Saul e o povo pouparam Agague, e o melhor das ovelhas e dos bois, e os animais gordos, e os cordeiros, e o melhor que havia e não os quiseram destruir totalmente; porém toda coisa vil e desprezível destruíram" (v. 9). Em outras palavras, motivados pela cobiça eles pegaram as melhores coisas dos amalequitas, coletando os despojos da vitória, e desobedecendo propositadamente às instruções do Senhor.
Por que Saul poupou Agague? Talvez porque ele quisesse usar o rei humilhado dos amalequitas como um troféu para mostrar seu próprio poder. Aparentemente, naquele momento Saul estava somente motivado pelo orgulho; ele até construiu um monumento para si no monte Carmelo (v. 12). Quaisquer que fossem seus motivos, ele desobedeceu a um claro mandamento de Deus e permitiu que Agague vivesse.
Esse pecado era tão sério que Deus imediatamente depôs do trono Saul e seus descendentes para sempre. Samuel lhe disse: "Visto que rejei-taste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei" (v. 23).
Então Samuel disse: "Traze-me aqui a Agague, rei dos amalequitas" (v. 32).
Evidentemente Agague, pensando que sua vida havia sido poupada e se sentindo muito seguro, "veio a ele confiante". "Certamente já se foi a amargura da morte", disse ele.
Mas Samuel não estava para brincadeira. Disse a Agague: "Assim como a tua espada desfilhou mulheres, assim desfílhada ficará a tua mãe entre as mulheres. E Samuel despedaçou Agague perante o Senhor em Gilgal" (v. 33).
Nossa mente, instintivamente, recua diante do que parece ser um ato impiedoso. Mas foi Deus quem mandou que isso fosse feito. Era um ato de julgamento divino para mostrar a ira santa de um Deus indignado contra o pecado devasso. Ao contrário de seu compatriota e rei, Samuel estava determinado a cumprir inteiramente a ordem do Senhor. A batalha que tinha por objetivo exterminar os amalequitas para sempre terminou sem que esse objetivo fosse alcançado. A Bíblia registra que depois de alguns anos, a tribo revigorada atacou repentinamente o território sul e levou cativas as mulheres e crianças — incluindo a família de Davi (1 Sm 30.1 -5).
Quando Davi encontrou os amalequitas saqueadores, "Eis que estavam espalhados sobre toda região, comendo, bebendo e fazendo festa por todo aquele grande despojo que tomaram da terra dos filisteus e da terra de Judá" (v. 16). Ele os feriu desde o crepúsculo vespertino até a tarde do dia seguinte, matando a todos, exceto quatrocentos moços que fugiram montados em camelos (v. 17).
Os amalequitas são uma ilustração adequada do pecado que permanece na vida do crente. Aquele pecado — já totalmente derrotado — deve ser tratado com crueldade e despedaçado, ou então ele irá reviver e continuar a saquear e espoliar nosso coração, e tirar o vigor da nossa força espiritual. Não podemos ser misericordiosos com Agague, ou então ele retornará para tentar nos devorar. De fato, o pecado que permanece em nós frequentemente se torna mais ferozmente resoluto depois de ter sido destronado pelo Evangelho.
A Bíblia nos ordena mortificar o pecado. "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena; prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é a idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]" (Cl 3.5,6). Não podemos obedecer parcialmente ou ser indiferentes quando procuramos eliminar o pecado da nossa vida.
Não é possível parar enquanto a tarefa estiver incompleta. Os pecados, do mesmo modo que os amalequitas, encontram sempre um jeito de escapar da matança, gerando, revivendo, reagrupando-se e lançando novos e inesperados ataques em nossas áreas mais vulneráveis.

Fonte: Josemar Bessa

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O novo Superman está no Brasil! E ele quer derrubar você!


Clark está no Brasil e vai usar seus poderes a torto e a direito. O novo Superman está em terras tupiniquins, mais especificamente no Centro-Oeste brasileiro. Nos dias 29 e 30 de setembro ele esteve em Brasília e antes que você me pergunte, ele não foi até lá combater os corruptos que lá estão. Clark foi visitar a galera da Vanilce Milhomen$ e usou seus poderes por lá.
É isso mesmo: O “Super-Man” está no Brasil. Mas, para infelicidade dos fãs dos quarinhos da DC Comics, este que está em solo brasileiro não é o verdadeiro Clark Joseph Kent, e sim Randy Clark, um dos maiores difusores da ‘benção de Toronto‘ e da ‘unção do cai-cai‘. As semelhanças entre Randy e Kent não estão apenas nos nomes: ambos possuem ‘superpoderes‘. Mas o poder de Randy Clark não se restringe aos do Superman dos quadrinhos; o poder do Randy ‘transcende’ à força física!
Clark tem superpoderes ‘gospais‘: Ele se diz capaz de ‘liberar os seus destinos‘, realizar ‘ativação profética‘ e ‘transferir a unção‘, além de (como já deve ser do conhecimento de muitos leitores) derrubar a multidão com apenas um sopro.

Pois é! Para nossa infelicidade Randy Clark não é apenas um mero personagem dos ficticio dos quadrinhos, tal como Clark Kent. Randy Clark não nasceu no planeta Krypton, ele é oriundo da Toronto Airport Christian Fellowship (Comunhão Cristã do Aeroporto de Toronto), a igreja aonde nasceu a ‘benção de Toronto‘. Além de todos os ‘poderes‘ citados acima, é comum nas reuniões de Randy e seus discípulos as pessoas receberem outro tipo de poder, poder este que as pessoas chamam de nova unção, que as faz imitar animais, andar de quatro, latir, urrar, rosnar, etc.
E isso não aconteceu apenas em Toronto não: Os discípulos de Randy Clark já estiveram no Brasil num passado bem próximo, mais especificamente em Caxias do Sul-RS, no ano de 2010, Os que estiverem no Centro-Oeste e forem visitar o novo Superman, eis o meu aviso: Este aí não se combate com ‘Kryptonita’; a única coisa capaz de fazer você se defender e combater os seus efeitos e poderes é uma boa dose de Evangelho. “…estou incumbido da defesa do Evangelho” (Fp 1.16)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Solitários, carentes e infelizes

Por Mauricio Zágari

Existe um tipo de aranha, chamada viúva negra, que tem um comportamento bem peculiar: de tamanho mais avantajado que o dos machos de sua espécie, ela depende deles para se reproduzir. Por isso, aceita a corte do macho, estende a ele sua sedução e topa ter um relacionamento. Mas basta o macho ter terminado de fecundá-la que a viúva negra o agarra e o devora lentamente, com ele ainda vivo, deixando apenas uma casca vazia e retorcida. Isso mesmo. Aquele que foi tão importante em certo momento de sua vida simplesmente se torna seu jantar. Imagino os olhinhos esbugalhados do surpreso e assustado aranha-macho ao ver aquela de quem ele tanto precisava, que tanto quis, que afinal acreditou ter vindo para resgatá-lo de uma vida de tristeza… ser sua ruína final.
Pois em nossa vida existe uma viúva negra que age de modo muito semelhante. Seu nome é solidão (ou, em outros dialetos, carência afetiva). Fato é que tenho visto tantos e tantos cristãos solitários e carentes! Tão desesperados por preencher com alguém as lacunas que existem em suas almas que acabam cometendo grandes erros, equívocos dos quais vão se arrepender pelo resto de suas vidas – exatamente como o aracnídeo macho.
O processo é relativamente semelhante na maioria dos casos. Começa com a pessoa sentindo-se solitária, carente, incapaz de viver uma vida que tenha sentido se nao houver alguém que preencha as lacunas que há em sua alma. A pessoa não se basta a si mesma. Precisa de outro. “Não sei viver só”, diz. A falta de um ente amado lhe é tão ensurdecedora que, na ausência de um amor verdadeiro, acaba convidando para habitar em sua vida afetiva alguma pessoa por quem nutre algum tipo de sentimento benigno, seja uma amizade, um carinho, até mesmo atração física. Mas que não é AMOR. Eis o início do erro fatal.
A corte se inicia. Os dois se aproximam. A pessoa vê naquele outro a oportunidade de completar suas lacunas, seu vazio, sua solidão, sua carência. Até mesmo enxerga nele a possibilidade de ser o pai (ou a mãe) dos filhos que sonha ter. E o convida para entrar. Então, motivada não pelo amor que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”, mas por um vazio de solidão e carência, começa um namoro. É até gostoso, no início. O outro te diz palavras bonitas, exalta suas qualidades, diz que seus defeitos não importam, te chama de apelidos carinhosos, faz você se sentir querido, acolhido, abraçado, acompanhado. De repente, a sensação de vazio some, o outro te faz companhia, serenatas, te chama de “meu amor”, preenche os espaços da sua carência.
Mas o tempo, ah, o tempo…esse é implacável. Ele passa. E a sociedade tem suas exigências! Ela cobra. Aquele que está ali ocupando uma carência e tampando as rachaduras da solidão não pode ficar assim para sempre e, mais cedo ou mais tarde, terá de ser guindado ao posto de noivo – e, em breve, ao de marido (ou esposa). E, num dia qualquer, como um inseto que foi se enroscando numa teia até não conseguir mais sair dela, você vai acordar e descobrir que dorme ao seu lado, de aliança no dedo, alguém que foi trazido a sua vida por um tempo para ser reboco de lacunas vazias, mas só que agora ele não é mais isso: é seu cônjuge pa-ra-o-res-to-da-vi-da.

Alguém com quem você terá de dormir todas as noites, entregar a ele seu corpo e sua intimidade, devotar-se completamente, dividir as fotos de viagem, ver TV abraçado sob o edredom, andar de mãos dadas, conversar sobre os pensamentos profundos que ele tiver na cabeça, dar beijos longos e ardorosos. Estar junto na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe. Ali estará o pai (ou a mãe) de teus filhos – que terão a cara dele (ou dela).

O dia chegará

Mas um dia (e esse dia chegará, meu amigo, minha amiga, já vi isso incontáveis vezes, em especial entre evangélicos), deitada no travesseiro da sua teia, você vai se virar para o lado e deixar lágrimas escorrerem. Pois vai descobrir que aquele alguém muito legal que serviu para aplacar a sua solidão num certo momento da vida… não dá sentido humano a ela. Simplesmente é incapaz de cumprir o papel de compleitude, pois o papel dele era provisório, tinha prazo de validade, funcionava por um tempo – e o que você acha que ele faria pelo resto de seus dias ele é incapaz de fazer: ser AMOR.
Para ser honesto e cruel, falando friamente não haveria razão lógica ou emocional para ele continuar ali. Mas você é um bom cristão, então divórcio está fora de cogitação. Fica então um oco. E para sua surpresa (hoje você não sabe disso, mas descobrirá) nem mesmo os filhos que ele te deu preenchem esse vácuo, pois o tipo de amor paterno/materno é absurdamente diferente do amor que precisamos dar e receber de um homem/uma mulher. Vocé percebe que há um enorme rasgo e um incomensurável vazio em suas entranhas. Elas foram devoradas e você nem percebeu. Você quis matar a solidão e de repente se vê imerso numa indissolúvel solidão a dois. Sim, Cazuza acertou nessa: solidão a dois existe. E muito. E nossas igrejas estão abarrotadas delas.
Isso é um fenômeno muito comum entre cristãos de diferentes faixas etárias. Somos adestrados a casar. Achamos que é no outro que encontraremos nossa felicidade, nossa compleitude. E, meu irmão, minha irmã… estamos errados. Pois se o que buscamos é fugir da solidão, qualquer coisa ou pessoa que acabe com nossa solidão serve. Se o objetivo é suprir carência, qualquer um que nos chame de “meu amor” recebe o nosso sim. Ou mesmo um filho que venha pelo meio do caminho achamos que suprirá nossa carência ou aplacará nossa solidão. Mas você, que é veterano e a essa altura já criou os filhos, percebe que eles foram embora cuidar de suas vidas, curtir seus amigos, viver seus amores, ter seus próprios filhos. E o que restou a você no ninho vazio foi aquela pessoa legal a quem tem que chamar todos os dias de “meu amor” e dormir ao seu lado na cama. Abraçado, se ainda sobrar algum sentimento nobre que te obrigue a fingir que ele é seu grande amor. Mas não é isso. Não é isso! Não é isso o que nos fará feliz, não é isso o que Deus deseja nem o que Ele planejou para os seus.

Ossos e carne

Deus criou homem e mulher para se completarem. Para serem, como diz Gn 2.23, “osso dos meus ossos e carne da minha carne”. Para não conseguirem viver um sem o outro. Se arrancarem os seus ossos veja se consegue seguir vivendo sem eles. Arranque-se sua carne e veja quanto tempo dura sem desfalecer. Deus criou homem e mulher que se unem em casamento para viverem como um e morrerem como um. Casamento é uma coisa muito séria.
Aliás, amor é uma coisa muito séria. Não é brincadeira. Não é coisinha de poeta. E muitos de nós, especialmente nas igrejas, temos vivido nossos amores como uma grande equação matemática. Algo frio: preciso casar, é o que esperam de mim, não sei viver só, é o que todos fazem, então pronto: subo ao cadafalso do altar, me entrego ao carrasco do pastor e deixo que me executem. Mas, querido, querida, amor é razão, mas também é emoção e ação. Amor é um milagre. Amor é uma força que derrubou impérios, motivou guerras, gerou as maiores obras de arte da história da humanidade. No amor há livros, no amor há pintura, há escultura, há beleza e lágrimas. O amor é tão fundamental que ele é a essência do Deus que é amor. Como tratar isso apenas matematicamente? Racionalmente? Tratar o amor somente pela lógica seria ilógico.
Existe amor verdadeiro. Existe amor que dura para sempre. É ou não é o que a Biblia diz em 1 Co 13.8: “O amor jamais acaba”? Existe um amor, além do de Cristo, que dá razão a um relacionamento. A uma vida. E esse amor não será jamais ocupado por rolhas postas para vedar lacunas de solidão e carência: só será preenchido por alguém que faça sua vida brilhar. Que faça sua vida ser.
A notícia não muito agradável é que pode demorar anos para você encontrar esse amor. Pode demorar muito tempo para chegar a pessoa que preencherá não só suas lacunas, mas que se fundirá 100% à sua alma. E esse é o problema. Não queremos esperar. Não suportamos a pressão. Não suportamos a carência. Seu peso nos esmaga. Ela é mais forte do que nós. A viúva negra tem um tamanho bem maior que o do macho. E muitos se sentem impotentes diante dela. Por isso, sucumbem. E, mais à frente, terão suas entranhas devoradas. Mas… naquele momento… Ah, que importa? A viúva negra lhe chama de “meu amor”, acaricia seu ego e seus cabelos, faz a solidão desaparecer. Lhe faz companhia. Manda flores. Ela te seduz, te atrai, te enreda em sua teia.

Mas a viúva negra traz morte.

Meu irmão, minha irmã. Eu e você vivemos numa sociedade que nos empurra para a teia. Mas não importa quanto tempo demore para que você encontre o amor. Na verdade, isso é o que menos importa, em se tratando de amor. Veja o exemplo de Jacó, que sabia exatamente quem queria e esperou o tempo que fosse: “Jacó trabalhou sete anos por Raquel, mas lhe pareceram poucos dias, pelo tanto que a amava” (Gn 29.20). Isso é amor. Isso é verdade. Isso é tudo. Não troque o ouro puro do amor verdadeiro, aquele que em termos humanos dará sentido a tudo o que você viverá até chegar ao seu leito de morte, pelo latão enferrujado de uma solidão suprida. Pela pobreza de uma carência afetiva aparentemente resolvida. Por um nada travestido de alguma coisa.
Se estiver em dúvida, pergunte ao macho da viúva negra, de olhos esbugalhados e entranhas devoradas, se valeu a pena entrar naquela relação apenas para suprir sua solidão e sua carência. Lembre-se que o macho da viúva negra chegou à teia dela com um vazio na alma e com tristeza no coração. Mas inteiro. E, depois que aquela relação se consumou, tudo o que sobrou dele foi uma casca vazia, do que um dia foi alguém carente sim, mas cheio de possibilidades e de potencial para viver um grande amor. De viver uma VIDA. Nunca abra mão disso. Nunca. Ou você estará se condenando voluntariamente à morte. A propósito, os filhos daquela relação entre a viúva negra e o macho seguiram seus rumos, foram viver suas vidas. A viúva negra também foi em frente, feliz que só. O macho? Acabou a vida oco, seco, triste e morto.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

I MARCHA PARA JESUS - PARTE 2








A IGREJA BATISTA PENIEL NA PESSOA DO SEU PASTOR NILSON JUNTO COM OS MEMBROS DA IGREJA SÓ TEM A AGRADECER PRIMEIRAMENTE A DEUS E A TODOS QUE AJUDARAM DIRETA E INDIRETAMENTE PARA QUE ESSE EVENTO SE REALIZASSE. E QUE EM 2012 T EM MAIS.
DEUS ABENÇOE A TODOS.

Cresce o trabalho de evangelismo universitário no Brasil

Um dos principais motivos apontados pelos jovens como empecilho para não evangelizar é: “Preciso estudar primeiro”. Mas para provar que este argumento não tem fundamento teórico a equipe da GeraçãoJC, uma publicação da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), mostra nesta matéria que é possível estudar e evangelizar, e ainda sobrar tempo para namorar, sair com os amigos e ler essa reportagem.
Dados do Ministério da Educação e Cultura (MEC) mostram que no Brasil há quase seis milhões de estudantes universitários. E parte desses jovens já foi evangelizada graças ao trabalho de movimentos evangelísticos como o Movimento Pentecostal Universitário (MPU) que é desenvolvido nas universidades do Mato Grosso. Um dos líderes do MPU é o jovem Victor Hugo Danelichen, de 22 anos, mestrando em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ele recebe total apoio da igreja onde congrega, a Assembleia de Deus presidida pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza.
Assim que ingressou na graduação, Victor Hugo logo se interessou pelo trabalho de evangelização, que já existia na universidade desde a década de 90. No início, o trabalho era divulgado entre os próprios alunos. Mas com o passar do tempo, os líderes foram adquirindo mais experiência e hoje fazem reuniões, orações, confraternizações, seminários, encontros e vigílias nos pátios e salas. No entanto, nem tudo são “flores” no caminho dos jovens evangelistas. “Recebemos retaliação por parte do corpo docente e dos funcionários. Eles não gostam muito do trabalho. Alguns alunos são prejudicados na sala de aula por causa de rixas com professor. Mas independente disso continuamos a fazer a obra”.
Para o presidente da Agência de evangelismo e pesquisas sociais Pés Formosos, Jossy Soares, a evangelização universitária é um braço da igreja dentro dos campus, onde estudam e convivem os jovens da igreja. “Lá eles se deparam com toda sorte de filosofia anticristã, como o sexo antes do casamento, colegas que usam droga normalmente, além de outras mazelas. Tudo é muito chocante para alguém que vive em um ambiente separado como na igreja”.
Se o jovem não tiver uma boa formação cristã ele poderá ser tragado pelas fortes ondas da sedução. Se comparado a quantidade de horas que o estudante passa estudando na faculdade, o estudante cristão só tem 1 hora, no máximo, de estudos bíblicos por semana na Escola Dominical.
Hoje, o trabalho que começou em apenas uma universidade já foi adotado por quase todas as instituições de ensino superior de Mato Grosso, e a maioria desses trabalhos recebem apoio das igrejas.

Desafios da evangelização

Na evangelização universitária existem dois tipos de desafios: organizacionais e práticos. O desafio organizacional diz respeito à forma como se executa o trabalho dentro das faculdades e, nesse ponto, a maior dificuldade é a continuidade das atividades. Geralmente o jovem universitário fica na faculdade pelo período de mais ou menos quatro a cinco anos. Nesse período, ele ingressa no grupo de evangelismo e colabora com as atividades. Entretanto, após sair da faculdade, a maioria perde o vínculo. Assim, é preciso renovar constantemente as equipes que efetivamente atuam nas universidades, de forma a utilizar basicamente os próprios acadêmicos.
Quanto ao aspecto prático, os jovens que trabalham no campus enfrentam o desafio intelectual. Existe certo receio de serem confrontados por seus colegas de classe e professores com teorias que contrariam a essência do Evangelho, baseados em pensadores e filósofos ateus, agnósticos ou céticos que formularam críticas ferrenhas contra Deus e a Igreja, como é o caso de Voltaire, Nietzche, Bertrand Russel, David Hume, Michel Foucault e outros. E esse tipo de desafio se vence lendo as Escrituras, fortalecendo a apologética cristã (1Pe 3.15) por meio da leitura de bons livros e periódicos.

Por que investir em evangelismo universitário?

Não há números concretos sobre evangelismo universitário, mas um resultado apresentado por uma pesquisa americana preocupa os cristãos. O Instituto Consulting for Colleges and Ministries apontou que apenas 40% dos jovens continuam na igreja depois da formatura, e somente 16% dos calouros da faculdade se sentem bem preparados pelos ministérios de jovens para continuarem na igreja depois do período escolar. A pesquisa constatou ainda que muitos cristãos universitários estão armazenando suas crenças e práticas religiosas em um cofre de identidade particular. Na época, a pesquisa também foi aplicada dentro das universidades brasileiras e o resultado foi basicamente o mesmo.
O evangelismo universitário é pouco explorado pelas igrejas evangélicas do Brasil. Isso vem de uma cultura equivocada de aversão ao estudo de nível superior, baseado no pensamento de que ao ingressar na faculdade o jovem cristão irá abandonar a sua fé. “É importante investir no evangelismo universitário porque dentro dessas instituições há almas que podem ser alcançadas pelo Evangelho. É preciso reconhecer que o campus universitário é também um campo missionário, repleto de almas que precisam de um encontro verdadeiro com o Senhor”, afirma Jossy Soares.
Para o diretor da Agência Pés Formosos, Valmir Nascimento, que é presbítero da AD em Cuiabá (MT), pós-graduado em Direito e Antropologia da religião e analista judiciário federal, é dos bancos da faculdade que saem as pessoas que irão influenciar o mundo com suas ideias. “É importante evangelizar esse grupo de pessoas a fim de que, pelo poder do Evangelho, elas possam impactar e influenciar a sociedade em todas as suas áreas: medicina, direito, jornalismo, arte, filosofia etc.”, ressalta.
A Bíblia relata que o cristão deve ser sal da Terra e a luz do mundo, portanto, ele precisa fazer-se presente em todos os lugares onde se faça necessário o seu testemunho como servo de Deus. “A universidade tem sido lugar de desafio para muitos que, não sabendo ali entrar como verdadeiros cristãos, saem de lá derrotados em sua vida espiritual. Contudo, com base na Palavra de Deus e no exemplo de muitos homens e mulheres crentes em Jesus, cremos que é possível viver na universidade sem perder a identidade cristã”, afirma o pastor Elinaldo Renovato, líder da AD em Parnamirim (RN) e ex-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Dicas para evangelizar na faculdade

- Levar folhetos, para distribuir na ocasião propícia;
- Evitar perturbar as aulas com suas convicções, mas falar se for necessário;
- Nos intervalos de aula ou de trabalho, falar aos colegas, isoladamente ou em grupo, sobre o Amor de Deus, a Salvação, sobre Jesus, mas com prudência e sem se exceder;
- Dizer aos colegas o que Deus tem feito em sua vida;
- Convidar os colegas, professores ou chefes, para ir à igreja ou a reuniões em que possam ouvir a Palavra de Deus.

Fonte:CPAD News

Os normais

Esses dias eu estava pensando em quantas coisas estranhas nós fazemos. Uma é dizermos que vamos à igreja, transformamos a igreja num lugar e não mais nas pessoas. Outra é culto evangelístico, o que deveria ser a nossa rotina se torna um evento, não sou contra só acho estranho. E poderia citar muitas outras coisas como unção do leão, teologia da prosperidade e etc.
Nós começamos a nos acostumar tanto com essas coisas estranhas que pouco a pouco elas estão passando a ser normais. Quando pensamos em avivamento a primeira coisa que vem a mente são línguas, sinais, milagres e curas. Nada contra essas coisas, são todas muito boas, mas e se avivamento fosse muito mais uma volta à normalidade do que línguas, sinais e etc.?
Deixa eu explicar. Quando Deus criou o homem tinha um propósito em mente, esse propósito era o de ter uma grande família de muitos filhos que experimentavam e refletiam a glória de Deus no mundo. Esse propósito não foi frustrado com o pecado, pois “nenhuma dos teus planos pode ser frustrado.” (Jó 42.2).
Quando Deus criou Adão o criou inocente. O homem era a cora da criação, a glória revelada, a imagem e semelhança de Deus. E colocou diante dele duas escolhas representadas por duas árvores. A primeira era a árvore da vida que simbolizava o controle de Deus sobre o homem, a continuidade do propósito eterno da família de Deus.
A segunda árvore era a do conhecimento do bem e do mal. O conhecimento do bem e do mal em si não é ruim, mas para o homem significava a rebelião, era o afastamento de Deus e o seu auto-reconhecimento como capaz de tomar as suas próprias decisões. Como ele era inocente não sabia quais decisões tomar e por isso sempre recorria a Deus para que dissesse qual seria a decisão a ser tomada. Ao comer dessa árvore ele queria ser autossuficiente, capaz de tomar suas próprias decisões sem precisar recorrer a Deus.
Todos conhecemos o final dessa história, ele comeu o fruto e o pecado entrou no mundo. Mas não parou por ai, depois de anunciar a sentença de cada um envolvido, a serpente, a mulher e o homem, ele cuidou do homem e da mulher “O Senhor Deus fez roupas de pele e com elas vestiu Adão e sua mulher” (Gn 3.21). No sacrificar esse animal para tirar as peles Deus estava anunciando a restauração da normalidade, a continuidade do seu propósito, através do sacrifício de Cristo.

“Assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens.” (Rm 5.18). Um ato de Adão fez com o que o pecado atingisse toda humanidade, e um ato de justiça, do segundo Adão, Jesus, fez com que a restauração, a possibilidade da adoção se estendesse a todos. Não por nenhum mérito nosso, mas “porque ele nos amou primeiro” (1Jo 4.19)
Jesus veio para deixar de ser unigênito (Jo 3.16) e se tornar primogênito de muitos irmãos (Rm 8.29). “Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temerem, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.15-16)
Já que somos filhos de Deus somos dependentes dele. Assim podemos voltar a normalidade do plano de Deus que é uma vida totalmente dependente dele. Uma vida normal onde o marido ama a sua mulher como Cristo ama a igreja, que a mulher é submissa ao seu marido como a igreja é a Cristo. Onde filhos respeitam os pais, onde pais amam e não irritam seus filhos. Onde nos tornamos os empregados que Deus espera que sejamos e os patrões que Deus espera que sejamos. Onde não há mais necessidade de cultos ou eventos evangelísticos porque isso acontece normalmente todos os dias.
As outras coisas, línguas, sinais, maravilhas, curas e etc. acontecerão quando for a vontade de Deus e para aqueles que estão restaurados e redimidos à normalidade do seu propósito.

Vamos deixar as coisas estranhas e voltar a normalidade do propósito de Deus.

Pela normalidade do seu Reino.

domingo, 2 de outubro de 2011

I MARCHA PARA JESUS - IGREJA BATISTA PENIEL

ACONTECEU A PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS EM AURELINO LEAL, REALIZADO PELA IGREJA BATISTA PENIEL QUE ESTÁ COMPLETANDO 25 ANOS DE EXISTÊNCIA.
ESSE EVENTO TEVE A PARTICIPAÇÃO DE SAMUEL E BANDA DA CIDADE DE JEQUIÉ, ISLAN KATRAMACHO TAMBÉM DE JEQUIÉ E A CANTORA JANNAINA TEREZA DESTA CIDADE. O PASTOR DA IGREJA, PASTOR NILSON DISSE QUE ESSE EVENTO ACONTECERÁ TODO ANO NESTA DATA E QUE O PRÓXIMO SERÁ CONVIDADO TODAS AS IGREJAS DA NOSSA REGIÃO.


















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Cinco motivos que tornam a música gospel brasileira de péssima qualidade

1 – Jargões e evangeliques: Dependem muito do mover, unção profética, movimento ou heresia que rola na boca dos profeteiros, pastores, auto proclamados apóstolos e testemunheiros que percorrem as igrejas por ai como uma praga que empesteia as mentes das pessoas usando sistemas, frases de efeito e palavras que chamem a atenção do publico. Por exemplo, as palavras adorador, vitória, adoração, chuva, fogo e por ai vai. Ou seja, muitos só seguem o modismo do momento quando compõem suas pérolas musicais. Escrevem qualquer coisa e colocam uma dessas palavras e está tudo certo eis o sucesso nas rádios.
2 - Comércio acima de tudo: Você imagina em sua inocência que os cantores gospel estão preocupados em evangelizar o Brasil através da música deles, edificar pessoas e ministrar as tais unções disso e daquilo. Então proponho uma questão simples para você. Faça um evento em sua igreja local que fica no subúrbio de sua cidade que mal tem grana para se manter, pagar o aluguel e outros compromissos. Ligue para qualquer cantor que toca na rádio e que seja de sua cidade para não ter desculpa de gastos com transporte. Você irá falar com a secretária ou assessoras dele. Explique a falta de grana e a necessidade da comunidade de ter um talento desses ministrando nela. O máximo que ele irá fazer para facilitar sua vida é mandar você vender uns quinhentos CD’s e isso não acontece só com cantores tem os testemunheiros que usam isso também na venda de DVD’s. Claro muitos vão dizer que isto faz parte do sustento e profissão deles. Mas peraí tocar uma vez ou outra em uma comunidade carente vai deixá-los tão desprovidos assim, não propor valores ou arrastar ofertas também os deixara mais pobres. O mercado gospel é grande e dá lucro muitos enriqueceram com isso. Pense o comércio tem mesmo que ser o principio de alguém que se auto intitula ministro, levita ou abençoador. Os tais ungidos servem a dois senhores? Estrelismo dos “ungidos” é um produto deste comércio também e gospel nada mais é que uma marca cheia de estratégias e tendências de mercado.
3 – Cópias descaradas do que existe de pior na música secular: Sabe aquela música que toca alto no som do seu vizinho chato e nos carros tunados que deixam qualquer um surdo. Músicas como Créu, Bonde do Tigrão, Luan Santana, os tecno bregas e por ai vai. Sei que tem gente gosta e até respeito quem gosta, mas o que acho estranho é fazer de tudo que tenha um suposto sucesso um equivalente gospel dando só uma ajeitada nas letras colocando um Jesus ali, um céu no lugar de créu, um “vem orar que o irmão vai te ensinar”. Ontem minha esposa se espantou ao ouvir a rádio; estava tocando forró universitário gospel. Pelo menos pra mim não é espanto já que o comércio está acima de tudo. O problema maior não é o tipo ou o gênero da música, mas o problema maior são os aproveitadores que copiam descaradamente se aproveitando dessa falsa bolha protetora que se criou chamada de mundo gospel. Onde os crentes para não passarem vontade em requebrar em um funk desses bondes que existem recorrem ao seu equivalente gospel.
4 – Falta de Criatividade e Novidade: Uma coisa leva a outra. Se eu sou criativo tenho novidades para apresentar em minha arte, simples assim. É claro que o processo criativo custa estudo e tempo, é bem mais fácil usar jargões e copiar o que existe no mercado secular e que já é sucesso ou ainda se pode pegar a rabeira do “sucesso” que já toca nas rádios gospel e copiar descaradamente, como copiam até a entonação de voz entre eles. Estava ouvindo uma música agora a pouco que estava tocando em uma rádio e estava em dúvida entre uns três cantores que cantam iguais. Lembro que antigamente as músicas no meio cristão eram inovadoras e até referencia para muita gente que estava no meio secular. Um grande exemplo fora do país foi Ray Charles que buscou na música gospel negra e sulista americana uma fonte para suas músicas. Sem criatividade e novidade a música gospel brasileira não poderá ser referencia para ninguém, nem mesmo pode ter um espaço ou relevância cultural no país e muito menos pode ser considerada contra-cultura. O cristão tem uma fonte de inspiração incalculável, inesgotável e cheia de vida que é própria Palavra em todos seus aspectos espirituais. Usar isso bem inova e inspira vida nas pessoas.
5 – Salvacionismo: Este tipo de coisa não é o zelo ou amor por almas, mas tem muito mais a ver com prepotência, antropomorfismo e auto-realização. Ou seja, muitos cantores gospel criam uma música e crêem que por ela muita gente será salva, curada, liberta magicamente e quase instantaneamente. Muitos cantores se acham os salvadores e libertadores do Brasil e creio que eu não estou exagerando em dizer isso. Talvez seja culpa nossa onde por preguiça, desinteresse ou mesmo inocência de algumas pessoas, deixamos de ter iniciativa própria em buscar a Deus, crescer em sua palavra e exercer nossa fé diariamente. Erguemos a carreiras e endeusamos estes cantores, os elevamos a patamares intocáveis e confundimos troca de experiências, testemunhos verdadeiros com tietismo.
Contudo, sempre existem as exceções e espero que possamos reconhecer essas exceções. Também existe muita gente boa fora da mídia e do mundinho gospel, hoje temos a internet como aliada para poder garimpar estes talentos. Sem contar que proibições de ouvir músicas seculares hoje só são desculpas para proteger o mercado gospel. Coisa que creio ser prejudicial ao próprio mercado tornando-o escravo de si mesmo e o implodindo em mediocridade e ganância. Existem músicas seculares ótimas e tenha certeza que você não irá para o inferno ao ouvi-las. Pelo menos para mim música tem a ver com sentimentos se você sente amor ouvirá músicas que fala disso se você odeia ouvira música que professam o ódio. Bom senso, bom gosto musical é uma variável muito grande, então aproveite o que tem de melhor por ai.

Fonte: Lion Of Zion

sábado, 1 de outubro de 2011

IGREJA BATISTA PENIEL 25 anos

I MARCHA PARA JESUS EM AURELINO LEAL

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ACONTECERÁ NO DIA 02 DE OUTUBRO A PARTIR DAS 14 HORAS A PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS, PROMOVIDA PELA IGREJA BATISTA PENIEL, QUE ESTÁ COMPLETANDO 25 ANOS DE EXISTÊNCIA.
ESSE EVENTO SERÁ ACOMPANHADO POR UM TRIO ELÉTRICO E TERÁ A CANTORA JANNAÍNA TEREZA E O CANTOR SAMUEL E BANDA, DA CIDADE DE JEQUIÉ.

Deus dirige os caminhos de todos os homens

Esta matéria da direção de Deus é, teoricamente fácil de se crer, mas na prática ela tem sido difícil de aceitar, porque tem havido muitas pessoas que lutam contra a idéia da soberania divina. Ela é tremendamente controvertida nos círculos sinergistas, isto é, nos lugares onde vigora uma idéia de que o homem é quem determina os seus caminhos.

Análise de Texto

Jr 10.23 – “Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos”.

O contexto deste verso é muito importante para que o entendamos. Era o tempo da invasão de Nabucodonozor. Judá era uma terra de desolação por causa da maldade do rei de Babilônia que tomou Jerusalém e a sitiou. Todos os acontecimentos narrados pelo profeta mostram o juízo de Deus através do monarca dos caldeus. O castigo era por causa da justiça divina em razão dos pecados de Judá. Todavia, o modo como Deus usa as pessoas na consecução dos seus planos é produto da sua soberania. O destino das pessoas sempre foi determinado pela soberania de Deus. Essa era a ótica de Jeremias quando escreveu estas palavras do verso em questão.
Na verdade. Jeremias, que era um crente, reconheceu duas coisas (e só os crentes as reconhecem!) com respeito aos seres humanos: o destino dos seres humanos e os seus caminhos estão no controle de Deus:

Que não cabe ao homem determinar o seu caminho
O profeta Jeremias reconheceu que a determinação do destino dos homens não é tarefa deles. Este aspecto tem a ver com o decreto divino. Nem sequer o homem sabe o seu dia de amanhã. Toda a vida dos seres humanos está nas mãos de Deus. O destino deles é designado inteiramente por Deus. As mãos de Deus é dirigem o nosso destino. Cremos que não existe acaso na teologia cristã. Todas as cousas que acontecem na vida dos seres humanos é produto do decisões divinas. Isso não é fatalismo! O nosso destino é inteligentemente estabelecido pelo sábio conselho de Deus.
Os caminhos que os homens seguem são, em última análise, o traçado feito de antemão pelo soberano Deus. Os decretos divinos sobre a nossa vida é que ficam claros quando a nossa vida é dirigida pelas mãos de Deus.
O profeta Jeremias teve uma visão muitíssimo clara da providência soberana de Deus na vida dos seres humanos. Ele entendeu que os afazeres das nações e dos indivíduos estão sob o governo do Eterno. Como foi para Jeremiais, este é um artigo de fé que todos os crentes de origem reformada possuem e dele não podem abrir mão. Todavia, os incrédulos e mesmo alguns chamados “evangélicos” não conseguem reconhecer esta verdade. Para estes, o destino deles está nas suas próprias mãos. O destino deles é selado por atos que eles próprios praticam como expressão das suas próprias decisões.
Que não cabe ao homem dirigir o seu caminho
É verdade que os seres humanos tomam decisões, mas eles não são suficientemente capazes de executar todas as suas decisões porque lhes falta o poder para fazê-lo. É verdade que os seres humanos fazem escolhas, mas nem sempre o que eles escolhem fazer conseguem fazer. A execução dos planos dos homens estão condicionadas ao plano divino.
Os passos dos homens são governados pela obra concorrente de Deus que guia os passos deles. Isto quer dizer que não podemos fazer absolutamente nada para aliviar os nossos problemas ou para aumentar os nossos prazeres, a menos que Deus opere conjuntamente conosco e ordene libertação deles para nós ou aumente o gozo de nossa vida.
Não somos donos e senhores de nossos próprios caminhos. Não temos o poder de controlar todos os nossos desejos nem de realizá-los como pretendemos.
Esta também foi a crença do Pregador, provavelmente Salomão. Ele creu na direção providencial de Deus:
Pv 20.24 – “Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho?”
Neste verso o autor sacro está tratando do fato de que Deus está envolvido com todos os nossos afazeres e os dirige a todos. Todos os nossos passos estão na dependência direção de nosso Deus. Tudo o que fazemos, fazemos exatamente porque queremos, mas isto não significa que somos independentes do decreto nem da ação divina em nossa vida guiando os nossos passos. Todas as nossas atividades estão debaixo da providência e, quando falamos dos cristãos, eles estão debaixo da sua providência graciosa, de forma que, quer andemos por caminhos maus ou bons, estamos sob o controle gracioso de Deus que nos ensina com manifestações deliciosas do seu amor ou com as manifestações disciplinares desse mesmo amor. De qualquer forma, todos os nossos passos acabam sendo dirigidos por Deus.
As nossas empreitadas não são realizadas porque sozinhos as desejamos e as fazemos, mas porque Deus está por detrás de tudo quanto planejamos e realizamos. Não temos poder nem para vislumbrar o que irá nos acontecer amanhã. Por isso o Pregador diz que “o homem não pode entender o seu caminho”. Os homens não podem saber nada sobre suas vidas até que os caminhos deles sejam revelados. Os homens não entendem os seus caminhos porque eles estão escondidos. Os caminhos dos homens são segredos escondidos em Deus e, por essa razão, eles não podem entender o que está acontecendo nem o que vai acontecer com eles. Porque o Senhor dirige os passos dos homens é que eles nem sempre entendem o procedimento deles. As decisões de fazer as coisas eles tomam, mas eles não compreendem porque tomaram aquelas decisões.
Somente os cristãos entendem que os seus passos são dirigidos pelo Senhor e, seja o que for que possa acontecer, eles crêem que, em última análise, o Senhor está por detrás dos próprios atos deles. Eles também não entendem as razões últimas de Deus ao dirigir os passos deles, mas entendem que é Deus quem os dirige.

Análise de Texto

Pv 16.1,2, 9 – “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito... O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.”
Estes dois versos de Salomão mostram diretamente os planos dos homens e indiretamente os de Deus. Estes versos ensinam que os seres humanos não são suficientes em si mesmos para planejar devidamente. Os seres humanos não são capazes de pensar e de falar de modo devido, isto é, de tratar das coisas que são sábias e boas, porque tudo o que fazem corretamente é porque foram capacitados por Deus, pois aprendem da Escritura que “a nossa suficiência vem de Deus” (2 Co 3.5).
No mais secreto do nosso ser, o coração, arquitetamos planos, mas não somos sequer capazes de saber se os nossos planos são certos e bons. O nosso coração é enganoso e não é sábio. A preparação de todos os nossos atos está no coração dos homens, mas a resposta dos lábios vem do Senhor.
O texto de Provérbios 16.1 mostra duas verdades incontestáveis sobre a direção providencial de Deus:

O homem propõe caminhos

Os seres humanos em geral possuem a capacidade de agir livremente. Por isso eles são chamados de livres-agentes. Eles planejam as coisas e as fazem de acordo com as disposições dominantes dos seus corações. Eles fazem tudo o que combina com a natureza interior deles. Eles possuem a liberdade de pensar conforme lhes agrada, formam os seus projetos, estabelecem as suas idéias, fazendo o melhor que eles podem.
Contudo, todas as propostas dos homens esbarram em algo muito mais profundo e mais sério que é a disposição de Deus em fazer as coisas que os homens propõem.

Deus dispõe dos caminhos

Os homens podem fazer todos os planos possíveis, mas eles não podem dar continuidade a eles sem a anuência do Senhor, ou sem que receba a sua assistência bondosa. Os projetos dos homens somente se concretizam se eles estão de acordo com a resposta certa do Senhor que procede dos seus lábios. Deus é que fez a boca dos homens e lhes dirige sobre o que falar.
Os planos dos homens não dão certo freqüentemente porque eles não possuem mente e olhos para ver as coisas que elas não realidade são. O verso 2 diz que “todos os caminhos são puros aos homens dos homens”. Eles não têm olhos para ver corretamente o mundo, a história e o futuro. Eles não sabem prever porque isto não lhes foi dado. Eles pensam que os caminhos deles são puros, mas freqüentemente eles estão enganados. Porém o Senhor pondera e pesa o espírito. Isto quer dizer que o julgamento do Senhor é correto, certo, de acordo com a verdade. Deus pesa o que está em nós e estabelece juízo sobre os nossos caminhos e não erra em seus juízos. Ele não somente vê os caminhos dos homens, mas ele prova o espírito deles, colocando a resposta certa nos lábios dos homens, mesmo depois deles fazerem os seus próprios planos.
O verso 9 diz mais ou menos a mesma coisa do verso primeiro: “O coração do homem traça o seu próprio caminho”. Em virtude das suas propriedades racionais e de ser um ser pessoal, o homem possui a faculdade de planejar e idear coisas. Isso é próprio da sua natureza. Todavia, além de sua natureza, ele possui uma natureza pecaminosa que não o deixa idear corretamente. Ele, portanto, tenta traçar os seus próprios caminhos, numa tentativa de mostrar a si mesmos que possui a capacidade da independência. Freqüentemente ele não realiza os seus planos porque lhe faltam as cousas próprias do ser divino: faltam-lhe a onisciência e a onipotência. São estas coisa que tornam Deus capaz de guiar todos os caminhos dos homens. Ele conhece todas as coisas e pode todas as coisas. Por isso é dito que “o Senhor lhes dirige os passos”.
Esta prerrogativa divina é relacionada com todos os seres humanos e diz respeito à consecução dos seus planos eternos. Por isso, não podemos separar a doutrina dos decretos da doutrina da providência em Deus.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

I MARCHA PARA JESUS EM AURELINO LEAL

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ACONTECERÁ NO DIA 02 DE OUTUBRO A PARTIR DAS 14 HORAS A PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS, PROMOVIDA PELA IGREJA BATISTA PENIEL, QUE ESTÁ COMPLETANDO 25 ANOS DE EXISTÊNCIA.
ESSE EVENTO SERÁ ACOMPANHADO POR UM TRIO ELÉTRICO E TERÁ A CANTORA JANNAÍNA TEREZA E O CANTOR SAMUEL E BANDA, DA CIDADE DE JEQUIÉ.