sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Satanás, o orgulhoso e poderoso (I)


De onde surgiu a idéia de um Diabo de pele vermelha, carregando um tridente? As raízes dessa caricatura grotesca de Satanás vêm da Idade Média. Era um esporte popular da época medieval zombar do Diabo, descrevendo-o em termos ridículos. Havia um método nesta loucura. A igreja medieval acreditava na realidade de Satanás. Ela estava consciente de que Satanás era um anjo caído que sofreu de uma overdose de orgulho. Orgulho era a suprema fraqueza de Satanás. Resistir a Satanás, aquela criatura orgulhosa, mas caída, requer um combate feroz. O combate era focado no ponto mais vulnerável de Satanás, seu orgulho. A teoria era esta: Ataque Satanás no seu ponto de fraqueza e ele fugirá de vocês.

Qual a melhor maneira de atacar o orgulho de Satanás do que mostrá-lo como um bobo da corte, de casco fendido e em um terno vermelho? Estas imagens tolas de Satanás eram caricaturas intencionais. Infelizmente, as gerações posteriores responderam a estas caricaturas como se elas fossem verdadeiras.

A visão bíblica de Satanás é muito mais sofisticada do que a caricatura. As imagens bíblicas incluem a de um “anjo de luz” (2 Coríntios 11.14). A imagem de um “anjo de luz” indica a capacidade inteligente de Satanás manifestar-se sub species boni (sob a aparência do bem). Satanás é sutil. Ele é sedutor. A serpente no jardim foi descrita como “astuta” (Gênesis 3.1). Satanás não surge como um tolo. Ele é uma falsificação sedutora. Ele é um orador eloqüente. Sua aparência é deslumbrante. O príncipe das trevas veste um manto de luz.
A segunda imagem que temos de Satanás é a de um leão que ruge e está à procura de quem irá devorar (1 Pedro 5.8). Notem que a mesma figura usada por Cristo, o leão, é usada por Satanás, o protótipo do Anticristo. O anti-leão devora. O Leão de Judá redime.
Com ambas as alusões ao leão, encontramos como símbolo a força, embora com Satanás seja uma força do mal e demoníaca. Sua força não se compara com a de Cristo, mas certamente é uma força superior às nossas. Ele não é mais forte que Cristo, mas é mais forte que nós.
Existem dois caminhos que Satanás freqüentemente nos engana. De um lado, ele nos faz subestimar a sua força. De outro lado, há momentos que nos faz superestimar a sua força. Em qualquer caso, ele nos engana e pode nos fazer tropeçar.
O pêndulo da crença popular sobre Satanás tende a oscilar entre esses dois extremos. De um lado estão os que não acreditam que ele exista, ou se ele existe, é uma mera “força” impessoal maligna, uma espécie de mal coletivo que encontra sua origem no pecado da sociedade. Do outro lado há aqueles que têm uma preocupante fixação, um foco de atenção quase ocultista sobre ele, e desviam seus olhares de Cristo.
Em qualquer caminho, Satanás conquista algum espaço. Se ele conseguir convencer as pessoas que ele não existe, ele pode trabalhar seus enganos sem ser detectado e sem resistência. Se ele levar as pessoas a ficarem preocupadas com ele, pode atraí-las para o ocultismo.
Pedro subestimava Satanás. Quando Jesus avisou Pedro sobre sua iminente traição, Pedro protestou, dizendo: “Senhor, estou pronto para ir contigo para a prisão e para a morte” (Lucas 22.33). Pedro estava muito confiante. Ele subestimou a força do adversário. Momentos antes, Jesus o alertou sobre a força de Satanás, mas Pedro rejeitou esse aviso. Jesus disse: “Simão, Simão! Satanás pediu vocês para peneirá-los como trigo” (Lucas 22.31).
Os protestos de Pedro rapidamente viraram massa nas mãos de Satanás. Foi tão fácil para Satanás seduzir Pedro como é fácil separar o trigo numa peneira. No jargão comum, foi como se Jesus dissesse a ele: “Pedro, você é moleque. Você não é páreo para a terrível força de Satanás”.
Ainda assim, o poder de Satanás sobre nós é limitado. Ele pode ser mais forte do que nós, mas temos um campeão que pode e, de fato, nos defende. As Escrituras declaram: “Maior é aquele que está em vocês do que aquele que está no mundo” (1 João 4.4). Tiago acrescenta essas palavras: “Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês” (Tiago 4.7). Quando resistimos ao rugido do leão no poder do Espírito Santo, ele foge com o rabo entre as pernas.
Satanás peneirou Pedro, mas sua vitória foi temporária. Com o aviso, Jesus também trouxe a consolação: “Mas eu orei por você, para que sua fé não desfaleça. E quando você se converter, fortaleça seus irmãos” (Lucas 22.32). Jesus predisse tanto a queda, quanto a restauração de Pedro.
Subestimar Satanás é sofrer o orgulho que precede a destruição. Superestimá-lo é dar a ele mais honra e respeito que ele merece.
Satanás é uma criatura. Ele é finito e limitado. Ele é subordinado a Deus. O Cristianismo nunca aceita um princípio dualista de poderes opostos e iguais. Satanás é mais forte que os homens, mas não é páreo para Deus. Ele não tem atributos divinos. Seu conhecimento pode exceder o nosso, mas ele não é onisciente. Sua força pode ser maior do que a nossa, mas não é onipotente. Ele pode ter uma esfera de influência mais ampla do que a nossa, mas ele não é onipresente.
Satanás não pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Ele é uma criatura limitada, como todos os anjos bons ou maus, pelo espaço e pelo tempo. É provável que na sua vida inteira você nunca experimentará um encontro direto e imediato com o próprio Satanás. Você pode encontrar um de seus capangas de segunda classe ou alguém de sua série de discípulos, mas é provável que ele gaste seu tempo e espaço em objetivos maiores do que eu ou você. Mesmo em seu ataque concentrado em Jesus, Satanás se apartou d’Ele por um longo tempo (Lucas 4.13).

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Edir Macedo chama cantores evangélicos de endemoninhados



Depois de causar polêmica em seu blog ao comparar os cultos pentecostais com a macumba brasileira, o pai de santo gospel bispo Edir Macedo reaparece na mídia evangélica e causa revolta nos fãs da música gospel, ao afirmar que 99% dos cantores evangélicos são endemoninhados e perturbados. De todos os cantores evangélicos, a mais ofendida foi Ana Paula Valadão, do Diante do Trono.

A crítica de Macedo não ficou sem resposta. Logo após a divulgação da notícia, cantores evangélicos começaram uma reação em cadeia no twitter:

@Mauro_G3: Edir Macedo não chamou só a mim, mas a todos cantores e músicos da música gospel, de endemoniados.¬¬

@Eyshila1: Não importa o que falam, mas quem fala… Não costumo dar ouvidos a quem se diz a favor do aborto. E com essa eu digo good night!

@Eyshila1: Reformulando: pessoas que se declaram a favor do aborto, e ainda publicam isso em sua biografia, não merecem o meu respeito. Guardem o coração de vcs!!!¬¬

@Mauro_G3: … ainda mais depois de saber q o Edir Macedo me chamou de endemoniado! Hahaha. Vem expulsar então!!! Kkkkk¬¬

@DucaTambasco: No final sobrou até pra mim! Virei endemoninhado de quebra. Acho que tô mais “en-macacado” pq hoje eu tô com a macaca! Boa noite/dia.

@andrevaladao: Não tenho dificuldade em falar sobre a IURD afinal, #IgrejaUniversalNãoÉEvangélica @BispoMacedo o Macalister não te ensinou o q tens feito.

@andrevaladao: @BispoMacedo Já estive com um dos seus filhos e tive mt dó de você. Já estive com mts dos seus pastores e tenho nojo da sua liderança.

@andrevaladao: @BispoMacedo Penso na tristeza do bispo Macalister em ver a sujeira, vergonha e o desvio q virou a sua vida.

@Nani_Azevedo: Pelo menos nos nossos cultos nao somos nos que damos mais tempo aos demonios do que a a Deus como fazem lah …

Já a cantora Ana Paula Valadão, pivô das acusaçoes do bispo, não quis rebater a ofensa: “Não se preocupem comigo qto a essas críticas…estou em paz no meu Senhor!”, disse a pastora no twitter.

A polêmica envolvendo as bandas de música gospel veio à tona no mesmo dia em que o bispo foi denunciado pelo Ministério Público Federal, acusado de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Som Livre x Line Records

Para alguns usuários da comunidade do Orkut destinada ao grupo Diante do Trono, as mensagens dos bispos da Universal são na verdade uma forma de tentar barrar a venda dos CDs dos artistas da Som Livre (empresa do grupo Globo), que por meio do selo Você Adora está investindo na contratação de cantores gospel, como foi o caso do DT, já que Macedo e a Universal também têm uma gravadora de música gospel, a Line Records, que por sua vez tem o selo New Music, que lançou artistas como Banda Audiolife, Jessyca e Robinson Monteiro, apelidado de “Anjo” (lançado por Raul Gil na Record). Resta saber se o bispo também considera estes cantores endemoninhados

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

CUIDADO!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

QUANTO VOCÊ COBRA PARA PREGAR?

Alguns anos atrás eu estava no gabinete da igreja quando o telefone tocou. Quando atendi ao telefone, a pessoa do outro lado da linha disse que queria falar com o pastor Silas e se ele estava. Eu lhe disse que era o pastor Silas quem falava. Então ele se apresentou e me disse que era de uma igreja batista de uma outra cidade e se haveria a possibilidade de pregar em sua igreja em um congresso de jovens, me explicando que já havia ligado para o Pr. Silmar Coelho, mas nessa data ele estaria nos Estados Unidos, e que havia ligado para a cantora Eyshila, mas ela também não poderia estar no congresso naquela data. Então eles se lembraram de mim e resolveram ligar para ver se haveria a possibilidade de estar pregando no congresso. Eu olhei a minha agenda e verifiquei que na data que queriam, apesar de ser um feriado prolongado, eu estaria livre. Então veio a famosa pergunta:

- Quanto o senhor cobra para estar pregando em nosso congresso?
Então lhe falei que não cobrava nada. Ele surpreso me disse:
- Nada?!
- Nada. Respondi.
Então o rapaz me disse com muita empolgação:
- Pois eu quero lhe dizer que o senhor receberá uma boa oferta da igreja.
Confesso para vocês que eu fiquei surpreso, pois alguns anos antes eu havia pregado nessa igreja e ela não tinha paredes e eu nada cobrei e nem nada recebi. Voltei para pregar lá novamente, dessa vez já havia paredes e me deram uma oferta para cobrir as despesas da gasolina. Queridos, confesso para vocês uma coisa, não cobria a metade da gasolina que eu havia gasto, mas tudo bem.
Enquanto ele me falava pensei comigo: “Vou levar um grupo da igreja para esse congresso”. Mas aí ele completou:
- Não só uma boa oferta, mas o senhor terá todas as despesas pagas e dormirá num hotel fazenda excelente que temos aqui na cidade.
Meus irmãos, na mesma hora eu desisti de levar comigo a igreja; só vou com a minha esposa e não vou nem levar as crianças, meus filhos nessa época ainda eram bem novos. Hotel fazenda, boa oferta e ainda todas as despesas pagas. Que mudança. Que benção. Como estava mudada a igreja. Tão liberal e tão próspera.
Enquanto eu pensava nisso, o abençoado no outro lado da linha me disse assim:
- Pastor o senhor é muito famoso aqui em nossa cidade.
Aí eu pensei: “Famoso?” Ta certo que eu havia pregado lá duas vezes, e confesso que foi uma benção, mas famoso? Foi quando perguntei:
- Eu? Famoso?
- É. O senhor é muito famoso aqui, afinal de contas o senhor não é o pastor Silas Malafaia?
Então eu falei:
- Não meu irmão, eu sou o pastor Silas Alves Figueira.
- Ué! Ai não é a Assembléia de Deus da Penha?
- Não querido, aqui é a uma igreja batista e fica em Teresópolis.
- Ah pastor me desculpe pelo King Kong que eu paguei! Eu queria falar era com o pastor Silas Malafaia, o senhor não tem o telefone dele aí não?
- Não meu irmão, eu não tenho.
Queridos, tudo bem que eu não sou o Malafaia, mas também não sou nenhuma “Mala Sem Alça”. Por qual motivo o Malafaia tem boa oferta, despesa paga e hotel fazenda e para o Malafeia não têm nada? Só porque ele é famoso? Por que será que para o Pastor Silmar Coelho e para a cantora Eyshila podia ter honras financeiras e para o Malavazia não podia ter nada? Será que só eles merecem não ter gastos financeiros?
Fico imaginando eu e a minha querida esposa chegando à cidade e dando de cara com os cartazes, “Hoje estará conosco o famoso pregador Silas Malafaia.” E chega ao congresso o não famoso Malavazia com a sua digníssima esposa, que não se chama Elizete, mas Cláudia. Graças a Deus que o abençoado falou que o outro era famoso e eu achando que era eu. Já parou para pensar que situação eu iria enfrentar e eles?
Meus irmãos esse ocorrido me fez ver que quanto mais famoso você for, mais honras você recebe, como se a honra estivesse na fama e não na pessoa. Eu não tenho nada contra o pregador ou cantor receber uma oferta por ir a uma igreja para ministrar, o que eu não aceito é essa cobrança que se anda fazendo por aí. Pregadores e cantores cobrando para ministrar e cobrando alto, exigindo coisas que não tem lógica. Eu soube de um pregador que após pregar foi convidado a ir à casa de uma família da igreja para jantar. Quando ele viu que o jantar era sopa (pois estava muito frio naquela noite), ele disse para o dono da casa que por “aquilo” ele não dava graças, e foi jantar em outro lugar. Quanta arrogância entre os “famosos”, muitos vieram de lugares pobres, e muitos deles nem tinham o que comer direito, mas basta um pouquinho de fama e já começa o chilique, não como isso, não como aquilo. Onde isso vai parar meu Deus? Se alguém souber a resposta me diga por favor.

Pr Silas Alves Figueira, que não sabe o telefone do Malafaia.

CANTORA DEBORAH LIMA - A. Leal - Bahia

kADOSH EVANGELIZANDO EM UBAITABA

MINHA FAMÍLIA SERVINDO AO SENHOR.











Um clamor para que os céus se fendam

O profeta Isaías, num profundo clamor pela intervenção sobrenatural de Deus na vida do seu povo, clamou: “Oh! Se fendesses os céus e descesses!” (Is 64.1). Isaías está sedento pela presença manifesta de Deus. Isaías estava plenamente consciente de que nenhum poder da terra e nenhum recurso dos homens poderia trazer alento para o seu povo a não ser a presença de Deus. Essa é também a necessidade da igreja hoje. Não nos contentamos com templos bonitos. Não nos satisfaz termos um bom orçamento financeiro. Não é suficiente termos pessoas influentes na sociedade frequentando a igreja. Somente a presença manifesta de Deus pode levantar-nos para uma vida maiúscula e superlativa. Somente a presença de Deus pode encher-nos de entusiasmo espiritual. Precisamos desesperadamente de uma visitação extraordinária de Deus em nossa vida, em nossa família, em nossa igreja. Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. o clamor pela presença de Deus só pode partir de corações sedentos por Deus. A igreja contemporânea tem sede de muitas coisas, mas está apática pelas coisas de Deus. Substituímos o Deus das bênçãos pelas bênçãos de Deus; o criador pela criatura; o doador pela dádiva. Construímos nossa própria torre de Babel. Celebramos o nosso próprio nome e contentamo-nos com as glórias da terra em vez de buscarmos com sofreguidão a glória do Deus eterno. O avivamento da igreja é a nossa maior e mais urgente necessidade. O avivamento, porém, acontece quando os céus se fendem e Deus desce com sua presença manifesta. O avivamento acontece quando a igreja anseia por Deus como um sedento clama por água e como a terra seca anseia pelas chuvas torrenciais. Ah, que Deus desperte nosso coração dessa letargia espiritual! Que Deus nos acorde desse sono da morte! É tempo de buscarmos o Senhor! É tempo de voltarmo-nos para Deus de todo o nosso coração!

2. o clamor pela presença de Deus tem o propósito de sermos inflamados pelo fogo divino. O profeta Isaías clama pela presença de Deus porque tem consciência da necessidade de ser aquecido pela presença manifesta de Deus como os gravetos são inflamados pelo fogo. Quando o Espírito Santo desceu no Pentecoste pousou sobre cada um deles como línguas de fogo. O fogo ilumina, aquece, purifica e alastra. Precisamos urgentemente rogar a Deus para que ele fenda os céus e venha sobre nós nos inflamar, aquecer e despertar para uma vida de entusiasmo espiritual. Não basta fazer a obra de Deus; é preciso fazê-la com entusiasmo. Não basta frequentar a casa de Deus; é preciso ter o coração aquecido. Não basta honrar a Deus com os lábios; é preciso ter o coração derramado na presença de Deus. Ah, falta vitalidade espiritual em nossa vida; falta vida em nossos cultos; falta aquela alegria indizível e cheia de glória em nossa adoração; falta calor espiritual em nossas orações. Que Deus tenha misericórdia de nós e fenda os céus e desça para nos despertar!

3. o clamor pela presença de Deus tem como propósito a vindicação da própria glória de Deus. Isaías ora para que os céus se fendam e clama pela presença manifesta de Deus não apenas para que o povo de Deus seja despertado, mas também, para que as nações reconheçam a glória de Deus e temam o seu nome. O avivamento é uma vindicação pela glória de Deus. Quando Deus fende os céus e desce para inflamar a igreja, a glória de Deus se manifesta entre as nações e os inimigos de Deus temem o seu glorioso nome. Quando a igreja perde seu vigor espiritual, quando seus cultos se tornam apáticos e cheios de formalidade; quando as brasas vivas se cobrem de cinzas e os crentes se tornam apáticos, abandonando o seu primeiro amor, o mundo se insurge contra Deus para zombar de seu santo nome. Ah, é tempo de clamar pela visitação extraordinária de Deus, para que ele fenda os céus e desça a fim de que os inimigos de Deus temam o seu santo nome. O avivamento acontece na igreja, mas transborda para o mundo. Quando Deus inflama o seu povo, o mundo reconhece que o nosso Deus é o único Senhor e teme o seu nome.

Fonte: Palavra da Verdade

Igrejas Cheias... Relacionamentos Vazios


Eu já participei de igreja cujo rol de membros ultrapassava os dois mil. Em outras tão pequenas que não chegava a trinta, onde a maioria pertencia à mesma família. Grande diferença. Cada irmão é conhecido e chamado pelo nome. E o abraço então, aconchegante, amistoso e caloroso. Enquanto isso nas igrejas agigantadas, equipes trabalham por turno e a maioria dos membros mal se conhece. O contato é superficial, pessoas viram números e o velho e essencial acolhimento que começaria “dentro de casa” acaba se perdendo em meio a outras novidades. A preocupação é atender e impressionar bem aos que vem de fora. Enquanto isso, no interior dos grupos, quanta gente sofrendo de solidão... Minguando afetivamente!

Tenho grande preocupação em avaliar como tem sido a nossa relação com demais pessoas de dentro da família de Cristo, no cotidiano e no institucional. Conseguimos perceber o olhar mais triste nesse ou naquele dia? Quando estes (as) desaparecem por algum tempo, o nosso primeiro pensamento é de censura ou preocupação? Passa pela nossa cabeça que possam estar atravessando uma fase difícil e, em caso afirmativo, nos mobilizamos para ampará-los? Aos que retornam após um período de ausência, a manifestação tem sido de acolhimento e alegria ou de cobrança?

Ah, as tais cobranças... Das piadinhas sarcásticas e olhares enviesados ao dedo em riste, vale tudo para manter o “bom andamento das atividades, em nome de Jesus”... Porém, vale a pena pensar se tem sido oferecido afeto, compreensão e solidariedade de acordo o que se cobra.

Muitas denominações se deixam favorecer por regras e dogmas que inibem a espontaneidade e a afetividade entre os trabalhadores da Seara de Cristo. Diversos grupos acabam resvalando para o extremismo. Antes, durante e depois das reuniões ignora-se que onde não há espaço para diálogo e autenticidade não pode haver uma relação saudável e verdadeira. Assim, vestindo a armadura do formalismo que afasta - em lugar da naturalidade que aproxima - temos nos tornado indiferentes. Sem perceber que estamos uns com os outros e não apenas passando uns pelos outros.

A preocupação em ser impecável sobrepõe-se então ao importar-se com. É que andamos muito ocupados em ser perfeitos. Ser perfeito como nosso Pai que está nos céus está longe da pretensa santidade que ainda estamos longe de possuir... Quanta ilusão! Louvo a Deus pela sua indizível graça e misericórdia por nós pecadores, adotados por ele, salvos por Jesus, nosso grande mediador.

Acontece de um irmão procurar ajuda, lá vem o julgamento implacável implícito na “velha e decorada receitinha”: Oração e vigilância... Com direito, é claro, a sorrisinho paternalista e tapinha nas costas. Dali cada qual pro seu lado e a cômoda sensação de dever cumprido, sem que tenhamos, entretanto, caminhado um milímetro sequer em direção às reais necessidades do outro. Sem contar que, numa quase ditadura como critério de “promoção” a trabalhador cristão, raros são os que têm coragem de expor suas dificuldades, por mais que estejam passando o pão que o diabo amassou. Afinal, um cristão não pode estar sujeito aos problemas existenciais inerentes aos “mortais”, como stress, depressão, frustração amorosa ou qualquer outro tipo de sentimentos. Daí o receio de se abrir, pois mostrar alguma fragilidade pode significar perda de credibilidade nas bênçãos de Deus, estar em pecado e até mesmo falta de conversão. Outras vezes pode render o estigma indigesto de endemoninhado.

Some-se a tudo isso o fato que, embora se dizendo crentes em Jesus, a maioria das igrejas tem vivido na prática como bons materialistas. Interagindo numa sociedade altamente competitiva, tem sido sutilmente seduzidos pelo supérfluo, em detrimento do essencial. As palavras de Jesus nos induz a buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, objetivo primordial da vida do cristão. O sucesso profissional, social e financeiro, que inclui produzir, consumir (desde títulos acadêmicos e profissionais a bens materiais) nos seriam acrescentados. Mas ser “bem sucedido” dá muito trabalho. Os inúmeros cursos, viagens e horas extras à noite, fins de semana e feriados, somados à necessidade exacerbada de ter, tomam-nos muito tempo. Então os compromissos com o reino deixam de ser prioridade. Vão sendo adiados ou passados para terceiros pela metade, encaixados nas sobras de tempo que restam de tudo o que é material e “urgente.” Passa-se a ser membro do corpo quando dá... Só pra bater o ponto... E de preferência sem hora marcada. Nem bem acabou o “amém” as pessoas já saem apressadas para “levar ou buscar Fulana e Beltrano não sei onde”... Ou para compromissos que poderiam tranquilamente ser agendados em outra data.

Sabemos que quanto mais superficial a convivência, mais frieza nas relações. Passamos então a nos esbarrar não como irmãos, mas como meros colegas, como num circulo de relações à parte, onde dificilmente há lugar para os companheiros de ideal.

Dentro do preciosismo doutrinário e do igrejismo teremos perdido a sensibilidade, o prazer de estarmos juntos, os laços de amizade que extrapolavam os muros da igreja? Em que lugar do tempo foi parar as gostosas confraternizações, os agradáveis bate-papos após as atividades... A amizade parceira e edificante, o olhar atento que detectava quando esse ou aquele amigo não estava bem. Onde foi que perdemos o interesse verdadeiro pelo bem-estar uns dos outros?... Talvez seja mais fácil culpar alguém. Isso faz parte de nossa síndrome Adâmica. Precisamos responder honestamente a essas perguntas, mas uma coisa é inegável: Coragem é questão de fé, e tempo é questão de organização e prioridade.

Trazemos as pessoas para nossa congregação e por fim as deixamos abandonadas nos bancos de nossas igrejas. E são tantos os irmãos que reclamam atenção especial... Amigos e companheiros solitários para os quais os fins de semana são intermináveis e que, se acolhidos, com certeza se sentiriam muito melhor!... Companheiros em processos de reabilitação, a recomeçar em difíceis períodos de crise existencial, para os quais faria toda a diferença uma conversa amorosa, a presença amiga naquele momento ou a visita surpresa de aniversário. Celebrar gente é trabalhar a autoestima individual e coletiva. Quando as pessoas se sentem valorizadas, quando são envolvidas em ambiente de carinho, alegria e leveza, todo o grupo se torna mais harmônico, feliz e produtivo.

Eu me pergunto: Os tempos mudaram tanto assim... Ou as pessoas fizeram questão de mudar? “Amai-vos uns aos outros como a ti mesmo” A construção da frase sinaliza, clara e pedagogicamente, para a ação prioritária. Já temos teoria de sobra. Precisamos urgentemente aplicá-la no cotidiano das relações. É avaliar com honestidade até que ponto ser impecável, indispensável e PHD, tem sido mais importante do que ser irmão.

Repensemos. Continuar a brincar de ser cristão alimentando a distância entre o discurso e a pratica, é um enorme desserviço ao nosso próprio crescimento e felicidade. A Bíblia tem nos alertado sobre atos farisaicos... Para nossa sorte, em casos de pobreza e vulnerabilidade espiritual a Misericórdia Divina nunca nega o perdão e o abrigo quando é suplicado.

Em João 15: 14 lemos que: “Sereis meus amigos se fizerdes o que eu vos mando”. Neste momento é imperioso resgatar a nossa identidade de seguidores sinceros de Jesus, buscando interagir com sinceridade e companheirismo. Como distribuir aos que chegam o afeto, o aconchego e a tolerância quando não conseguimos construir entre nós, irmãos em Cristo Jesus?

No Amor de Cristo

Cleusa de S. Klein

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

TRIO ELÉTRICO GOSPEL – ACENDE A VELA PARA DEUS E UMA PARA DIABO



Depois do carnaval só restam cinzas, seja na testa ou no testemunho de muitos que se dizem cristãos. Da vergonha de encontrar alguns cristãos e saber que foram tocar no carnaval.

A verdade é que muitos artistas não conseguem deixar alguns momentos da antiga vida e vestem uma bata de santificação para que seja visto com outros olhos. Mas não dá!Santificar o tempo em que a carne tem prioridade é pedir para que o espírito santo fique fora por alguns dias.
O carnaval é um exemplo real e explicito da manifestação das obras da carne: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes."
Da mesma forma que escrevi sobre a ligação da igreja católica e o carnaval (http://respondendoasseitaseheresias.blogspot.com/2010/02/leitor-diz-que-igreja-catolica-nao-tem.html) eu preciso repudiar cristãos que saem com seus blocos e trios carnavalescos com a desculpa de evangelizar um povo perdido e que estão nas garras de satanás. Mas quem está evangelizando quem?
Mas quem está perdido?

Houve um carnaval que alguns podiam até pensar que o grupo Asa de águia era um grupo gospel carnavalescos – a musica que cantavam e fez o maior sucesso era “na casa do Senhor não existe Satanás, xô Satanás,…”, o público adorava, e os cristãos repudiavam, mas eles não estavam enxotando capeta?
Claro que não, eles estavam satirizando as sessões de descarrego de algumas igrejas neopentecostais, mas se fosse neste carnaval era capaz de alguém pensar que o líder tinha se convertido e estava em uma campanha forte para expulsar o capeta. Ou quem sabe alguém que escutava de longe a musica dava glória Deus porque alguém teve a coragem de expulsar o diabo no carnaval.

Em meio ao barulho, folia, beijos e muita bebida, será que tem lugar para prestar atenção na letra da musica que está sendo cantada ou se tem lugar apenas para os dedinhos para cima e vamos que vamos...
Quem está perdido?

Perdido está aquele que diz que é possível ter um Carnaval com Cristo fazendo de Cristo o seu motivo Carnavalesco. Entre louvores como “vamos adorar a Deus” e “Dança do Céu (Créuuu)” tudo serve supostamente para a glória de Deus, mas de qual Deus? Baco!
Muitos historiadores fazem a ligação do carnaval com festas populares em honras a deuses como Baco e Saturno.
Em Roma, realizavam-se comemorações em homenagem a Baco (deus de origem grega conhecido como Dionísio e responsável pela fertilidade. Era também o deus do vinho e da embriaguez).
Os famosos bacanais eram festas acompanhadas de muito vinho e orgias, e também caracterizadas pela alegria descabida, eliminação da repressão e da censura e liberdade de atitudes críticas e eróticas. Isso é Carnaval!

Sair no carnaval com um trio elétrico, um bloco ou qualquer coisa desta forma com a desculpa de evangelizar é um perigo para o próprio meio evangélico. É fazer do diabo um missionário e
profanar o sagrado.
As pessoas que escutam tais blocos “evangélicos” não estão interessadas em prestar a atenção na letra, não estão vendo a diferença entre o sagrado e o profano, mas estão sendo levados pelas batidas do samba, do balanço e do swing sem ao menos saber que a letra é diferente das outras.
O que leva uma pessoa ter uma reflexão diferente se aquilo que apresentam é a mesma coisa que ela faz todos os dias?
Ousar é dizer não ao carnaval e não sair em nenhum tipo de bloco, ousar é renunciar a sua antiga vida e não colocar a sua vida com Cristo no bloco carnavalesco.
Muitos cristãos me perguntam: ‘ Qual é a diferença destas artistas que dizem que se convertem e saem nestes blocos carnavalescos? Que trabalham apresentando e comentando escolas de samba ou bailes gays no carnaval?
O que eu escuto é: “Eu não acredito nestas conversões, eu imagino que eles querem apenas aparecer e não querem mudar de vida.”
Ter um trio elétrico gospel no carnaval não é ousar, mas pecar.
Alguns trios misturaram orações com frevos e apresentações de marchinhas carnavalescas, outras misturam apresentações de artistas que não tem nenhum compromisso com o sagrado com jargões do evangeliquês.
Tentar fazer do carnaval um momento sagrado é profanar o sagrado e permitir que outros pensem que todos evangélicos praticam o sincretismo quando se é bom para ele.
Nem todos os cristãos acendem uma vela para o santo, saem com o Shofar debaixo do braço, ungi o seu Trio elétrico para que nenhum capeta possa dar crepe no som, passam pelo manto profano e depois fazem uma oração forte durante o seu percurso carnavalesco.
Não, eu não participo disto, não vejo responsabilidade do “IDE” neste tipo de evangelismo, mas vejo uma desculpa para cair na gandaia, mesmo que ela seja supostamente santa.
Isso não é estratégia evangelística!
Alguns podem pensar que se fazendo igual a eles, a sua palavra será aceita com facilidade; pelo contrário; as palavras destas pessoas perdem o valor.
Certa vez, um jovem veio falar comigo após um culto onde fui convidado a pregar e me contou que ele era da “pá virada”, como dizia a minha avó.
Ele saia com diversas meninas, praticava a prostituição semanalmente, era viciado em diversas drogas e até tinha realizado alguns crimes, mas depois de alguns meses naquela igreja ele largou tudo e estava com muita vontade de seguir a Cristo.
Mas o que me chamou a atenção foi o seu depoimento do porque ele não tinha largado a sua vida de pecados antes, até porque vinha de uma família cristã. A resposta que ele me deu foi esta:
“Pastor, eu não largava a minha vida de pecado porque eu percebi que muitos jovens que estavam na igreja praticavam as mesmas coisas que eu. Eles usavam a igreja como uma fantasia de santo.
Eu queria uma vida diferente e não igual a minha.
Pastor, eu levei para o motel muitas menininhas que cantavam no louvor, no coral, que profetizavam, não foi apenas meninas, mas mulheres. Eu saia com muitos jovens de algumas igrejas e vi que eles usavam as mesmas drogas que eu. Eu via que aqueles jovens não eram diferentes de mim e eu procurava outra igreja porque eu não queria uma vida igual que eu levava muito menos manchar o nome de Jesus – Ou eu era crente ou não era.
Como eu queria fazer sexo e usar drogas, eu não queria entrar para uma igreja. Porque eu ia ser crente se os jovens que estão dentro da igreja não tinham uma vida diferente da minha? “Eu queria ter uma vida diferente e não viver da mesma forma.”

Depois disto eu perguntei a ele: Você encontrou uma vida diferente nesta igreja?
Ele me disse: “Encontrei, percebi que os jovens são diferentes e querem um compromisso com Deus. Eu quero ficar aqui.”
As pessoas que estão olhando para nós como povo de Deus busca atitudes diferentes, um testemunho diferente, uma vida diferente e não igual a que estão acostumados a ter.
Sair com um trio elétrico no carnaval e dizer que isto é ousar é tampar um santo e descobrir o diabo.

Deus abençoe

Cálice amargo vem de Deus


A vida do filho de Deus é cheia de dádivas e de perdas. Quando a visão de um Deus Soberano é perdida, é perdida toda condição de adoração contínua. Só podemos adorar ao contemplarmos as mãos de Deus agindo – necessário é então não ver muitas mãos mas apenas UMA Mão em todas as coisas.
Essa é a postura nobre de Jó ao se ajoelhar para adorar. Ele poderia ver muitas mãos agindo – Os Sabeus levando os bois e as cabras. O fogo que matou ovelhas e servos. Os Caldeus que roubaram os camelos. O vento que matou todos os filhos... Mas ao se ajoelhar a espada e todas as outras coisas foram ignoradas. O Patriarca reconheceu de forma que nossa época imatura não pode, uma única MÃO. Ele reconhece sozinho o “Senhor” – “O Senhor que deu e o Senhor que tirou”. Porque há tanta tristeza desnecessária, desespero, depressão, murmuração e condição nada cristã nos momentos de nossas tribulações e provações? Porque fixamos nosso olhar nas confusas rodas das causas secundárias dos eventos de nossas vidas.
E porque no momento que oramos – “Seja feita a tua vontade na terra como no céu” – não estamos de fato orando. Sofremos na tentativa de nos levantarmos nas ‘alturas para sustentar um argumento contra os procedimentos de Deus’.
Tapamos os ouvidos para não escutar “Sou Eu” – “Sucederá algum mal na cidade, sem que o SENHOR o tenha feito?” Amós 3:6. Haverá alguma gota amarga em nosso cálice que o Senhor não tenha acrescentado? O Senhor ama muito o seu povo para deixar ou confiar a qualquer outro seus interesses. Somos de fato barro nas mãos do Oleiro. Somos prata nas mãos do Refinador.
É Ele,e somente Ele que aponta os limites de nossa habitação. Deus é o autor tanto das misericordiosas dádivas quando das tristezas; do conforto e de nossas cruzes. Ele soprou sobre nossas narinas o fôlego de vida, e será a Sua convocação que chamará de volta o nosso espírito ( “A Deus que o deu” ).
Considere definitivamente sua própria vida e a vida de todas as pessoas queridas que te cercam como um empréstimo somente. Deus sendo o grande proprietário de toda a Sua Criação, quando entender ser o melhor momento, revoga a concessão, e toma o que sempre foi Seu.
Tudo que recebemos é misericórdia! Misericórdia concedida, misericórdia continuada dia a dia, e misericórdia no tempo certo, retida. Muitas vezes Ele tira para que Ele mesmo – e só Ele devia ter esse lugar – possa preencher o vácuo do coração com Sua presença toda-suficiente e inefável amor. Suas dádivas não compensam Sua falta; mas Sua presença compensa a perda de todas as dádivas. Compensa infinitamente mais todas as nossas perdas.
Vamos confiar e nos deleitar no amor e fidelidade do “Deus que dá” – Vamos deixar o mundo ver nossas vidas brilharem em beleza como um arco-íris em meio as nuvens de tempestade do “Deus que tira”. Só assim o mundo poderá ver quem é infinitamente precioso para nós. “O Senhor deu e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21).

Oremos como Cristo: “Sim, ó Pai, pois assim pareceu bem aos teus olhos!”.

Soli Deo Gloria

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Sinal do arrebatamento? Jesus é visto nas nuvens


o fotógrafo amador francês Luc Perrot se deparou com uma imagem entre as nuvens quando fotografava a 2.000 pés, em cima da formação vulcânica Cirque de Mafate, na Ilha da Reunião, no Oceano Índico.
O francês tinha subido a montanha para gravar um vídeo do movimento das nuvens, mas ficou surpreso ao ver uma figura que parecia pairar sobre as nuvens.
Ele disse: “Quando olhei para cima, vi uma sombra flutuando entre as nuvens cercado por um arco-íris. Aquilo me pegou de surpresa. Quando olhei para as filmagens, me deu a sensação de ser uma aparição divina. Você lê sobre esse tipo de fenômeno nos livros, mas eu nunca vi isso antes.”
Esta semana vários jornais divulgaram a foto e a matéria distribuída por uma agência independente. Cristãos se manifestaram lembrando que a Bíblia fala sobre o arrebatamento, quando Jesus voltará “entre nuvens”.