terça-feira, 11 de outubro de 2011

DIA DAS CRIANÇAS

O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.
Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de
"criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi
oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!
Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na
Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e
Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez
das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

Pode um cristão casar com um incrédulo?

Alguém pode pensar que este é um assunto morto. Tanto quanto o defunto mais velho enterrado no cemitério da sua cidade. Porém, isso me parece muito mais uma atitude para se afastar do assunto, rejeitá-lo ou negligenciá-lo, do que propriamente conhecê-lo à luz da Escritura.
Há muitos que consideram normal o casamento misto. Afinal, o marido crente abençoa a mulher não-crente, e vice-versa. Mas esquecem-se de que o contexto para esta afirmação não se encontra antes do casamento, quando um(a) crente poderia casar com uma(um) incrédula(o) e assim obter de mais tempo e empenho para convertê-la(o). Paulo nos diz que isso acontece quando dois incrédulos se casam, e no decorrer do casamento, um deles se converte a Cristo. Como o casamento é indissolúvel, não há porque o recém-convertido se separar da outra parte, a menos que esta não queira viver com ele.
Não há garantias de que um crente, casando-se com uma incrédulo, poderá levá-la a Cristo. Ora, como Paulo disse: "Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?" [1Co 7.16]. A salvação é divina, e somente Deus poderá salvar ou não; mas o crente é chamado à obediência; e a Escritura é clara em fazer separação entre o fiel e o infiel. Portanto, considero essa posição [e há pastores, líderes e muitos de nós que a defendem] como um conselho temerário, senão, vejamos:
1) Como crentes, desaprovamos a desobediência a Deus;
2) Segundo os defensores do casamento misto, a desobediência tem um elemento que justifica a rebeldia, ou seja, o altruísmo de se levar o futuro cônjuge a Cristo, valendo-se da piedade por sua alma. Mas isso nada mais é que enganar-se, achando que o erro pode se converter em acerto pelo simples desejo do nosso coração de que assim ele seja.
3) Levando-nos à conclusão de que o crente, mesmo em rebeldia, deve buscar por uma bênção por seus próprios meios e esforços, à parte do preceito divino de que lhe devemos, sobretudo, obediência.
A coisa toda fica pior quando se utiliza do exemplo de Salomão, o qual se entregou aos casamentos mistos, para ratificar esse pecado. É evidente que a Bíblia nos revela os erros de Salomão não para serem seguidos, mas exatamente como um preventivo para que não incorramos neles; ao nos mostrar os efeitos danosos que sobrevieram ao povo de Israel [a idolatria, p. ex.], mas para o próprio Salomão, que também se tornou idólatra, e queimou incenso para outros "deuses", e teve o seu reino dividido, ainda que Deus o poupasse desse desgosto, por amor ao seu pai Davi; mas assegurando-lhe de que sob o reinado do seu filho Roboão, Israel se esfacelaria.
O argumento do casamento misto, nada mais é do que o desejo do desobediente de convencer-se a si mesmo de que existem motivos nobres e piedosos para se aventurar a uma empreitada que significará rebelião e pecado. É isso mesmo! Quem age deliberadamente assim não comente nada além do que pecado! E o pecado é o desprezo ao próprio Deus.
Muitos também alegam que Deus pode abençoar o crente na desobediência. É possível? Sim, claro! O que, contudo, não absolve o crente em sua desobediência, ao rejeitar o princípio tão claramente exposto na Escritura, a separação que Deus estabeleceu para o seu povo. Fato é que o desobediente será disciplinado por isso, caso seja realmente um filho de Deus. Do contrário, a ira do Senhor estará sobre ele, para todo o sempre.
Então, pode-se perguntar: o que o(a) crente deve fazer caso tenha se casado com uma(um) incrédula(o), e reconhece que pecou? Meu conselho é: arrependa-se! E dê o melhor testemunho cristão para que o(a) cônjuge também se arrependa de seus pecados, reconheça Cristo como Senhor e Salvador pessoal, e assim, formem um lar santo, em que a obediência aos preceitos divinos traga frutos de glória para o bom Deus.

Fonte: O Cotidiano Cristão

Apóstolo brasileiro cria vinho do milagre do amor

Por Renato Vargens

Sinceramente esse povo tem muita cara de pau.



Um individuo de nome Adelino o qual se intitula apóstolo em sua viagem à Israel visitou a cidade de Caná da Galiléia onde Jesus realizou o primeiro milagre, transformando a água em vinho.
Pois é o apóstolo em questão lançou no Brasil um vinho milagreiro capaz de restarar casamentos ou arrumar alguem para casar.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice.
Ora, pare e pense comigo: É justo ficar calado diante da propagação de tantas heresias? É correto por mordaça a boca enquanto falsos ensinos se propagam pelo Brasil?
Como inúmeras vezes escrevi neste blog não sei fazer o jogo do contente, nem tampouco consigo fechar os olhos as aberrações teológicas do neo-pentecostalismo. Em virtude disto acredito que mais do que nunca a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina defendendo os valores inegociáveis da fé cristã.
Ah! verdadeiramente precisamos de uma nova reforma! Precisamos voltar as Escrituras! Precisamos de que Deus tenha misericórida de seu povo e nos livre das heresias deste tempo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

MUDEI A BÍBLIA!

A Bíblia não é a Palavra de Deus. Vamos mudá-la!

Por Wilson Porte Jr.

Impressionante como as pessoas amam cegamente seus líderes, mesmo quando estes pervertem a Bíblia. Impressionante, também, o número dos “politicamente corretos” em meio ao povo de Deus... pessoas que têm me exortado a não citar nomes, falar dos erros, mas não dos que os ensinam. O resumo da ópera é o seguinte: 1) Eu devo tomar cuidado e parar de falar do Ungido do Senhor; e 2) Eu devo criticar sem usar nomes, apenas falar dos erros, sem dar nomes “aos bois”. Diante de tudo isso, chego a uma conclusão: TAMBÉM VOU BRINCAR DE MUDAR A BÍBLIA. Aliás, a Bíblia inteira não, mas só algumas partes que me convêm, certo? Muito bem, vamos fazer de conta que a Bíblia pode ser mudada e vamos mudar o que Paulo escreveu:

2Tm 4.10


“Porque alguém, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica...” 2Tm 4.10 (mudado para uma forma politicamente correta!)

2Tm 4.14


“Um outro alguém, causou-me muitos males; o Senhor lhe dará a paga segundo as suas obras.” (devidamente mudado!)

1Tm 1.19-20

“mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé. E dentre esses se contam um fulano aí e outro ciclano lá, os quais entreguei a Satanás, para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem.” (agora sim, não?)

2Tm 2.16-18

“Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior. Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem ah... é melhor não citar nomes... e ah, outro cara aí. Estes se desviaram da verdade, asseverando que a ressurreição já se realizou, e estão pervertendo a fé a alguns.” (mudado!)

Gl 2.9-11

“e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer. Quando, porém, um deles (prefiro nem citar...) veio a Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível.”
O que acharam, hein? Pessoal, não vou fazer o que tantos têm feito. Não ousarei reinterpretar, reescrever, ou dizer que tenho nova revelação. Ficarei com as Antigas Palavras, com a Santa Bíblia, com o Cânon Revelado, ficarei com a Palavra que, de uma vez por todas, veio de Deus a nós.
E, na Bíblia, os nomes daqueles que erram são citados para que todos saibam e cuidem para não cair em seus engodos. Veja que diferença, e quão politicamente incorreta é a Palavra de Deus (para os “santinhos” de hoje em dia):

2Tm 4.10

“Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica...”2Tm 4.14“Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe dará a paga segundo as suas obras.”

1Tm 1.19-20

“mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé. E dentre esses se contam Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para serem castigados, a fim de não mais blasfemarem.”

2Tm 2.16-1

“Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior. Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem Himeneu e Fileto. Estes se desviaram da verdade, asseverando que a ressurreição já se realizou, e estão pervertendo a fé a alguns.”

Gl 2.9-11

“e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer. Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível.”
Percebem? A Bíblia me dá o precedente para citar nomes. Quando se torna necessário citar nomes, Paulo o faz, sem hesitação. Ele corrige ensinos distorcidos e cita suas fontes. Além do precedente bíblico, creio que seja uma responsabilidade do cristão mencionar os nomes daqueles que têm pervertido o Evangelho.

Paulo Romeiro certa vez usou a seguinte ilustração:

Imagine o leitor se há um remédio sendo comercializado, trazendo perigo de morte à população. Certamente as emissoras de rádio e TV não conseguiriam prestar um serviço ao público levando ao ar o seguinte anúncio: “Informamos que há um remédio sendo vendido nas farmácias que pode levá-lo à morte. Desde que não vamos citar o nome do remédio, tente descobrir por você mesmo”. Não seria isso um absurdo? Quando alguém descobrisse que remédio é esse, já seria tarde demais.
Renê Terra Nova, Ricardo Gondim, Silas Malafaia, Edir Macedo, Valdemiro Santiago, dentre outros, não têm vergonha de ensinar heresias grotescas em público (eles acreditam piamente nelas!). Sinto por aqueles que defendem alguém disposto a discordar de Cristo. Não tenho medo de dizer o que eu disse pois já fui regenerado e o maligno não me toca. Não adianta ficarem dizendo pra eu tomar cuidado. Quem tem de tomar cuidado (e muito cuidado) é quem distorce a Palavra, e o faz publicamente! E mais, quem os ouve cega e apaixonadamente deve tomar cuidado também, pois água barrenta não mata a sede de ninguém, aliás, ela mata esse alguém.
Escrevo por amor daqueles que amam a Verdade (escrita e encarnada em Jesus Cristo), mas, que por falta de conhecimento, estão se perdendo nas mãos de lobos vorazes que estão entre o povo de Deus. Tais homens adoram o seu próprio ventre.
Pessoal, lamento informar que eu amo mais a Verdade do que qualquer homem que seja. E, se outra vez eu tiver de escrever sobre alguém, eu o farei, pois meu amor pela Verdade é maior do que meu amor por quem quer que seja

O caráter de um bom casamento

Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24). Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".
Estratégias Inaproveitáveis
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira. O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento. Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.
Instruções Divinas
As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.
Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação. Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem. O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.
Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela. Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se. Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.
Honestidade
Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança. A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados". O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.
Discrição
Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas. A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.
Fidelidade Sexual
Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita. O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).
Respeito
O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7). Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).
Altruísmo
O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge [amadurecido] deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!
Paciência
A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12). A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!
Humildade
Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores. A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.
Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!

Observação: Coloquei as fotos da minha esposa Dênis, e das minhas filhas Aryeska e Arielle e do meu filho Jean e as minhas sobrinhas Marilha e Ana Clara.

Waldson Souza



Pastor Marco Feliciano conta como é conciliar religião e política


Falando sobre política, o pastor Marco Feliciano revela: “O que vocês vêem na televisão é só um teatro. As decisões são todas tomadas nos bastidores.”
Considerado um dos parlamentares mais atuantes entre os que se elegeram em 2010 e o sexto político brasileiro mais influente do twitter, o pastor Marco Feliciano (PSC/SP) esteve em Morro da Fumaça na noite desta sexta-feira para realizar o testemunho na Cruzada Evangélica, promovida pela igreja evangélica Vida Nova.
Antes disso, o deputado federal explicou à nossa reportagem como é conciliar religião e política. “Nós que somos novos no parlamento precisamos ser atuantes para conquistar o nosso espaço, porque lá tem uns 30 que dominam, o resto é só para fazer quórum”, relatou. “O que vocês vêem na televisão é só um teatro. As decisões são todas tomadas nos bastidores”.
Ele destacou que nove meses, já apresentou 119 proposições. “Tenho um projeto de lei que eu considero o meu filho, o meu bebê, que é o que torna obrigatório o ensino religioso nas escolas públicas. Eu defendo que sejam ensinados os princípios das religiões às crianças, para que elas tenham um norte”, afirmou Feliciano. Ele também destacou um projeto de lei que faça com que os presos com curso superior deem aula aos demais, reduzindo a pena de todos.
O deputado ainda fez críticas à laicidade de um Estado cujo povo é, na maior parte, cristão. “Ok, nosso Estado é laico. Só que 95% da população é cristã. Então não vamos ser hipócritas”, declarou. “Como o Brasil é laico se até no nosso dinheiro está escrito ‘Deus seja louvado?’”, questionou.
Ele também afirmou que a mídia tem distorcido as discussões em torno do PLC 122, que tornaria crime a discriminação contra homossexuais. “Esse pessoal do CQC, por exemplo, já me parou umas três vezes, mas eu nunca apareço na TV. Por quê? Porque eles só colocam na TV quem se enrola nas respostas”, disse. “Em off, todo mundo é contra (o homossexualismo). Mas coloca uma câmera na frente do cara, para ver. Aí quase todo mundo muda o discurso”, afirmou o deputado.
Além de deputado e pastor, Feliciano também é escritor, cantor e viaja pelo mundo participando de conferências. Tem 18 livros escritos, já dois CDs gravados e DVDs. “Disso eu já até perdi a conta”, brincou. O site dele já registrou quase 15 milhões de visitas.

Igreja Presbiteriana vai ordenar primeiro pastor abertamente gay


Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos recebeu de volta um pastor que teve de renunciar ao cargo por ser gay, segundo informações da agência de notícias Associated Press. Após 20 anos de afastamento, Scott Anderson foi novamente ordenado neste sábado (8) em sua casa em Madison, Wisconsin.
Scott Anderson em seu escritório; ele foi nomeado primeiro pastor assumidamente gay da igreja Presbiteriana.
“Quem conhece Scott vê seu extraordinário dom de ministério, a sua capacidade de pregar a palavra, sua compaixão, sua humildade”, disse Jennifer Sauer, 41 anos, que frequentava a igreja de Anderson.
Em entrevista recente, Anderson, 56, lembrou que escondeu sua sexualidade de 1983 a 1990, quando renunciou depois de um casal descobrir que ele era gay e tentar usar as informações contra ele.
“Esse foi realmente o melhor e o pior momento da minha vida”, disse Anderson. “Foi o melhor porque eu era capaz dizer, pela primeira vez, quem eu era. Mas havia também a tristeza de deixar o que eu amava.”

MUDANÇAS NA IGREJA
A Ordenação na Igreja Presbiteriana foi possível graças a décadas de debate se pessoas abertamente gays deveriam ser autorizadas a servir na igreja.
A concessão se deu graças a mudança na constituição da igreja que exigia do clero “na fidelidade dentro do casamento entre um homem e uma mulher, ou a castidade no celibato.” A Assembleia Nacional Presbiteriana dos Estados Unidos aprovou retirar essa regra no ano passado.

Comentário Pr Márcio de Souza:

Se a moda pega… mas acredito que aqui no Brasil isso não venha a se concretizar porque existe um forte movimento no meio dos presbiterianos que defende radicalmente a heterossexualidade como padrão para o ministro e membresia. Se por um acaso, por uma possibilidade remota, isso acontecer, teremos certamente uma “zebra” teológica sem precedentes.

domingo, 9 de outubro de 2011

Os Falsos Profetas Têm Meios Próprios de Controle


Por Erwin Lutzer
Paulo repreende os crentes coríntios: "Tolerais quem vos escravize, quem vos devore, quem vos detenha, quem se exalte, quem vos esbofeteie no rosto" (2 Co 11.20, ARA; grifos meus).

Imagine! Esses crentes estavam dispostos a ser maltratados pelos superapóstolos sem reclamar! Esses falsos mestres eram manipuladores, controlando e humilhando, e as pessoas crédulas os seguiam!

A natureza humana não mudou! Fico maravilhado com histórias que ouço de pessoas frequentando igrejas onde o pastor usa de autoridade para explorar o povo por meio de controle arrogante, comentários depreciativos e acusações. Em certos casos, o pastor ameaça os membros da igreja, chegando a ponto de amaldiçoá-los se deixarem a congregação. Ele exige lealdade absoluta, compromisso e obediência pessoal. As pessoas continuam frequentando, embora ele os "esbofeteie no rosto", como disse Paulo. Afinal de contas, o pastor afirma ser o servo especial de Deus.

Como os falsos profetas exercem tal controle?

Primeiramente, por isolamento. Eles rompem as relações dos congregantes com suas famílias, insistindo que devem prestar lealdade somente aos falsos mestres. Insistem que os membros apenas se comuniquem com eles; afinal, o profeta lhes dirá tudo o que precisam saber. Esta é a marca do falso culto.

Em segundo lugar, há intimidação. Se os falsos profetas conseguirem conhecer a personalidade do congregante, eles acham um ponto de fraqueza e o usam como alavanca para suborná-lo à sujeição. Certo falso mestre perguntou aos membros de seu pequeno grupo quais eram suas fantasias sexuais e depois usou esta informação contra eles. Há cerca de vinte anos, um falso profeta aqui na região de Chicago falou-me que se eu não me colocasse sob sua autoridade, ele já havia me visto "caindo". Isso pode ser intimidante se pensarmos que ele, na verdade, falava em nome de Deus.

Em terceiro lugar, há exploração. O falso mestre encontra meios de desenvolver relacionamentos com seus seguidores. Se for uma personalidade da mídia, ele garante um favor especial se os seguidores lhe escreverem. Ele promete respostas às orações; promete prosperidade; promete que Deus os recompensará com dinheiro. Esse enganador almeja dependência e confiança cultual. Assim, os falsos profetas podem depender da lealdade e sustento desse povo por muitos anos. Entrementes, os falsos profetas não se põem sob autoridade. Eles desafiam a autoridade dos pastores, ou escolhem integrantes da diretoria da igreja que sabem que não os farão prestar contas. E pelo fato de acreditarem que recebem ordens diretamente de Deus, quando são interrogados, replicam: "Quem é você para questionar o ungido do Senhor?" Se um milagre acontece em seu ministério, eles o desfilam na frente das multidões e, implicitamente, recebem o crédito como "operadores de milagres". Mas se alguém não é curado, é por culpa da pessoa que não teve fé o suficiente ou não deu bastante dinheiro. Ninguém jamais é chamado ao púlpito para testemunhar sua "não-cura".

Já notou que as multidões que vêm admirar os operadores de milagre são os pobres? Porque estas pessoas — Deus as abençoe! — raciocinam: Se eu puder ter tanta Jé quanto o meu líder, Deus me abençoará como o abençoou. Assim, se a hipoteca não for automaticamente paga, se não forem curados, é por culpa deles. Não admira que pessoas desiludidas com esses ministérios pensem que Deus as abandonou.

OVELHA OU BODE, o que você tem sido?... BODELHA?

Por Rev. Cleudson Gomes Corrêa
Em nossa caminhada ministerial, por vezes ouvimos reclamações de pessoas quanto aos pastores que nos antecederam, do tipo: “aquele pastor nunca foi pastor para mim ou para minha família”. Numa dessas ocasiões me surgiu a oportunidades de poder perguntar, com muito amor e carinho: “e você, será que foi ovelha para eles”?

Na Bíblia, encontramos menções de ovelhas, carneiros, cordeiros, animais que são conhecidos pela docilidade, dependência de seu pastor, sendo símbolos de mansidão, sujeição, submissão, sendo, o próprio Filho de Deus apresentado como cordeiro.

Encontramos também menção de cabritos e/ou bodes, que por natureza, são traiçoeiros, repentinos, impertinentes, que se alimentam de coisas imundas, não são dados a obediência.

Em Ezequiel 34.17 o Senhor anuncia que fará separação das ovelhas e dos cabritos, bodes, ou seja, dos bons e dos maus. Em Mateus 25.32-33 também vemos a mesma situação, em que O Senhor faz a separação dos cabritos e ovelhas.

Na Igreja encontramos os dois tipos desfrutando do mesmo ambiente, da mesma alimentação, disputando pelo mesmo espaço, contudo, um tem um coração submisso e outro uma natureza rebelde. E a Bíblia nos mostra que quem fará a separação é O Senhor.

Ás vezes fico inclinado a pensar que, por conta do relativismo e a luta pelo direito de igualdade, esteja acontecendo algo estranho no meio do rebanho do Senhor, tal como uma mutação transgênica, surgindo um “novo rebanho” de uma nova espécie com genes de bode e ovelha, que eu, aqui, chamo de “BODELHA”, com comportamentos, hora de bode, hora de ovelha e que por vezes têm desenvolvido características diferentes.

Ficamos assustados quando nos aproximamos das pessoas para cumprir nosso dever cristão de ensinar, exortar, discipular, disciplinar...

E o que é mais grave nisso tudo é que isso tem ensejado o surgimento de “igrejas” e “ministérios” totalmente voltados a atender aos interesses deste “novo rebanho” em detrimento ao dever de fazer a vontade de Deus.

As pessoas parecem não mais se importarem e/ou não acreditarem em conversões genuínas, no mover de Deus, na necessidade de serem novas criaturas, ou seja, ovelhas que ouvem ao pastor da Igreja e, acima de tudo, ao Supremo Pastor.

Existem, até, propostas de releituras relativistas do que é sagrado e o que não o é.

Meus amados irmãos, se verdadeiramente queremos servir o nosso Deus com zelo, seriedade e respeito, temos que voltar para as Escrituras Sagradas em sua inteireza, buscando aprender mais e mais sobre o que é agradável a Deus, caso contrário, o nosso culto não passará de culto de tolos.

Deus promove uma transformação em vidas, fazendo-as novas criaturas, para o louvor de Sua glória e não para a vontade dos homens. Ele não promove mutações transgênicas ele muda todo o ser.

E você, é uma ovelha genuína, uma “BODELHA”, ou é um bode?

sábado, 8 de outubro de 2011

“Músico Cristão pode tocar secular?” – Veja o que pensa João Alexandre

Anos atrás peguei o edital do vestibular Universidade Federal da Paraíba para decidir que curso fazer e seguir carreira profissional. Dentre tantos que cogitava, um curso me chamara bastante atenção: “Música Popular”. Tratava-se de um curso novo no campus, e que era voltado para a musicalidade popular, folclórica, menos próxima das escolas eruditas, como é de tradição nas academias do Brasil. Assim como um músico orquestral, o músico popular estaria habilitado para seguir carreira, vendendo sua força de trabalho para o mercado e vivendo dignamente como qualquer outro profissional das outras áreas.
Este embate me fez repensar o que por muitos anos foi inadmissível por parte de igreja. “Poderia eu tocar secularmente”? Era comum se cobrar de um músico novo convertido o abandono total de suas funções no secular na argumentação de que aquela atividade não era para glória de Deus, em detrimento do servir integralmente ao louvor da igreja, enquanto esta se levantava em oração para que um outro emprego “digno” aparecesse para o recém chegado músico.
Repensando nesta questão, que considero praticamente resolvida (sou otimista), trago pequenos trechos do livro “Músico – profissão ou ministério”, do cantor e compositor João Alexandre e de Luciano Garrutti Filho, em que ele (João) contribui com sua opinião sobre o assunto. Acompanhe:

1) Tocar para glória de Deus significa tocar só música evangélica?

J.A.: É bom que se lembre que Deus não é evangélico. Deus é Deus. Há uma tendência de achar que a nossa música, ou a música executada pelos evangélicos, seja a música correta. (…) a música não possui caráter o credo religioso. No tocante à letra, qualquer música que se enquadre naquele versículo que diz: “Quanto ao mais, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é justo, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses 4:8); pode ser cantada, não precisa ser necessariamente música evangélica. Existem músicas que nem evangélicas são, e que falam sobre verdades muito bonitas, sobre valores intrínsecos, os quais estão de acordo com os valores bíblicos. Tudo o que está contido na Verdade bíblica é passível de ser cantado, sem qualquer constrangimento. Aliás, depois da conversão já não deveria mais haver distinção entre aquelas atividades que são consideradas como carnais, e aquelas consideradas como espirituais. O que queremos dizer com isso é que, depois da conversão, tudo o que fazemos deve ser espiritual. Lavar o carro deve ser tão espiritual quanto cantar um “corinho”, por exemplo. A Palavra de Deus nos ensina que devemos andar em Espírito (Gálatas 5:16, 25; Colossenses 1:10; 2:6), significando que o estar em Cristo não é constituídos em atos isolados, mas de um estilo de vida motivado por um coração transformado por Deus.

2) O músico profissional cristão deve e pode trabalhar em ambientes tais como bares, restaurantes, etc.?

J.A.: Isto seria o mesmo que perguntar a um médico se ele pode trabalhar em um hospital ou clínica. Com certeza, um médico não iria clinicar no bar da esquina, ou em meio a um restaurante, assim como seria pouco provável que um músico viesse a tocar em um determinado hospital ou maternidade. O que está em questão aqui não é a atividade em si mesma, mas o ambiente onde ela é geralmente executada. O ambiente no qual o músico trabalha é um ambiente geralmente rotulado como pernicioso e nocivo à moral pela maioria do setor evangélico da sociedade. Isto acontece pelo fato de haver em alguns desses lugares a presença de drogas, bebidas, e coisas do gênero. Todavia, gostaríamos de lembrar aos leitores de que o ambiente de trabalho de um músico não se restringe “única e exclusivamente” a lugares como os descritos acima. Existem outros ambientes sociais onde o músico pode exercer a sua profissão, tais como: concertos de música clássica, casamentos, recepções, etc.; os quais são desprovidos deste caráter pernicioso. Além disso, as drogas, bebidas, e coisas do gênero também estão presentes em outros ambientes de trabalho tais como: hospitais, na política, etc. Não é necessário ser músico para entrar em contato com a triste realidade do mundo a nossa volta. Vale a pena dizer que nem sempre o músico tem o privilégio da escolha. Em tempos de “vacas magras”, a fim de sustentar sua família (pois apesar da desatenção de muitos, sim! o músico também é pai de família, e como tal possui muitas possibilidades) ele pode vir a ter que tocar em ambientes que não são de sua preferência pessoal, o que não significa que por isso ele venha necessariamente corromper-se, ou coisa semelhante. A única diferença entre a música e as demais profissões é que ela vem sofrendo grande preconceito por parte da sociedade em geral por vários anos. O músico, graças a algumas questões culturais, carrega aquele estereótipo de bom vivan, o qual em hipótese alguma condiz com a realidade dos fatos. É aquela velha estória da preguiçosa cigarra que vivia a cantar o dia inteiro, enquanto que a valorosa formiga somente trabalhava. Há também o ditado que diz que Deus ajuda a quem cedo madruga. É um ditado “bonitinho” este, o único problema é que ele desconsidera os músicos e os guardas-noturnos, que trabalham durante a noite. Agora, um músico profissional cristão deve ser uma pessoa preparada para enfrentar ambientes como estes sem se deixar influenciar e, se possível influenciar aqueles que o cercam para que se aproximem de Deus. É aí que entra o papel da Igreja, não como elemento repressor, mas como aquela que há de prover ao músico o suporte espiritual e emocional para que ele seja luz no mundo e sal da terra, e faça diferença no meio onde vive. O músico, sempre é obrigado a ser uma benção na vida de seus irmãos, e raramente tem o privilégio e a oportunidade de ser abençoado por estes.

I MARCHA PARA JESUS III

PEDIRAM NOVAS FOTOS DA PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS REALIZADO PELA IGREJA BATISTA PENIEL.









sexta-feira, 7 de outubro de 2011

I MARCHA PARA JESUS - IGREJA BATISTA PENIEL

ACONTECEU A PRIMEIRA MARCHA PARA JESUS EM AURELINO LEAL, REALIZADO PELA IGREJA BATISTA PENIEL QUE ESTÁ COMPLETANDO 25 ANOS DE EXISTÊNCIA.
ESSE EVENTO TEVE A PARTICIPAÇÃO DE SAMUEL E BANDA DA CIDADE DE JEQUIÉ, ISLAN KATRAMACHO TAMBÉM DE JEQUIÉ E A CANTORA JANNAINA TEREZA DESTA CIDADE. O PASTOR DA IGREJA, PASTOR NILSON DISSE QUE ESSE EVENTO ACONTECERÁ TODO ANO NESTA DATA E QUE O PRÓXIMO SERÁ CONVIDADO TODAS AS IGREJAS DA NOSSA REGIÃO.


















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I MARCHA PARA JESUS - PARTE 2








A IGREJA BATISTA PENIEL NA PESSOA DO SEU PASTOR NILSON JUNTO COM OS MEMBROS DA IGREJA SÓ TEM A AGRADECER PRIMEIRAMENTE A DEUS E A TODOS QUE AJUDARAM DIRETA E INDIRETAMENTE PARA QUE ESSE EVENTO SE REALIZASSE. E QUE EM 2012 T EM MAIS.
DEUS ABENÇOE A TODOS.

Pastor José Wellington, presidente da CGADB, comemora 76 anos com festa na AD do Belenzinho

A Assembleia de Deus no Belenzinho (SP) realizou na noite de segunda, 03 de outubro, um grande culto em ação de graças pelos 76 anos de vida de seu pastor José Wellington Bezerra da Costa e de sua esposa, irmã Wanda Freire da Costa, que lidera o departamento feminino e a área social da igreja.
Milhares de assembleianos e personalidades políticas compareceram no evento que contou com o coral e orquestra da igreja entoando louvores a Deus antes que o pastor José Wellington Costa Junior conduzisse o culto.
Vários ministérios da igreja homenagearam o casal e entre os convidados estavam vários líderes da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil, entre eles presidentes de convenções regionais de várias partes do Brasil.
Também compareceram personalidades políticas como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; o secretário de desenvolvimento do estado, Edson Aparecido, que representou o governador Geraldo Alckmin; a vereadora Marta Costa (DEM-SP), deputado estadual, Pr. Adilson Rossi (PSC-SP) e a vereadora de Valinhos, irmã Dalva Berto e outros.

”Estar aqui hoje agradecendo a Deus pela vida deste casal é um dever de todos nós políticos e dos irmãos que são membros da AD, o trabalho que o pastor Wellington e a irmã Wanda fazem para Deus e para a população é digno do nosso reconhecimento e respeito” afirmou o prefeito.
O aniversariante fez um discurso agradecendo a Deus pelos 76 anos de vida com muita saúde. ”Somos gratos a Deus por tudo que vemos e ouvimos aqui hoje, tudo que temos e somos veio do Senhor, a quem eu e irmã Wanda tributamos nossa gratidão, agradecemos a Deus pela vida de todos, obrigado pelo carinho dos irmãos, políticos e de toda AD no Brasil que hoje se faz representar aqui de norte a sul, pelos líderes das convenções estaduais” finalizou José Wellington.

A suficiência das Escrituras

Reforma do século dezesseis foi um divisor de águas na vida da igreja e também na história da humanidade. A Reforma não foi uma inovação, mas uma restauração. Não foi a abertura de um novo caminho, mas uma volta às veredas antigas. Não foi a introdução de um novo evangelho, mas uma volta ao antigo evangelho. A Reforma foi uma volta à doutrina dos apóstolos, um retorno ao Cristianismo puro e simples. As verdades enfatizadas na Reforma podem ser sintetizadas em cinco “solas”: Sola Scriptura, Sola Fide, Sola Gratia, Solu Christu e Soli Deo Gloria. Vamos destacar agora o Sola Scriptura.
Todas as igrejas cristãs creem nas Escrituras e aproximam-se dela como Palavra de Deus. Porém, nem todas têm o mesmo conceito das Escrituras. A Bíblia não apenas contém a Palavra de Deus, a Bíblia é a Palavra de Deus. A Bíblia não é uma dentre as regras de fé e prática, mas nossa única regra de fé e prática. Destacaremos, aqui, três pontos importantes para a nossa reflexão.
Em primeiro lugar, as Escrituras são inerrantes. Jesus Cristo foi enfático em dizer que as Escrituras não podem falhar. Ele disse, também, que a Palavra de Deus é a verdade. Não há erros nas Escrituras. Não há contradição nos seus registros. Seus relatos não são mitológicos. A Palavra de Deus é fiel e verdadeira e digna de inteira aceitação. Nem uma das palavras de Deus pode cair por terra. Nenhuma de suas promessas pode fracassar. Pode passar o céu e a terra, mas a Palavra de Deus não vai passar. Ela permanece para sempre. Suas profecias se cumpriram, estão se cumprindo e cumprir-se-ão à risca. Deus conhece a história antes de ela acontecer. O próprio Deus que inspirou as Escrituras é quem dirige os destinos da história.
Em segundo lugar, as Escrituras são suficientes. Nada pode ser acrescentado às Escrituras. Ainda que um anjo venha do céu e pregue outro evangelho, além do que está registrado nas Escrituras, deve ser decisivamente rejeitado. Há dois desvios perigosos com respeito às Escrituras atualmente. O primeiro deles é o liberalismo teológico. Os teólogos liberais não creem na infalibilidade nem na suficiência das Escrituras. Aproximam-se dela não com fé, mas com suspeitas; não com humildade, mas com insolência; não com submissão, mas com rebeldia. Atribuem às Escrituras muitos erros. Afirmam que ela está cheia de falhas e que seus relatos históricos estão repletos de contradição. Afirmam que seus milagres não passam de mitos. Esses paladinos do engano e arautos da incredulidade retiram das Escrituras o que está nas Escrituras, atraindo sobre si mesmos a merecida punição de seu erro. O segundo desvio é o sincretismo religioso. Há muitos crentes que olham para as Escrituras como um livro mágico, usando-a apenas como uma espécie de amuleto religioso. Não a estudam com profundidade nem a aceitam como a única regra de fé e prática. Estão sempre buscando novas revelações e correndo atrás de novos sonhos e visões para nortear-lhes os passos. Se os liberais removem das Escrituras seu conteúdo, os adeptos do sincretismo acrescentam às Escrituras suas novas visões e revelações. Desta maneira, ambas as posições são um sinal de rebeldia contra Deus e uma evidência de insolente apostasia. Não precisamos de novas revelações. Tudo que precisamos saber para a nossa salvação, santificação e serviço está contido nas Escrituras. Devemos conhecê-la, obedecê-la e proclamá-la com fidelidade e senso de urgência.
Em terceiro lugar, as Escrituras são eficientes. As Escrituras não são apenas inerrantes e suficientes, elas são também eficientes. Elas realizam todo o propósito de Deus. Elas não voltam para Deus vazia. Elas são mais preciosas do que o ouro e mais doces do que mel. Elas são não apenas inspiradas, mas também úteis para toda a correção, repreensão e ensino. É por meio delas que Deus chama seus eleitos. É por meio delas que Deus santifica seu povo. É por meio delas que Deus consola seus filhos. É por meio delas que Deus fortalece a sua igreja e a equipada para cumprir sua missão.
Fonte: Palavra da Verdade